Have you seen Chris?

1 Capítulo 1 : Queijo, trabalho, soluções.


Notas iniciais
AVISOS Antes de ler essa história você deve saber que: 1. Quase ninguém leu isso, só eu ( às vezes nem eu leio). 1.1 - Ou seja: se você está lendo isso, algo está meio estranho. Dá uma ligadinha pra polícia só pra confirmar, custa nada. 2 . Tenho problema com escolha de nomes. 3. Tenho um problema infinitamente maior com apelidos. 4. Tenho um problema ainda maior com sobrenomes, não os julgue. 5. Não se engane com certos personagens. 6. Pode odiar um pouco alguns personagens, não faço o estilo “ ame tudo o que eu fiz”. 7. I’m not a good writer, eu só gosto de escrever mesmo e de não ficar sonhando toda noite com a mesma história. 7.1- Por isso, me desculpa os erros feios, sou legal mesmo assim! AVISO BÔNUS: Juro que vou fazer uma capa! Se você concorda com tudo isso, assina seu nome aqui embaixo, dê três pulinhos, força na peruca e boa leitura! —________________________________ ( lugar pra assinar o nome ) Esta é a hora de dar três pulinhos, caso tenha assinado. :

Era fim de tarde, algo por volta das quatro e meia, Cathy e eu estávamos voltando da praça em frente ao Bushwell Plazza tomando sorvete. Catherine, como vocês irão perceber mais tarde, só sabe falar de três coisas:

1. Garotos;

2. Roupas;

3. Como as roupas ficam nos garotos gatos.

Não me entendam mal, ela é minha amiga, a melhor amiga e a única também, mas ninguém aguenta esse papo de mulherzinha por muito tempo sem pirar. “Calma, Iz, é só a Miller sendo a Miller. Daqui a vinte segundos ela vai se distrair com alguma vitrine e mudar de assunto.” Como já era de se esperar, pouco antes de eu começar a bufar e chutar com toda minha irritação todas as pedras da rua, eis que surge a SALVAÇÃO: uma vitrine.

E lá estávamos nós duas, uma cena bizarra de se ver, a senhorita Sou-brava-não-encoste de braços cruzados esperando a boa vontade da digníssima Catherine Miller, a menina mais colorida da cidade, provavelmente até do mundo. Mas, no momento, não ligo muito. Só consigo pensar em como as coisas andam melhorando pro meu lado nos últimos meses, na verdade, nos últimos anos.

A minha infância não foi das melhores. Minha mãe, Vanessa, é uma desmiolada que só pensa nela e nos seus inúmeros namoros a jato. Ah, mas se lembrava de me bater até cansar sempre que um destes relacionamentos promissores dava errado. E meu pai... Bom, digamos que não sei nem o que essa palavra significa. Eu praticamente cresci sozinha e, desde muito cedo, comecei a fazer alguns trabalhos de meio período ou final de semana. Diante de uma realidade muito dura, posso dizer que continuei firme, sempre tentei ter um coração bom e a certeza de que aconteça o que acontecesse não seria como minha mãe, não seria uma vadia bêbada. Eu seria feliz, seria querida, teria amigos e uma família de verdade.

Conheci a Cathy aos oito anos. Éramos o oposto uma da outra e isso era o que nos divertia. Aprendi com ela que, quando a sua família biológica não é boa o suficiente para que você consiga fazer vinte anos sem ter ido ao menos quatro vezes a um reformatório juvenil simplesmente por herdar seu sobrenome, você tem o direito de escolher uma família substituta melhor. Eu escolhi os Miller. Cat, Seth (seu irmão gêmeo), Diogo (seu irmão adotivo mais velho e abobalhado, mas com o maior coração do mundo) e seus pais me acolheram e me deixam passar o tempo que eu quisesse no apartamento deles. Cathy diz que se eu me lembrasse de levar minha escova de dentes ou minhas calcinhas, poderia até me aceitar como moradora oficial do apartamento dos Miller. Eles me fizeram aprender o que é ter uma família e ser feliz. O tempo que eu passava lá me fazia uma nova eu.

— Izzy! Terra chamando Iz! Alô! — Tive meus pensamentos arrastados por um furacão cor-de-rosa chamado Cathy Miller — Izzy!

E ela continuava a gritar. É sério, ninguém consegue ter uma voz tão aguda quanto a dela. Cathy tagarelava sobre o quanto eu devia prestar atenção na sua preciosíssima vitrine quando eu intervi:

— Ei, Miller, eu só estava desligada, poxa. Pessoas normais se desligam depois de nove minutos de discurso sobre por que não usar couro amarelo. Qualquer um se desligaria! Eu só estava pensando....


— No Christopher! Aiiin, Iz, é tão lindo ver vocês dois juntos! É como um daqueles livros melodramáticos de adolescente!

Cat deu um gritinho agudo e começou a encenar ridiculamente, com a mão na testa e expressão sofrida, uma espécie de versão de Romeu e Julieta do meu namoro com Christopher.

— Eu ia dizer “na minha vida”, mas entenda como quiser.

— Ui,ui,ui! Não está mais aqui quem falou, sua Alteza. — Disse ao fazer, de pura zombaria, reverência — Sinto muito. — Demos uma boa gargalhada.

Catherine continuou a falar mil motivos para eu parar de usar o mesmo tênis todos os dias sem lavar e eu, continuei fingindo que a escutava, deixando minha mente flutuar, enquanto avançávamos na portaria do Bushwell Plazza. Pensei em Christopher, em como eu era feliz ao lado dele e em como tudo dava assustadoramente certo nesses nossos nove meses de namoro. Pensei em tantas coisas até que chegamos no apartamento da Cathy.

De prontidão na porta, estava ele. Christopher? Não, não. Chris tem dignidade o suficiente para não ficar espreitando e encurralando seus vizinhos. Quem estava lá era Benjamin, o vizinho oficialmente pirado da Cathy barra melhor amigo do Chris. A gente se falava e tal, na verdade, éramos melhores amigos, mas sei que ele ultimamente não ligava pro fato de eu existir ou não. Prefiro acreditar que ele só pirou mesmo.


— E aí, Cat? — Disse ele.

Bufei umas três vezes para ver se o garoto se tocava de que eles não estavam sozinhos. Enquanto ele se dava conta da minha presença, fiquei pensando em como a vida dele deve andar vazia e sem emoção. Afinal, era ele quem esperava na porta dos Miller como uma criancinha acampa em frente a uma loja de doces para comprar um pirulito gigante.

— Ah, você... Bel. Oi. 一 Disse ele, mecanicamente, explicitando que aquela frase inteira foi mero fruto da ótima educação que sua mãe lhe deu.

Ele era o único que me chamava assim, desde que éramos crianças, mas havia parado faz tempo. Mais uma prova de que foi apenas uma saudação mecânica e que ele não se importa comigo. Valeu, Ben!

— Oi, Benito! — Respondi.

— Já falei que não gosto que me chamem assim, Izabelle. — Ele exasperou com as mãos pro alto. Um pouco dramático demais, não?

— É Iz, por favor, e ok, não está mais aqui quem falou. — Eu disse ao ignorar completamente os bons modos e entrar no apartamento.

Joguei meus tênis em qualquer lugar e ouvi alguém gritar da porta. Era o Ben. DE NOVO.

— Ei, diabrete? — Ele me chamou.

— Diz.

— Minha mãe queria falar algo contigo. Algo sobre um trabalho. Sei lá! Aquela mulher anda meio perigosa.

— Trabalho? — Pulei do sofá e voltei correndo pra porta. A senhora Brendon podia ser louca e tudo mais, mas iria me pagar bem, com certeza.— Hm, o assunto tomou um rumo legal.

— Imaginei que você fosse achar isso. Marisa pode ser bem paranoica quando cisma. Você sabe disso melhor que ninguém. — Ele me advertiu, rindo.

— Ah, o lance da Broa de milho. — Fiz voz reflexiva como quem desvenda um mistério óbvio.

— Pois é. — Continuou ele.

— Que lance da Broa de milho? — Disse Cathy histérica nos fazendo lembrar de que ela ainda estava lá.

— Quando éramos mais novos, minha mãe assistiu uma reportagem dizendo que altas quantidades de broa de milho eram positivas na prevenção de câncer. Então, de segunda a segunda, duas vezes ao dia, fizesse chuva ou sol, Benjie comeria broa de milho. — Disse Ben olhando pra baixo, meio envergonhado, apontando para si.

— QUE? Você só pode estar brincando, Meu Deus! — Cat gritava, ria e, se pudesse, teria rolado no chão.

Catherine continuou a interrogar o vizinho sobre o contrato enquanto eu, acenando com a cabeça discretamente pro garoto, entrei no apê dos Miller. Voltei pro conforto do sofá. “Amanhã pela manhã estarei na porta dos Brendon”, pensei e adormeci.

...

Acordei com a vozinha aguda de Cathy cantando no chuveiro.

一 Se cantar um pouco mais alto, você consegue explodir o mundo! 一 Eu disse gritando do sofá. 一 A voz dela podia ser mais fina? 一 perguntei ao ver Seth na cozinha rindo do meu modo transtornado de acordar.


一 Bom dia, Izzie! 一 Ele disse. Como ele podia ser tão diferente da irmã que foi gerada ao mesmo tempo que ele, na placenta vizinha?

一 Bom dia, Seth. Passa o queijo 一 Cantarolei.

Vi o prato de queijo parado em frente a Seth que sorria como uma vilão de filmes antigos, fingindo que não me daria as deliciosas tiras de queijo.

一 Na-na-ni-na-não! 一 Disse ele infantilmente 一 Era uma prova e Você não passou nela! Arrá! Nada de queijo para a Senhorita.一 É, me equivoquei! Eles são completamente iguais.

一 QUE? Que prova, cabeça oca? Não brinque com meu queijo.

一 Você só passaria no teste se me dissesse bom dia antes de surtar com alguém ou com meu queijo. 一 Por que todo mundo naquela casa tinha que ser tão excêntrico, meu Deus?

一 Ei, isso não é justo! Você sabe como eu me irrito de manhã com a moça-que-acorda-com-arco-íris-na-cabeça. Essas musiquinhas.... Argh! 一 Estremeci e forcei uma cara de injustiçada. Seth riu.

一 Tá, tá! Pode comer o queijo. Só queria meu bom dia!

一 Bom dia, Seth. Q-U-E-I-J-O: meu dia começa a melhorar. 一 Comi mais da metade do queijo, enquanto Seth se juntava a Diego que assistia algum vídeo idiota sobre um gato albino dançarino, Cathy continuava cantando algo sobre flores, borboletas ou algo nesse nível.

Terminei meu queijo, devo tê-lo devorado em cinco minutos. Por algum motivo me vi pensando em Ben e em como Chris viu algo nele além da comicidade do relacionamento dele com a mãe, talvez o mesmo que eu costumava ver. Ei, espera aí... Marisa! Meu trabalho!

一 Seth, que horas são? 一 Perguntei.

一 Oito e quinze e não, não vou cortar mais queijo.

Saí correndo sem dar satisfações e bati na porta do apartamento da frente. Gritei por Marisa. Uma criança abriu a porta, era um menino, aparentava ter uns sete anos. Era uma bela criança, tinha cabelos marrons como Ben, mas os olhos não, os olhos do menino eram bem verdes que davam a ele um ar angelical. Ao concluir meu pensamento e olhar pro lado vi Benjamin. Ele fazia uma cara engraçada: um misto de alívio, divertimento e pena de mim. Ignorei esse fato e resolvi afagar a cabeça do menino. Eram cabelos macios, tão macios que eu poderia fazer um travesseiro com eles e...

一 Ai, garoto! Tá louco? De quem é essa praga? 一 Perguntei exasperada.

O moleque tinha acabado de pisar 一 com toda força que seis poucos quilos permitiam 一 no meu pé. Benjie segurava a barriga de tanto rir no sofá. Eu tinha entendido tudo: ele fez aquela cara bizarra porque já sabia o que estava por vir. Aquele... Argh! Nem pra avisar que o menino era a reencarnação do Chuck.

Vejo Marisa surgir da cozinha. Ela era uma mulher de meia-idade típica, aquelas roupas, o penteado, era tudo muito comum, um pouco entediante até. Ela abriu os braços e anunciou:

一 Izabelle! Vejo que já conheceu Henry, meu sobrinho querido.

O garotinho se agarrou as pernas da tia, como uma criança manhosa, e me deu um sorrisinho sonso. Ah, não, eu não podia deixar isso acontecer! Aquela criança iria me pagar. Vou dedurá-lo agora mesmo!

一 Claro que nos conhecemos, Sra. Brendon. Na verdade,eu queria falar sobre essa coisa.

Benjie tapou minha boca. O que ele pensava que estava fazendo? Só ficava mais perturbado a cada dia. Ele deu uma desculpa qualquer para Marisa de que precisava falar urgentemente comigo e que já me deixaria conversar com ela, me arrastou, ainda segurando minha boca, até o corredor do prédio onde, finalmente, me soltou.

一 Escuta aqui,一 comecei 一 quem te deu o direito de me segurar e sair me arrastando por aí? Você é louco?

Ben fez menção de falar, mas o interrompi. Ele iria me escutar:

一 E a palavra CA-MI-SA? Diz algo pra você? Não sou qualquer uma e não estou interessada em te ver de calça de pijama, com esse cabelo despenteado e sem blusa. Escuta, você ao menos, sei lá, escovou os dentes, tomou um banho, Brendon?

Certa parte do que eu disse foi um pouco de exagero, admito. Benjie andava chato, mas era muito bonito. E era, digamos, interessante vê-lo naqueles trajes e com aquele sorriso de lado que deixaria muitas caídas. No entanto, ele nunca saberia disso. Ele é bonitinho e ponto, mas quantos outros também são? Meu negócio é com Chris, somos muito felizes e isso é o que importa.

一 Ei, de nada.一 Disse ele com o mesmo belo sorriso de lado 一 Olha, antes de você tentar me surrar, me escuta! Eu acabei de te salvar de perder seu emprego, sua louca, o emprego que você nem conseguiu ainda. O trabalho é pra você ser babá do meu primo, chamá-lo de “coisa” na frente da minha mãe não ia te ajudar!

一 Daquela praga? Mas nem pensar. Ele quase quebrou todos os meus dedos do pé!

一 Sério, Iz? Sério mesmo? Você não quer nem saber quanto vai te render esse trabalho monetariamente? 一 Ele disse, frisando bem a palavra “monetariamente” e chacoalhando os dedos.

一 Tá, manda! Nada vai me convencer mesmo.

一 Jura? Nem Cinquenta pratas por dia e todo o queijo que você conseguir comer da nossa geladeira?

一 QUE? Cinquenta pratas por dia mais queijo? Não brinca comigo!

一 Sabia que seu coração iria bater mais forte se a coisa toda envolvesse algum queijo 一 Disse aquela voz tão familiar que eu tanto adorava ouvir.

Ele estava lindo. Usava uma bermuda jeans escura e uma camisa branca lisa com uma malha bem levinha. Sua pele era quase tão dourada quanto seus olhos, seus cabelos eram compridos, levemente soltos e tinham uma cor tão única que eu o reconheceria dentro de um exército de homens. Lá estava Chris com seu sorriso do tamanho mundo. Claro que já tivemos várias fases juntos e a atual era de longe a mais satisfatória. Chris me fazia feliz.

Chris sorriu levemente para mim. Havia algo de diferente no seu olhar, algo triste, mas, rapidamente, como se tivesse lembrado de algo que pudesse o impedir de transparecer seus reais sentimentos, seu rosto mudou de semblante. Seu sorriso voltou a iluminar tudo em volta, mas a névoa daquele olhar de pouco atrás ainda me rodeava e aposto que a Chris também.

Me tirando de meus devaneios, Chris me beijou o topo da cabeça. Senti certa emergência em seu ato, mas preferi não açoitá-lo com perguntas.

一 Fala aí, cara! 一 Ben e Chris se cumprimentaram com um aperto de mão e um leve tocar ombro no ombro.

Brendon, mesmo tão íntimo de Chris, pareceu não perceber nada de diferente… Achei que ele fosse menos estúpido! Revirei os olhos em pensar na lentidão do garoto.

一 Você ainda está aí? 一 Disse em tom de desdém a Ben para provocá-lo. 一 Tinha me esquecido de você.

一 Calma, Iz! Não precisa me morder, já estava indo mesmo.

Benjie piscou com um dos olhos, marotamente, em direção de Chris que retribuiu, gargalhando. Garotos são sempre tão cúmplices…

一 Ei, Izabelle?一 Ele voltou depressa, deve ter esquecido de algo. 一 Entre só uns cinco minutos. Chris não vai morrer de saudade.

Chris sorriu pro menino que continuou a falar:

一 Acerte as coisas com minha mãe ou ela vai acabar arrumando outra pessoa, talvez uma velha chata qualquer. E você sabe como velhinhas carrancudas me dão arrepios… 一 Ele fez cara de reflexão rindo e abriu a porta.

Entrei no apartamento. Marisa continuava me esperando na sala, conversamos um pouco e decidimos que eu começaria em três semanas. Henry iria passar o resto daquele mês com sua mãe, o menino tinha que organizar seus documentos e pertences para o intercâmbio cultural. Ben me levou até a porta junto com Marisa. Ao sair, me deparo com Chris apoiado na porta do apartamento dos Miller. Ele tinha uma postura tensa e mantinha os braços severamente cruzados enquanto me esperava.

一 Preciso conversar com você. 一 Chris disse, seu olhar era alarmante.

一 O que houve?一 Me apressei em dizer.

一 Não foi nada. Só precisamos ficar um tempo juntos. Vamos andar um pouco? Te pago um sorvete, o maior deles.

一 Até por nenhum sorvete.一 Respondi tentando manter o tom de brincadeira enquanto seguia andando com Chris.

Fomos a um parque que não ficava muito distante da casa de Cathy. Era um lugar simples, mas bastante arborizado. Várias crianças corriam ao nosso redor, um dia gostaria de ter uma dessas pra mim e gostaria que Chris estivesse por perto nessa hora.

Conversamos a tarde toda sobre coisas comumente aleatórias: professores antigos do ensino médio, nossos amigos, contamos piadas, ouvimos música deitados na sombra de uma árvore e cochilamos. Na verdade, só Chris dormiu, eu preferi, por um tempo, só ficar olhando aquele rosto. Ele dormia com um leve sorriso. Algo, no entanto, ainda me angustiava, dissipei esses pensamentos pra longe da minha cabeça, aconcheguei-me em Chris e, sentindo a brisa do fim de tarde, deixei os sonhos me levarem.

Notas finais
Obrigada por tudo. Qualquer comentário é muito bem-vindo! Aguardo vocês no próximo capítulo. E aí, o que será que Chris tem a dizer de tão importante para Iz? Até mais, leitores lindos! :3