Haunted 🔞
46 Capítulo 46 — Reality
Notas iniciais
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Perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem ^^
Tradução do capítulo: Realidade

— Já entrei em contato com a equipe antes de sairmos, Sr. Rogers. – responde Fury eficiente como sempre.— Obrigado. – Steve torna a guardar o celular.O carro estaciona nos fundos da capela. Está vazio e eu agradeço por não ter que me aborrecer com nenhum repórter.Bucky se aproxima quando saímos do carro.— Não. – Steve balança a cabeça. — Bucky, nada de imprensa.— Imprensa? – indago e só então me lembro de que Bucky é jornalista no The New York Times. — Oh. Bucky. Não. Por favor.— Não se preocupe. – ele ergue as mãos. — Viemos por você, Natasha.— Viemos?— Meus pais, Penelope e eu.— Obrigada. – murmuro e ele sorri rapidamente.— É melhor entrarmos. Logo terá um monte de repórteres aqui.— Conhecidos seus. – Steve alfineta.— Concorrentes. – Bucky corrige. — Já disse que estou aqui em solidariedade. – ele abre espaço e só então nota papai e Miguel.— Ah. – seguro o ombro de Miguel. — Este é meu amigo, Miguel Coleman. Miguel, este é Bucky, irmão de Steve.— Muito prazer. – Miguel o cumprimenta com um aperto de mão.— Igualmente.— Este é meu pai, Vladimir Romanoff.— Prazer. – papai cumprimenta Bucky.— O prazer é todo meu, Sr. Romanoff. Agora vamos. E chame Fury também. ▪️▪️▪️Num velório, por mais que você tente se manter forte, é impossível não se deixar levar pela dor ao redor. Tento ser de ferro, mas começo a rachar quando Sra. Stacy se debruça sobre Gwen. É demais para mim!Saio da capela. Não consigo olhar isso. É insuportável ver a dor de uma mãe diante da perda de um filho.— Natasha? – Steve vem atrás de mim. — O que foi?— Como assim “O que foi?”, Steve? – indago ao soluçar. — Não consigo. – ele franze a testa. — Eu... não... não dá, Steve. Não consigo ficar lá dentro!— Quer ir embora?— Não! – exclamo. — Eu só... só preciso... de um tempinho.— Sozinha?— Não! – eu o seguro pelo paletó. — Por favor, não!— Ei. Tudo bem. – Steve me puxa para seu peito. — Eu jamais te deixarei sozinha. A não ser que me peça. – murmura ao beijar minha cabeça.— Está doendo tanto. – soluço em seus braços. — Gwen estava viva há poucas horas. Como isso aconteceu? Como foi tão depressa assim?— Eu não sei. – seus olhos lacrimejam, mas Steve dá de ombros e seca minhas lágrimas. — Eu não sei, linda. Gostaria de poder te responder, de poder te arrancar essa dor. Eu sinto muito. – ele me aperta. — O máximo que posso fazer é te dar todo o meu apoio. Não é muito, mas é tudo que eu tenho.— Isso é tudo para mim, Steve! Não me solte nunca. Prometa.— Eu prometo.— Natasha?Steve limpa meu rosto antes de nos virarmos para tio Nik.— Oi, piquitucha. – ele está acompanhado de tia Jessica e Amy. — Sentimos muito, Natasha. – Steve me solta para que minha prima me abrace.— Obrigada por virem. – murmuro contra o ombro de Amy. — Não precisava faltar à escola.— Não te deixaríamos nunca, docinho. – tia Jessica beija minha cabeça.— Ela tem razão. – Amy sorri docemente. — E eu tinha teste de química. – sussurra e eu consigo soltar uma risadinha.— Oi, querido. – tia Jessica cumprimenta Steve.— Oi. – Steve sorri brevemente para minha família.— Obrigado, rapaz. – tio Nik aperta sua mão. — Por cuidar dela. Por sempre...— E eu sempre farei. – Steve garante ao me abraçar de lado.Converso mais um pouco com meus parentes até ver Rebby sair da capela. Minha amiga limpa as lágrimas por baixo dos óculos escuros.— Rebby está ali. – Steve olha na direção em que indico.
— Vai falar com ela?— Sim. Eu preciso. – eu me solto de seus braços. — E sozinha. — Tem certe...— Por favor. – aperto sua mão. — Por mim. É importante.— Merda! – Steve grunhe e se desculpa com o olhar a meus familiares. — Okay. — Obrigada. – eu me debruço e o beijo. — Já volto.Com passos incertos, caminho até Rebby. Ela está se servindo com um copo d’água e quase esbarra em mim ao virar.— Rebby? – aperto a barra do vestido nervosa.— Oi. – ela responde antes de beber a água. — Quer um pouco? — Não. Obrigada. – suspiro e contraio as mãos. — Rebby, eu sinto muito.— Natasha. – ela joga o copinho no lixo e me abraça. — Desculpa! Eu não quis ser uma vaca ontem.— Você não foi! – nós duas começamos a chorar.— Sim, eu fui!— Rebby, eu estava sendo egoísta. – aspiro contra seu ombro. — Não precisa se desculpar de nada.— Eu te abandonei. – ela chora contra mim.— Não, não abandonou. – eu me afasto um pouco. — Você nunca me abandonou.— Mas...— Você tem um senso de justiça incrível! – aperto sua mão. — Sinto muito por ter te colocado numa corda bamba. — Todos nós caímos para um lado ontem. – ela admite. — E todos nós caímos para o mesmo lado.— Você falou com o Peter?— Ainda não. – Rebby balança a cabeça e chora. — Ele se recusa a sair de perto do caixão. Não consegui chegar até ele. Não tem como falar com ele lá. — Vou deixar as coisas se acalmarem um pouco antes de tentar também. – comento e Rebecca assente. — Você veio sozinha? Poderia ter vindo conosco.— Conosco? Quem veio com você?— Todos exceto Darcy. Ela precisou trabalhar. – respondo. — E Amy chegou agora com meus tios.— Ah. Depois irei cumprimentá-los. – avisa e logo resmunga. — O que foi?— Ali. Uma coletiva de imprensa cerca um dos irmãos de Gwen. A equipe de segurança de Steve interfere e o leva de volta para capela. — Jesus! O que essa gente tem na cabeça?— Eles são tão frios. – digo antes de me voltar para Rebby.— Uma mulher teve a coragem de perguntar à Sra. Stacy como estava sendo a segunda perda na família! – Rebby arregala os olhos.— Meu Deus! O que há com essa gente?— Porra! – Rebby funga. — Eu fiz aquela fodida engolir o microfone!— Só mesmo você para me fazer rir agora.— É o que Gwen gostaria. – ela sorri também antes de me abraçar.▪️▪️▪️Say something, I'm giving up on youDiga alguma coisa, eu estou desistindo de vocêI'll be the one, if you want me toEu serei o seu amor, se você quiserAnywhere, I would've followed youEu te seguiria para qualquer lugarSay something, I'm giving up on youDiga alguma coisa, eu estou desistindo de vocêAnd I am feeling so smallE estou me sentindo tão pequenoIt was over my headIsso estava tomando conta da minha cabeçaI know nothing at allEu não sei nadaFormamos um circulo. No meio, um buraco na terra recebe o caixão fechado de Gwen. Do lado oposto, sua família, Peter e outros prestam condolências. Parece que só agora vendo seu sepultamento a ficha começa a cair. Gwen morreu. Ela morreu. Ela morreu. Ela morreu.Rebby chora em meu ombro. Sem conseguir desviar os olhos de onde a terra é jogada pelo coveiro, eu afago seu braço e continuo a ver o caixão de Gwen sumir diante de poeira. Arrisco um olhar para Peter e o vejo encarar a cova da mesma forma que eu: perdido e desolado. Ao seu lado, tia May o consola com abraços e afagos no ombro. Ela não tem muito o que fazer. Na verdade, ninguém tem muito o que fazer. Simplesmente não há como a dor desaparecer nem amenizar.And I will stumble and fallE eu vou tropeçar e cairI'm still learning to loveEu ainda estou aprendendo a amarJust starting to crawlApenas começando a engatinharSay something, I'm giving up on youDiga alguma coisa, eu estou desistindo de vocêI'm sorry that I couldn't get to youSinto muito por não ter conseguido te alcançarAnywhere, I would've followed youEu te seguiria para qualquer lugarSay something, I'm giving up on youDiga alguma coisa, eu estou desistindo de vocêAnd I will swallow my prideE eu vou engolir meu orgulhoYou're the one that I loveVocê é a pessoa que eu amoAnd I'm saying goodbyeE eu estou dizendo adeusSimplesmente parece que não é real. Meu pai foi firme ao dizer que preciso de um toque de realidade, mas jamais imaginei que esse toque me faria desmoronar assim.Say something, I'm giving up on youDiga alguma coisa, eu estou desistindo de vocêAnd I'm sorry that I couldn't get to youLamento que eu não possa te alcançarAnd anywhere, I would've followed youEu te seguiria para qualquer lugarSay something, I'm giving up on youDiga alguma coisa, eu estou desistindo de vocêEu me sinto tão incapaz. É como se eu ficar aqui parada apenas vendo e deixando que a enterrem estivesse desistindo dela, de sua vida. Pensar que estava a apenas poucos dias de ir para Londres me corta o coração.Quero poder reverter a situação de alguma forma, mas não há nada que eu possa fazer. Está fora do meu alcance. Só posso assistir e desistir. Não está desistindo, Natasha. Está apenas a deixando ir. E é disso que Gwen precisa: paz.Say something, I'm giving up on youDiga alguma coisa, eu estou desistindo de vocêSay somethingDiga alguma coisaO coveiro termina seu trabalho.As flores começam a ser depositadas na lápide de Gwen. Minha mão treme quando ponho o buquê de rosas ao lado do de Rebby. Steve me guia e deposita o dele também. Eu o ouço fungar e beijo seu rosto em forma de apoio e agradecimento. Ele não precisa passar por isso, mas está aqui ao meu lado e sofrendo comigo, tanto por choque quanto por compaixão.A Sra. Stacy se afasta com Peter e tia May após jogar as flores sobre a lápide acompanhada de seus outros filhos. Não sei se Peter me notou, mas não quero que me olhe de volta. Não sei se estou pronta para qual for sua reação. Eu simplesmente não sei.Com as mãos nos bolsos, Miguel se aproxima de nós.— Precisamos falar com a Sra. Stacy. – Rebby cochicha e Miguel e eu nos entreolhamos.— Agora?— Éramos amigos de Gwen! – exclama. — Precisamos ao menos dar um abraço.— Okay. – Miguel assente. — Ela tem razão, Nat.— Não que vá fazer diferença. – Rebby rebate. — Mas é o mínimo que podemos fazer.— Certo. – concordo e me viro para Steve. — Vamos falar com a Sra. Stacy.— Okay. – ele consente incerto se deve vir ou não.— Venha comigo. – autorizo e ele parece aliviado.Steve segura a minha mão enquanto seguimos Rebby. Sinto as pernas tremerem logo que chegamos perto da Sra. Stacy. Ela parou de chorar por agora, mas continua transtornada. Ao observá-la, eu sinto que hoje é apenas a sombra da mulher que já chegou a ser. Mas, agora, sem o marido e a filha, o que lhe resta? Seus outros filhos, Natasha.— Sra. Stacy? – Rebby se aproxima. — Eu... nós...— Obrigada. – ela nos poupa palavras ao segurar nossas mãos. — Obrigada.Não consigo me conter. Aproveito que ela está sentada numa cadeira e me ajoelho para abraçá-la. A Sra. Stacy mal retribui, mas sei que não é por mal. Ela está naturalmente sem reação. Quem eu sou para julgá-la quando nem consigo imaginar a dimensão de sua dor?Ao ficar de pé e me recompor, vejo Rebby e Miguel fazerem o mesmo. Aproveito seu momento com a Sra. Stacy e cumprimento Howard e Simon.
— Meninos!Rebby, Miguel e eu nos viramos ao som da voz de tia May.— Tia May! – eu a abraço. — Cadê o Peter?— Lá. – ela aponta para trás. — Como ele passou a noite? – Rebby cruza os braços.— Faltam palavras. – tia May responde antes de nos deixar e ir cumprimentar a Sra. Stacy.— Peter não sairá de lá tão cedo. – Miguel comenta enquanto o observa em frente à lápide de Gwen. — Vou pegar um pouco de água. Vocês querem?— Não. Valeu. – Rebby responde. — Miguel tem razão. Peter ficará lá o máximo que puder.— Compreensível. – murmuro.— Natasha? Rebecca?Rebby e eu nos viramos a tempo de ver Harry.— Oi. – ele diz. — Natasha e Rebecca mesmo, né?— Sim. – Rebby sorri. — Oi, Harry!— Oi! – ele nos abraça rapidamente. — Meus pêsames.— Obrigada. Falou com Peter?— Pouco. – admite ao suspirar. — Ele não está permitindo que ninguém se aproxime muito.— É o melhor amigo dele, Harry. – Rebecca comenta. — Você pode ser o mais próximo de tentar ajudar em alguma coisa.— Eu sei. – Harry assente. — Estou dando o meu melhor. Nossa! – ele suspira de novo e tampa a boca. — Convivi pouco com Gwen. Caraca! Mesmo assim ainda dói.— É a magia de Gwen. – sussurro com a voz embargada. — Ela conquistava a todos.— É. – Harry assente triste. — Bom, também vou cumprimentar a Sra. Stacy e falar com tia May. Com licença. Rebby e eu o assistimos caminhar para longe até eu sentir uma mão em meu braço.— Natasha?Olho para o lado e vejo Sarah.— Oi! – exclamo surpresa.— Oi, meu bem! Sinto muito. – ela pega a minha mão e a de Rebby. — Precisam de alguma coisa? Podem falar comigo para qualquer pedido.— Obrigada. – sorrio rapidamente. — Acho que agora só precisamos do tempo.— Claro! – Sarah assente antes de se dirigir à Rebby. — E você, querida? Fiquei sabendo sobre Sam.— Ah. – Rebby pisca sobressaltada.— Ele lamenta não ter podido vir.— É, eu falei com ele mais cedo. – admite. — Obrigada.— De nada, meu amor. – Sarah beija o rosto de Rebby.— Cadê o Steve? – pergunto.— Com Joseph e Penelope. – Sarah faz um gesto com a cabeça ao redor. — Posso fazer alguma coisa por vocês? Certeza de que não precisam de mais nada?— Obrigada. – Rebby suspira. — Mas é como a Nat disse: só o tempo.— Eu sinto muito. – Sarah repete chorosa ao limpar as lágrimas. — Bem, avisem quando estiverem prontas para ir. Queremos prestar todo o apoio possível.— Obrigada. – Rebby e eu tornamos a repetir.— Com licença. – a mãe de Steve murmura e se afasta.Rebby e eu a assistimos ir até seu marido e filhos antes de minha amiga apertar meu braço.— A Gamora está ali, Natasha. – aponta para a capela. — Vai mesmo falar com ela?— Como sabe disso? – questiono confusa e Rebby sorri.— Porque conheço minha melhor amiga. – ela segura minha mão. — E então?— Sim. – solto um profundo suspiro. — Espere aqui.Aperto sua mão em resposta e vou até Gamora, que ainda não me viu.Ela está bebendo água enquanto conversa com Quill, que repara em mim antes que eu possa cumprimentá-los e nos deixa a sós.— Peter? Aonde vai? – Gamora indaga confusa antes de se virar e fechar o rosto. — Ah. Oi, Natasha.— Oi. – respondo tensa e Gamora me encara.— Sinto muito por sua perda.— Eu sei. Obrigada. – suspiro trêmula.— Natasha? – ela cerra os olhos. — Está se sentindo mal?— Não tem como eu começar isso de um jeito bom, então vamos lá!— Começar o quê?— Apenas me escute. Por favor. – suspiro antes de continuar. — Perdão. — Quê? Perdão? Por quê?— Eu te culpei, Gamora. – ela adquire uma expressão em branco. — Tive um surto ontem e comecei a te culpar pelo acidente. Eu... e-eu disse... coisas...— Quando isso?— Já em casa. – dou de ombros. — Sei que Quill não te contou.— É. Ele não contou.— Eu não pedi nada a ele. Talvez Steve tenha pedido, mas...— Não foi por isso que ele não contou. – Gamora me interrompe. — Bom, enfim, eu não descobriria. Então por que veio se desculpar?— Porque fui injusta. Eu te acusei de uma coisa que não tem cabimento. Foi um acidente. Um trágico acidente. Não tem justificativa para o que eu fiz. E, ainda que não tenha sido na sua frente, eu errei. Na verdade errei duas vezes, porque você nem estava presente para se defender.— Bom, acho que isso não faria diferença.— O quê?— Eu estar presente.— Quê? – cerro os olhos. — Mas por quê?— Já fui acusada de muitas coisas. E sempre com razão, então nunca levei em consideração. – explica. — E quanto à morte de Gwen...— Eu sei que...— Foi mais uma. – revela e eu fico tensa. — Eu sei dirigir melhor do que eu dirigi naquela noite. Estava chovendo, mas eu poderia ter manobrado com mais...— Pare! A culpa não foi sua. – afirmo. — Você, assim como Gwen, foi apenas mais uma vítima do que aconteceu.— Eu não sou vítima, Natasha. – rebate. — Vítimas tendem a ser inocentes. E isso é algo que eu jamais serei.— Mas é neste caso. – digo. — Querendo ou não. E isso não a torna fraca, se é com isso que se preocupa.— Deixa para lá. – Gamora suspira novamente. — Mas obrigada. Obrigada por se preocupar.— E obrigada também. — Pelo quê?— Sei que você deve ter feito o melhor que pôde. – afirmo. — Você se preocupou em salvá-la também. É uma responsabilidade muito grande. Então... não tem por que se culpar. Nem deixar que te culpem.— Acho que não tive escolha quanto a isso. – brinca.— Acho que não. – entro em seu jogo. — Mais uma vez, perdão.— Tudo bem. – ela assente. — Ah! Mas eu não vou te abraçar. Sabe, eu não abraço.— Eu imagino por quê. – rebato e ela repreende um sorriso antes de sussurrar uma despedida e se afastar com as muletas.— Como foi? – Rebby logo surge ao meu lado. — Deixa. – ela me corta assim que abro a boca. — Consegui ouvir tudo.— Eu precisava colocar isso para fora. Sabe, só assim teria paz.— Eu sei. – Rebby assente. — Mas também sei que não fez isso só por você. — Rebby...— Você é uma boa pessoa, Nat! É justa quando tem que ser justa. Carinhosa quando tem que ser carinhosa. Brava quando precisa ser brava. E ontem você apenas se revoltou em um momento de tragédia. Todos escorregam na vida. E em situações assim ninguém deve se cobrar. Ninguém pode ficar com a cabeça limpa o suficiente para reconhecer o que faz ou o que diz.— Obrigada. – agradeço de olhos marejados.— Cansa a gente ser forte o tempo todo! A gente ser o exemplo a se seguir, a gente ser a única pessoa de cabeça centrada. Simplesmente cansa a gente manter a pose de lucidez! Também precisamos surtar para limpar a alma. Só isso.— É. – Rebby aperta minha mão.— Estarei sempre aqui para cada surto seu.— O mesmo digo eu. – admito antes de abraçá-la.
Notas finais
Tentei achar gifs do ator que faz o Simon, irmão da Gwen, mas não consegui :/
Comentem, por favor ^^
Beijocas!
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