Notas iniciais
Obrigada pelos 385 comentários, 144 acompanhamentos, 70 favoritos, 9 recomendações e 24.753 visualizações. Tradução do capítulo: Desejo

— Natasha!

— Oi! – abraço tia Jessica. — Você está linda!

— Você também, florzinha! – ela admira meu vestido.

— Oi, Jessica! – papai a cumprimenta com dois beijinhos. — Lembra-se de Rebecca? – ele abraça minha amiga pelos ombros.

— Claro que sim! – tia Jessica cumprimenta Rebby. — Oh, Darcy! Quanto tempo, querida!

— É... oi. – Darcy parece sem jeito ao cumprimentar tia Jessica.

— Como você está?

— Bem, obrigada.

— Que bom! – tia Jessica sorri e olha para algo atrás de mim. — Ahn...

— Ah. Perdão. Este é Steve, meu namorado. – eu o puxo para perto. — Steve, minha tia Jessica, esposa de tio Nik.

— Muito prazer, Sra. Romanoff. – Steve estende a mão.

— Apenas Jessica, meu bem. – ela sorri e aceita seu cumprimento. — Natasha, florzinha, tirou a sorte grande! – tia Jessica ri e bate seu quadril contra o meu, o que me faz corar.

— Tio Nik! – exclamo ao vê-lo se aproximar.

— Oi, piquitucha! – ele sorri e bagunça meus cabelos. — Oi, Rebecca. – tio Nik ergue a mão e a balança para Rebby. — Darcy! – ele arregala os olhos antes de puxá-la para um forte abraço. — Quanto tempo, minha menina!

— Oi, tio Nik! – a voz de Darcy está abafada já que tio Nik a espreme contra o paletó.

— Está tão crescida! – ele a afasta e a estuda da cabeça aos pés. — E bonita! Como vai Aleksandra?

— Procurando emprego. – Darcy alfineta e papai suspira.

— Oi, Nikolai. – diz.

— Hey, Vlad! – tio Nik o soca no ombro.

— Onde está Amy? – pergunto vendo os outros convidados se espalhando pelo salão.

— Lá em cima. – tia Jessica responde. — A propósito, seria bom se subisse para conversar com ela, sabe, assuntos de menina.

— Oh! Claro. – sorrio e me viro para Steve. — Vou conversar com Amy, okay?

— Okay. – ele faz beicinho para que eu o beije. — Vou procurar refúgio na Darcy.

— Darcy? – indago com uma risada. — Por que não na Rebby?

— A Darcy é mais louca, fica melhor para qualquer situação constrangedora. – Steve brinca fazendo com que eu ria de novo.

▪️▪️▪️

A festa continua pelas próximas horas. Amy estava nervosa quando cheguei, mas consegui acalmá-la com sábias palavras e doces conselhos.

Agora, minha prima e seus amigos dançam alegremente na pista da boate.

Já que a festa está repleta de menores de idade, as bebidas alcoólicas foram separadas exclusivamente para maiores de vinte e um anos em um recipiente.

Após suspirar, repouso a cabeça em Steve.

— Está com sono, lindinha? – ele beija minha bochecha.

— Sim. Mas não podemos sair antes do parabéns.

— Onde estão os pais de Amy e seu pai?

— Na área separada aos adultos responsáveis. – travessa, mordo a língua.

— E não devíamos estar lá também?

— Você é responsável? – rebato com acidez e Steve afaga meus braços.

— Ainda está brava comigo?

— Você já se desculpou?

— Nat... – Steve solta um suspiro e passa a mão pelo rosto. — Tá. Okay. Desculpa.

— Por...?

— Natasha!

— Vamos, Steve! Pelo que está se desculpando?

— Você é muito chata! – resmunga, mas me atende. — Desculpa por ter trocado os presentes sem te avisar. Mas assim foi melhor, não?

— Como melhor?

— Ué! Você deu a câmera e não deixou os pais de Amy desconfortáveis.

— Ah. – maneio a cabeça ironicamente. — Então admite que eu estava certa desde o início?

— Não admito nada! – Steve ri de minha expressão. — Apenas pensei melhor.

— Você é inacreditável! – cruzo os braços.

— E você me ama mesmo assim. – Steve brinca ao me puxar para seu peito.

— Para.

— Não. – ele morde o meu pescoço ao passe de que Cheap Thrills, da Sia, começa a tocar. — Quer dançar?

Começo a rir nos braços de Steve. Ele me encara confuso e divertido.

— Que foi? – pergunta com um sorriso.

— Gosta da Sia?

— Quem não gosta da Sia?

— Então quer dizer que posso colocar Lady Gaga e Katy Perry para tocar no apartamento?

— É seu também. – brinca e eu perco a fala. — Tudo lá é seu, inclusive eu.

— Steve...! – sem saber como reagir, abaixo a cabeça e abano o rosto. — Vamos dançar.

Puxo Steve pela mão até a pista de dança e começo a balançar os quadris com ele.

— Ficou assustada? – Steve pergunta..

— Não. – respondo, envolvo seu pescoço com os braços. — Emocionada. – rio. — Eu te amo.

— Também te amo, delícia. – declara e eu torno a rir.

O ritmo da música é contagiante e boa parte da pista está ocupada de pessoas dançando e se divertindo.

— Nat! – Rebby me chama. — É a nossa música!

— Ahn... Steve, vou dançar com Rebby agora.

— Mas...

— É minha amiga. – beijo sua boca e vou em direção à Rebby. — Olha só para você! – rio e seguro as suas mãos. — Você parece um coração de São Valentim!

— Awnnnn! – Rebby parece um pouco alterada ao me abraçar. — Eu te amo! Muito mesmo! Você sabe, né? – ela me afasta.

— Sempre! – começo a rir. — Quanto você já bebeu?

— O suficiente.

— Para...?

— Curtir! – ela ri e remexe os braços para cima. — Nat?

— Oi.

— Sabe aquele carinha lá... – ela pisca e ergue o braço em direção ao bar.

— O barman?

— Isso! – Rebby assente sorrindo. — É um pacote de delícia, não?

— Até que é bonito. – sutilmente, viro o rosto e procuro por Steve. Sorrio ao ver que conversa com Darcy no canto do salão.

— Acha que devo investir? – Rebby atrai de volta minha atenção.

— Investir?

— É. – ela esvazia seu copo de bebida num só gole. — Acho... acho que estou precisando.

— Não está muito recente, Rebby?

— Recente de quê? – ela enruga o cenho. — Sam? Terminamos, Natasha. Não faz diferença se eu transar hoje, amanhã ou daqui a seis meses.

— Okay. – assinto.

— Eu vou levar aquele cara para a cama hoje. – ela afirma.

— Rebby...

— Nat, eu estou com tesão acumulado há dias!

— Rebecca Deelwish! – envergonhada, começo a rir. — Okay, okay, okay. – ergo as mãos. — Mas você está um pouco alterada. Tem certeza...

— Relaxa. Não estou bêbada.

— Quantos dedos há aqui? – estico a mão em frente ao seu rosto.

— Três. – ela responde sem piscar. — Agora posso curtir?

— Bom... – solto um suspiro conflituoso. — Você já é grandinha.

— Obrigada, mamãe. – Rebby beija meu rosto.

Em seguida, S&M, da Rihanna, começa a tocar.

Quando Rebby pega minha mão e me gira, eu fico de frente para Steve. De repente, ele só tem olhos para mim, deixando de lado a conversa com minha prima.

Travessa, mordo o lábio e começo a rebolar. A batida da música é rápida e rítmica, auxiliando os planos que tenho em mente.

Na na na na

Na na na na

Come on

Venha

Na na na na

Na na na na

Come on

Venha

Na na na na na

Na na na na na

Come on

Venha

Na na na na

Na na na na

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

Na na na na

Na na na na

Come on

Venha

Na na na na

Na na na na

Come on

Venha

Na na na na na

Na na na na na

Come on

Venha

Na na na na

Na na na na

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

Na na na na

Na na na na

Aproveito meu vestido curto e abaixo até o chão expondo minhas pernas e bunda para Steve.

A pista está cheia e eu estou numa posição que favorece apenas a ele, portanto volto a rebolar. Porém vejo quando Steve remexe a boca e murmura:

Faça isso de novo e vou te castigar.

Feels so good being bad (Oh oh oh oh oh)

É tão bom ser má (Oh oh oh oh oh)

There's no way I'm turning back (Oh oh oh oh oh)

De jeito nenhum vou voltar atrás (Oh oh oh oh oh)

Now the pain is my pleasure cause nothing could measure (Oh oh oh oh oh)

Agora a dor é o meu prazer porque nada pode medir (Oh oh oh oh oh)

Love is great, love is fine (Oh oh oh oh oh)

O amor é ótimo, o amor é bom (oh oh oh oh oh)

Out the box, outta line (Oh oh oh oh oh)

Com criatividade e sem limites (Oh oh oh oh oh)

The affliction of the feeling leaves me wanting more (Oh oh oh oh oh)

A aflição da sensação me deixa querendo mais (Oh oh oh oh oh)

Abro as pernas e me abaixo novamente. Ergo o vestido até a virilha e rebolo.

Steve arfa e entorna o restante da bebida na boca. Mais uma vez, remexo os quadris e deixo a calcinha aparecer. Estou excitada. Meu coração está acelerado. O tecido da peça íntima roça contra meu clitóris.

Mordendo o lábio, olho para trás e não vejo mais Rebby. A princípio, eu me esqueço de Steve e fico preocupada por ela ter sumido, mas meu coração volta a bater normalmente quando a vejo rindo e conversando com a sua paquera do bar.

— Por que parou?

Cause I may be bad, but I'm perfectly good at it

Porque eu posso ser má, mas eu sou muito boa nisso

Sex in the air, I don't care, I love the smell of it

Sexo no ar, eu não me importo, eu amo o cheiro

Sticks and stones may break my bones

Paus e pedras podem quebrar meus ossos

But chains and whips excite me

Mas correntes e chicotes me excitam

A voz rouca e firme me arrepia.

Steve circula os braços em minha cintura e me puxa para seu peito. Sua boca desce em meu pescoço.

— Mais uma rebolada... – sua mão desliza por minhas coxas e adentra minha calcinha. — ...eu dou umas palmadas em você e te fodo por trás com força.

Cause I may be bad, but I'm perfectly good at it

Porque eu posso ser má, mas eu sou muito boa nisso

Sex in the air, I don't care, I love the smell of it

Sexo no ar, eu não me importo, eu amo o cheiro

Sticks and stones may break my bones

Paus e pedras podem quebrar meus ossos

But chains and whips excite me

Mas correntes e chicotes me excitam

— Steve...

— E que se dane se seus parentes suspeitarão! – Steve aperta meu clitóris enquanto roça o membro na minha bunda. — Você está sendo uma menina muito má.

Na na na na

Na na na na

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

I like it-like it

Eu gosto, eu gosto

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

I like it-like it

Eu gosto, eu gosto

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

I like it-like it (Na na na)

Eu gosto, eu gosto (na na na)

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

I like it-like it

Eu gosto, eu gosto

Sua língua marca uma trilha de excitação desde minha orelha até o pescoço.

Eu estou quente e com o coração para lá de acelerado. Céus, eu preciso deste homem!

— Steve, por favor...

— Dance para mim, linda.

Love is great, love is fine (Oh oh oh oh oh)

O amor é ótimo, o amor é bom (oh oh oh oh oh)

Out the box, outta line (Oh oh oh oh oh)

Com criatividade e sem limites (Oh oh oh oh oh)

The affliction of the feeling leaves me wanting more (Oh oh oh oh oh)

A aflição do sentimento me deixa querendo mais (Oh oh oh oh oh)

Sentindo minha intimidade latejar, começo a rebolar contra Steve com mais ânsia.

Estico o braço e arranho sua mão, que ainda está dentro de minha calcinha, mas ele ri e me puxa.

— Já chega!

Cause I may be bad, but I'm perfectly good at it

Porque eu posso ser má, mas eu sou muito boa nisso

Sex in the air, I don't care, I love the smell of it

Sexo no ar, eu não me importo, eu amo o cheiro

Sticks and stones may break my bones

Paus e pedras podem quebrar meus ossos

But chains and whips excite me

Mas correntes e chicotes me excitam

Steve me conduz para fora da pista. Estou suada e ofegante. A essa altura devo estar com o rosto corado e olhos borrados.

Rapidamente encontramos uma sala pequena, com mesas e cadeiras empoleiradas umas nas outras. Após entrarmos, Steve tranca a porta. Por trás da madeira é possível ouvir, ainda que abafado, a música tocando.

Na na na na

Na na na na

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

I like it-like it

Eu gosto, eu gosto

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

I like it-like it (Na na na)

Eu gosto, eu gosto (na na na)

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

I like it-like it

Eu gosto, eu gosto

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

I like it-like it

Eu gosto, eu gosto

Eu me apoio na mesa enquanto Steve tira o paletó lentamente sem desviar o olhar do meu. Ele põe a peça de roupa em cima de uma cadeira.

A seguir, os botões da camisa são abertos e seu peitoral fica à vista. Eu perco o fôlego.

— Direitos iguais. – Steve aponta para mim.

Sem pensar duas vezes, fico nua da cintura para cima. Estou sem sutiã, portanto meus seios ficam livres assim que jogo o vestido para trás. Meus mamilos estão duros e os seios, pesados. Minha vagina lateja de desejo e estou quase sem ar.

S-S-S and M-M-M

S-S-S e M-M-M

S-S-S and M-M-M

S-S-S e M-M-M

Quanto mais Steve se aproxima, mais eu vou para trás. Suas mãos se esticam em minha direção, mas eu me desenvencilho até tombar contra outra mesa e fazer a cadeira cair.

— Natasha! – exclama. — Venha aqui.

— Vem pegar. – sussurro.

— Então quer brincar? – Steve me encara de modo ameaçador. — De joelhos.

— Quê? – perco a fala diante de seu tom dominante.

— Preciso repetir? – Steve arca uma sobrancelha. — Obedeça, Romanoff.

Com as pernas trêmulas, eu me ajoelho diante de Steve e abaixo a cabeça.

— Olhe para mim. – ordena ao segurar meu queixo. — Abra.

Ainda nervosa e ansiosa, ergo as mãos e solto sua calça. Seu pau pula para fora assim que abaixo a cueca.

Eu o observo fascinada e com água na boca.

— Linda! – sussurra ao segurar meus cabelos com força. — Abra a boca, amor.

Sem rodeios, abocanho seu membro. Gemo alto assim que Steve bate no fundo de minha garganta.

Não dou tempo para que ele se acostume dentro do calor de minha boca. Começo a fazer sucções profundas e ásperas, arrastando os dentes cuidadosamente em torno de seu eixo. Uso os dedos para massagear suas bolas e Steve ruge acima de mim.

— Porra! – grunhe impulsionando os quadris sempre que vou de encontro com seu pau. — Caralho! Que boca gostosa!

Uma piscina se forma em minha calcinha. Eu remexo as coxas a fim de aliviar o incômodo latejante, mas nada pode se comparar ao toque de Steve.

— Chupe as bolas também. – instrui e eu obedeço. — Devagar! – rosna ao puxar meus cabelos. — Porra! Natasha! Devagar! – continuo sem lhe dar ouvidos. — Caralho! – ele dá um leve tapa em meu rosto e eu apenas gemo ainda mais excitada. — Puta que pariu, garota!

Largando suas bolas, volto a chupar seu membro. Vulnerável, Steve geme e segura minha cabeça com mais firmeza.

Arrasto as unhas por suas coxas e continuo a chupá-lo enquanto observo seus olhos lutando para permanecerem abertos. Steve nota minha provocação e tranca o maxilar.

— Cuidado com os dentes. – avisa numa ameaça evidente, mas eu os arrasto novamente por seu membro cada vez que mexo a cabeça. — Puta merda! Devagar. Não quero go... zar... ainda... Natasha!

Pisco os cílios inocentemente e rodo a língua por sua glande. Steve cerra os dentes e acaricia meu queixo com a mão livre.

— Natasha. Não faz... assim... porra!

De repente, Steve puxa meus cabelos rudemente, fazendo com que eu seja obrigada a me soltar de seu pau e ficar de pé.

— Gosta de provocar? – ele me encara ofegante. — Agora vai ver o que é bom

— Steve...

— Quietinha. – ele pressiona o indicador contra minha boca ainda úmida.

— Impossível! – afirmo após afastar sua mão e limpar os lábios. — Você sempre me faz gritar.

— Um desafio? – Steve ergue uma sobrancelha. — Quer apostar o quanto te farei ficar quietinha?

— O que ganho com isso?

— Uma chupada de ver estrelas. – garante. — E se eu ganhar terei o mesmo.

— De novo?

— Dessa vez até o final. E sem parar.

— Feito... – sorrio, mas fico séria ao ver Steve retirar uma gravata do bolso da calça. — Você trouxe isso de casa?

— É o que tudo indica. – ele ergue as sobrancelhas.

— Mas por quê?

— Quer um motivo? – Steve me olha divertido.

— Ér... sim! Como... você... eu... como sabia...

— Estou sempre preparado para te dominar, amor. – sussurra e eu aperto as coxas.

— Mas... uma mordaça, Steve? Assim é trapaça!

— Trapaça? – ele me vira bruscamente e sobe a gravata até meu queixo.

— Steve... – o pano circula minha boca e sinto o nó firme na nuca.

— Não combinamos regra alguma, Srta Romanoff. – diz em meu ouvido antes de me debruçar contra a mesa.

Suas mãos sobem por minhas coxas e acariciam minha bunda. Eu tremo apertando a mesa.

Steve se ajoelha atrás de mim e inspira contra minha pele. Seu nariz sobe e desce por minhas coxas antes de ele beijar meu glúteo esquerdo. Meu corpo arrepia com seus toques.

— Que pele linda! – Steve me acaricia suavemente. — Vamos ver essa bunda ficando rosa?

Seus dentes me perfuram e eu grunho de dor e prazer. Steve acalma o local da mordida com lambidas e beijos antes de repetir a mesma ação no glúteo direito.

Em seguida, espalma minha bunda e beija meu clitóris por cima da lingerie encharcada.

— Você se comportou muito mal... – sua voz é um sussurro de perigo e excitação contra minha pele. — Mostrando a todos sua calcinha. – Steve puxa a peça de pano para o lado e lambe minha intimidade. — Mostrando a todos o que é meu...

Oh, I love the feeling you bring to me, oh you turn me on

Ah, eu adoro a sensação de que você me traz, oh, você me excita

That's exactly what I've been yearning for, give it to me strong

É exatamente o que eu desejo, dê pra mim com força

And meet me in my boudoir, make my body say ah ah ah

E me encontrar no meu quarto, faça meu corpo dizer ah ah ah

I like it-like it

Eu gosto, eu gosto

Suas mãos rasgam minha lingerie e Steve chupa meu clitóris com força usando os dentes. Eu quase desfaleço de tanto prazer, sentindo as pernas tremendo.

Ele ri contra minha vagina e bate na minha bunda antes de me lamber de novo.

Oh, céus!

— O que disse? – Steve ofega contra minha carne inchada e dolorida. — Continuo? Ou paro? – ele belisca meu pote de nervos e eu soco a mesa. — Como é, Natasha?

Desesperada, balanço a cabeça para os lados.

— Então o que você quer? – Steve penetra dois dedos em mim. — Isso? – ele impulsiona mais vezes. — Devagar? – seus dedos acariciam dentro de mim. — Ou rápido?

Cause I may be bad, but I'm perfectly good at it

Porque eu posso ser má, mas eu sou muito boa nisso

Sex in the air, I don't care, I love the smell of it

Sexo no ar, eu não me importo, eu amo o cheiro

Sticks and stones may break my bones

Paus e pedras podem quebrar meus ossos

But chains and whips excite me

Mas correntes e chicotes me excitam

De repente, seus dedos voltam a entrar com mais força. Eu gemo e afirmo com a cabeça.

— Ahhhh! Você quer rápido... – Steve ri. — Será que merece? – empurra mais e mais. — Está em condições de exigir, Srta. Romanoff?

— Steve... – murmuro contra a gravata, sentindo meu coração galopar no peito.

Oh, Deus! Minhas pernas tremem e eu me desfaço em gemidos. Eu vou gozar, eu vou gozar!

Steve lambe meu clitóris uma última vez e retira os dedos de mim antes de se levantar. Sinto seu calor abraçar minhas costas.

— Agora receba seu castigo como uma boa menina.

Sua mão acerta a bochecha direita de minha bunda. A pele queima e formiga, fazendo com que eu me remexa.

Cause I may be bad, but I'm perfectly good at it

Porque eu posso ser má, mas eu sou muito boa no que faço

Sex in the air, I don't care, I love the smell of it

Sexo no ar, eu não me importo, eu amo o cheiro

Sticks and stones may break my bones

Paus e pedras podem quebrar os meus ossos

But chains and whips excite me

Mas correntes e chicotes me excitam

Na na na na Come on, come on

Na na na na venha, venha

Steve acaricia o local do tapa antes de adicionar outro.

— Vamos ver o quão malvada você foi. – sua mão acerta a outra bochecha. — Porra! Você está pingando! – Steve remexe os dedos em mim. — Caralho!

Contra o tecido úmido da gravata, tento estimulá-lo a me foder logo, mas Steve ri e acaricia minhas costas.

— Calma, baby. – ele me estapeia mais vezes e eu sinto as pernas tremerem.

Será que é possível chegar ao orgasmo apenas com tapas?

Na na na na

Na na na na

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

I like it-like it

Eu gosto, eu gosto

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

I like it-like it

Eu gosto, eu gosto

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

I like it-like it (Na na na)

Eu gosto, eu gosto (na na na)

Come on, come on, come on

Venha, venha, venha

I like it-like it

Eu gosto, eu gosto

— Minha garota suja... – Steve estala mais dez tapas em mim. — Agora, sim! – ele ri. — Sua bunda está linda toda vermelha!

Meus braços são estendidos para trás e Steve usa o tecido rasgado da calcinha para amarrar meus pulsos.

— Vou te foder agora. E forte.

Seu membro me penetra com firmeza e maestria.

Eu gemo alto, quase gritando, enquanto Steve aperta meus quadris e continua a estocar para dentro de mim.

S-S-S and M-M-M

S-S-S e M-M-M

S-S-S and M-M-M

S-S-S e M-M-M

S-S-S and M-M-M

S-S-S e M-M-M

S-S-S and M-M-M

S-S-S e M-M-M

A música termina, mas o ar presente entre nós ainda mantém o ritmo eletrizante do sexo.

— Deite na mesa. – ordena antes de bater novamente em minha bunda.

A posição incomoda meus ombros, mas não me atrevo a desobedecê-lo.

Minhas pernas tremem e minha intimidade lateja. Steve percebe ao estapear minha bunda.

— Ainda não. – rosna ao puxar meu cabelo.

Com isso, meu tronco volto a se erguer. Sinto as costas suadas contra o peitoral quente de Steve.

Ele beija meu pescoço e massageia meus seios rudemente.

— Minha! – ruge em meu ouvido. — Que delícia de boceta! Porra! – ele beija meus ombros e desce os lábios por minhas costas.

Suas mãos acompanham o trajeto de sua boca até Steve massagear minha bunda. Seus dedos separam minhas bandas antes de Steve gemer.

— Não fique tensa, amor. – pede e eu pisco confusa.

Em seguida sinto seu dedo molhado e quente circular meu ânus. Involuntariamente, eu me contraio sob seu toque, e Steve bate na minha bunda com a mão livre.

— Não tencione! – tento retrucar algo, mas a gravata me impede. — Confie em mim. Relaxa.

Enquanto me fode, Steve circula o dedo cada vez mais ágil e firmemente. Sinto que explodirei de prazer no momento em que introduz o indicador em minha entrada traseira.

— Porra! – ele ofega. — Tão apertada...

Fecho os olhos com força e me contorço, implorando silenciosamente por sua brutalidade. Não quero algo gentil. Quero que Steve seja tudo, menos cuidadoso! Eu estou em chamas!

— Não goze! – minhas pernas tremem, mas não sei se conseguirei acatar à sua ordem. — Natasha! Pare... porra! – Steve resmunga ao sentir meu orgasmo se aproximando.

— Não dá... – solto um muxoxo contra o tecido da gravata, que molha com minha saliva. — Steve...

— Porra, porra! – quando eu gozo, ele me acompanha.

Meu coração explode e minhas pernas desfalecem.

Fico mole na mesa e só não caio porque Steve me segura enquanto se esvazia dentro de mim.

— Caralho! – exclama, já eu permaneço muda. — Natasha? – ele sai de dentro de mim e me põe sentada.

Meus braços continuam atados. Seu esperma escorre de minha intimidade, espalhando-se por minhas coxas e pela mesa. Steve apenas geme ao ver a cena, chamando minha atenção.

— Você gozou. – ele deixa minha boca livre. — E babou na gravata, minha mocinha.

— Desculpe, Capitão Rogers... – pisco os olhos inocentemente.

Ainda necessitada, puxo seu corpo para perto com as pernas ao redor de seus quadris. Devido a isso, seu membro esfrega minha entrada.

— De novo!

— De novo? – Steve abraça a minha cintura com um braço enquanto me faz deitar na mesa. — Você quer de novo? – ele beija e chupa meus seios.

— Steve...

— Quer mais uma vez, linda? – Steve circula meu clitóris com o dedão.

— Si-sim... ah! – tento movimentar os braços, mas meus ombros protestam com o esforço.

— Continuará amarrada! Ah! É bom não gozar até eu mandar. – ameaça e eu começo a rir. — Não acredita?

Steve tenta transparecer seriedade, mas eu continuo rindo. Ele permanece bravo, mas depois também esbanje um sorriso.

— Porra, Natasha! – suas mãos apertam os meus quadris enquanto Steve volta a sugar meus mamilos. — Esses peitos são meus!

Steve roça a mão em minha vagina. Quando torna a erguê-la, seus dedos estão revestidos de gozo.

— Abra. – ele invade minha boca. Fecho os olhos com força ao rodar a língua em seus dedos.

Num único impulso, Steve volta a me penetrar.

Eu deito na mesa e jogo a cabeça para trás. Gemidos altos e desesperados me escapam.

— De quem você é?

— Sua!

Seus dedos balançam e puxam meus mamilos.

— Que boceta gostosa! – Steve franze a testa e beija meu peito.

— Eu... ah, ah! Steve! – minhas pernas começam a tremer.

— Natasha. – Steve me chama sério. — Não.Goze.

— Não... posso... se-segurar... ah! – Steve deixa marcas em meus quadris.

— Mas vai! – ele passa a me foder lento. — Vamos gozar juntos.

— Steve... por favor...

— Shhhh.... – ele aperta a mão contra meu pescoço.

Nunca achei que asfixia me daria prazer. Deliro de desejo ao me permitir ser dominada por Steve.

— Está gostoso? – Steve rebola dentro de mim. — Serei bonzinho.

De repente, volta a impulsionar para dentro de mim com força e agilidade descomunais.

— Shhhhh... – Steve tampa a minha boca.

Não demora muito para eu chegar ao meu segundo orgasmo.

Meus quadris doloridos e ardentes protestam cada vez que roço a pele irritada contra a mesa.

Desta vez, Steve me acompanha; nós gozamos juntos como ele queria.

— Meu Deus! – exclama suado e corado assim como eu.

Meus olhos queimam de tanta emoção. O suor e as lágrimas lavam a minha maquiagem.

— Linda! – Steve ergue minha perna esquerda e beija a coxa. — Natasha... porra! – ele impulsiona de novo e ofega. — Caralho... você esguichou! Está tudo molhado! – sua voz está rouca.

— Steve... – com dificuldade devido ao corpo mole e braços ainda atados, eu me sento. O cheiro de sexo me entorpece.

Meu coração está acelerado, e eu me sinto em brasas. Aquele frio na espinha ainda me acompanha, mesmo que mais brando do que antes de gozar.

Steve libera meus pulsos e massageia meus dedos formigando.

— E agora? – indago trêmula.

— Agora? – Steve se mexe ainda em meu interior. — Agora você terminará o que começou, Srta. Romanoff.

— Quê? – solto um riso incrédulo. — Você não ganhou a aposta!

— Claro que ganhei!

— Claro que não! Você não conseguiu me fazer ficar quieta.

— Eu amordacei você.

— E depois me soltou. – relembro. — Eu gemi e gritei. Alto.

Steve abre a boca, mas torna a fechá-la ao sorrir maldosamente.

— O quê? – indago curiosa.

— Está dizendo que nós dois ganhamos?

— Acho... acho que sim. – sorrio. — Nós dois merecemos o prêmio. Quem faz primeiro?

— Primeiro? – ele ri e aperta minha cintura. — Por que não ao mesmo tempo?

— Ahn?

— Você mesma disse. – Steve faz uma pausa e me encara por trás de seus cílios misteriosos. — O que acha de aprender uma nova posição, Romanoff?

Notas finais
Até!