Haunted 🔞

32 Capítulo 32 — Our Marathon


Notas iniciais
Olá! Não sei se todos chegaram a ver, mas a fic está marcada como com dois autores. Entretanto, as duas por trás dessas contas é a mesma: eu. Tive um problema com minha antiga conta de e-mail e não consigo mais acessá-la, então precisei criar uma nova. Daí, achei conveniente também criar uma nova conta no Nyah!, a fim de garantir que não perderia minhas preciosidades kakakaka Anyway, tentei deixar pra lá e não comentar sobre, mas a verdade é que estou sentindo falta de MUITOS leitores por aqui. Houve algum problema? Não estão gostando do que tem sido postado? Perdão por qualquer erro de digitação ^^ Tradução do capítulo: Nossa maratona

— Oi! – Steve exclama logo depois de me pegar no trabalho. — O que houve? Por que está toda sorridente?

— Tive uma sessão maravilhosa hoje! – esclareço ao sorrir. — Oi, Fury!

— Boa noite, Srta. Romanoff! – Fury sorri antes de nos deixar na particularidade do banco de trás.

— Com quem foi sua sessão? – Steve ri e passa o cinto de segurança por mim.

— Comigo. – atraio sua atenção. — Eu fui a paciente!

— Ah! – ele assente. — E te fez bem?

— Muito! – afirmo. — Dr. Sullivan me ajudou bastante.

— Fico feliz, linda. – Steve acaricia o meu rosto. — Quer conversar sobre isso?

— Ele... ele disse... ele disse que tem uma nova Natasha surgindo dentro de mim. – ainda mexida com suas palavras, passo a mão pelo peito. — E me disse para que eu a deixe sair.

— Isso é muito profundo! – Steve sorri novamente. — Realmente te fez muito bem essa conversa, meu amor!

— Muito! Muito, muito, muito mesmo! Você não faz ideia! – sorrio amplamente. — Eu me sinto tão... tão segura e tranquila agora!

— Mas por que tudo isso? O que houve? – pergunta, sorridente, mas fica tenso ao perceber que paro de sorrir. — Porra! O que foi?

— Blanche me procurou de novo hoje. – Steve fica apreensivo.

— Porra! Vou abrir uma ordem de restrição contra essa mulher!

— E por qual motivo, Steve, por ela ser sua ex? – ironizo. — Não vê que não tem cabimento?

— Mas ela não para de te importunar, Natasha!

— E nem vai. – digo. — Mas só continuará se deixarmos que nos atinja.

— Ah! E como impedimos isso? Dá para ver na sua cara que ela te abalou! Porra! – Steve soca o banco do carro antes de se voltar para mim. — Ela te disse alguma coisa?

— Sugeriu algo. – murmuro baixinho. — Mas achei válido! E preciso da sua ajuda.

— Como assim?

— Vou conversar com Peggy. – Steve arregala os olhos. — E nada do que você fizer ou disser me fará mudar de ideia.

— Natasha...

— Não estou te pedindo permissão, Steve, estou te comunicando. – esclareço. — E preciso de sua ajuda porque gostaria que estivesse presente.

— E como sabe que ela vai aceitar?

— Porque estou disposta a ajudar Sharon. – explico. — Ela tem muitos problemas e eu quero ajudá-la. Ao menos tentar.

— Natasha, eu reconheço que é um gesto nobre, mas...

— Não é um gesto nobre! – rebato ao sentir que o carro para no sinal. — É o meu trabalho, Steve! Minha função!

— Eu sei. Eu sei que é o seu trabalho, mas também sei que não se deve misturar pessoal com profissional.

— E eu não vou! – contesto. — Irei atendê-la como uma paciente comum.

— Sério?! – Steve franze a testa para mim. — Sério que conseguirá atender uma mulher que tentou te atacar com uma tesoura e depois destruiu o seu carro? É sério isso?

— Sim, é sério isso! – afirmo. — Eu sei que você está com medo. Eu também estou. – revelo. — E é por isso que preciso que me apoie.

— Natasha...

— Por favor. – entrelaço nossos dedos. — É importante para mim. Por favor.

— Isso é golpe baixo! – Steve repara em minha expressão ansiosa antes de desistir. — Tá bom! Mas só farei por você!

— Eu te amo. – sorrio e beijo seus lábios.

— Eu também te amo. – devolve, mais uma vez me dando a certeza de que não, nós não estamos num relacionamento abusivo.

▪️▪️▪️

— Obrigado por tudo, Jessie! – Steve agradece logo depois que Jessie nos avisa sobre o que preparou para o jantar.

— Disponha, Sr. Rogers! Até mais, Srta. Natasha! – ela se despede antes de ir até a porta.

— Tchau, Jessie! – aceno enquanto a vejo partir.

Jessie é tão doce! Não sei o porquê, mas me agrada o fato de ela ter visto Steve ainda garoto e ter estado com ele desde então. É como se fosse uma segunda mãe para ele e sei que isso é muito importante para Steve.

— Está com fome? – ele me abraça por trás.

— Sim! – viro e enlaço seu pescoço com os braços.

— Então vamos comer! – Steve me pega nos braços e nos encaminha até a bancada da cozinha. — Hmmm...!

— O quê? – franzo a testa quando Steve me põe sentada num dos banquinhos.

— Você engordou. – comenta e eu tenho vontade de matá-lo esganado.

— O quê?! – grito enquanto Steve lava as mãos. — Steve!

— Isso foi um elogio, linda! – responde rindo. — Não tem por que ficar brava.

— É claro que eu tenho! – exclamo enquanto ele prepara os nossos pratos. — Como se sentiria se eu te chamasse de gordo?!

— Ei! – Steve se vira com um prato na mão e uma colher de arroz na outra. — Eu não te chamei de gorda, apenas disse que você engordou.

— Ah! Claro! Desculpe! – ironizo. — E eu não te chamei de feio, apenas disse que você não é bonito!

— Natasha! – Steve gargalha, mas eu ainda estou soltando fumaça pelos ouvidos. — Linda, você tinha emagrecido muito. E isso não é saudável dado as circunstâncias em que aconteceu.

— Mas...

— Tudo o que eu quis dizer foi que você recuperou o que havia perdido.

Ele me entrega o prato de comida. Jessie fez frango assado, arroz, feijão e batatas assadas.

— Já parou com o chilique?

— Não foi chilique! – faço beicinho antes de ir lavar as mãos.

— Tá bom. – Steve ri ao fazer seu prato. — Ahn... Natasha?

— Sim? – volto ao banquinho para dar a primeira garfada. — Hmmmm! Que coisa maravilhosa!

— Ahn... ér... é amanhã que o seu pai chega?

— Porra! – Steve se vira para mim assustado. — Tinha esquecido!

— Bom que eu sou seu alarme. – brinca e eu rio. — Então... isso foi um sim?

— É. É amanhã. – confirmo. — Eu preciso ligar para ele. Não é bom que chegue no clima que ficou entre nós depois que desliguei na cara dele.

— Você não desligou na cara dele. – Steve intervém ao se sentar ao meu lado. — Eu peguei o telefone e eu falei com ele. A ligação terminou numa boa. Tudo o que você fez foi desligar o celular quando ele tentou ligar de volta.

— Isso não ameniza as coisas. – Steve serve vinho em nossas taças. — Além do mais, ele vai ficar lá em casa, então precisamos estar num clima bom.

— Rebecca e Darcy também estarão lá, né?

— Sim. – respondo, continuando a comer.

Noto que Steve ficou em silêncio e, quando olho para ele, percebo que está encarando o balcão de mármore distraidamente.

— Steve? – chamo, mas ele continua atônito. — Steve? – tento mais uma vez. — Steve? Caralho, Steve! – dou um tapa de leve em sua bochecha, conseguindo captar sua atenção.

— Ai, porra!

— Por onde se perdeu?

— Ahn... ér... nada. – ele ri assim como eu. — Natasha?

— Sim? – eu o encaro de lado enquanto saboreio um gole de vinho.

— Como é viver com Rebecca e Darcy? – franzo a testa.

— Hmmm? Como assim?

— Ah... você sabe. – sem jeito, Steve ergue os ombros. — É desconfortável?

— Desconfortável? Não! – exclamo ainda com a testa marcada em V. — Eu adoro as meninas! Ficou doido?

— Sim, sim, eu sei que adora, mas... não acha que, com o seu pai lá, o espaço ficará mais apertado? – cerro os olhos ainda confusa sobre aonde Steve quer chegar.

— Hmmm... não? Por que ficaria?

— Eu não sei fazer isso de outra maneira, até porque nunca fiz, então vamos lá! – ele faz uma pausa e suspira antes de me encarar.

— Fazer o quê? – pisco desconfiada.

— Bom... você... ér... o que acha de... bem, aqui tem mais espaço e... você sabe... bom... poderia ser...

— Steve. – interrompo, sorrindo. — Pode me corrigir se eu estiver errada, e eu espero que não esteja, porque seria um tremendo mico, mas... está me pedindo para morar com você? – torço para que minha intuição tenha me guiado ao caminho certo.

— É. – ele concorda rindo. — Obrigado! – solto uma risadinha. — O que me diz?

— Ah! – arregalo os olhos e começo a soluçar. — Bom... ahn... você tem certeza? Isso é um grande passo.

— Sim. E é por isso mesmo!

— É? E aquele lance de andar antes de correr?

— Teoricamente foi você quem disse isso. E eu gosto de correr. – Steve ergue os ombros e sorri. — E então, Srta. Romanoff? O que acha de entrar na corrida comigo? – ele se debruça e segura o meu rosto. — É uma longa maratona, mas quero você ao meu lado na linha de chegada. – declara e eu seguro as lágrimas. — O que me responde?

— Eu respondo que sim. – sorrio. — Morarmos juntos pode ser uma boa experiência. – acaricio suas mãos. — Eu te amo, Sr. Rogers.

— Eu te amo, Srta. Romanoff.

▪️▪️▪️

Mais tarde, enquanto Steve está no banho, eu me delicio na cama lendo em meu Kindle.

Após algumas páginas, resolvo interromper a leitura e ligar para papai. Demoram-se uns três toques até que me atenda.

— Romanoff.

— Pai? – chamo indecisa. — Sou eu.

— Natasha! Oi! Está tudo bem?

— Sim. Sim, está, é que... me disse que chegaria amanhã e eu não quis... não quis que chegasse estranho comigo por causa da nossa última...

— Já passou, princesa. – ouço papai suspirar. — Sei que provoquei aquilo. Desculpa.

— Não, pai. Eu peço desculpas também. Foi errado ter desligado quando me ligou.

— Tudo bem. Estamos bem, princesa.

— Okay. – sorrio calorosamente. — E então? Que horas vai chegar?

— Pela manhã. Acredito que umas nove.

— Ah...

— Por quê?

— Bom, eu sei que tinha dito que te encontraria no aeroporto, mas estarei no trabalho. Desculpa, pai.

— Não tem problema, princesa. Posso muito bem pegar um táxi e seguir para um hotel.

— Hotel? Mas, pai, tínhamos combinado...

— Princesa, o seu apartamento é pequeno. E ainda tem Rebecca e Darcy. Eu não vou tirar a pouca liberdade de três moças.

— Mas isso é besteira, pai! Dá muito bem para você ficar lá! E também...

Paro de falar quando Steve aparece na porta do banheiro enxugando seus cabelos molhados com a toalha do banho.

O resto de seu corpo está nu e eu sinto o formigamento entre minhas pernas se alastrar da ponta dos pés à cabeça.

— Ér...

— “E também...”? – papai indaga do outro lado da linha. — O que foi, princesa?

— Ah... hm...

Perco a fala e arregalo os olhos quando Steve sorri descaradamente ao jogar a toalha molhada no chão e engatinhar pela cama.

Ele se move como um leão à espreita de sua presa e, no caso, eu sou a presa. E estou pronta e ansiosa para que Steve me devore!

— Ér... eu... na verdade... na verdade, você poderá ficar lá em casa sem problemas porque... ér... – Steve se debruça o suficiente para beijar meu joelho direito.

— Diga, Natasha. O que foi?

— Eu... ér... eu estou... – ele mordisca a parte interna da minha coxa. — Estou... pai, eu estou morando com Steve! – revelo tudo de uma vez só e tanto Steve quanto papai ficam calados e atônitos.

Meu diversos tons ergue o rosto e me encara de olhos e boca abertos. Eu mordo a língua para segurar a risada, mas Steve percebe e me puxa pelas pernas.

Desesperada, sufoco o celular contra o colchão enquanto Steve se põe entre minhas coxas e aperta o membro contra minha intimidade. Sinto seu calor, volume e textura e começo a me remexer contra ele.

Natasha! Você está falando com o seu pai! Que nojo! Tenha modos! Papai!

Lançando a Steve um olhar de advertência, volto com o celular para a orelha esquerda e chamo por ele.

— Pai? Tudo bem? Você ainda está aí?

— Sim... – papai ainda parece sem falas. — Estou bem, princesa.

— Pai... – solto uma risadinha. — Tem certeza de que está tudo bem?

— Tenho. É só que... ér... como se diz? Estou surpreso, eu acho. Na nossa última conversa, você havia me dito...

— É, eu sei, mas... bom... as coisas estão progredindo.

Steve prende os meus ombros com as mãos e começa a esfregar seu membro nu contra o algodão de minha calcinha.

Instintivamente, o tecido fica molhado à medida que ele vai aumentando a velocidade. Oh, céus!

— Quando que vocês decidiram isso?

— Na verdade, hoje. Agora. – conto com a voz rouca. Já a de papai parece muda. — Pai, você está me assustando.

— Juro que estou bem, princesa, é só... quer dizer, minha filhinha... morando... Jesus!

— Sabia que isso chegaria algum dia, pai. – sorrio quando Steve impulsiona o corpo para frente e começa a desabotoar a camisa que estou usando, que é sua por sinal.

— É, saber todo pai sabe, mas nunca está realmente preparado.

— Eu imagino, pai. Mas não se preocupe. Serei sempre a sua filhinha.

— Eu te amo! – papai ri e dessa vez sinto seu calor amoroso de sempre. — Ér... eu... vou desligar, princesa. Vou terminar de arrumar a mala e a bolsa de documentos. Eu te vejo amanhã!

— Certo. Ligue para avisar quando chegar, pai. Mais tarde, por favor, passa uma mensagem avisando seu número do voo.

— Por quê?

— Bom, posso conseguir ir pegar você.

— Okay. Eu passo. Beijos, eu te amo!

— Também te amo, pai... – ele não se dá tempo de ouvir tudo e me deixa sozinha na linha.

— Aposto que ele quer me dar um tiro, não?

— Acho que envenenamento é o suficiente. – ponho o celular no criado-mudo. — Mas não fale de casamento com ele.

— Hmmmm! Senão assinarei minha sentença de morte? – Steve parece divertido ao terminar de desabotoar toda a camisa e empurrá-la por meus ombros.

— Sim, senhor!

Solto uma risadinha enquanto o tecido escorrega para longe de mim. Nua da cintura para cima, sento na cama e puxo o rosto de Steve para mim.

— Está realmente certo disso?

— De quê, de que quero fazer amor com você? – Steve atira a peça de roupa no chão. — Com toda a certeza do mundo!

— Steve! – rio de sua expressão. — Você sabe a que estou me referindo!

— Natasha, eu te pedi em casamento! Como ainda me pergunta se tenho certeza de que quero que more comigo? Bateu a cabeça enquanto eu estava no banho?

— Okay... – abaixo o rosto e rio baixinho. — É que ainda é meio estranho, sabe, ver você assim, tão receptivo a um relacionamento.

— E quando vai deixar de ser estranho? – Steve parece triste ao sair de cima de mim e sentar ao meu lado. — Eu não sei mais o que fazer para te provar que mudei. Não era o que você queria?

— Steve, eu sempre te amei independentemente de qualquer coisa! Eu me apaixonei por você, por quem você sempre foi! A única coisa que pedi foi um companheiro, não um dono. Mas você nunca mudou a sua essência, o seu eu de verdade, que foi por quem me apaixonei. – sento em seu colo com uma perna para cada lado de sua cintura. — Não diga coisas assim! Acredite, você sempre foi gentil, doce e amoroso. Eu não me apaixonaria tanto, não te amaria tanto, se você fosse esse ser cruel e egoísta que insiste em acreditar ser.

— Mas você...

— Eu te amo! – sufoco seus lábios com beijos. — Pare de tentar mudar isso, de tentar me fazer pensar, de tentar te intitular de uma coisa que você não é nem nunca foi! – eu me afasto o suficiente para encarar seus olhos. — Você é o príncipe por quem eu sempre esperei!

— Já te mostrei a minha espada?

— Oh, meu Deus! – escondo o rosto contra o ombro de Steve e gargalho. — Você tinha que abrir a boca e estragar o momento?!

— Desculpa.

Ele ri comigo enquanto fica de pé e me carrega no colo. Apertando minha bunda com as mãos, caminha até a cômoda e pega uma chave dourada. Ah, essa chave! A chave!

— Não resisti.

— Aonde estamos indo? Steve, eu estou pelada! – relembro, nervosa, quando alcançamos o corredor.

— Vamos brincar. – ele beija a minha clavícula e sobe as escadas. — Aproveite que a casa está vazia, pois irei te fazer gritar!

Aos beijos, paramos em frente ao Quarto da Tortura. Steve destranca a porta ao adentrarmos. Quando a fecha, empurra a língua contra a minha com mais força enquanto caminha pelo quarto e me põe no chão.

Eu aspiro o ar com força ao separarmos os lábios. Steve me empurra levemente para trás encarando meu corpo de cima a baixo.

Suas mãos descem para minha cintura e seus polegares puxam minha calcinha. Ele dedilha meu clitóris meticulosamente.

— Está pronta para mim, amor?

— Sim, Capitão. – mordo o lábio para segurar o gemido.

— Hmmm... – Steve tira a mão de dentro de minha calcinha e lambe os dedos. — Que delícia! Você quer gozar?

— Sim!

— O quanto você quer gozar?

— Muito, Capitão!

— Quer gozar até ver estrelas?

— Por favor! – minha voz sai esbaforida.

— Pois muito bem!

Com três puxões, Steve rasga minha calcinha pelas laterais. Agora estou nua da cabeça aos pés junto de minha alma transparecida de amor e desejo.

— Irei te fazer gozar até ver o universo inteiro. – Steve afirma com os olhos ardendo em luxúria. — Estique os braços.

The mood is set (huh huh)

Já estamos no clima (huh huh)

So you already know what's next (uh huh, uh)

Então você já sabe o que está por vir (uh huh uh)

TV on blast turn it down, turn it down

A TV está alta, pode desligar, pode desligar

Don't want it to clash when my body screamin' out now (ohhh)

Não quero interrupções enquanto o meu corpo grita agora (ohhh)

I know you hearin' me (ohhhh)

Eu sei que você está ouvindo (ohhhh)

You got me moanin' now

Você me fez gemer agora

Meus seios estão pesados e inchados. Como Steve me dissera, estico os braços para cima após meus pulsos terem sido circulados com algemas de couro.

Steve passa o braço pela minha cintura, rindo e murmurando em meu ouvido.

— Mudei de ideia. Você confia em mim?

— Com todo o meu coração. – respondo com a voz rouca.

— Venha comigo!

Steve me guia pelo quarto até pararmos em frente à famosa “Cruz de Santo André”. O cheiro da madeira limpa entope meu nariz.

Steve pega outras duas algemas de couro. Ele me diz para me encostar à cruz enquanto prende meus braços nos espaços correspondidos.

— Você está pingando... – de joelhos, Steve se debruça e passa a ponta da língua desde o clitóris até minha entrada fazendo com que eu gema. — Hmmmm! Que delícia!

Ele beija as partes internas de minhas coxas enquanto circula meus tornozelos com as algemas e os prende na cruz.

Agora estou aprisionada, ofegante e vulnerável, como Steve sempre me deixou. Sinto meu coração galopar no peito ao mesmo tempo em que minha intimidade lateja de desejo.

I got a secret that I wanna show you oh

Tenho um segredo que eu quero te mostrar (oh)

I got a secret so Imma drop it to the flo' oh

Tenho um segredo e vou te mostrar daqui do chão (oh)

No teasin', you waited long enough

Sem provocações, você já esperou tempo demais

Go deep, imma throw it at ya can't catch it

Vai fundo, eu vou te dar o que você não consegue pegar

Don't hold back, you know I like it rough

Não se segure, você sabe que eu gosto com força

Know I'm feelin you huh

Saiba que eu estou te sentindo (huh)

Know you likin' it huh

Sei que você gosta disso (huh)

So why standin' over there with your clothes on

Então, por que continua aí com tantas roupas?

Baby, strip down fo' me go'n take em off

Amor, tire tudo pra mim

Don't worry, baby, imma meet you halfway

Não se preocupe, querido, vou fazer o mesmo no meio do caminho

Cus I know you wanna see me

Porque eu sei que você também quer me ver

Sorrindo maliciosamente, Steve fica de pé e se afasta o suficiente para me observar. Meu peito sobe e desce rapidamente, vermelho e com a pele transpirada.

— Você é linda...!

Ele murmura andando para trás até colidir com o móvel da esquerda. Steve abre a primeira gaveta e retira uma venda preta de camurça.

— Quer brincar a fundo?

— Sim! – sorrio, mordendo o lábio e querendo desesperadamente cruzar as pernas, mas as algemas nos tornozelos me impedem. — Por favor!

Steve anda até mim cautelosamente, como se estivesse me analisando. À minha frente, ele se debruça e captura meu seio direito na boca, chupando o bico até enrugar.

Depois, solta meu peito com um estalo e passa a língua meticulosamente para cima e para baixo, levando-me à loucura.

— Steve...

— Shhhhh...

Ele me morde e volta a ficar de pé. Ao erguer as mãos, usa estas para tampar meus olhos. O escuro me absorve e a luxúria me abraça. Sinto que derreterei.

Não posso ver, mas ouço Steve se afastar. Segundos se passam até que eu sinta seu calor novamente.

Um barulho estranha invade meus ouvidos. Fico confusa, curiosa, até sentir um formigamento em meu clitóris. É como se eu estivesse recebendo mil beliscões leves lá embaixo.

— Oh...!

— Sabe o que é?

Steve faz uma pausa e o barulho do motor volta a funcionar. Meu clitóris é empurrado, massageado e pressionado duramente.

— Ér... um... vi-vibra...

— Isso, amor! – passando a cabeça do brinquedo por toda a minha vagina, Steve abaixa o rosto e beija meu pescoço.

Almost there (huh huh)

Quase lá (huh huh)

So, baby, don't stop what you doin' uh huh (uh)

Então, amor, não pare o que está fazendo (uh huh uh)

Softer than a mother, boy, I know you wanna touch

Bem macio, garoto, sei que você quer tocar

Breathin' down my neck

Pela sua respiração no meu pescoço

I could tell you wanna (ohhh)

Posso dizer que você quer (ohhh)

And now you want it like (ohhhh)

E agora você quer (ohhhh)

Want you to feel it now

Quero que você sinta agora

I got a secret that I wanna show you oh

Tenho um segredo que eu quero te mostrar (oh)

I got a secret so Imma drop it to the flo' oh

Tenho um segredo e vou te mostrar daqui do chão (oh)

No teasin', you waited long enough

Sem provocações, você já esperou tempo demais

Go deep, imma throw it at ya can't catch it

Vai fundo, eu vou te dar o que você não consegue pegar

Don't hold back, you know I like it rough

Não se segure, você sabe que eu gosto com força

Meu ventre começa a convulsionar. Sinto a bexiga cheia, latejante. Tenho a sensação de que não durarei muito, e Steve também parece perceber isso ao ouvir meus gemidos aumentarem cada vez mais.

Ele afasta o vibrador de mim e, em seguida, geme audivelmente.

— Seu gosto é uma delícia! – exclama enquanto ofego. — Está pronta, amor?

A cabeça de seu pênis me estimula lá embaixo. Minha cabeça bate contra a cruz quando impulsiono as costas para trás.

— Steve... po-por favor...! – peço com a garganta seca.

— Diga que é minha.

Ele morde minha orelha antes de beijar meu pescoço. Suas mãos sobem desde minha bunda até os seios, os quais Steve aperta os mamilos.

— Ah! Eu sou... sou sua!

— Minha!

Seu membro ainda atiça minha intimidade, esfregando e provocando. Eu tento me mexer também, mas fica difícil, quase impossível, uma vez que estou com mãos e pés presos.

Know I'm feelin you huh

Sei que você está me sentindo (huh)

Know you likin' it huh

Sei que você gosta disso (huh)

So why standin' over there with your clothes on

Então, por que continua ai com tantas roupas?

Baby, strip down fo' me go'n take em off

Amor, tire tudo pra mim

Don't worry, baby, imma meet you halfway

Não se preocupe, querido, vou fazer o mesmo no meio do caminho

Cus I know you wanna see me

Porque eu sei que você também quer me ver

No heels, no shirt, no skirt

Sem sapatos, sem blusa, sem saia

All I'm in is just skin

Somente a minha pele

No jeans, take em' off

Sem jeans, tire tudo

Wanna feel yo' skin

Quero sentir a sua pele

You a beast oh

Você é selvagem (oh)

You know that I like that (yo' skin)

Você sabe que eu gosto disso (sua pele)

Commere, baby

Venha aqui, querido

All I wanna see you in is just skin

Tudo o que eu quero sentir é apenas sua pele

Oh oh, yo' skin

Oh oh, sua pele

Oh oh, just skin

Oh oh, apenas pele

Oh oh, I'm lovin your skin, oh oh

Oh oh, estou amando sua pele

All in, baby, don't hold nothin back

Quero tudo, querido, não deixe nada pra trás

Wanna take control, ain't nothin wrong with that

Quero tomar o controle e não tem nada de errado nisso

Say you likin how I feel, gotta tell me that

Diga que curte o meu jeito, tem que me dizer isso

Just put your skin, baby, on my skin

Apenas coloque sua pele, querido, na minha pele

— O que você quer? – Steve desce beijos por meus seios e barriga afastando seu membro de mim. — Diga o que você quer, linda.

— Você...! – sinto mordidas em minha virilha esquerda. — Por favor!

— Vai gozar para mim?

— Sim!

— Quanto?

— Muito! – grito já impaciente. — Por favor! Por favor!

Steve puxa os bicos de meus seios enquanto me penetra com o membro. Sua glande bate contra o colo de meu útero e eu perco o ar por alguns segundos.

De repente, eu me sinto cheia demais, rasgada demais.

— Oh, meu Deus!

— Não, baby! – Steve beija o meu rosto. — É Steve. Somente Steve.

Apertando minha bunda com as mãos, ele empurra o pênis contra mim com mais força e velocidade. Meu ventre começa a formar um nó cego, apertado.

Vejo pontos brilhantes por trás dos olhos fechados. Minha língua está seca e a boca, ressecada, de tanto que eu grito e aspiro. Steve chupa meu lábio inferior e o mordisca.

— Eu te amo! – murmuro num muxoxo sentindo a pressão na minha bexiga aumentar.

— Eu te amo!

Steve ruge ao morder a lateral direita de meu pescoço. Seus dentes marcam minha pele como sendo dele. E eu sou! Sou de corpo e alma! Sou de tudo.

— Steve... por... favor... ah!

— Goze ao meu comando, Natasha! – ele me bate na bunda.

Seus dedos da mão direita esfregam meu clitóris juntando umidade o suficiente para que Steve atice minha entrada de trás.

A pressão me incomoda no começo, principalmente quando a cabecinha de seu dedo indicador força uma entrada.

— Relaxe. – Steve beija minha garganta. — Apenas se concentre no prazer!

Seu dedo força até o final ao conseguir deslizar. Lá, Steve o mexe como se fosse uma minhoca se contorcendo. O prazer é demais, a pressão é demais! Não vou aguentar!

— Por favor! Eu não posso... não posso...

A barriga de Steve se choca contra a minha, deixando minha bexiga ainda mais pesada. Nossos corpos sacolejam com o desejo sempre se batendo em busca de mais prazer.

— Goze!

De alguma forma, Steve consegue enfiar o polegar em meu ânus também, iniciando um movimento de tesoura junto com o indicador.

— Oh! STEVE!

Eu explodo contra seu corpo sentindo meu prazer se dividir em inúmeros pedaços flutuantes.

Steve me acompanha em segundos, enchendo meu núcleo com o seu sêmen. Sua testa suada descansa contra a curvatura direita de meu pescoço. E seus lábios beijam minha clavícula.

Passamos algum tempo em silêncio, apenas com nossas respirações ofegantes sendo ouvidas. Steve retira o pênis e os dedos de dentro de mim simultaneamente, o que me faz gemer.

A seguir, a venda é retirada de minha cabeça. Meus braços e tornozelos são soltos. O sangue começa a correr de novo por minhas mãos e a sensação de formigamento vai sumindo aos poucos.

— Eu te amo! – Steve me pega no colo e se deita na cama vermelha comigo. — Vamos fazer amor baunilha agora?

Solto uma risada cansada e ansiosa.

— Só se eu ficar por cima!

No heels, no shirt, no skirt

Sem sapatos, sem blusa, sem saia

All I'm in is just skin

Somente a minha pele

No jeans, take em' off

Sem jeans, tire tudo

Wanna feel yo' skin

Quero sentir a sua pele

You a beast oh

Você é selvagem (oh)

You know that I like that (yo' skin)

Você sabe que eu gosto disso (sua pele)

Commere, baby

Venha aqui, querido

All I wanna see you in is just skin

Tudo o que eu quero sentir é apenas sua pele

Oh oh, yo' skin

Oh oh, sua pele

Oh oh, just skin

Oh oh, apenas pele

Oh oh, I'm lovin your skin, oh oh

Oh oh, estou adorando sua pele

Notas finais
E aí? Será que o nosso casal tá pronto pra esse primeiro passo? O que vocês esperam/acham que irá acontecer???? :D Já aviso que o próximo capítulo deve demorar um pouquinho. Isso porque eu tinha encomendado o banner do capítulo 33 num blog ainda em outubro, mas até essa semana não tinha nem entrado em andamento ainda, daí cancelei e encomendei em outro blog. Por isso deve demorar um pouquinho. Então eu já deixo avisado a vocês que não será por culpa minha nem por falta de tempo kakakaka Por favor, acompanhem, favoritem, recomendem e comentem ^^ Obrigada pelos 358 comentários, 143 acompanhamentos, 69 favoritos, 9 recomendações e 23107 visualizações! Beijocas e até a próxima!