Haunted 🔞

61 Capítulo 61 — Tempting bet — *Bônus*


Notas iniciais
Oi, meus amores! Tudo bom? Cá estou eu com atualização nova! Bomba! Lumena autorizou e eu vim postar o capítulo bônus kakakaka u.u Anyway, perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem ^^ Tradução do capítulo: Aposta tentadora Ps: leiam as notas finais

— Steve...

— Shhhhh... quieta.

— Mas, Steve...

— Natasha! – exclamo tenso. — Preciso me concentrar.

— Para fazer isso, amor? – indaga nervosa. — Disse que sabia e que seria bom! Até treinamos antes!

— Eu sei! E vai ser bom! – resmungo. — Só não imaginei que você reagiria assim.

— Assim como? É só colocar!

— Não é desse jeito! – rebato. — Tem que ter concentração.

— Vai me dizer que nunca aprendeu coordenação motora na escola? – ironiza.

— Não para isso aqui, Natasha!

— Coordenação motora é para qualquer coisa, Steve, inclusive para isso!

— Não se ensina coisa desse tipo para uma criança, Natasha!

— Pois deveriam, afinal as crianças vão crescer e farão coisas assim.

— Jesus, Natasha! – eu me choco. — O que foi que eu fiz com você?

— Criou um monstro. – ela sorri maliciosamente ao me lançar um beijo. — E aí? Já está pronto?

— Falta pouco. – admito ao suspirar. — Não se mexa.

— O que tem de errado em eu me mexer?

— A sua posição está tirando minha atenção.

— Quê? Isso não tem sentido!

— Eu preciso me concentrar.

— E eu me mexendo...

— Você está gostosa assim e eu não vou conseguir prestar atenção para que isso favoreça a nós dois.

— Bom, de fato deveria favorecer só a mim.

— Não! Também irei desfrutar.

— Não poderia ter sido uma coisa mais fácil? – Nat choraminga. — Já estou cansada de ficar assim.

— Ahhhh! Está impaciente? – eu a olho de cima a baixo. — Então trate de me ajudar.

— Nada disso! Trato é trato. É sua função colocar.

— Você me paga. – rosno. — Porra, para que eu fui insistir tanto nisso?

— Exatamente! E eu ganhei!

— Porra...

— Agora que insistiu precisa me dar o prazer da vitória.

— Como quiser, Srta. Romanoff.

Duas horas antes...

— Desiste?

— Nunca! – fico por cima. — E você?

— Nem nos seus sonhos! – Nat força as pernas em minha cintura e se solta com uma cambalhota. — Cansado?

— Nem comecei. – tento segurá-la, mas Nat pula para trás e para em minha frente. — Então você quer se divertir?

— Às suas custas? – provoca ofegante. — Confesso que está bem cômico.

— Sua diabinha! – avanço novamente, mas Nat desvia. — Natasha! Venha cá!

— Vem me pegar. – atiça ao sorrir sedutoramente.

— Daqui a pouco eles voltarão do passeio e não estaremos mais sozinhos. – sussurro com os olhos quase negros de desejo.

— E? – ergue os ombros e estuda o pátio da casa de praia.

— “E?”, linda? – indago com a voz tensa. — Como assim “e?”?

— Preocupado com sua família te ver tomar uma surra de uma garota?

— Natasha...

— Continue lutando, Rogers! – rebate enquanto balança a cabeça. — Ou devo dizer “perdendo”?

— Você me paga por isso! – eu a derrubo pela cintura.

No susto, Nat solta um gritinho agudo e seu rosto brilha, talvez pela vergonha, talvez pelo esforço físico.

Caio em cima dela e me vanglorio ao prender suas mãos acima da cabeça, mas Nat não me dá muito tempo de glória. Ela impulsiona a cintura para cima, prende as pernas ao redor de meus quadris e nos força a rolar.

Eu a solto para me sentar apoiando as mãos no tatame, mas Nat se debruça e dá uma cambalhota por cima de minha cabeça ficando livre mais uma vez.

— Onde aprendeu a fazer essas coisas? – pergunto impressionado.

— E você? – indaga com a respiração acelerada. — Disse que sabia lutar, Rogers! E então? Desiste?

— O que você ganha com isso?

— O que eu quiser.

— Que seria...?

— O que eu quiser. – Nat ergue os ombros e gargalha quando reviro os olhos. — Okay. Ahn... – ela pensa. — Se eu ganhar... opa. Perdão. – tosse antes de continuar. — Quando eu ganhar, eu vou querer... ahn...

— Difícil demais planejar um blefe? – ela cerra os olhos em minha direção.

— Se eu ganhar, você vai ter que cozinhar o que eu quiser. – Nat leva as mãos à cintura.

— Quê? – arregalo os olhos antes de bufar. — Isso não é justo!

— Realmente, lutar comigo não é justo, mas foi você quem pediu.

— Natasha, cuidado com essa língua. – ameaço. — E se eu ganhar?

— O que vai querer? – pergunta ao fingir um bocejo.

— Foder sua bunda. – respondo de supetão.

— STEVE ROGERS! – seu grito cria eco em todo pátio livre, o que me faz gargalhar. — É bom que isso seja uma piada! – exige agora num tom mais tímido e contido. — Ainda que de muito mau gosto, por sinal!

— Eu não resisti.

Beijo seu rosto e deixo uma trilha de saliva por sua bochecha, que Nat, emburrada, é rápida em limpar com a mão.

— Idiota!

— Não fica bravinha. – acaricio seu rosto, mas não paro de rir.

— O que vai querer?

— Eu já disse. – respondo inocentemente.

— Steve...

— Não quer experimentar?

— Não como um prêmio a você! – exclama ao cruzar os braços. — E certamente não aqui!

— Por quê?

— Steve! – Natasha arregala os olhos. — Estamos em viagem com a sua família!

— E só por isso não vamos transar?

— Não, mas... ér... é estranho... fazendo... isso!

— Amor...

— É melhor pedir outra coisa!

— Mas não será um prêmio somente a mim, meu amor.

— Outra coisa, Steve! E tente não envolver sexo. – exige incerta.

A verdade é que Natasha está apta a tentar. Já chegamos a usar alguns brinquedos para alargá-la, como plugues, mas ela ainda tem vergonha de admitir que quer.

— Mas aí não tem graça. – resmungo, sério, e Nat não consegue segurar a risada.

— Steve, você não vai colocar seu pau na minha bunda. – ela tenta permanecer firme, o que me faz soltar mais uma gargalhada. — E pare de rir! Por que quer tanto colocar lá?

— Você vai ver que é bom.

— Para quem?

— Para nós dois, Natasha. – rebato nervoso. — Jamais faria algo que satisfizesse somente a mim.

— Dizem que dói.

— Porque não sabem fazer direito. – acaricio seu rosto novamente. Céus! Não consigo ficar sem tocá-la.

— Hmmm... você não vai tentar me convencer daquela forma?

— De que forma? – franzo a testa.

— Ah! Aquela que todo homem usa. – dá de ombros.

— Qual, meu amor?

— Aquela que... ah... dizem sempre “mas já estamos juntos há tanto tempo...”

— E você quer que eu te convença assim? – indago aos risos.

— Não! – exclama. — É completamente idiota!

— Por quê?

— Porque não faz sentido nenhum! – cospe sem me dar a chance de opinar. — É completamente imbecil! O tempo de namoro não tem nada a ver com experimentar isso na relação!

— Nat...

— Ainda que seja uma relação já de anos!

— Amor...

— Já viu cabimento nisso? – ela pisca ansiosa. — Minhas calcinhas estão comigo desde que nasci... – abro a boca de novo, mas Nat continua. — … e, se entram ali, eu tiro rapidinho!

— Meu amor! – seguro seu rosto. — Eu já entendi. E nem passou pela minha cabeça usar essa tática de convencimento com você.

— Bom! – exclama com seu beicinho espremido por minhas mãos.

— Mas eu falei sério. – beijo seu biquinho.

— Quanto a quê? – pergunta quando a solto.

— Não vai doer.

— Steve...

— Jamais vou te machucar durante o sexo ou qualquer outra coisa. Isso se trata de confiança. Você confia em mim?

— Sabe que sim. – responde mole.

— Então pronto. – sorrio docemente ao beijar sua bochecha. — Você deixa?

— Hmmmm... – Nat respira fundo e assente. — É uma recompensa muito suja, Rogers, mas... okay. Quero experimentar isso com você.

— Será do prazer de nós dois, minha linda. – beijo sua boca.

— É bom que seja. – Natasha circula meu pescoço com os braços. — Para o seu próprio bem.

— Minha coisinha nervosa. – puxo suas pernas e as prendo em minha cintura. — Eu te amo.

— Também te amo. Seu tarado! – exclama antes de me beijar mais uma vez.

Agora...

— E então, Steve? Isso é para hoje ou não? – minha mãe invade a cozinha da casa de praia acompanhada por Bucky.

— Olha, isso é muita pressão! – respondo a ela.

— Ué! Você também não me colocou pressão? Daqui a pouco não deixarei você fazer mais nada! – Natasha rebate atrás de mim.

— Calma!

— Não acredito que meu filho não sabe cozinhar com essa idade. – mamãe acaricia meus ombros tensos pela força que uso em espremer o tubo de creme.

— Eu sei cozinhar, mãe! – rosno. — Mas não essas comidas esquisitas que Natasha inventa!

— Esquisita nada! É uma sobremesa russa! – Nat ri e se gira no banquinho. — E você é um molenga!

— E você é uma coisinha dissimulada.

— É, mas não sou quem está errando a mira.

— Natasha, você não está ajudando em nada aqui!

— Sr. Rogers?

— Jesus! – solto a espátula e suspiro. — Que susto do caralho, Jessie!

— Olha a boca! – minha mãe me dá um tapa na nuca.

— Mãe!

— Perdão. – Jessie olha para Natasha, que está ocupada demais em rir.

— O que foi? – questiono.

— Vi que está com problemas com a cobertura. Posso?

— Natasha me fez prometer que eu faria sozinho.

— Mas o senhor já fez tudo sozinho. – Jessie afaga meu ombro. — Só falta a camada de cima. Posso ajudar nisso. – ela se vira para Nat, que se acalma aos poucos. — Não posso, Srta. Natasha?

— Nada disso, Jessie! – minha mãe a empurra cuidadosamente para fora da cozinha antes que Natasha possa responder. — Você e sua irmã estão aproveitando o feriado conosco. Não irão trabalhar de modo algum!

— Mas é só uma ajuda, Sra. Rogers.

— Não, Jessie! – mamãe se vira para Juliette. — Tire-a daqui.

— Sim, Sra. Rogers. – a irmã de Jessie a puxa pela mão.

— Isso só comprova que Steve Rogers é incapaz de fazer um simples Bolo de Leite de Pássaro. – Bucky provoca.

— E isso porque foi uma aposta!

— Eu não sabia que fazia parte da aposta pedir sobremesa. – respondo à Natasha.

— Eu fui bem clara ao dizer o que eu quisesse. – dá de ombros. — O que inclui tanto prato tradicional quanto sobremesa russa.

— Você se acha muito esperta, né?

— É... – ela ergue os ombros. — E o senhor é péssimo na cozinha!

— Eu cozinho muito bem! – finalmente termino de preencher a borda. — A senhorita é quem inventa essas comidas esquisitas.

— Essas comidas esquisitas são as comidas do meu país! – rebate ao rir. — A propósito, alguém me disse que iria a Moscou ainda nesse ano.

— Sério? – indago brincalhão. — E quem foi que te disse isso?

— Um loirinho que é péssimo na cozinha.

— Vocês dois são lindos!

Por um momento, tinha me esquecido de que tínhamos plateia de minha mãe e Bucky.

Natasha faz isso comigo: me desliga do mundo todo e me faz concentrar apenas nela.

— Acho que já está pronto, querido.

Mamãe beija meu ombro. Fico tenso com seus gestos de carinho, nunca sabendo se me sinto pronto o suficiente para receber isso da parte dela. Por Natasha, às vezes, eu tento me permitir. Mas é difícil.

— Mas ainda está quente. – avisa preocupada.

— Melhor ainda! – Natasha responde. — Isso aqui é muito mais gostoso com o recheio quente por dentro.

— Com uma bela dor de barriga! – Bucky ri

— Não seja estraga prazeres! – ela contesta. — Sai para lá que chegou a minha hora de diversão.

— Você não vai dividir nada? – eu a olho incrédulo.

— Tem razão. – Nat morde o lábio. — Bucky, chame o restante da casa para vir comer conosco!

— E eu? – cobro ao seu lado.

— Pode lamber o prato depois. – murmura, mas se arrepende quando faço beicinho. — Brincadeira, meu amor! – Natasha enche minha bochecha de beijos.

Em poucos segundos, a cozinha é ocupada por meu pai, Jessie, Juliette e Penelope.

Natasha percebe quando eu a afasto gentilmente. Ela me lança aquele olhar conhecedor e significativo, mas não retruca. Nat já entende. Não gosto de tanta exposição assim, nem mesmo com minha família. Meus momentos carinhosos e brincalhões com Natasha são reservados a ela e somente a ela.

Nós nos sentamos à mesa e Nat envia fotos da sobremesa para Rebecca e Miguel. Ainda sinto o estômago azedo quando ele está por perto ou quando Natasha fala dele, mas também estou me permitindo mais.

— E então? – Natasha raspa a colher no prato.

— É a refeição dos deuses! – Juliette sorri por trás da mão.

— Alguém quer colocar sorvete? – Bucky tira o pote do freezer.

— O papai não pode! – Penelope estapeia suas mãos assim que ele tenta pegar.

— Por quê?

— Precisa cuidar de seu açúcar, pai.

Recentemente, papai foi atestado com risco de pré-diabetes. Desde lá, todos nós, principalmente Penelope, que é enfermeira, resolvemos nos encarregar de controlar sua dieta.

— Essa sobremesa por si só já é doce demais, pai. – murmuro com a colher na boca.

— Melhor não abusar, querido. – minha mãe afaga seu braço. — Depois você pode relaxar um pouco no iate.

— Será que vamos conseguir ver as baleias? – Bucky atira uma pedra de gelo de sua limonada em Penelope.

Mamãe resmunga enquanto papai ri assistindo à guerra de gelo entre meus irmãos.

Eu abraço as costas da cadeira de Natasha e beijo seu ombro antes de sussurrar.

— A casa ficará só para nós.

— Por quê? – ela vira o rosto para mim. — Não vamos ver as baleias?

— Você quer?

— Quero! Eu nunca... ér...

— Tudo bem. Vamos. – acaricio sua bochecha corada. — Tenho uma surpresa para você.

— Para mim?

— É.

— Mas essa viagem já é uma surpresa! – Nat ergue os ombros. — Comemorando meu aniversário. Lembra? Aliás você me deu presentes a semana toda.

— Porque seu aniversário de verdade foi semana passada. E no ano anterior nós não comemoramos juntos.

— Porque eu tinha te conhecido depois. – ela passa os dedos mornos por meu rosto.

— E eu vou compensar isso.

— Não precisa! Aliás, não se esqueça de que você me escondeu a data do seu aniversário no meio do ano! – Natasha cruza os braços ainda irritada com a lembrança.

— Baby...

— Descobri por causa de Penelope!

— Sempre enxerida!

Lanço um olhar entediante por cima do ombro para minha irmã, que ainda guerreia com Bucky antes de correr para fora da mesa com ele a seu alcance.

— Steve! – Nat faz um beicinho emburrado.

Natasha é linda demais! Sua beleza não tem comparação a nenhuma outra que eu já tenha visto na vida. Mas, curiosamente, ela consegue ficar ainda mais bela e sedutora quando se irrita ou quando fica com vergonha.

Seus olhos brilham e o rosto fica todo vermelho. Natasha morde a boca e começa a remexer o corpo. É maravilhoso de ver! E tenho vontade de agarrá-la sempre que estende aquele biquinho contrariado, vermelho e macio.

Quero mordê-la e acariciá-la. Bater em sua bunda até avistar a coloração rosa e depois fazer amor com ela até não poder gritar mais meu nome. Eu a amo! Pra caralho!

— Bem... estava uma delícia! – mamãe fica de pé e leva os pratos para pia.

Natasha faz menção de se levantar para lavar, mas eu seguro seu braço precisamente.

— Vamos preparar o barco. – minha mãe se dirige a papai. — É melhor irmos ainda com a luz do dia e cedo.

Nós todos nos levantamos da mesa e seguimos para fora da casa. Trazer Nat a Hamptons não foi fácil.

A ideia era passarmos mais do que só um final de semana aqui, mas ela insistiu que era nova no emprego e não queria começar já pedindo folgas prolongadas. Até pensei em rebater, mas a verdade é que só consegui sentir orgulho.

Natasha é uma mulher responsável e grata. Ela sabe reconhecer os esforços e gentilezas que as pessoas fazem por ela. Sabe que conseguir essa admissão na Minds Manhattan não foi fácil. Ela precisou abrir mão de certas coisas e engolir em seco no momento em que foi aprovada para o trabalho. Foi num período de luto e Nat não sabia se comemorava pelo avanço em sua carreira ou se chorava a perda de sua querida amiga.

Ainda é assunto doloroso para ela. E acho que é por isso que, desde que começou a trabalhar lá, Nat não faltou nem se atrasou nenhum dia. E também ainda não chegou a tirar folga nenhuma vez.

Minha ruiva é meu maior orgulho! E é por isso que estou tão certo do que farei hoje.

▪️▪️▪️

— É lindo demais aqui! – Nat estuda o mar azul à nossa frente enquanto descansa os braços nas laterais do barco.

— É. – eu a abraço por trás. — Ainda bem que hoje não nevou tanto. E eu estou curtindo bem mais com você aqui.

— Eu notei que está mais receptivo à sua família. – ela descansa a cabeça contra meu peito.

— Tento abaixar um pouco a guarda. – beijo seu ombro. — Por você.

— Não por mim, Steve. – Nat acaricia minhas mãos. — Faça por si mesmo. Não guarde rancor dentro de você. Não vale a pena.

— Tá bom. – agora, beijo seu rosto. — Olhe!

Mais ou menos a uns vinte metros, a água se remexe em bolhas até uma barbatana aparecer.

Nat ri e grita para o restante de minha família. Penelope se pendura ao seu lado com o binóculos nas mãos.

— Olha! É a baleia!

— Ela tem um filhote! – Nat pula colada a mim. — Que coisa linda!

Sua felicidade genuína faz meu coração pulsar acelerado. A ideia de lhe proporcionar infinitos outros momentos de alegria e paz enche meu peito. Sinto arder só de imaginar que passarei o resto da vida com esse objetivo: fazer Natasha feliz ainda que com coisas simples. Porque ela é assim.

Nat não precisa de dinheiro, luxo ou riqueza para se sentir alegre. Basta estar envolta de amor e segurança que já é o suficiente. É isso que quero: mimá-la ao extremo com tudo que eu tiver e não tiver oportunidade de dar.

— Lá de cima dá para ver melhor. – sussurro em seu ouvido.

— Onde? – Nat se vira curiosa para mim.

— Venha comigo.

Pego sua mão e nos encaminho para as escadas do convés. Troco olhares significativos com minha mãe, que assente silenciosamente e me responde que entendeu a mensagem apenas por seu olhar.

Ainda é estranho receber uma expressão tão afetuosa e brilhante de minha mãe assim. Sempre precisei disso, mas nunca tive assim tão abertamente. E agora, quando ela me expressa tanto carinho e amor, não sei se ela é digna de me dar ou se eu sou digno de receber.

Não foi fácil pedir sua ajuda para o que farei agora, mas também não foi tão difícil. Ela me apoiou e manteve certa distância quando notava que eu ficava nervoso ou ansioso demais com sua proximidade. Ainda é um caminho lento que precisamos percorrer, mas sinto que já avançamos uma grande parte.

Afasto as portas do convés e empurro Nat para a beirada cuidadosamente. Ela apoia as mãos nas laterais novamente e ri maravilhada com a visão ampla e alta do barco.

— Isso é incrível, Steve! – exclama. — Estão aparecendo mais! Vê?

Ela aponta para o local da água onde uma família de baleias nadam em sincronizado expelindo água para cima.

— É tudo lindo!

Nat estranha que eu não esteja perto dela a abraçando e se vira com uma dúvida no rosto. Essa dúvida se transforma em susto, depois em confusão e, por fim, inércia.

Eu observo a tudo maravilhado enquanto me ajoelho diante dela. Natasha leva a mão ao peito e dá um passo para frente, ainda trêmula e surpresa. E eu espero que no bom sentido.

— O que é isso?

Sua voz está ofegante. Eu torço para que seja por emoção, e não por apreensão.

— Precisa que eu responda, linda? – pisco nervoso.

— Steve... – ela solta um riso ansioso. — O que você...

— Tentei fazer isso de uma forma mais romântica, mas sei que sou péssimo.

Esfrego os joelhos pelo piso do barco até chegar perto o suficiente. Natasha ri enquanto me observa literalmente rastejar a seus pés. Eu sempre rastejarei por essa mulher!

— Steve... – Nat solta mais um riso por trás dos dedos.

— Quando a propus na primeira vez, você disse que não. – seguro sua mão livre. — Na segunda, eu tentei te persuadir quando você queria gozar.

— Steve...!

— Na terceira... – eu a interrompo. — …você estava presa num ataque de cócegas. Na quarta, você aceitou, mas eu estava sem um anel.

— Oh, meu... – ela sorri emocionada.

— Espera. – acaricio seu torso. — Então, agora, na quinta e espero que definitiva vez, eu pergunto corretamente.

Nat limpa as lágrimas e funga quando eu abro a caixinha e revelo um belo diamante.

— Natasha Mitchell Romanoff, você aceita dividir o resto de sua vida comigo como Sra. Rogers?

Natasha pisca emocionada quando deslizo o anel para seu dedo anelar esquerdo e beijo sua mão trêmula.

— Steve... – sua voz falha quando Nat sorri. — Eu... aceito!

Notas finais
A cena do barco foi baseada no terceiro livro da série "After", de Anna Todd ^^ Meus lindos!!!! Então... não é novidade que eu digo a vocês que percebi uma GRITANTE queda de leitores desde IPASOY pra cá. Não sei por que isso kakaka acho que muitos desanimaram com o shipp ROMANOGERS por causa dos filmes, muitos também saíram do Nyah! e foram pro Wattpad e tal... enfim. Eu não sei. Só que eu digo que lamento muito por isso :/ Whatever, alguns chegaram a me acompanhar na segunda temporada e ficaram até o final. Só que com a terceira vai ser diferente. Eu preciso saber se eu terei um retorno de vocês na última temporada dessa trilogia. Preciso saber se eu postarei a fanfic aqui e terei um público pra ler. Caso contrário, eu lançarei a fanfic somente no Spirit. Então me respondam! Não precisam nem comentar muita coisa e tal. Basta enviarem um "continua" nesse último capítulo que aí eu vou saber se eu ainda tenho leitores pra cá, mais do que cinco ou seis, pra continuar com a fanfic. Se eu tiver menos de dez comentários (somente com "continua" já tá bom pra eu saber), eu não vou postar a terceira temporada aqui. Porque aí eu acho que não vale a pena postar aqui pra tão pouca gente ler, sabe? Aí eu continuo somente no Spirit mesmo. Mas se vocês me disserem que irão ler, se eu sentir que é um número bom de leitores, ainda que vocês não comentem na terceira temporada (mas aí eu vou observando pelo número de favoritos, acompanhamentos e tal...) a história continuará sendo postada aqui. Mas pra isso eu preciso saber, eu preciso receber esse feedback de vocês. Então, resumindo: se querem a terceira temporada aqui, comentem um "continua" nesse capítulo final ;) Se eu receber um número considerável de gente me pedindo a terceira temporada aqui, a história será postada no Nyah!. Pra vocês saberem quando eu lançarei, não se esqueçam de irem no meu perfil e me adicionarem como autora favorita. Assim vocês receberão notificação quando eu postar a fanfic aqui. Em todo caso, quando a história for lançada, eu vou adicionar o link nessas notas finais aqui. Mas mesmo assim me adicionem aos favoritos de vocês, que assim vocês receberão a notificação :3 Enfim, era isso, meus queridos! Aos que ficaram e me apoiaram até agora, eu grito um IMENSO OBRIGADA pra todos vocês! Toda essa confiança e reciprocidade que vocês têm comigo significa muito pra mim e é fundamental pra que eu me sinta segura e querendo continuar a escrever :3 Muito obrigada por todos os 505 comentários, 152 acompanhamentos, 73 favoritos, 9 recomendações e 30.563 visualizações! Não se esqueçam de comentar "continua" se vocês quiserem a terceira temporada aqui!!!!!! Beijocas! Me sigam no Twitter e ativem as notificações do meu perfil! Fiquem por dentro das novidades da futura fanfic, assim saberão também quando eu postar a história aqui --> @NatashaRogers_ Também podem me seguir no Instagram e ficarem por dentro de todas as informações --> https://www.instagram.com/infinity_romanogers/?hl=pt-br Me sigam na Ask.Fm e me enviem suas perguntas --> https://ask.fm/NatRogers2213 Ps: pra quem tem a fanfic em seus acompanhamentos, não se esqueça de marcar a história como lida :) AVISO DO DIA 23/07/21 TERCEIRA TEMPORADA DA FANFIC, CHAMADA "NEVER TEAR US APART", JÁ ESTÁ PUBLICADA EXCLUSIVAMENTE NO SOCIAL SPIRIT --> https://www.spiritfanfiction.com/historia/never-tear-us-apart-22711438
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!