Haunted 🔞

59 Capítulo 59 — Sweet pression


Notas iniciais
Obrigada pelos 498 comentários, 152 acompanhamentos, 73 favoritos, 9 recomendações e 30.298 visualizações! Oi, meus amores! Como vocês estão? FINALMENTE BRASIL ESTÁ RECEBENDO AS VACINAS! Já tô com meu bracinho do lado de fora pronta pra receber a picadinha imunizante kakakaka yeah!!!! Mal posso esperar pra todo esse pesadelo ter fim, gente! Mais de 215 mil mortes no Brasil! O coração aperta demais só de pensar no quanto de gente nós perdemos. Mas enfim nossos dias de vitória chegaram. Sinto aos que não tiveram a chance de presenciar isso. Mas por eles iremos vencer essa batalha e conquistar a glória :3 Já lhes adianto que a fanfic tá na reta final kakakaka 4 anos de fanfic! MEU DEUS DO CÉU! Finalmente vai acabar kakakaka me dá até medo de pensar em quanto tempo vou levar pra finalizar a terceira temporada O.o Anyway, perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem ^^ Tradução do capítulo: Doce pressão

— Amor? – bato na porta do escritório de Steve.

— Oi! Só um minuto!

Normalmente, sei que Steve me mandaria entrar direto. E até brincaria sobre me dar palmadas por eu pedir licença antes de interrompê-lo. Então imagino que deve ser um assunto sério.

— Está tudo bem?

— Está. Merda!

Fico tentada a entrar, mas Rebby vem por trás de mim e me impede.

— Não vamos nos vestir? – ela balança sua enorme sacola que humildemente chama de bolsa. — Combinamos de nos arrumarmos juntas!

— Ér... sim. – pisco. — Sim, eu sei. Já estou indo.

— Nat...

— Oi. – a porta atrás de mim é aberta e Steve surge. — Oi, Rebecca.

— Oi!

— Nat disse que se aprontariam juntas para o casamento.

— É. Tem problema?

— Já passamos dessa fase, Rebby. – rebate, e minha amiga ri antes de responder.

— Também acho, Tivinho.

— Puta que pariu! – ele ralha, mas também ri. — Quer comer alguma coisa?

— Então... Natasha me disse que Jessie preparou uma lasanha dos sonhos para o almoço de hoje.

— Ah. – Steve assente. — Sim. Está na geladeira. Pode pegar. Rápido! Antes que Quill coma tudo.

— Hmmm! Simples assim? – Rebby ergue os ombros.

— Você é mais do que de casa, Rebby. – murmuro, com a atenção voltada a Steve, que se recusa a encontrar meu olhar.

— Okay... – minha amiga se afasta alegremente. — Então a gente começa a se arrumar assim que terminar de comer.

— Certo. – respondo automaticamente, mas Rebby já foi.

— Você já almoçou? – Steve beija minha cabeça. — Não quer comer também?

— Tomamos café tarde. – relembro, e Steve sorri sedutoramente.

— Verdade! Eu mesmo tomei duas vezes. – meu rosto queima.

— Steve!

— Não fica com vergonha. – ele beija minha bochecha.

— Por que estava com a porta trancada? – estou curiosa e ao mesmo tempo preocupada em sufocá-lo.

— Quê?

— Eu ouvi quando destrancou antes de abrir. E não me deixou entrar quando eu te chamei.

— Estava ocupado.

— Mas você sempre me deixa entrar.

— Era trabalho, Natasha. – Steve fica acuado antes de me dar as costas.

— Espera! – seguro sua mão e aguardo até que se vire para mim. — Não estou desconfiada de nada.

— Não mesmo? – rebate, mas não me solta.

— Não!

— Então por que essas perguntas?

— Só quero saber. – dou de ombros. — Está escondendo alguma coisa de mim?

— Porra! – Steve balança o braço e fica livre. — E ainda diz que não está desconfiada?

Por trás de seu ombro, Rebby ergue os olhos para nós enquanto esquenta a lasanha. Ela até faz menção de levantar, mas desiste e resolve ligar o micro-ondas.

— Não grite comigo. – Steve pisca antes de suspirar contras as mãos.

— Então não venha me cobrar coisas, Natasha! Porra, acabamos de escutar de Loki que estamos progredindo.

— Sim, estamos. – reafirmo. — Quer saber? Tem razão. Desculpa.

— Ahn?

— É. Desculpa. – abraço sua cintura. — Você está certo. Eu não devo desconfiar de você.

— Hmmm... – Steve parece incerto quando circula meus ombros. — Isso é um truque?

— Não! – rio contra sua camisa.

— Certeza?

— Sim! Está tudo bem. – beijo seu peito antes de erguer o rosto.

— É? – ele penteia meus cabelos para trás.

— É. Eu amo você. Só fiquei... eu... não sei...

— Tudo bem. – seus polegares acariciam minhas bochechas. — Acho que também já te dei muitos motivos para pensar mal de mim.

— Nunca fiz isso, Steve. – afirmo. — Mas não vamos brigar. Eu tenho segurança com você. Agora me abrace.

— Mandona. – ele sorri e me aperta em seus braços.

— E me beija também! – Steve ri antes de saudar minha boca com a sua.

— É um beijo para selar as pazes! – a voz de Rebby nos interrompe.

— E? – Steve se vira para ela sem me soltar.

— “E?”, Rogers? – minha amiga leva as mãos à cintura. — Beije a minha menina com vontade!

— Sua menina? – Steve ergue uma sobrancelha.

— Mais minha do que sua!

Steve abre a boca para responder quando a campainha toca.

— Continuamos depois. – ele se dirige à Rebby antes de se voltar para mim. — O mesmo vale para você, coisinha nervosa.

Rebby e eu apenas rimos enquanto Steve abre a porta.

— Drax?

— Oi. – uma voz masculina responde.

— O que está fazendo aqui?

— Vim ver o Quill.

— Quill? – Steve repete. — Ele está trabalhando.

— Por isso eu vim.

— Isso não faz o menor senti...

— Drax? – Gamora toma a frente de Steve.

— Gamora?

— Oi! Por que está aqui?

— Vim falar com Quill.

— E por que veio falar com Peter?

— Vim pegar as baterias.

— Baterias? – Gamora repete. — De novo?

— Com licença! – Steve ergue as mãos. — Não sou eu quem deveria estar fazendo as perguntas?

— Peter não está. – Gamora informa após encarar Steve silenciosamente.

— Não disse que ele estava trabalhando? – Drax se dirige a Steve.

— E está! Mas não aqui. Ainda. Mas pode esperar se quiser.

— Tudo bem.

— Tudo bem... o quê? – Steve ergue os ombros. — Você vai entrar e esperar?

— Aceito o convite. – Drax responde.

— Espera! Foi o Peter que te pediu para pegar as baterias? – Gamora questiona.

— Sim.

— Certeza? – ela reforça.

— Tá bom. – o tal Drax se dá por vencido. — Ele fez uma aposta com Rocket e perdeu. E não tem dinheiro para comprar baterias novas.

— E por que eu teria baterias aqui? – Steve parece se divertir enquanto cruza os braços.

— Ele sabe que você tem. – Drax responde.

— Tá. Então vou reformular: por que eu deveria salvar a bunda de Quill e entregar as baterias a Rocket?

— Não é você quem vai entregar.

— Drax. – Steve repreende divertidamente.

— Tá bom. Eu entendi. Mas... eu... olha, estou fazendo um favor a Quill.

— Okay. Foi sincero. Entre. – Steve dá espaço antes de fechar a porta.

— Quê? Não! – Gamora teima. — Steve, combinamos que não acobertaríamos mais as apostas de Peter e Rocket!

— Sabe que Rocket não ficará sem as baterias. – Steve rebate. — Prefere que demos a ele ou que vá conseguir de formas... uh... você sabe.

— É errado!

— Só dessa vez. – Drax tenta.

— Isso não será só dessa vez! – ela bufa antes de dar as costas.

Eu a assisto caminhar até o sofá e me volto para Steve desconfiada.

— Ahn... meninas, este é Drax. Drax, estas são Natasha, minha namorada, e Rebecca, nossa amiga.

— Awnnn! Eu sou sua amiga? – Rebby sorri antes de cumprimentar Drax. — Olá! Pode me chamar de Rebby.

— Prazer. – Drax aperta e beija sua mão. — Senhorita?

— Ahn... oi. – incerta, eu o vejo fazer o mesmo comigo. — Pode me chamar de Nat.

— Façam sala para Drax enquanto eu pego as baterias. – Steve instrui antes de se dirigir às escadas.

— Espera! – corro até ele, que espera por mim no primeiro degrau. — Quem é esse cara?

— Um amigo.

— Um amigo? – repito num sussurro. — Só um amigo?

— Como assim? – Steve franze a testa.

— Gamora parece não gostar dele.

— Gamora parece não gostar de ninguém. – Steve sorri.

— Eu ouvi isso! – ela retruca do sofá sem nos encarar.

— Steve...

— Não precisa se preocupar com Drax. Eu jamais deixaria alguém duvidoso entrar aqui em casa e ainda ficar em contato direto com você. – Steve segura meu rosto e beija minha cabeça. — Eu já volto.

— Espera! – puxo sua mão antes que ele suba.

— Que foi, minha linda?

— Que baterias são essas? Do que estão falando?

— É apenas um negócio.

— Ilegal?

— Não, linda. – Steve acaricia minha bochecha com a mão livre. — Rocket gosta de colecionar baterias.

— E quem é Rocket?

— Você vai conhecer a turma toda logo, logo. – afirma e me solta. — Eu já volto, tudo bem?

Steve não espera por minha resposta. Ele sobe as escadas rapidamente de dois em dois degraus, provavelmente preocupado com eu conseguir segurá-lo por mais tempo aqui embaixo com mais perguntas.

Suspirando, eu me viro e encaro nosso mais novo convidado, que está ao lado de Gamora no sofá.

— É um prazer conhecer um amigo de Steve, Drax.

— O prazer é todo meu, senhora.

— Não precisa disso. – ergo a mão. — Apenas Natasha. Por favor.

— Tudo bem.

— Está um dia quente lá fora. Quer uma água?

— Quero, por obséquio.

— Ahn... okay. – assinto. — Quer comer alguma coisa?

— Não, obrigado. Estou satisfatoriamente saciado de alimentos.

Rindo disfarçadamente, eu me arrasto até a cozinha enquanto Drax troca algumas palavras com Gamora.

— Quem é esse cara? – Rebby sussurra quando eu encho um copo com água.

— Amigo de Steve.

— E do Quill, né? – rebate ao cruzar os braços. — É até bonitinho, mas... meio caduca.

— Rebecca! – fecho a geladeira. — Fale baixo. E leve a água para ele.

— Eu?! – Rebby me encara de cima a baixo. — Estou comendo.

— E?

— E nada! Além disso, a casa é sua e o convidado é supostamente seu.

— Rebby...

— Leve você a água para o lorde do século XVII ali!

— Fale baixo! — arregalo os olhos e sigo para a sala com um doce sorriso no rosto. — Aqui está, Drax.

— Obrigado. – ele pega o copo e dá rápidos goles até deixá-lo vazio.

— Uau! Estava mesmo com sede, hein! – Gamora brinca, e Drax ergue os ombros.

— Seria desrespeito delapidar a água que a moça me forneceu com frugal gentileza.

— Ah... tá. – murmuro, nervosa. — Não. Não, imagina!

— Voltei! – Steve desce as escadas com uma sacola nas mãos. — Pronto. Aqui há duas caixas de bateria. Mande Rocket sossegar agora.

— Obrigado, Steve. – Drax se levanta e aperta sua mão antes de pegar a sacola.

— Oh, não!

O lamento de Rebby chama a atenção de nós três.

— O que foi? – Rebby está debruçada no balcão enquanto lê algo no celular.

— Meu cabeleireiro desmarcou. – revela, emburrada.

— Por quê?

— Houve um imprevisto e ele não chegará a tempo de arrumar nós duas.

— Puta merda! E agora?

— Vamos correr atrás de um salão.

— O casamento é daqui a pouco, Rebecca. E ainda temos que nos vestir. Salão nenhum atenderá duas moças que estarão indo a um evento em tempo contado.

— Porra! – Rebby explode. — Mas eu preciso cortar essas pontas duplas. E fazer uma boa hidratação. E enrolar alguns cachos.

— O corte não dá, mas a hidratação e os cachos podemos fazer aqui mesmo.

— Vai ficar horrível!

— Podemos tentar...

— Com licença. – Drax nos interrompe gentilmente. — Se me permitem, gostaria de apresentar uma admoesta.

— Quê? – Rebby se aproxima.

— Será que você pode falar a língua comum? – Gamora bufa do sofá.

— Ahn... bom... – incerto, Drax tenta recorrer a Steve. — Elas não são americanas?

— Continue, Drax. – Steve ri e bate em seus ombros.

— Ah. Bom. Como ia dizer, eu sei cortar cabelo.

— Ahn?! – arregalo os olhos. — Você?!

— É. E também sei fazer penteados e maquiagem.

— Sério? — Rebecca dá a volta no balcão e para em frente a Drax. — Tem alguma foto de um trabalho seu?

— Sim.

Drax coloca as sacolas no chão e tateia seus bolsos da calça até encontrar o celular. Ele desbloqueia a tela e mostra sua página do Instagram para nós.

— Uau! – Rebby ergue os olhos para ele. — Posso?

— À vontade. – Drax entrega o Iphone nas mãos de Rebecca.

— Olha isso, Nat. – ela rola a página para baixo ao passo em que vamos vendo inúmeros penteados e maquiagens em modelos.

— Trabalha com isso, Drax? – pergunto.

— Não formalmente, mas pretendo abrir um salão.

— Você tem muito talento! – Rebecca elogia maravilhada. — Saiba que Natasha e eu já seremos clientes assíduas.

— Viu só? – Steve dá dois tapinhas em suas costas. — E Rebecca trabalha no mundo da moda. Ela pode enaltecer seu salão.

— Com certeza! – minha amiga assente e devolve o Iphone a Drax.

— Obrigado! – Drax guarda o celular de volta no bolso. — E então? Aceitam a ajuda?

Rebby e eu olhamos uma para outra e trocamos sorrisos cheios de mensagens subliminares.

— Pode começar a nos arrumar, Drax!

▪️▪️▪️

Duas horas depois, Rebby e eu estejamos arrumadas, perfumadas e prontas para sairmos do quarto.

— Drax trabalha muito bem! – Rebby afofa seus cachos com os dedos em frente ao espelho. — Eu realmente irei apoiar e divulgar se ele abrir o salão.

— Conte comigo também. Mesmo que eu não goste muito de salão, farei questão de recorrer aos cuidados de Drax.

Estamos nos preparando para descer quando Steve surge.

— Uau! – ele me olha de cima a baixo. — Acho melhor ficarmos por aqui. Vocês podem ir na frente.

— Steve! – repreendo, com o rosto vermelho.

— Calma lá, garotão. – Rebby atrai a atenção de Steve. — Drax levou horas arrumando a Nat. Nem pense em desfazer esses cachos. Ao menos por enquanto.

— Rebecca!

— Pode deixar. – Steve assente, ainda me encarando com fome nos olhos. — Mas desça na frente com Drax, Rebecca. Preciso falar com Natasha rapidinho.

— Não deixe Steve bagunçar seu cabelo. – ela ordena. — Você está muito linda!

— Desça logo, Rebby. – resmungo, com o rosto ardendo por Drax estar ouvindo tudo. Assim que ele e Rebby desaparecem, eu me viro para Steve. — O que deu em você?

— Você está... muito... apetitosa, Srta. Romanoff! – ele se aproxima lentamente. — Uau!

— Você já disse isso.

— Disse? Uau! Nem parece. Uau!

— Steve, precisamos ir logo. – rio ao afastar suas mãos da minha cintura.

— Espere um pouco. – ele me leva até a cômoda.

— O que está fazendo? – Steve abre a gaveta e retira uma caixinha retangular de dentro. — Para que isso?

— Quero que use durante a noite. – ao abrir a caixinha, Steve me estende um objeto prateado com duas bolas penduradas na ponta.

— Usar? Como? – encaro o objeto confusa. — O que é?

— Bolinhas. – responde após rir.

— Bolinhas?

— Sim. Bolinhas de pompoarismo.

— Quê? – enrugo o cenho. — Bolinhas de pompoarismo?

— Sim. Lembra do contrato?

— Ahn... acho que sim. – lembro vagamente da leitura minuciosa que fiz. — Para que servem?

— Não se lembra? – Steve pisca curiosamente para mim.

— Hmmm...

— Para colocar aqui. – estica o braço e acaricia minha intimidade.

— Ahn? – pestanejo e logo entendo seu objetivo. — O quê? Quer colocar isso na minha... na...?

— Exato!

— Como assim, Rogers? Perdeu o juízo? Estamos indo a um casamento!

— E?

— “E?”, né? Ficou louco? Não posso ficar com isso enfiado dentro de mim a noite toda!

— Mas é assim que funciona.

— Assim que funciona o quê?

— As bolinhas. Vão relaxar seus músculos.

— Relaxar... – respiro o fundo. — ...para quê?

— Saberá mais tarde. – Steve ri. — Para isso, você precisa se acostumar com a pressão.

— Pressão? Que pressão?

— A pressão de empurrar para dentro, Natasha.

— Puta merda!

— É só para te ajudar a se acostumar.

— Ai... – bufo, nervosa. — Okay. Se incomodar, você tirará na hora, entendeu? – balanço um dedo em seu rosto. — E ficará sem me tocar por um mês.

— Tá bom! – Steve acaba rindo. — Sabe colocar?

— Ah, claro! Enfiar bolinhas de pompoarismo na minha boceta é meu passatempo preferido! – Steve gargalha antes de me estapear. — Ai! Não me bate! Você quer enfiar esse troço em mim, então eu tenho todo o direito de tirar sarro de você!

— Cuidado. – sussurra em meu ouvido antes de morder meu pescoço.

— Bruto! – afasto seu peito. — Não deixe marcas em mim. Já não basta isso aqui, seu homem das cavernas? – balanço as bolinhas rente aos seus olhos.

— Para, meu amor! – Steve me abraça e cola o nariz no meu. — Vamos logo com isso? O pessoal está esperando lá embaixo.

— Então anda! – teimo. — Eu não sei colocar essa coisa, você precisa me ensinar.

— Abra a boca. – instrui.

— Quê? É na boca ou na... ér... lá embaixo?

— Confie em mim, Natasha. – Steve ri até lacrimejar.

— Jesus! – resmungo antes de obedecer.

Steve empurra as bolinhas para dentro de minha boca e me manda circular a língua ao redor, a fim de lubrificar com minha própria saliva.

— Levante o vestido e abaixe a calcinha. – fico de costas antes de seguir suas instruções. — Não tensione.

— Vou tentar.

A sensação é estranha e invasiva. É gelado no início, mas depois se apega ao calor de meu corpo.

— Como se sente?

— Violada! – Steve ri antes de beijar minha bunda.

— Espere mais um pouco. – ele puxa a cordinha, mexendo dentro de mim antes de retirar e enfiar de novo. — Hmmmmm! Está molhada para mim, amor?

— Está quente aqui. Eu estou suando. – ironizo novamente, recebendo um beliscão na nádega esquerda. — Ai, seu merda!

— Natasha, quieta! – ordena. — Respire fundo e não contraia. Okay?

— Okay...

Ao fazer o que Steve aconselha, seus dedos empurram as bolinhas para dentro de meu canal pegajoso.

É desconfortável. Minhas pernas tremem e eu sinto incômodo, mas não chega a doer.

— Tudo bem?

— Acho que sim. – respondo, trêmula, e Steve enfia até o final. — Uh! Au!

— Eu sei. É apenas pressão.

— É. – concordo e Steve sobe minha calcinha. — Mas é diferente.

— Diferente? Como assim?

— Não sei... – eu me mexo inquietamente. — Parece... uma pressão... boa.

— Boa? – ele ri.

— É. Uma... pressão... doce.

— Porra. – Steve fecha os olhos. — Melhor parar de falar.

— Mas...

— Está me provocando, Natasha.

— Oh! Desculpa.

— Fique de pé corretamente. Calma. Bem devagar. – ele segura meus ombros.

— Tá.

Solto a saia do vestido e endireito a coluna.

Minhas pernas ainda estão trêmulas. Uma pressão sobe por minha espinha e atinge minha nuca, fazendo com que eu sua frio.

— Tente andar um pouco.

— Tá.

Com esforço, arrisco uns passos a frente e respiro fundo.

— Como está?

— Incômodo. Latejante. Mas suportável.

— Bom. – Steve pisca. — Se doer, você me avisa.

— Pode apostar que sim!

— Relaxe. – Steve roça os lábios na minha orelha. — Só não beba muito álcool, assim não precisará ir ao banheiro. – brinca, e eu começo a rir, mas logo me contorço.

— Oh! Não me faz rir! – estapeio seu peito após sentir a pressão tencionar meus quadris.

— Vamos, amor.

Steve estende a mão e nós descemos as escadas.

— Finalmente! – Rebecca exclama quando nos vê. — A rapidinha foi boa, né? E silenciosa. Ela não deu nenhum gemido.

— Ainda. – Steve brinca, e eu belisco seu braço. — Desculpa. – ele ri e beija meu rosto quando a campainha toca. — Deve ser Quill.

Fico parada enquanto Steve abre a porta e o recebe.

— Por que entrou? – questiona. — Já vamos sair.

— Oi para você também! – Quill rebate. — Quanta hospitalidade!

— Oi, Quill. – cumprimento. — Hmmmm! Smoking, né?

— Oi, Nat. – ele sorri e mexe na roupa. — Hoje a noite pede.

— Não sei para que isso! – Gamora retruca. — Estaria bem mais confortável nas minhas roupas casuais. Ainda mais que estarei a trabalho do mesmo jeito!

— Você diz nos seus uniformes de couro? – Steve provoca. — Hoje, como Quill disse, a noite pede. É um casamento.

— E daí? – Gamora ergue a perna e mexe na fivela de seu sapato. — Esses saltos já estão me dando nos nervos.

— Qualquer coisa você se apoia em mim. – Quill sorri.

— Prefiro ficar descalça. – ela rebate com um risinho desgostoso.

— Okay! Vamos indo?

— Vamos! – Rebecca me dá força.

— Ah! Oi, Rebecca! – Quill se vira para ela. — Desculpe. Não tinha te visto. Está linda também.

— Obrigada!

— Todas estão: Gamora, Natasha, Rebecca, Steve e eu... Drax... Drax! Drax? – Quill arranca os fones de ouvido. — Ainda está aqui? Desde cedo?

— Fala aí, Quill. – Drax cumprimenta. — Vim pegar as baterias e fiquei para ajudar as meninas.

— Continua alimentando o vício de Rocket, não? – Gamora se vira para Quill.

— Eu não alimento nada! – Quill dá de ombros. — Fizemos uma aposta e ele ganhou.

— E dar baterias a ele por isso não é alimentar seu vício? – ela continua a pressionar.

— Ele que escolheu o prêmio!

— E você compactuou com isso, Peter!

— Gente! – Steve chama. — Por favor! O que importa é que Drax veio fazer um favor a Quill e acabou fazendo outro à Natasha e Rebecca. A propósito... – Steve abre sua carteira e estende o dinheiro a Drax. — ...tome.

— Não. Não carece.

— Pegue, Drax. – incentivo, falando bem baixinho. — Foi muito gentil em nos ajudar. É o mínimo que podemos fazer, já que se recusa a ir ao casamento conosco.

— Não, mas eu tenho dinheiro na minha bolsa...

— Não precisa, Rebby. – Steve fala e arregala os olhos, também parecendo não crer que usou seu apelido afetuoso. — Ahn...

— Okay, Tivinho. Obrigada! – ela parece se divertir quando Steve fica vermelho.

— Pegue logo, Drax! – Steve amassa o dinheiro em sua mão antes de guardar a carteira.

— Drax ganhou tudo isso fazendo cabelo?

— E maquiagem. – adiciono, com o corpo tenso após rir. Rebby franze a testa para mim, mas não comenta nada. Graças a Deus!

— Porra!

— Quer que eu arrume o seu? – Drax oferece a Quill. — O secador daqui é muito bom.

— Quê? Não! – Quill nega.

— Posso consertar essas ondulações. – Drax tenta novamente. — Ou passar um gel, para disfarçar.

— Disfarçar? – Quill se vira para Gamora. — Está ruim?

— Para você até que não. – ela rebate, e Quill agradece antes de franzir o cenho e retrucar.

Eu começo a rir da discussão, mas logo respiro fundo e pressiono a mão na barriga. Puta merda!

— Tudo bem, linda?

— Acho que não posso rir muito. – murmuro.

— Comporte-se durante a noite. – ele sorri e segura minha cintura. — E evite se mexer muito quando dançar.

— Steve...

— Sabia que você é muito linda?

— Tenho uma vaga ideia. – ergo os ombros. — Vamos?

— Vamos. Vamos ver os sinos tocando.

Notas finais
E aí?? Tão gostando da introdução da galera de GOTG na fanfic??? Deixa eu perguntar uma coisa pra vocês: querem o Rocket como o ator Bradley Cooper mesmo? E outra: pensei em apresentar o Groot como um papagaio, assim ele poderia dizer sua icônica frase "Eu sou o Groot"! O que acham??? RESPONDAM! Beijocas e até a próxima!