Haunted 🔞

13 Capítulo 13 — The Stark Tower


Notas iniciais
Hello, meus queridos e minhas queridas! Quanto tempo! Como foram as voltas às aulas? Muitos trabalhos e deveres? Vish! Nem me fale kakakaka Anyway... como havia prometido, o capítulo de hoje é dedicado à Bela7Dama! Você enviou uma recomendação maravilhosa à fanfic, meu amor, mas eu não senti que o capítulo passado foi digno a ser dedicado a você. Espero que esse esteja iefhwufhuf pois a sua recomendação foi linda demais *u* Perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem :D Tradução do Capítulo: A Torre Stark

O salão principal onde ocorre a festa de noivado de Pepper e Tony é amplo e com decoração moderna. Os convidados transitam para lá e para cá com taças de champagne e outras bebidas em mãos.

A música toca e pessoas dançam na pista que está no canto. Olho para cima e vejo que o ambiente é tão grande que tem continuidade para mais três andares.

— Steve!

O moreno que conheci na Times Square corre até nós com os braços abertos.

— Tony! – Steve solta minha mão e corresponde ao abraço do amigo. — Parabéns!

— Obrigado. – Tony lhe dá dois tapas nas costas e se afasta. Fico tensa quando vejo Steve se mexer desconfortavelmente, mas ele disfarça antes que mais alguém note. — Olá, querida! – ele pega minha mão e beija o dorso. — Lembra-se de mim?

— Claro! – Steve volta a segurar minha mão logo depois que Tony a solta. — Parabéns pelo noivado!

— Obrigado, meu bem! – ele se vira e olha para Darcy. — Ora, ora, ora! Temos mais uma!

— Tony, esta é Darcy Lewis, prima de Natasha.

— Oh! – Tony arqueja. — Prazer, doçura. Sou...

— Tony Stark! – Darcy vibra e o abraça sem rodeios. — Muito prazer!

— O prazer é todo meu. – Tony retribui a seu abraço. — Você é daqui?

— Não. Quer dizer, sim. Ér... be-bem, nasci em Londres, mas meu pai... ér... é. É. Sou de Seattle, mas vim fazer meu mestrado aqui. Começo na segunda. – Darcy se atrapalha nas palavras, fazendo com que Steve e eu disfarcemos nossas risadas.

— Hmmm! Mestrado? – Tony ergue as sobrancelhas. — E se formou em quê, querida?

— Astronomia.

— Astronomia? Uau! – o amigo de Steve faz uma careta que me faz rir. — Quantos anos tem, doçura?

— Vinte e quatro.

— Ah! Tão novinha e já cursando um mestrado excelente...! Parabéns!

— Obrigada, Sr. Stark!

— Não, nada disso! Apenas Tony e acabou! Ou eu te expulso da festa!

— Certo. – Darcy ri e esfrega as mãos na saia do vestido.

— Quer uma bebida? – pergunta Tony.

— Acho que Darcy não precisa mais de nós. Vamos deixá-los sozinhos. – Steve murmura em meu ouvido antes de me puxar pelo salão.

Lanço um olhar para Darcy, que percebe e dá de ombros num claro sinal de que me diz que ela está bem e logo vai se misturar com os convidados.

Enquanto avançamos pela sala, Steve apanha duas taças de champagne para nós e me estende uma. Eu a pego e dou um gole, observando ao meu redor.

— O que achou? – Steve pergunta bem pertinho de meu rosto.

— Lindo! – exclamo. — Essa torre é maravilhosa! Sempre tive curiosidade em conhecer.

— Fico feliz que tenha te proporcionado isso! – ele penteia uma mecha de meu cabelo para trás da orelha.

— Onde está a noiva?

— Hmmmm... – Steve passa os olhos pela sala e sorri. — Achei! Venha.

Steve me puxa sutilmente pela mão até chegarmos a uma mulher de cabelos longos e ruivos aloirados que estão presos em um rabo de cavalo alto e elegante. Ela está de costas para nós conversando com duas mulheres mais velhas quando Steve toca em seu ombro.

— Pepper.

— Hey! – ela pede licença às senhoras e foca sua atenção em Steve. — Oi! Como vai? – a moça o abraça com um enorme sorriso no rosto.

— Muito bem. E você?

— Mil maravilhas! – ela ri olhando para mim. — Ahn... oi. Eu sou Virginia Potts, mas pode me chamar de Pepper.

— Oi. – aperto sua mão e a cumprimento com dois beijos no rosto. — Sou Natasha Romanoff. Mas apenas Natasha.

— Certo. E você é...

— Minha namorada. – Pepper ergue as sobrancelhas e ri surpresa quando Steve responde.

— Namorada? Sério? Que ótimo! – ela se recupera antes de nos abraçar. — Uau! E você é linda! Já estava mais do que na hora, Rogers!

— Pepper...

— Verdade! – ela cruza os braços e ri. — Apostei com Tony que você era gay, mas... já vi que terei que dar o dinheiro para ele. – Pepper finaliza a frase com uma cara de quem "comeu e não gostou". Acabo rindo disso.

— Gay? – Steve gargalha de modo descontrolável e eu não me seguro. — Sério mesmo, Pepper?

— Claro! Você nunca apareceu com mulher nenhuma em nenhum evento. Só com Peggy. – meu sorriso se desmancha. — A propósito, ela está aqui e já perguntou por você umas três vezes. Acho que é algo relacionado a trabalho. Ela parecia bem preocupada.

— Ah! – Steve fica tenso e esvazia sua taça de champagne antes de se virar para mim. — Linda, fique aqui com Pepper enquanto eu vou falar com Peggy.

— Você vai... o quê?! – arregalo os olhos e arrisco uma observação para Pepper, que parece sem jeito e se afasta lentamente.

— Natasha, por favor...

— Steve, não pode me deixar sozinha para ir falar com ela! – teimo antes de também esvaziar minha taça. — Não depois do que ela fez conosco!

— Ela não fez nada exatamente, Nat.

— Como não?! – elevo o tom de voz, mas a música alta e a risada dos convidados acabam abafando o som de meu grito. — Steve, ela fez você acreditar que eu estava grávida e nós tivemos uma briga horrível por causa disso!

— Natasha, já estava para acontecer.

— O quê? – franzo o cenho sem entender. — O que já estava para acontecer? Nossa discussão? Eu ir embora? E por quê? Porque janeiro já tinha acabado?

— Natasha, por favor, fique calma.

— Não! – exclamo puta da vida. — Não me peça para ficar calma! Não peça para ser passível com essa mulher, Steve. Ela inventou uma mentira sobre mim!

— Eu sei.

Ele suspira e pega a taça vazia de minha mão. Quando um garçom passa por nós, Steve deposita as duas taças de champagne sobre a bandeja que o rapaz carrega antes de voltar toda sua atenção para mim.

— Natasha, desculpe. É claro que não te deixaria sozinha para ir ficar com ela, mas eu realmente preciso resolver um assunto de trabalho com Peggy. Por favor, entenda. Ela é minha advogada, Natasha!

— Eu entendo. – ergo uma sobrancelha e suspiro. — Mas não me peça para cumprimentá-la, Steve. Não quero encontrar com ela aqui. E se encontrar irei ignorá-la totalmente. Entendeu?

— Tudo bem. – ele assente antes de me beijar na testa. — Não se preocupe. Irei falar com ela.

— Certo! – dou de ombros. — Volte logo!

— Pode deixar. – Steve sorri e acaricia minha bochecha. — Por que não fica com Pepper ou com Darcy?

— Não, tudo bem. Eu vou ficar bem.

— Certeza?

— Sim. – eu me afasto de seu toque. — Pode ir. E resolva o que tiver que resolver. – rebato com ácido na voz.

Por meio segundo, eu me sinto tentada em ir atrás dele quando Steve se afasta. Quero descobrir o quão importante é o assunto que Peggy e ele estão discutindo, mas a lucidez paira sobre minha mente e eu não movo nenhum músculo.

Por mais que a queimação em meu peito esteja ardendo, eu me controlo o máximo que posso e rodo os olhos pelo salão da festa. Pepper e Tony conversam com a Darcy, mas, quando dou um passo para me aproximar, uma voz chama minha atenção.

— Natasha!

Viro o rosto à procura de quem de me chama.

— Natasha, querida!

Meu campo de visão é tomado por Sarah, mãe de Steve. Seus olhos azuis e gentis estão destacados pela bela coloração da sombra e os cílios pintados e erguidos por um rímel negro de dar inveja. Ela está linda como sempre!

— Oi! – ponho as mãos em seus ombros e a cumprimento com dois beijinhos.

— Oi, querida! – Sarah sorri e se solta de mim. — Joe? Joe, olhe quem está aqui! – a mãe de Steve faz um sinal com dedos e logo me encontro de cara com o seu pai.

— Olá, Natasha!. – Joe pega e beija minha mão. — Você está linda!

— Obrigada! – ruborizo. — Onde está Bucky?

— Bom... ele estava aqui agora pouco. – Sarah olha pelo salão. — Mas já deve voltar. Não se preocupe. – ela faz uma pausa antes de sorrir novamente e me encarar com uma mão no queixo. — Mas me diga, querida! Como vai você?

— Bem. – digo sem saber o que mais contar. — Ér... muito bem. Obrigada! Ahn... na verdade, mais do que bem, pois iniciei o estágio que queria.

— Fala da Minds Manhattan? – indaga Joe antes de dar um gole na bebida de seu copo.

— Sim.

— E como vai indo? – pergunta Sarah.

— Ótimo! Estou muito feliz. De verdade! – respondo entusiasmante.

— Fico muito feliz por você, querida! – Sarah sorri e segura minha mão. — Todos nós. Muito mesmo!

— Pode acreditar. – Joe a apoia.

— Obrigada! – agradeço com o rosto vermelho. — E vocês? Estão gostando da festa?

— Ah, claro! Tony é amigo de Steve há anos e Pepper é um doce. Ele achou a moça certa! – Sarah faz mais uma pausa antes de pousar seus olhos azuis e brilhantes em meu rosto. — Assim como meu filho.

— Ah... ér... – alterno o olhar entre ela e Joe, que me encaram em expectativa. — O-obrigada! Eu... e-eu nem sei o que dizer.

— Não precisa dizer nada, Natasha. – Joe sorri. — Estamos felizes que tenha entrado e ficado na vida de Steve. É tão importante para ele quanto para nós. – o pai de Steve troca olhares com Sarah antes de pedir licença e se afastar, deixando apenas ela e eu frente a frente.

— Vocês estão bem? – Sarah pergunta.

— Vocês? – indago sem entender. — Refere-se... refere-se a Steve e a mim? – ela assente. — Ah! Ah... bom... sim. – solto um riso nervoso. — Tivemos uma discussão há pouco tempo, mas... já conversamos e estamos bem agora.

— Mesmo?

— Sim. Por quê? – questiono curiosamente. — Ele te disse alguma coisa? Aconteceu alguma coisa?

— É isso que eu gostaria de saber, querida. – responde com a voz calma e gentil de sempre. — Steve não é muito de telefonar para Joseph e eu, mas ele fez isso mais do que o normal, na concepção dele, nos últimos dias. Cheguei a ficar preocupada.

— Ah! Ér... eu... eu não sabia disso.

— Pois é! – Sarah estala a língua no céu da boca. — E... não sei... ouvindo a voz dele pelo telefone, parecia... parecia que ele estava... ér... não sei. Um pouco... distante. Sozinho. É como se... é como se ele precisasse de alguém para conversar. Entende?

— Acho que sim. – minha voz está tão baixa quanto a dela. — Mas ele está bem?

— Acho que agora está. – Sarah sorri para mim. — É por isso que eu jamais irei parar de te agradecer, Natasha.

— Não. Não deve. – balanço a cabeça. — Não faço favor algum em amar seu filho. – meus olhos brilham e ardem como os dela. — Ele é incrível! É o homem da minha vida!

— Oh, querida! – Sarah tampa a boca com uma mão enquanto me puxa para um abraço com a outra. — Obrigada! Obrigada! Depois de tudo o que passamos, principalmente o que ele passou, significa muito! Significa muito para mim e para ele, pode acreditar!

Confusa e curiosa, retribuo ao seu abraço e encosto o queixo em seu ombro. Pelo que eles passaram? Então eu estava certa? Não é só Steve que tem um histórico de vida sombrio e doloroso? Sua mãe está incluída na bagagem sofrida que ele carrega consigo? Como? Por quê? Ah, que angústia ter de trancar todas essas perguntas dentro de mim e jamais poder libertá-las em busca de respostas!

Não é mais assim, menina. Vocês conversaram e Steve lhe prometeu que não haverão mais segredos. Apenas tenha paciência e procure por suas respostas aos poucos. Não o assuste, apenas o faça confiar em você. Sem pressão.

Sim. Sim, está certo, Little Red. Quero me aproximar dele, não afastá-lo.

— Mãe? – Steve se aproxima de nós e nos encara de cima a baixo, fazendo com que Sarah e eu nos soltemos. — O que está havendo? – ele circula minha cintura com um braço enquanto olha para sua mãe. — O que você fez, mãe?

— Nada, filho! – Sarah passa os dedos sob seus olhos e sorri para Steve. — Estava apenas... apenas cumprimentando Natasha. – noto seu olhar para mim e interpreto sua mensagem silenciosa. Ela está pedindo Colabore comigo.

— Mãe, eu já te conheço...

— A verdade é que sua mãe estava me abraçando por eu ter conseguido o estágio. – Steve franze o cenho ao olhar para mim. — Eu disse que ainda não é nada certo, mas ela ficou feliz por mim do mesmo jeito.

— Mãe! – Steve a repreende. — Não quero que faça isso!

— Steve... – tento intervir, mas ele me beija e me cala.

— Shhhh – sussurra antes de se voltar para Sarah. — Fico contente que goste da Natasha e esteja feliz por ela, mas Nat está nervosa com isso. É muita pressão! E ela não precisa se sentir ainda mais sobrecarregada.

— Steve, ela não quis...

— Tudo bem. – sua mãe atrai minha atenção. — Eu sou boba mesmo, filho. Deveria saber disso. – Sarah ri antes de se recompor. — Não faço mais. – ela ergue as mãos e os ombros ao sorrir. — Com licença. Vou falar com Pepper.

Quando Steve eu estamos longe dos ouvidos de sua mãe, ele me vira de frente para seu corpo e beija meu pescoço antes de roçar os lábios em meu ouvido.

— Não pense que eu caí nessa história furada que acabou de me dizer, Natasha. – seus dentes mordem meu lóbulo. — Se não quer contar o verdadeiro motivo por minha mãe ter te abraçado e chorado, tudo bem, não vou forçá-la. Mas fique sabendo que eu sei que inventou uma mentira para mim. – dito isso, ele se afasta e pega minha mão.

Ainda estou mexida e mole me concentrando no calor de suas palavras e corpo junto ao meu. Por isso, estudo seus olhos e penso em algo esperto para retrucar, mas nada me vem à mente. Então decido jogar o seu jogo, só que com as minhas regras.

— Okay. – ergo os ombros e me inclino para lhe roubar um selinho. — E fique sabendo que eu sei que você sabe disso. – Steve ri de minha fala e eu o acompanho.

— Você é uma diabinha! – suas mãos apertam minha cintura e, de repente, seus olhos se desfocam dos meus e permanecem em algum lugar atrás de mim.

Eu estranho sua atitude e expressão mortificante, portanto viro a cabeça e tento avistar algo de diferente na festa. Nada. Nada mesmo. São apenas os convidados bebendo, conversando e rindo. Seja lá o que Steve tenha visto, nada me parece curioso ou esquisito.

Volto a olhar para ele sem entender.

— O que foi? – acaricio seu rosto. — Por que ficou assim? Viu alguma coisa?

Steve pisca e suspira ao franzir o cenho para mim.

— Não foi nada. – ele toma minha mão e me puxa para longe do meio do salão.

— Steve! – ele não se vira para mim. — Steve! Espere!

— O que foi? – Steve conduz a nós dois até o sofá.

— Eu que te pergunto! – rebato assim que sinto meus quadris repousam contra o assento de couro. Steve se senta ao meu lado e põe a mão sobre minha perna coberta pelo vestido. — Steve, o que foi? – ele olha para mim. — O que você viu?

— Nada! – sua resposta é rápida e aguda, o que me faz revirar os olhos.

— Não pense que eu vou cair nessa! – ele disfarça um sorriso. — Steve, isso não tem graça! Estávamos rindo e do nada você olhou para alguma coisa ou alguém e ficou nervoso. Precisa me dizer o que foi.

— Desculpe. – Steve beija minha mão. — Não foi nada. Apenas pensei em ter visto um conhecido, mas não era. Pode acreditar.

— Posso mesmo? – ergo as sobrancelhas, sentindo a adrenalina correr dentro de mim.

— Sim. Pode. – ele se levanta para ajeitar as lapelas de seu paletó.

— Aonde você vai? – pergunto.

— Pegar alguma coisa para bebermos. – Steve se abaixa e me beija na boca. — Volto logo. Fique aqui, tá bom? – quando não respondo, ele ergue uma sobrancelha e segura meu rosto. — Nat?

— Tá. – minha voz está rouca e minha garganta, seca. — Tá, eu fico. Mas não demore.

— Okay.

E então ele se afasta, mais uma vez me deixando sozinha e confusa nessa festa. Ah! Mas quando é que as coisas começarão a ser diferentes? Quando?

Notas finais
Obrigada a todos os 198 comentários, 112 acompanhamentos, 53 favoritos, 6 recomendações e 10314 visualizações :3 Bom, nossa querida autora Andy Hide teve as fanfics denunciadas DE NOVO pelo embuste que adora persegui-la. Então, cansada de sempre perder tanto as histórias quanto a conta, ela migrou pro Spirit e está linda e bela lá --> https://www.spiritfanfiction.com/perfil/andyzoca Para você que adora sacanear a minha amiga Andy, querido (a), só te digo uma coisa: que pena de você! Anyway... estou sendo breve hoje, gente, porque tô com uma puta gripe kakakaka sinto muito. Serei mais calorosa na resposta aos comentários, prometo ♥ Mil beijocas e até a próxima! E comentem ^^