Haunted 🔞
11 Capítulo 11 — You've always been the dominant
Notas iniciais
Hey! Eu sei que demorei, galerinha. Perdão. Eu nem tento pensar em desculpas pra dar pra vocês sempre que atraso a fanfic, pois os motivos são sempre os mesmos: banners de capítulos kakakaka com certeza vocês já estão de saco cheio de lerem isso em todas as notas iniciais, mas eu me sinto no dever de explicar.
Acreditam que o banner do capítulo ANTERIOR ainda não ficou pronto? Pois é kakaka mas ele já tá em andamento num blog que eu AMO de paixão e não largo por nada, agora o banner do capítulo 11 eu não sei quando sairá :/
Anyway... nhaaaaa! Tô muito feliz porque já estou de FÉRIAAAAS! Sabem o que isso significa??? Exactly! Mais tempo pra escrever a fanfic e elaborar novas ideias :D
E essa Copa de 2018, galeris? O que que tá acontecendo? Como assim Alemanha foi eliminada (não que eu NÃO tenha gostado, muito pelo contrário, AMEI) numa divisão de grupos pela COREIA DO SUL? Mesmo não querendo, acabo desmerecendo a Coreia, mas sejamos sinceros: eliminar a atual campeã do mundo e que tem uma puta tradição no futebol não é qualquer coisa. A Coreia, muito merecidamente, se sentiu voltando pra casa com a taça na mão, e eu aplaudo isso. E a Argentina saindo??? Uaaaau! Portugal bye bye? Espanha??? Gente, é esse ano que o Brasil ganha o Hexa kakakaka tá acontecendo muita zebra, SOCORRO!
Mas agora vamos à fic. Sorry pelo meu surto kakakaka mas ainda não tô conseguindo engolir essa feitiçaria que fizeram pra Copa de 2018. Ô loco, meu O.o
Anyway ²... o capítulo de hoje é dedicado à Miss Lovatic, que deixou uma LINDA recomendação na fanfic. Muito obrigada, sweet ^^
Sem mais delongas, vamos ao capítulo e perdão por qualquer erro de digitação ^^
Tradução do Capítulo: Você sempre foi a dominadora
Ps: leiam as notas finais, por favor

— Sim. Muito! – Darcy sorri e assente antes de encarar Steve. — Mas e aí, Nat? Qual é a do bonitão fatal aí? – ela me cutuca com o cotovelo fazendo com que eu arregale os olhos em advertência.— Darcy! – grunho com os dentes cerrados. — Cala a boca!— Por quê? – ela ergue os ombros e se debruça sobre o banco. Quase tenho um infarto quando a vejo dar dois tapinhas no ombro de Steve. — Oi!— Oi... – Steve parece um pouco surpreso e indeciso. — Posso ajudar?— Só gostaria de saber mais sobre você.— Ahn... okay... e o que quer saber?— Acabei de dizer que é sobre você. Ai! – Darcy grita logo após que eu a belisco e puxo para trás. — Qual é o seu problema? Ele é algum vampiro lunático por acaso?— Darcy, fique quieta! – Steve ri, mas não interfere na bronca que dou nela.— Só quero saber se ele é legal e confiável, Nat. – explica Darcy.— Não precisa. Uma coisa que você e Sebastian precisam entender é que o fato de eu ser mais nova do que vocês não significa que eu não seja adulta.— Nunca dissemos que você não é. – Darcy argumenta. — Só dissemos que você não age como uma.— Darcy! Quer saber? Se continuar agindo que nem uma idiota, Steve e eu não te levaremos à festa de hoje à noite!— Festa? – ela repete. — Que festa?— Noivado de um amigo meu. – Steve explica pacientemente. — Eu convidei Natasha, mas ela disse que só iria se você também fosse.— Porra! Tão me zoando? Óbvio que eu vou!— Feito! – Steve sorri e aperta sua mão. — E aí, Nat?— Bom... – alterno os olhares entre Steve e Darcy. — Se ela vai, então eu vou.— Uhul! Meu primeiro dia em Nova York e eu já tenho uma festa para ir. Legal!— Calma aí, mocinha. – murmuro. — Você vai ligar para a sua mãe e vai falar com a sua tutora. E lembre-se de que não é uma festa, é um noivado. Comporte-se!— Tá, tá. Ahn... Steve?— Sim?— Você recomenda algum traje para nós vestirmos? Assim... que tipo de...— Não se preocupe. Comprei um vestido para Nat e é claro que falarei para minha assistente se encarregar de comprar um para você.— Sério? – Darcy sorri.— Sem sombra de dúvidas!Os dois sorriem um para o outro antes do celular de Steve começa a tocar.▪️▪️▪️Assim que chegamos à minha casa, Darcy joga o casaco, malas e a mochila sobre o sofá alegando que precisa desesperadamente de um banho relaxante e longo. Indico onde estão as toalhas limpas e a guio até o banheiro. Ela é rápida em pegar uma roupa folgada e botar seus produtos, como xampu e condicionador, em cima da pia.Após ajudá-la, volto à sala e ouço a campainha. Antes mesmo de chegar ao corredor, Steve passa minha frente e atende por mim.Eu chego por trás dele e abraço sua cintura. O cheiro familiar de seu perfume é como toxina que invade e vicia meu cérebro. Ele é a mais pura droga de minha vida. Estou entorpecida por este homem. — Boa tarde, Sr. Rogers! – cumprimenta Fury com duas caixas de papelão em mãos. — Srta. Romanoff!— Oi, Fury! – respondo sentindo Steve acariciar minhas mãos em sua barriga.— Pode entrar. – ele deixa espaço para Fury entrar.As duas que ele trouxe são retangulares e junto delas estão mais duas sacolinhas pequenas. Os objetos atiçam minha curiosidade, mas eu me mantenho quieta até Fury passar novamente pela porta.— Até mais tarde, Sr. Rogers! Srta. Romanoff!— Até. – Steve e eu respondemos em uníssono.— O que são essas coisas? – movo a cabeça para a direita e aponto para as caixas.— Presentes. — Presentes? Que presentes?— Para hoje à noite.— São vestidos? – passo os braços por seus ombros quando Steve se aproxima.— Sim. – seus olhos sorriem para mim. — Um para você e outro para sua prima. E os sapatos estão nas sacolinhas pequenas.Curiosa, eu me afasto de Steve e abro a caixa de papelão da esquerda. Dentro tem um belo vestido verde escuro, com detalhes delicados e sofisticados. Na do lado, a seda azul do vestido de Darcy encanta meus olhos. A equipe de Steve tem um excelente gosto!Ao fechar as duas caixas, pego as sacolinhas do chão e espio o que há lá dentro. Ambas possuem sapatos de salto, um par de cor preta e o outro par de cor prateada. Eu me viro para falar com Steve, mas ele já voltou ao sofá e me encara com um sorriso.
— Que foi? – solto os embrulhos e vou até ele.— Nada. – ele me puxa para seu colo e beija meu rosto. — Só estou feliz de ir à festa comigo hoje.— Também estou. – admito timidamente.— Hmmmm... mas parece que agora você está mais do que feliz. – Steve me afasta e sorri sedutoramente. — Posso abusar um pouco disso?— Minha prima está aqui. – coro violentamente com a sugestão disfarçada que ele me proporciona, mas também não recuso.— Sim, ela está. E me lembro que ela disse que queria um banho relaxante e longo.— Steve...Antes que eu possa intervir em algo, ele me põe nos braços a caminho do quarto. Após trancar a porta, Steve me deita na cama.Apoio os cotovelos contra o colchão e observo Steve avidamente, que sorri e acaricia minha bochecha.— Você é minha. – murmura com a voz rouca de desejo e paixão.— Sim, sua. – sento de pernas cruzadas e desafivelo seu cinto. As mãos de Steve desabotoam sua calça e a empurram para baixo junto do cinto. Steve chuta tudo para longe antes de unir a camisa às peças no chão.Em questão de poucos segundos, minhas roupas também são tiradas e arremessadas. E, mais rapidamente ainda, estamos ambos nus e enroscados sobre a cama.Steve afasta minhas pernas uma da outra e esfrega meu clitóris sensível e inchado. Em me contorço sob seu toque quente e possessivo. A sensação de prazer congela todos os meus membros, pois é este o efeito que Steve causa em mim: um prazer contraditório. É como uma morfina que eu necessito, mas, ao contrário do objetivo de uma, Steve desperta todos os meus sentidos.Beijando meu pescoço, ele espalma a mão direita sobre minha intimidade. Seu dedão pressiona e rodeia meu clitóris enquanto outros dois dedos se introduzem em meu canal e começam a me estocar com firmeza. Seu toque é firme e decidido. — Steve... Minha voz sai trêmula e embargada. Estou a passo de me debulhar em lágrimas de prazer e ansiedade quando o orgasmo dá tal empurrão para mim.Sou jogada de um penhasco pelo meu próprio eu. Steve beija e acalma meu pranto. Sou envolvida pelo calor de seus braços.— Shhh respire. – ele beija atrás de minha orelha. — Respire, linda, eu estou aqui.Estou mole e sem forças em seus braços, mas reúno todos os resquícios para que possa dar o que ele merece. Com certa dificuldade, empurro seu peito para longe de mim. Steve parece confuso no início, mas sorri assim que monto em sua barriga e direciona as mãos para minha cintura. Um sentimento parecido com posse acende dentro de mim. Tento ignorar o formigamento que me causa, mas é mais forte do que eu. Mordendo o lábio, retiro as mãos de Steve de minha cintura e as ponho ao lado de sua cabeça.Aperto os dedos ao redor de seus pulsos fortes e Steve me fita com uma sobrancelha levantada. Um evidente e simples sinal de desafio.— Tem certeza disso, linda? – ele mexe os quadris abaixo de mim.— Sim. – respondo com o olhar fixo no dele.— Sabe que posso me soltar quando quiser.— Sim, você pode. – afirmo. — Não estou te dominando. Você não é meu submisso. Não fazemos mais isso. – seu sorriso desaparece ao mesmo tempo em que seu olhar torna-se perdido. — Steve? – solto seus pulsos e acaricio seu rosto. — Estou falando sério. Nunca vou te tratar como submisso. Você é mais. Merece mais. Eu te amo!Embaixo de mim, seus músculos tencionam. Um sufocamento desce por minha garganta e congela meu estômago. Praticamente, posso sentir a dor e aflição que Steve sente. — Linda, você... – ele perde. — Você disse que não está me dominando. – Steve parece em conflito com si próprio.— Sim. Sim, eu disse. E é verdade.— Não, não é! – Steve pega minhas mãos e as tira de seu rosto. Em seguida, torna a posicionar os braços ao lado da cabeça. — Segure meus pulsos de novo.— Steve...— Segure. – ordena. — Por favor, linda!Com as mãos tremendo, torno a fazer o que ele pedira. Debruço o corpo sobre o dele e beijo seus lábios.— E agora? — Pare com isso. Você não está seguindo instruções. – repreende e eu coro.— Por que me pediu para segurar? Você não é meu submisso.— Natasha, você não entende. — Não mesmo. Explique!— É simples.Ainda sem compreender, olho para os lados e sorrio timidamente.— Não para mim.— Você disse que não quer me dominar, mas você me dominou desde o instante em que pus meus olhos em você. Durante todo o tempo, eu estava com as regras em prática e os chicotes nas mãos, mas era você quem tinha a chave dourada. Era você, todo o tempo, que coordenava nossas ações. Foi você... foi você o tempo todo.— Fui eu o quê?Steve se solta de meu toque e se senta antes de abraçar minha cintura. Meus seios nus roçam contra seu peitoral quente e forte.— Natasha, você foi a dominadora o tempo todo. Foi a primeira que inverteu os papeis!— Steve... m-mas...— Você é tudo para mim, Natasha! Tudo!A intensidade de sua fala me cala e me deixa mole de emoção. Não consigo pensar em mais nada. A vontade que eu tenho que ele repita é tão gritante que eu fico até sem palavras. — Você é a minha vida! – Steve segura meu rosto. — Nada vai te acontecer. Eu prometo.— Steve... – sorrio bobamente. — Como assim? Do que está falando?— Nada. – ele pisca e tenta me distrair com beijos. — Esqueça.— Não. – seguro seus ombros. — Eu tenho notado que você anda um pouco estranho. Meio distante. E isso já faz um tempo. Decidida a acabar com o silêncio de sua parte, encaro o fundo preto que se destaca no meio de suas íris azuis. Perfuro suas retinas com a minha audácia e coragem.— Combinamos que não rolaria mais segredos entre nós. Você me prometeu!— Natasha... – Steve tenta, mas eu ergo a mão e ele se cala.— Confie em mim ao menos uma vez. Por favor! O que está acontecendo?O suspiro profundo que Steve solta faz seus ombros subirem e caírem. Seu olhar sofre o mesmo processo e, por um momento, eu penso que ele está olhando para os meus seios.Devido a isso, saio de seu colo e puxo os lençóis contra meu tronco nu. Steve nem sorri, apenas acaricia minha perna.— Eu não estava espiando. – murmura, o que me faz corar.— Steve, converse comigo. Está acontecendo alguma coisa, não é? O que foi? – estico o braço e viro seu rosto para mim. — Um passo para eu acreditar em nós é você dividir suas angústias e preocupações comigo. E agora alguma coisa está te deixando assim, tenso e perdido. E eu quero fazer parte de tudo. – estudo seu rosto. — Eu mereço isso, Steve. Você me deve. Por favor!— Bom... – novamente, Steve suspira e umedece os lábios com a língua. — Quando estávamos agora no carro e eu recebi o telefonema foi para me informar de que... ér... – ele pega mais fôlego antes de continuar.— De quê?— De que invadiram a conta da empresa e confiscaram um arquivo confidente. – admite tenso. — E esse arquivo era... era sobre você, Natasha. — O quê?!
Notas finais
E aí, gente??? E esse final??? Quem teria roubado o arquivo com as supostas informações da Nat? E bomba: por que e como o Steve teria acesso a esse arquivo?
Pedi pra virem aqui por uma coisinha: o Wattpad. Que site maluco! Eu não sabia que os leitores precisavam favoritar TODO capítulo lido das fanfics lá, pra mim era favoritar uma vez só a fanfic em si, assim como aqui e no Spirit, mas não, não é. Por isso, peço encarecidamente para que vocês favoritem o segundo capítulo de "I Put a Spell On You" lá que está sendo postado na versão de inglês: https://www.wattpad.com/579641756-i-put-a-spell-on-you-chapter-o2-friends
Vocês favoritando a fanfic se torna mais conhecida por lá, e eu ficarei muita grata por isso :3
Ah! No capítulo passado eu havia dito a vocês que o site Polyvore evaporou, e pedi que me dissessem, caso conhecessem, um novo site pra roupas. Uma leitora/amiga me disse e ele se chama Fashmates. Portanto, os looks da Nat e do Steve do capítulo anterior já estão lá postados. Aqui está o link do meu perfil por lá: https://www.fashmates.com/shop-section-browse/natasha22rogers/looks
Era isso, galerinha. Ah! Obrigada pelos 163 comentários, 103 acompanhamentos, 52 favoritos, 4 recomendações e 8343 visualizações :)
Por favor, comentem o capítulo! E favoritem o capítulo 2 de IPASOY no Wattpad :D
Beijocas, até a próxima e é BRASIL RUMO AO HEXA NA SEXTAAAAAAA! o/
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