Hate Everything About You

13 Fantasmas - Parte III - Embriaguez


Notas iniciais
1- Frase de "O Pequeno Príncipe"

A frase dita no idioma subterrâneo pelo Quarfein significa "você é meu prisioneiro... por toda a vida..."

Naquele horário, o refeitório estava vazio — na verdade, devido ao desleixo de Amélia na hora de preparar a comida, quase sempre o lugar estava. Faeremma se sentou de frente para Nádia, que apoiou a cabeça sobre as mãos.

– Então, você está me dizendo... que parte da culpa pelo que Quarfein fez é sua?– Disse ela.

– De certa forma... eu fui criada para acreditar nas meias-verdades do clero de Lolth e me tornar uma de suas sacerdotisas... e criei meu irmão para acreditar no mesmo que eu e servir a essas sacerdotisas... – Lamentou Faeremma, suspirando. – Eu não sabia... o quão falso era aquilo no que eu acreditava e estava ensinando ele a acreditar. O quão erradas eram as convicções que eu estava repassando a ele.

– E o que pretende fazer? – Disse Nádia, tentando conter a vontade de chorar. – Tudo o que seu irmão fez àquele garoto...

– Acredite, não é nada perto do que Aunbryn fez a ele... – Disse a drow, suspirando. – Ou de algumas coisas que eu fiz... ainda assim, ele ama aquele garoto...

– Do que está falando?! As coisas que ele fez- Exclamou Nádia, se levantando.

– Nádia, na sociedade de onde viemos, sequer existe uma palavra para amor. – Disse Faeremma, segurando a garota pelo braço. – A que mais se aproxima é a mesma que se usa para "luxúria" e outros derivados. Desde pequenas as pessoas são ensinadas a acreditar que o amor é uma fraqueza que serve apenas para atrair a morte.

– Então... – A drow assentiu com um menear de cabeça.

– Meu irmão tem uma idéia extremamente vaga do que sente. E está se debatendo contra isso de todas as formas, se negando a aceitar. – Explicou a drow, fazendo com que Nádia se sentasse, aterrada. – Ele o ama, mas está tentando negar isso para si mesmo de todas as formas possíveis... porém, ele está ficando encurralado... ele não está mais conseguindo driblar sua própria consciência.

– E isso não é bom? – Indagou a humana. – Quero dizer... se ele está sendo encurralado pela verdade do que sente...

– Ele vai ser forçado a admitir que ama alguém que foi ensinado a odiar. E se por um lado isso pode se transformar em algo bom, por outro, pode desencadear uma tragédia.

Silêncio. Não era preciso dizer mais nenhuma palavra — e mesmo que fosse, não havia palavras que pudessem ser ditas.

– O que devemos fazer? – Indagou Nádia, desorientada. A drow a segurou pelos ombros.

– Observar de perto. – Explicou. – E se tudo convergir para um desastre, aí sim interferir.

– Está sugerindo que nós apenas observemos?! Enquanto — Faeremma interrompeu.

– Apenas pense que, se por algum acaso, meu irmão descobrir toda a verdade de uma só vez, aí, definitivamente, teremos todos os fatores necessários para desencadear uma tragédia.

~*~

Quarfein suspirou, retornando a lâmina para o lugar onde a encontrara — parecia que nem mesmo as espadas, que por tanto tempo foram suas companheiras, estavam dispostas a ajudá-lo a subtrair de sua mente a imagem de Amaess.

Por mais que o drow se esforçasse, a imagem do garoto não deixava seus pensamentos: a imagem daqueles olhos azuis se recusava a deixar sua mente — aqueles olhos suplicantes, cheios de lágrimas; aqueles lábios róseos, macios, entreabertos em uma respiração involuntariamente acelerada; aquele rosto de pele alva e macia, tão frágil que parecia ser de porcelana.

"Você poderia pelo menos não fingir que se importa. Poderia ser ao menos sincero, não acha?" Talvez o melhor a ser feito fosse, de fato, ser sincero e não mais fingir indiferença... mas e se o fizesse? Estaria se rendendo ao estranho sentimento contra o qual tanto lutava, ao desconhecido que o tornara prisioneiro daquele que havia se sujeitado às suas vontades... estaria se colocando nas mãos daquele sobre quem julgava ter controle.

Suspirou, retornando para a pousada após comprar uma adaga nova, quando ouviu duas crianças brigando.

– O cachorro é meu, eu faço o que eu quiser com ele! – Disse a mais jovem, um garoto de cabelos claros e olhos escuros.

– Não, você não faz! – Exclamou a outra, uma menina de cabelos e olhos brancos. – Você é responsável por aquilo que cativa!¹ Você tem que cuidar dele, e tratá-lo bem!

– Por que motivo?! Se não fosse por mim, ele teria quee comer lixo para sobreviver! – Protestou o garoto, com ar indignado. A garota o atingiu com um tapa.

"É, mais carinhosa que minha irmã, com certeza." Pensou Quarfein, até certo ponto se identificando com o garoto.

– Se não fosse por nossa mãe, você nem existiria, e ainda assim ela não usa isso como desculpa para amarrar pedaços de louças quebradas na sua perna! – Disse a pequena. O garoto entrou em casa, gritando.

– Mãe, a Claire me bateu!! – Exclamou, chorando. – E ainda gritou comigo!

"Prevejo surra..." Pensou Quarfein — afinal, fora exatamente o que aconteceu na primeira e única vez em que se queixara com sua mãe de uma agressão feita por sua irmã — mas ao invés do que o drow imaginara, a mãe do garoto saiu na rua.

– Claire, por que bateu no seu irmão? — Perguntou.

– Ele estava maltratando o Toby. – Protestou a pequena. – Amarrou pedaços de louça velha nas patinhas dele e disse que podia fazer o que quisesse porque "o cachorro era dele". – Disse a garota, lançando um olhar de raiva para o irmão, apesar do fato de que era cega. A mãe dos dois entrou em casa, puxando o garoto pela orelha.

– Ah rapazinho, eu vou ter uma conversa muito séria com você! – Disse. – Já não ensinei a você e à sua irmã a zelarem por aquilo pelo que são responsáveis?! Quantas vezes tenho que lhe explicar que ter poder sobre alguma coisa lhe torna responsável por esse algo?!!– Falou, antes de fechar a porta. Claire apenas se voltou para Quarfein, olhando-o como quem perguntasse "Não tem nada para fazer?".

O drow sacudiu a cabeça em uma negativa muda, retornando para a estalagem da mãe de Nádia. Entrou no quarto sem dizer uma palavra, engolindo em seco quando seus olhos recaíram sobre Amaess.
Sentou-se ao lado do garoto, que estava deitado de lado, encarando o horizonte com um olhar perdido. Um silêncio pesado e mortificante se estabeleceu.

– Você pretende ficar assim por quanto tempo? – Disse Quarfein, se debruçando sobre o elfo. O garoto fechou os olhos, com o pensamento bobo de que talvez não voltasse a abri-los — por que não? – O que pretende conseguir agindo assim?

– O que pretende conseguir me mantendo vivo? – Perguntou Amaess. Os dedos do drow deslizaram por seu rosto — traços finos e delicados, completamente tentadores.

"É por minha culpa..." Constatou, se referindo à notícia que recebera da irmã alguns instantes atrás. "Eu te manter vivo é errado... eu te desejar é errado... é óbvio... você é tão frágil e ingênuo... é fraco..." Pensou, deixando suas mãos deslizarem pelo tronco esguio de Amaess. "Mas se eu deveria te considerar tão insignificante... por que se te querer é errado eu não quero estar certo?" Analisou Quarfein, acariciando o rosto do elfo.

– Por que eu deveria responder? – Disse o drow, aproximando os lábios de uma das orelhas do garoto. – Você pertence a mim, lembra? – Falou, deixando seu indicador deslizar pelos lábios do jovem. Doía-lhe ver aqueles olhos azuis desprovidos do brilho que tinham anteriormente, mas isso era algo que se recusava a admitir. – Seus lábios... seu corpo... até mesmo a última gota de sangue que você tem me pertencem... — Amaess estremeceu, e engasgou quando os dedos do drow deslizaram para dentro de sua boca.– Portanto, seja obediente, e talvez eu não te machuque... – Disse, pressionando o corpo do garoto contra o seu. – Muito...– Sussurrou. Uma lágrima escorreu dos olhos do elfo, que já tinha uma vaga ideia do que vinha a seguir. – Dos phuul kul'gobsula... mal'rak...¹ – Ao dizer isso, Quarfein removeu os dedos da boca do garoto, virando-o para si a fim de observar a expressão de agonia em seu rosto. Algo tão lindo, e tão doloroso... a dor que sentia em seu peito ao ver o olhar de Amaess tomado pelo sofrimento, por mais que não quisesse admitir, era tanta... por que? Por que aquele elfo o fazia sofrer ao lhe encarar daquela forma? Por que lhe era doloroso observar aqueles olhos desprovidos de brilho, tomados pela tristeza?

Amaess estremeceu quando sentiu as mãos do drow deslizando por sua coxa, apertando-a, percorrendo-a. Não havia nada que pudesse fazer, além de implorar — sabia disso, porque todas as vezes em que tentara fazer algo, tudo o que conseguira fora fazer com que Quarfein o agredisse ainda mais.

– Por favor... – Suplicou, na vã esperança de que, pelo menos desta vez, o outro ouvisse. – Não...

– Você é tão indefeso, Amaess... – Disse o drow, mordendo a clavícula do garoto. Sentia o corpo abaixo do seu tremer, enquanto deslizava suas mãos pelas nádegas do jovem, embrigado de desejo. – Me faz querer te devorar... pedaço por pedaço... – Falou, começando a morder o pescoço do elfo e ir descendo em direção aos mamilos, passando pelos ombros. Amaess se debateu um pouco, soluçando e tentando não gemer — quando havia ficado com tanto medo? O toque do outro passou a ser o bastante para lhe deixar apavorado?

– Por favor... ao menos me mate de uma vez... ao invés de fazer isso aos poucos... – Suplicou, fazendo o drow se deter. Suas orbes cor de sangue focalizaram os olhos azuis de Amaess, e algo dentro de si doeu ao ver aqueles olhos, outrora tão cheios de inocência e vida, cheios de medo e dor. Era quase como olhar para um abismo de agonia.

– Como assim eu estou te matando? – Falou Quarfein, sem obter uma resposta — o elfo apenas desviou o olhar.

– Você... nunca entenderia, não é mesmo?– Disse, olhando de forma melancólica para o pôr-do-sol. – Ou talvez... nunca se importaria em entender...

"E por que eu precisaria entender?" Pensou o drow, secando uma das lágrimas que escorriam pelo rosto do garoto. "Por que eu me importo? Por que dói- " Quarfein se deteve, se recusando admitir que de alguma forma toda aquela melancolia lhe causava dor. Pegou as chaves das algemas, soltando os pulsos de Amaess.

– Talvez... apenas se vista e vamos jantar... – Falou, jogando uma muda de roupa para o elfo. – Eu deixo você escolher a comida, apenas pare com esse drama antes que eu me irrite.

Silêncio. Amaess ponderou sobre as alternativas que tinha, e não foi difícil escolher vestir as peças de roupa que lhe haviam sido jogadas e acompanhar o drow até uma taberna qualquer.

– E então, o que vai querer? – Perguntou Quarfein. O elfo hesitou antes de erguer o rosto.

– Pode escolher... – Falou, com um tom de voz entorpecido. – Não é como se fosse mudar algo...

O drow suspirou.

– Já que não faz questão nenhuma... – Disse, chamando uma atendente e sussurrando algo. A mesma voltou algumas horas depois com dois pratos de comida e uma garrafa de bebida alcoólica acompanhada de dois copos, e logo em seguida se afastou. Amaess abaixou o olhar. – O que foi?– Indagou o drow.

– Eu não bebo. – Respondeu o jovem. Quarfein revirou os olhos.

– Você disse que não faria diferença, não disse? – Falou, enchendo o copo do elfo. – Uma vez que você considera estar comigo algo tão insuportável, eu estou te dando a oportunidade de não se lembrar de nada do que possa vir a acontecer hoje a noite no dia seguinte.

Silêncio. Amaess encarou o prato de comida e o copo — não se lembrar de nada do que o outro lhe fizesse, sem dúvida soava ótimo. Não hesitou antes de tomar o primeiro gole, mas engasgou devido ao gosto forte, que lhe fez hesitar. Ainda assim, haviam coisas piores. Quarfein apenas bebeu com calma, observando o outro fazer o mesmo, de forma ainda mais lenta. Notou quando Amaess terminou de esvaziar o copo e então voltou a enchê-lo. Os olhos do elfo se arregalaram.

– Você realmente acha que só um copo vai ser o bastante? – Perguntou. Amaess hesitou, mas entre a amargura do líquido e a das memórias que poderia ter a chance de esquecer, preferiu a do líquido. Devido ao fato de que Amaess comia devagar e procurava beber rápido para não sentir o gosto, o drow pôde facilmente fazê-lo beber três copos, e iria fazê-lo beber um quarto, se o terceiro já não houvesse sido o bastante para derrubar a sobriedade de Amaess.

Com um sorriso oblíquo, Quarfein pagou a conta e permitiu que o elfo se escorasse em seu ombro. Abriu a porta da estalagem, jogando o mesmo na cama. Sem obter resistência, debruçou-se sobre o garoto despindo-o.

"Quente..." Pensou o elfo, piscando algumas vezes enquanto Quarfein o despia. "Eu realmente... não irei me lembrar de nada amanhã?".

O questionamento foi tardio, visto que as mãos hábeis do drow já subiam por suas coxas. Quarfein começou a beijar e a morder os mamilos do elfo, alternando. Uma onda de calor percorria o corpo de Amaess, fazendo-o ofegar.

O drow puxou os fios dourados de sua presa para trás, mordendo-lhe o pescoço. Amaess arqueou o corpo, sentindo um arrepio percorrer toda a sua espinha.

"O pior é que... mesmo eu odiando ele... mesmo eu não querendo... ainda assim... ainda assim não é apenas dor... por que?" Pensou, ao que o drow mordeu uma de suas orelhas, fazendo-o emitir um gemido de prazer.

– Você realmente é muito sensível... eu mal comecei, e você já está ofegando... – Sussurrou, acariciando as coxas do jovem. Amaess fechou os olhos, tentando não pensar na pessoa que estava sobre si. Sentiu quando o outro o invadiu, sem tentar conter o gemido. "Sua voz... é tão doce..." Pensou o drow, ao que o jovem agarrou o lençol da cama com força. Não esperou muito para começar a se mover, arrancando pequenos gemidos dos lábios do elfo.

"Por que? Por que mesmo ele tendo me ferido tanto... mesmo ele tendo me magoado tanto... por que isso não é completamente ruim?" Questionou-se Amaess em pensamento, cobrindo o rosto, envergonhado. Porém, o drow agarrou-lhe os braços, afastando-os.

– Não cubra seu rosto. – Disse, mordendo o pescoço do elfo. Amaess desviou o olhar, mas a cada toque de Quarfein — a cada aperto, a cada mordida, a cada beijo — a cada contato do drow com seu corpo, uma parte maior de sua sanidade parecia sumir, dando lugar a uma sensação de prazer que entrava em choque com seus sentimentos e com o que pensava.

Estava com medo — aquele fogo consumindo-o era assustador, mas ainda assim... ainda assim trazia uma sensação física que não era ruim — o que deixava Amaess amedrontado. Quarfein puxou os cabelos do elfo para trás quando as unhas do mesmo deslizaram por suas costas, e beijou os lábios do garoto, que a essa altura, havia se perdido completamente em relação ao que estava acontecendo.

Talvez se estivesse sóbrio, Amaess tivesse gritado ou tentado golpear o drow quando os lábios do mesmo se aproximaram de seus ouvidos, sussurrando de forma tentadora. – Então, você finalmente está sendo honesto? – Porém, a sobriedade havia deixado seu corpo a algum tempo e alguns copos de bebida alcoólica atrás, de forma que o elfo apenas corou ainda mais, desviando o olhar.

– Termine... logo... – Disse, em meio a uma respiração ofegante, entrecortada por gemidos e suspiros.

"Que meigo... e... você fica ainda mais adorável quando está com as bochechas vermelhas desse jeito..." Pensou o drow, mordendo os lábios do garoto de leve.

– Você realmente quer que eu termine?– Perguntou, observando as linhas transparentes deixadas pelas lágrimas no rosto do elfo.

– Quarfein... por favor...– Implorou. O drow deu um sorriso oblíquo — ameaçador, e ao mesmo tempo, sedutor. Amaess se encolheu, pressionando ainda mais suas unhas contra as costas de Quarfein quando este lhe puxou para seu colo. – Agh!!

– Se sua urgência é tanta, por que não termina isso você mesmo? Não é algo tão difícil, visto que você só precisaria descer e subir o seu corpo... – Disse, erguendo e abaixando o corpo do garoto pelos quadris como que para ilustrar o que este deveria fazer. O elfo estremeceu, sentindo o órgão do outro completamente dentro de seu corpo. Quarfein parou de movimentá-lo, propositalmente quando estava completamente inserido no interior da frágil criatura que tremia sobre seu corpo. Com esforço, Amaess começou a se mover, tremendo.

Sua mente oscilava, entre a embriagues, a dor, o prazer e a agonia. Tudo o que sabia era que, para aquilo acabar, precisava se mover daquela forma, e portanto, se concentrou em fazê-lo. Sentia os lábios de Quarfein explorando as regiões mais sensíveis de seu peito, de seu ombro, de seu pescoço... já não conseguia pensar racionalmente, quando finalmente o fogo que parecia consumir sua sanidade deixou, ainda que de forma parcial, seu corpo. Estava exausto, de forma que Quarfein apenas o deitou na cama, terminando de se satisfazer. Então, o drow deitou-se ao lado de Amaess, abraçando-o por trás.

~*~

Faeremma chegou no quarto da estalagem onde estava hospedada exausta, de forma que apenas se jogou na cama, apoiando a cabeça sobre o travesseiro. Seus olhos percorreram as paredes de formas ágil, mas ainda assim, uma sensação desconfortável a atormentava. Podia sentir a presença de Aunbryn, e sabia que a irmã se encontrava naquela cidade. Havia, sim, reaprendido muitas magias ofensivas, e melhorado na arte do combate físico... mas sabia que, se sua irmã tivesse recuperado o favor de Lolth — ainda que temporariamente — nada disso adiantaria contra ela. Sua preocupação maior, no entanto, era outra — sentia-se culpada pelo que estava acontecendo, e temia não viver o bastante para interferir caso algo desse errado.

Respirou fundo, pensando no que fazer, quando finalmente teve uma idéia — um plano que, após ter todos os preparativos concluídos, a permitiria dormir tranqüila — bem, não exatamente tranqüila, visto que temia a presença de Aunbryn, mas que a permitiu dormir em paz com sua consciência.Só conseguiria ficar realmente tranqüila depois do amanhecer do dia, quando os primeiros raios de Sol invadissem seu quarto.

~*~

Notas finais
Huh... álcool... ironicamente, eu postei esse capítulo durante uma ressaca violenta...
Favor deixar review enquanto eu tomo novalgina.