Haru Haru
18 [Continuação] Sexo ou amor?
Notas iniciais
Tudo bom?
Eu andei pensando aqui comigo... eu já comecei a fic, mostrando o GD e a CL casados, certo? Então eu pensei, pensei, pensei, tomei água de coco, pensei, pensei, pensei mais um pouco, pensei, pensei, comi bolo e pensei. Então eu resolvi fazer, tipo um bônus/extra mostrando o casamento deles, e como o GD era safadeenho. Essa ideia ainda não está muito, assim, digamos, formulada. Acho que a água de coco não fez muito bem. Mas assim que eu tomar uma decisão quanto a isso, eu avisarei.
Bem, hoje, domingo dia 06/05 é o aniversário da minha mãe. Eu sei, eu sei. Vocês devem estar se perguntando: Se é aniversário da sua mãe o que você tá fazendo aqui no nyah sua vagabunda?!
Bom, minha mãe não quis fazer festa [típico, só pra eu não comer brigadeiro e coxinha] aí ela quis ficar em casa, ela ficou= eu também fiquei.
Mas já que o niver é dela, o mais estranho é que, quem ganha o presente somos nós! Nós mesmo, o presente de vocês é o PRIMEIRO HENTAI SKYDRAGON DA FIC! E o meu obviamente vão ser os reviews.
Vou apelar pra ameaça: SE VOCÊS NÃO COMENTAREM, EU VOU EXCLUIR O HENTAI, VOU ENTRAR EM DEPRESSÃO EM UM QUARTO ESCURO E CHEIO DE RATOS, VOU COMER PAPEL E PAREDE, E AINDA POR CIMA... VOU MORRER VIIIRGEEM! ~~Sumemo~~
Agora que já ameacei, vamos de hentai, quentíssimo dos nossos safadêenhos favoritos!
P/S: Eu sei que vocês estão lendo isso aqui, e estão agoniados para pular pro hentai. Mas como eu sou uma boa autora e respeito as regras [mentira da internet] eu tenho que colocar o aviso né?
ATENÇÃO: O CONTEÚDO ABAIXO É ADEQUADO APENAS PARA MAIORES DE 18 ANOS. SE VOCÊ É MENOR DE 18, pode continuar tem problema não, MAS SE VOCÊ FOR CONTINUE. RELAÇÕES SEXUAIS, XINGAMENTOS E COMÉDIA, SE ESTE CONTEÚDO NÃO LHE AGRADA OU LHE OFENDE, POR FAVOR NÃO LEIA.
AGORA...
APROVEITEM!
POV GD
Todos chegaram e se esparramaram pela sala. Ficamos assistindo tv, as meninas, menos Kitty que estava dormindo, estavam brincando/conversando com Yoo Bin.
–Ô GD leva a CL daqui. Esse barulho vai acordar ela. E eu tenho medo da CL quando acorda de mau humor. — Seungri disse fazendo careta.
–Por quê você não leva ela? — Estava com preguiça de mover o dedo mindinho do pé, imagine de levar essa gata para dormir na cama.
–Por quê o marido dela é você e não eu. — Ele me deu língua e virou-se de volta para a televisão.
–Aish. — Levantei-me pegando-a no colo indo em direção a quarto. Com muita dificuldade, consegui abrir aporta. Quando entrei, fechei-a com os pés e fui em direção á cama. Assim que a acomodei, seus olhos abriram-se e seus finos braços puxaram-me violentamente. Sua ação foi tão rápida que, mal percebi como e quando ela ficou sobre mim.
–Eu estou lembrada do nosso trato.
–Que ótimo. — Sorri malicioso.
–Depois, vamos dar uma surra no Seungri? — Ela propôs sorrindo divertida.
–Depois de nos divertimos, nós pensamos nisso. — Agarrei seus cabelos e sem muita força, puxei-a para um beijo. Assim que nossas bocas se encontraram, nossas línguas travaram uma violenta batalha por espaço e tempo. Esse beijo está muito diferente do qual trocamos na praça. Está mais quente, selvagem, ativo.
Estavamos tão distrídos com as novas sensações, que não percebemos que Minzy e Taeyang estavam na porta nos olhando incrédulos e risonhos ao mesmo tempo. Kitty revirou os olhos e saiu de cima de mim, tentando ajeitar ao máximo possível os cabelos loiros, os quais estavam totalmente bagunçados.
–O que vocês querem? — Perguntei, furioso.
–Só viemos avisá-lo, quer dizer, avisá-los que nós vamos comprar uns lanches. Bom e TOP vão ficar aqui. Yoo Bin vai com a gente. — Tae falou com certas dificuldades por conta do riso.
–Era só isso? — Kitty perguntou, encostada na parede, á frente da cama.
–Só.
–Então tchau. — Ela acenou para eles que saíram apressados. Depois disso, com a porta já trancada ela virou-se e sorriu em um misto de malícia, perversidade e crueldade.
–Você fica uma delícia com esse sorriso malvado. — Declarei, mordendo o lábio inferior e comendo-a com os olhos.
–Onde foi que paramos mesmo? — Ela perguntou cínica, sem tirar o sorriso dos lábios, enquanto cruzava as pernas, ainda encostada na porta.
–Paramos aqui ó... — Andei até ela, peguei sua coxas, erguendo-a. Ela por sua vez, envolveu minha cintura com as pernas. Ainda sem tirar as mãos das coxas dela, recomecei o nosso beijo, sedento por mais daquela deliciosa sensação. Suas mãos serpentearam, pelo meu pescoço e cabelo, puxando-os. Prensei-a contra a porta, mordi seu lábio inferior arrancando um pequeno gemido dela. Apertei mais suas coxas. Quero minha marca nela.
Sem tirá-la do colo, caminhei até a cama, onde me joguei, sem me importar se a havia machucado. Pelo ritmo ao qual ela me beijava, não devia nem ter percebido que estávamos na cama. Suas mãos, largaram meus cabelos, ela me empurrou para o outro lado da cama, tomando o controle.
–Eu também quero me divertir.
–Você não estava se divertindo?
–A verdadeira diversão, vai começar agora. — Ela sorriu com a mesma malvadeza usada antes. Sem muita dificuldade ela rasgou minha blusa branca simples, passando levemente as unhas pontiagudas por toda a extrensão do meu tórax. Ela chegou um pouco mais para trás, sentando bem em cima da minha masculinidade a qual reagiu imediatamente, atraindo totalmente a atenção dela. — Então, quem será esse aqui? — Ela se fez de inocente, enquanto sutilemente rebolava, me deixando mais excitado ainda.
–Não brinque com fogo, garota. — Avisei-a.
–Garota? É isso mesmo que eu ouvi? — Sua expressão estava irreconhecível. Seus olhos mantinham um brilho incrédulo e insatisfeito, mas seus lábios exibiam um sorriso atrevido.
–Com todas as letras.
–Eu não sou uma garota. — Suas mãos desceram um pouco mais, contornando o meu umbigo.
–Prove. — Desafiei ousado, semicerrando os olhos.
–Você verá, quem é a garota aqui. — Seu sorriso cresceu mais ainda, deixando-me um pouco assustado. Ela abaixou a cabeça, passando a língua por minha barriga, onde deu leves mordidas. A medida em que ela subia, mais intensas ficavam as mordidas deixando-me algumas marcas. — Agora você é meu. Tem minha marca. — Ela sorriu sarcástica. Agarrei-a, segurando seus dois braços colocando-a por baixo, enquanto passava a ponta do meu nariz em seu pescoço.
–Não é justo que só eu tenha marcas. Você também tem que ser marcada como minha propriedade. — Beijei seu pescoço e nesse mesmo lugar, dei leves mordidas. Fui intensificando á medida que ela tornava os gemidos mais frequentes. Deixei algumas marcas roxas por seu pescoço, visto isso sorri. — Agora você é minha.
–Eu quero fazer um estrago em você. — Ela sorriu. Deitei-me na cama a seu lado.
–Faça o que quiser. Sou todo seu. — Sorri, ao notar a malícia em minhas palavras, enquanto Chaerin sentou ao pé da minha barriga, virada de costas para mim desabotoando minha calça. Assim que ela conseguiu se livrar da peça, sua mão concentrou-se apenas na tenda, formada em minha cueca box.
Ela abaixou-se, mordendo-me ainda por cima da cueca. Suas mãos acompanhavam seus dentes, enquanto lentamente ela abaixava a cueca. Quando conseguiu me despir por completo, levantou-se da cama e encostou-se na mesma parede, em frente á cama.
–O que foi? — Perguntei confuso.
–Só quero admirar a paisagem.
–Prefere admirar, ou desfrutar da paisagem? — Sorri convidativo.
–Hum, desfrutar.
–Escolha certa. — Ajoelhei-me e abri os braços. Sem hesitar ela veio e me abraçou escontando-se ou melhor presando-se a meu corpo. Essa Chaerin é totalmente diferente da que eu casei. Desabotoei sua blusinha e praticamente arranquei a parte de cima do biquíni, causando-a um sorriso. Sem demora abocanhei seu seio direito, e para que o outro não ficasse com 'ciúmes' passei a acariciá-lo. Minha mão livre desceu para seu short, desabotoando-o sem muita dificuldade. Com a ajuda da própria nos livramos da peça. Deitei-a, ficando por cima, fui passando minha língua por toda a extensão do colo dos seios, a barriga chapada até chegar onde eu queria. A minha fonte de prazer supremo, ainda estava coberta pela parte de baixo do biquíni.
Apenas coloquei para o lado, assim podendo vizualizar a beleza ali escondida. Ela estava completamente molhada, deixando-me parcialmente feliz. Penetrei-a com dois dedos enquanto sugava seu clítoris, arrancando gemidos altos dela. Fui aumentando a velocidade e o número de dedos até fazê-la gozar em minha boca. Suguei tudo, levantando a cabeça e capturando seus lábios afoitos, fazendo-a provar de seu próprio sabor.
–Minha vez. — Ela rapidamente levantou-se, colocando-me por baixo enquanto acariciava minha masculinidade, arrancando gemidos tanto meus quanto dela mesma. Inesperadamente, ela apertou meus testículos me causando uma momentânea dor, que logo depois transformou-se em prazer. Ela abocanhou meu pênis, sugando, lambendo, masturbando e acariciando minhas bolas. Não demorou muito e eu gozei.
Ela engatinhou, sentando em minha barriga, espalhando seu líquido quente. Ela me deu um breve beijo, mordeu minha orelha e sussurrou.
–Eu quero você dentro de mim. Agora. — Essa foi a minha chance, de reverter o jogo. Sem muita delicadeza, inverti a posições e posicionei-me bem em sua entrada, passando levemente meu pênis por seu clítoris.
–Peça.
–O quê? — Ela perguntou incrédula.
–Peça, para que eu te penetre.
–Não.
–Ok. — Continuei pressionando meu pênis em seu clítoris, fazendo-a morder o lábio inferior tentando reprimir um gemido. Ela estava mordendo tão forte que chegou a sangrar um pouco. — Chaerin, não é tão difícil assim pedir.
–Eu não vou pedir.
–Você que pensa. — Sorri travesso, pressionando mais. As vezes eu ameaçava penetrá-la mas logo depois me tirava de sua entrada. Ela estava ficando vermelha, não sei se de raiva. — Vamos, é só pedir.
–Argh, me fode logo, porra! — Ela estava visivelmente irritada.
–Eu esperava que você fosse ser um pouco mais carinhosa. Mas tudo bem.
–Me fode logo GD! Tá surdo ?!
–Calma! — Adentrei-a com tudo, fazendo com que um mar de sensações invadissem o meu corpo. Usei toda a minha disposição, fazendo-a gemer loucamente, confesso que também não estava muito atrás. Não demorou muito e nós chegamos ao clímax. — Satisfeita? — Perguntei, sabendo que tanto ela quanto eu, queria mais.
–Claro que não. — Ela agarrou meus ombros e me jogou na cama, subindo em cima de mim. Sentou bem em cima do 'GD' onde rebolou desesperadamente, arrancando-me gemidos altos. Quando eu menos esperava ela envolveu meu pênis com sua amiguinha. Ela começou a cavalgar e rebolar me deixando completamente louco. Minhas mãos agarraram suas nádegas, ajudando-a a aumentar o ritmo. Nossos corpos estavam suados, cabelos totalmente desgrenhados, respirações descompasadas e o prazer dominando todo o ambiente. Um pouco antes de chegar ao clímax pela segunda vez ela parou repentinamente.
–O que foi? — Perguntei , confuso e irritado.
–Peça para que eu continue. — Ela sorriu maliciosa e cínicamente.
–O quê? Como assim? — Eu estava incrédulo.
–É que você escutou.
–Eu não vou pedir.
–Ok. — Ela ficou rebolando apenas para me provocar, exatamente como eu fiz. Eu não estava mais aguentando, a essa altura eu já estava ficando louco, então agarrei seus braços, inverti as posições e estoquei vigorosamente.
–MAIS RÁPIDO! MAAAAIS! — Ela grittou, sedenta por mais. Mordi o lábio inferior e aumentei o ritmo, arrancando gemidos e urros de prazer.
–Você é uma delícia. — Murmurei, em meio ás estocadas. Larguei um de seus braços e com a mão livre, acariciei seu clítoris.
–AAAAHHH! MAAIS GD! MAIS, MAIS EU QUERO MAIS! — Ela estava fora de si, e eu estava adorando isso. Aumentei ao máximo a velocidade das estocadas e sem demora alcançamos o clímax juntos, em uma sintonia perfeita. Sai de dentro dela e deitei á seu lado, tentand normalizar a respiração.
–Quem é você e o que fez com a CL? — Perguntei sem acreditar que haviamos mesmo feito isso.
–Eu sou Chaerin e a CL continua aqui. Idiota. — Ela também estava com a respiração alterada.
–Nós fizemos isso mesmo?
–Sim.
–Você é ótima.
–Você também não fica atrás. — Ela sorriu, fazendo-me sorrir também.
–Será que gritamos muito alto?
–Não sei. Vamos conferir. — Ela levantou-se e vestiu minha blusa. Eu apenas peguei minha bremuda e vesti. Saímos do quarto totalmente despenteados e suados, chegando na sala encontramos Bom e TOP praticamente se engolindo. Dei um pigarro alto assustando ambos.
–Ér, GD, CL. Quando vocês apareceram aqui? — Bom perguntou tentando disfarçar.
–Agora pouco. — Kitty respondeu jogando-se no sofá.
–Por quê você está sem camisa e você estã usando a camisa dele? — TOP perguntou desconfiado. Trocamos olhares e eu respondi.
–Nós transamos. — O casal alien arregalou os olhos, surpresos.
–Agora... então vocês... mas... VOCÊS SÃO MARIDO E MULHER DE VERDADE AGORA ?! — Bom gritou abraçando CL que me fuzilou com o olhar.
–Não Bommie. Não somos um casal de verdade. Só fizemos sexo.
–Mas isso é uma atitude que só da certo se os dois querem, se amam, ou se gostam. Resumindo, quando se tornam um casal!
–Foi só pra aliviar a tensão. Não faz mal, mesmo que nós tenhamos o desejo de nos matar. — Respondi.
–Então tá, vocês admitem que só fizeram SEXO e não AMOR? — TOP perguntou, ainda desconfiado.
–SIM. — Respondemos juntos. Ela foi para a cozinha com Bommie e TOP ficou me olhando ainda desconfiado.
–Mas que porra Seunghyung, foi só sexo! — Passei a mão pelos meus cabelos, frustrado.
–Você sabe que não foi só isso.
–Foi só isso sim, e acabou esse assunto.
–Tá bom então. — Voltamos a assistir tv enquanto esperávamos os outros chegarem.
Notas finais
COMENTEM BASTANTE PIMPOLHOS!
Kissus ;*
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