Haru Haru

3 Rosed sakura lips.


Notas iniciais
Haai minhas lindas *O* Como vcs estão? Espero que bem e brilhantes como sempre u.u Essa semana eu fiquei tão feliz em receber spams intitulados "Nyah! Fanfiction" xD Primeiramente porque eu não sabia que maioria de vcs iriam voltar, e que as leitoras novas também devorariam Pigananda pra começar Haru Haru XD AWWWH, ISSO ME DEIXOU TÃO FELIZ *OOO* Eu amo tanto vocês que me culpo amargamente quando fico um dia sem escrever T^T E essa semana eu praticamente eu não escrevi, então passei a noite de sexta e sábado acordada até as tantas da madrugada escrevendo esse cap de AnnTae *-*
Então espero que vocês gostem *-* Façam minhas sacrificadas noites de em claro valerem a pena *---------*
Leiam~

– Sobrou a gente – disse assim que ouvi a porta da sala se fechar com Sunie e Minho passando por ela.

Estava eu, Taemin, Jong e Onew na cozinha lavando a louça dos cupcakes. Ok, na verdade, só eu estava lavando a louça. Taemin estava sentado na bancada atrás de mim balançando para frente e para trás os pés que não tocavam o chão, Jong estava com os cotovelos apoiados na mesma bancada e Onew também estava escorado nela.

– E o que a gente vai fazer, noona?

– Ah é! Ta tendo um evento de anime lá no Chinatown, e eu queria te levar – disse me virando para sorrir para o Tae enquanto enxugava o prato.

Ele sorriu de volta para mim.

– Que ótimo! – exclamou Jong. – Sobrou você e eu agora, Onew hyung, como sempre. Estou até pensando em começar um relacionamento com você.

Eu mordi o lábio para não rir e franzi o cenho, queria ver onde isso ia dar.

– Seria bom – brincou Onew – já que sempre sobramos aqui.

– A gente poderia começar com um jantar a luz de velas, o que acha?

Onew piscou os olhos duas vezes antes de virar o rosto para o Jong.

– Você ta mesmo falando sério?

Jong, teatralmente indignado, não respondeu e eu tive que rir.

– Já começa assim, Onew? – ele dizia tão sério que eu chegava a acreditar – Desrespeitando meus sentimentos?

– Mianhane, Jonghyun – Onew se desculpou ainda rindo e esticando um braço para abraçar o Jong.

Mas ele se desviou.

– Não, hyung, você partiu meu coração – disse Jong da maneira mais intensa possível antes de sair da cozinha.

Eu praticamente estava assistindo um drama coreano ao vivo e estava gargalhando com isso. O que é bem irônico.

– Meninos, tudo bem se vocês quiserem ir – disse ainda sorrindo e me virando para terminar de enxugar a louça.

– Não, Anna – disse Jong rapidamente, trocando toda a expressão teatral e melancólica por um sorriso. – Ta tudo bem, a gente só estava brincando.

– Então tudo que você disse era mentira? – quis saber Onew afetado.

– Desculpe, o coração nos engana às vezes – disse Jong compadecido.

Onew fungou e abaixou a cabeça fingindo chorar.

Taemin que estava até agora assistindo tudo com um sorriso largo no rosto finalmente levou o pulso a boca e começou a rir. E o riso dele era tão gostoso que contagiava o meu. Aliás, era incrível todos os efeitos que ele conseguia causar em mim levando em consideração que ele é um garoto três anos mais novo que eu. Quer dizer, a Maggy vivia me dizendo que minha vida amorosa não ia para frente porque eu parecia ser muito fechada, como uma caixinha que ninguém conseguisse abrir ou achar onde estava a trava. Mas a verdade era que todo esse tempo eu estava evitando ter que sofrer por um garoto como eu vi a própria Maggy sofrer inúmeras vezes.

Burrice!

Sim, é burrice não arriscar. Pelo menos de vez em quando, digamos que é saudável arriscar. E Taemin foi o primeiro garoto que fez com que eu realmente quisesse arriscar.

Entende o que eu digo? Não foi apenas pela fofura dele, ou o quanto ele consegue me surpreender quando liberta o homem que há dentro de si, também não foi só pelo seu jeito gentil e meigo, ou suas palavras doces e desajeitadas, mas sim por algo mais lá no fundo, mais oculto, algo que não dá para tocar.

E eu estava pensando nisso enquanto prendia o cinto na minha bata branca (que só servia para deixar minha cintura mais fina, o que eu realmente não precisava já que meus quadris eram moderadamente largos) que ficou linda com aquela bermuda azul-marinho xadrez. Prendi metade do meu cabelo num rabo-de-cavalo e pus a minha franja para frente quando notei que as mechas azuis do meu cabelo estavam começando a desbotar.

– Ta pronta? – Taemin surgiu na soleira da porta do meu quarto com olhos grandes e brilhantes, calças jeans e uma camisa azul com o rosto sorridente do Luffy estampado.

– Aham – suspirei pegando minha bolsa em cima da cama e dando um selinho naqueles lábios carnudos antes de sair do meu quarto.

TAEMIN’S POV

Nós fomos de moto. Sim, de moto. Eu imaginava que iriamos de taxi ou de carro, aliás, ela e a Maggy sabem dirigir, a Sunie também, mas ela ainda está com a carteira de motorista provisória (você fica sabendo de muuuita coisa quando se está vivendo sob o mesmo teto que três garotas americanas durante alguns meses, muita coisa mesmo). Mas... moto? Sem contar que eu me senti meio desconfortável em sentir a base de suas costas na parte da frente da minha calça, porém, eu não podia me afastar ou chegar um pouco para trás porque realmente tinha medo de cair (aliás, o capacete salva a sua cabeça, mas não o resto do seu corpo) então me agarrei a ela com todo o meu ser.

Tentando vigorosamente ignorar a sensação da base de suas costas na parte da frente da minha calça.

E resmunguei quando chegamos.

Porque queria andar mais de moto com ela.

Mas assim que entramos no que parecia ser um clube eu mudei de ideia imediatamente, aliás, eu poderia andar de moto com ela em outras ocasiões – e quando tivéssemos que voltar para casa.

O lugar era todo decorado de forma a se parecer com algumas daquelas tradicionais construções japonesas, com luminárias espalhadas na parte onde o teto era rebaixado – mais para o lado onde havia os balcões-bares, porque o teto dali era razoavelmente alto –, pôsteres de vários animes também pendurados no teto – só que na parte alta – e, claro, milhares de otakus perambulando de um lado para o outro. A maioria estava de cosplay, e desses cosplays, a maioria eram vocaloids.

Anna segurou minha mão, praticamente me puxando de volta para realidade antes que a minha mente convencesse a mim mesmo de que eu estava sendo absorvido por um anime ou algo do tipo. Seus olhos de mel brilhavam como nunca, e eu sei que essa não é a primeira e nem a décima vez que ela vem num desses eventos, se bem que a cada evento que passa, eles conseguem nos surpreender mais ainda. Aliás, eu fiquei encantado com o cosplay da Taiga Asaika.

– O que vamos fazer agora? – perguntou ela se virando e pegando a minha outra mão.

E foi a primeira vez, desde que entramos ali, que eu olhei para o seu rosto. E sabe de uma coisa? Ela era mais incrível que tudo ali, e pior é que não dá para explicar.

Soltei uma de suas mãos passando um braço por sobre seus ombros deixando-a passar um pela minha cintura, e continuamos a andar.

– Você não deve estar com fome – disse ela, eu podia ver seu sorriso pelo canto do olho – já que devorou todos os cupcakes da Sun – Ela riu um pouco antes de se virar de novo – Vamos jogar batalha campal? Se bem que a fila deve estar enorme, mas vale a pena!

– Batalha campal? – A primeira coisa que veio a minha mente foram guerreiros com espadas afiadas e pontudas lutando brutalmente como no filme Troia, mas acho que ela não iria querer brincar exatamente assim comigo. Aliás, acho que um inocente evento de anime não ofereceria esses tipos brincadeiras tão sérias.

Mas quando ela me levou até perto do tatame eu vi que não era nada daquilo que eu havia imaginado. Quer dizer, até que era, mas sem sangue jorrando ou cabeças e membros rolando. E parecia ser bem divertido. Pelo menos era isso que o Kurosaki Ichigo e o Dante de Devil May Cry que estavam lá em cima me faziam pensar. E era até bem simples. Quando o Kurosaki golpeou o braço do Dante com a espada de plástico, o mesmo recolheu o braço para trás das costas, e, em troco, o Dante golpeou a perna do Kurosaki que teve que prosseguir a luta pulando com uma perna só.

Por fim ficamos uns vinte minutos na fila até chegar a nossa vez. Eu respirei fundo antes de o juiz dizer “fight!” e a Ann correr em minha direção com uma espada de plástico.

ANNA’S POV

Ele se encolheu quando eu golpeei seu ombro, e continuou encolhido enquanto eu batia com a espada no seu braço e espada dele golpeava o vento sem destino nenhum.

– Tae! – gritei incentivando-o – Se mexe, garoto!

– Mas eu não vou te bater, Ann! – disse ele agora usando a espada para proteger seu braço que fora atingido.

Eu, mais uma vez, bati com a espada no seu braço, só que um pouco mais forte.

– E isso dói! – exclamou ele afagando o braço com a mão.

– Então me dá o troco, vai – disse, provocando-o, mordendo o lábio para não rir.

E finalmente ele veio para cima de mim, driblando dois golpes meus e escorregando no chão para atingir minha perna esquerda (por sorte eu tinha mais equilíbrio na perna direita do que na esquerda). Eu girei – sim, com uma perna só, e quase caí – antes que ele acertasse a minha mão, e quando voltei a me virar para ele, minha espada bateu na lateral do seu pescoço. E ele arregalou os olhos para mim.

– Você foi decepado por uma garota – brinquei.

– Para uma garota mais velha – completou – Eu estava completamente em desvantagem.

Eu ri mais um pouco. Ele se levantava do chão e eu me endireitava enquanto o moço pegava as espadas de nossas mãos para dar a vez aos outros.

– Mas você se movimentava que nem um ninja – falei depois que descemos do tatame e passamos por mais uma penca de cosplays. Aliás, eu comentei que o cosplay do Dante, que estava lutando antes de nós dois, estava uma maravilha?

Não, não só por causa do físico que estava à mostra, como o do próprio personagem. Mas pela capa, pela calça, pela espada medieval e pela peruca. E ele de fato se parecia com o Dante que, cá entre nós, é lindo de morrer. Mas eu não preciso de nenhum cosplay perfeito do personagem de anime lindo de morrer quando tenho o Taemin, que significava tudo pra mim, bem ao meu lado.

Agora eu estava indo em direção a barraquinha que vendia docinhos japoneses. Eu passava mais tempo parada ali admirando os doces que eles tinham a paciência e todo o carinho de decorar com as carinhas do Rilakkuma, MonokuroBoo, Domo, Pucca, HelloKitty, Keroro e do Gloomy do que realmente comprando.

E eu estava quase me convencendo de levar um rocambole do Super Pig que eu achei por ali no meio quando o Taemin me abraçou por trás e me deu um beijinho no pescoço.

– Saiba que meu braço estar realmente doendo – sussurrou ele – E você vai ter que cuidar de mim depois.

Eu sorri, me sentindo fraca, e ergui uma mão para acariciar seu rosto.

– Pode deixar que a noona vai – sussurrei de volta fazendo ele rir baixinho ao pé do meu ouvido. – Me vê um mini rocambole do Super Pig, e dois médios, um do Tarepanda e outro do Mamegoma. Vai querer um, Tae?

– Um do Keroro...

– Um do Keroro – pedi a moça da barraquinha.

–... ele se parece com o Minho – disse ele rindo.

Eu parei para olhar o Keroro e tive que gargalhar pelos olhos grandes e a boca pequena; bem parecido com o Minho. A Sun ficaria brava com essa comparação, porque o Keroro não chegava a ser fofo, ele era um anime bem engraçado aliás.

Eu paguei a moça da barraquinha enquanto ela me entregava os sacos de papel pardo com os rocamboles dentro.

A partir dali nós paramos em todas as outras barraquinhas (era impossível deixar de parar em uma, já que uma vendia uma coisa diferente da outra, e eram sempre coisinhas bonitas, criativas e fofas) e depois fomos para as lojinhas, seguidas pelos restaurantes japoneses.

Depois de ter enchido nossos braços de sacolas onde continham uma quantidade bem considerável de mangás, jogos, vários chaveiros, pelúcias e uma capa para iPhone do Korilakkuma – que é igual o Rilakkuma, só que bege e não marrom – que a Maggie vem me enchendo o saco para comprar há meses (e ela ainda nem tem um iPhone, mas, como recentemente ela foi convidada para ir a um evento de exposição da Apple, tinha grandes esperanças de ganhar um bom desconto em um desses) e também uma camisa branca com a estampa de um panda para Sunie, nós finalmente nos sentamos para comer alguma coisa.

E aquele restaurante tinha o melhor sushi que eu já comi em toda a minha vida, e no momento, eu e o Taemin os saboreávamos enquanto eu lhe contava todo o enredo de Fullmetal Alchemist sem deixar escapar alguma informação valiosa. E era incrível o jeito que ele prestava atenção em mim, porque quando se trata de anime eu falo demais, demais mesmo, eu cresci vendo anime! E ele não estava apenas olhando para mim com a mente em outro lugar, dava para perceber que ele estava concentrado.

– Então eles morrem no final? – perguntou Taemin com os olhos arregalados.

– Isso você só vai saber se assistir – disse voltando a me concentrar no ultimo sushi que ele aparentemente havia deixado pra mim.

– Ah noona, não seja tão ruim – choramingou ele – Pelo menos balança a cabeça.

Eu balancei a cabeça negativamente.

– Então eles não morrem?

– Não, Taemin. Eu não vou te contar o final!

– Noooona...

– Reparei que na batalha campal você me chamou de Ann – comentei tentando fugir do assunto.

– É – Ele apoiou os cotovelos na mesa quando o garçom recolheu os pratos. – Eu realmente não queria te bater, tinha medo de te machucar.

– Isso justifica? – quis saber não entendo onde ele queria chegar.

Taemin sorriu.

– Só você é minha noona, Ann. Eu não consigo mais chamar outra garota mais velha de noona. É... estranho – Ele franziu o cenho.

– Taemin – suspirei rindo.

TAEMIN’S POV

Nós pagamos a conta do restaurante e depois fomos perambular mais um pouco. Era incrível a quantidade e variedade de cosplays que havia ali, raramente você via um igual ao outro. E outra coisa muito incrível que eu achei aqui é que ninguém me reconheceu.

Quer dizer, eu estava entre centenas de otakus que se mantinham conectados à Ásia ao máximo, e se isso ocorria então pelo menos eles já ouviram falar em SHINee. Eles tem que ter ouvido falar de SHINee pelo menos uma vez na vida! Ou talvez eu não tenha sido atacado por fãs porque a nossa agenda no site da SM não informava nada sobre nós estarmos nos Estados Unidos (na verdade, a agenda está às moscas desde que elas foram para lá, para Coréia. Nós fomos convidados a ir a rádios algumas vezes, porque nós não podíamos simplesmente não fazer nada porque sentimos uma consideração enorme pelas nossas fãs, não podíamos simplesmente abandoná-las, nem que se fosse por um curto tempo).

Agora eu e a Anna estávamos em uma calçada ladrilhada e contornada por árvores cerejeiras. O lugar era pouco iluminado, a não ser pelos pequenos holofotes embutidos no chão só para realçar a cor rosada de cada árvore.

– Aqui é lindo, num é? – sussurrou ela sentando-se num banquinho que havia por ali. E eu sentei ao lado dela ainda segurando sua mão.

Pois é, finalmente podíamos sussurrar, aquele era o único lugar no clube completamente silencioso e também não havia ninguém, só nós dois e a lua de sete horas da noite.

– É... – Eu suspirei e olhei para ela. – É lindo sim.

Anna olhou em meus olhos antes de sorrir docemente. Ela era sempre tão.... boa. Tudo bem que havia situações que ela era bem cabeça quente, mas fora a isso eu me questionava se ela já fez algo de errado na vida. Com certeza já, todos nós já cometemos erros, então ela sabia exatamente como ocultá-los.

E depois disso, quando meus olhos desceram para seus lábios rosados (tão rosados quanto as cerejeiras que nos cercavam), eu comecei a questionar até quando eu sentiria esse frio na barriga só de imaginar em beijá-la já que fizemos isso milhares de vezes e eu também não era mais nenhuma criança. Mas era impossível evitar. Então eu tinha que agir por impulso na maioria das vezes.

– Não queria que o tempo passasse – disse ela quando eu já havia juntado coragem o suficiente para beijá-la.

Pigarreei antes de perguntar:

– Por quê?

– Por quê? – Ela riu. – Ah Tae, porque você está aqui. E também porque segunda feira eu preciso voltar a minha rotina e até lá vocês já terão ido embora. – Notei que sua voz falhou no final da frase.

Mas era realmente torturante ter uma vida na qual você tem que seguir um caminho completamente diferente daquele que a garota que você mais ama segue.

– Não vamos pensar nisso agora – disse acariciando seu rosto. Sua pele era tão sedosa.

Infelizmente, tenho que dizer, ela foi um pouco mais rápida que eu e se inclinou para deixar um beijo no meu pescoço, deixando meus dedos escorregarem para seus cabelos onde eles ficaram acariciando enquanto ela fazia uma trilha de beijos do meu pescoço até a minha bochecha e, por fim, meus lábios.

E os lábios dela estavam tão doces que eu não conseguia dizer se era pelos doces que nós havíamos consumido ou porque ela realmente tinha esse atributo. Mas como eles estavam com gosto de morango e baunilha eu fiquei com a primeira opção.

E agora eu estava tão envolvido no beijo que havia me esquecido de tudo a minha volta, tudo, literalmente. E quando ela parou de me beijar eu me senti tonto, por isso segurei seu rosto entre minhas mãos e voltei a beijá-la, para parar o beijo de forma demorada, com vários selinhos e uma mordidinha no lábio inferior que a fez sorrir.

– Vamos, maknae? – murmurou ela.

– Hmmm – resmunguei. – Num to a fim de ir.

– Mas já anoiteceu – Ela se levantou. – Vamos – E estendeu a mão para me ajudar a levantar do banco.

Mas usei sua mão para puxá-la de volta e ela caiu sentada no meu colo.

– Só mais alguns minutinhos noona – sussurrei pressionando meus lábios no seu pescoço.

– Não, maknae... – murmurou ela balançando os pés.

– Noona...

– Maknae...

– Noona – mordi seu maxilar sentindo a pele de seu braço se arrepiar.

– Hmmmm – fez ela mordendo o lábio. – Maknae! – Ela se levantou prontamente esticado a mão para mim mais uma vez. – Vamos embora. Já esta tarde.

E, dessa vez, quando segurei sua mão, ela me puxou para eu ficar de pé. E isso com certeza vai fazer com que da próxima que ela quiser ir embora e eu não, eu teria de dar mais mordidinhas no seu maxilar, ou mais beijos no seu pescoço já que eu aprendi com o Key que isso as enfraquece e as deixa sob seu pode por tais minutos necessários.

Notas finais
Gostarm? *-* Gostaram sim, eu sei que sim *-* /apanha
Enfim u.u Acho q depois desse vai ter mais uns dois caps, Haru Haru é só uma shortfic meeesmo, e depois disso vou começar a escrever PN2 *OOOO*
É isso aí minhas lindas, obrigada por tudo *o*
Chu~