Notas iniciais
Pessoal, hoje é o ultimo capitulo, vou sentir muita saudade de escrever essa fic, minha primeira fic. Obrigada a todos que comentaram e acompanharam, a todos que me incentivaram a continuar, só cheguei até esse capitulo por causa de vocês, não desisti da minha história por causa de vocês. Obrigada pelo carinho, espero que gostem, beijos e beijos! Ps: a parte do Albus na estação eu tirei do livro, só mudei algumas partes é claro!

– O que você está fazendo aqui? – indagou Hermione.

Jake se aproximou e passou a mão pelo rosto dela, havia tristeza em seus olhos. Harry pegou a mão dele e tirou do rosto de Hermione.

– Você não vai encostar um dedo nela.

Jake deu um sorrisinho torto.

– Hermione, leve James lá para cima. SAIA DAQUI! AGORA! – disse Harry, áspero.

Ela entendia o porquê daquilo, mas não deixou de ficar chateada com o tom de voz dele.

– Está com medo Potter? – perguntou Jake – Eu nunca iria e nem vou machucar Hermione, meu assunto foi e sempre será com você.

– Jake, aqui não.

– Tudo bem, então.

Os dois saíram de casa e foram para uma floresta ali perto.

– O que é que você quer? – Harry estava com muita raiva. – Isso tudo é por que Hermione não gosta de você?

– Não tem haver com Hermione, sabe qual o meu nome?

– Jacob Summer – respondeu Harry, pouco se importando.

– Também, meu nome completo é JACOB SUMMER GAUNT!

– O que? – Harry estava impressionado e confuso – Você é parente de Voldemort? Quer dizer... E por que você não foi para Sonserina? Já que você era um dos herdeiros. Isso é impossível. E por que Minerva não...?

– Não, não é impossível. O chapéu escolhe Harry e não Minerva, ela e Dumbledore achavam que eu era um ótimo garoto e por isso não tinham ficado com receio ou coisa do gênero. Naquela época as pessoas estavam tão voltadas com suas atenções para você que nem lembraram-se de quem eu sou descendente. Você também deveria ter ido para Sonserina. O chapéu seletor não considera só os seus pedidos Harry.

– E o que eu tenho haver com isso Jake? Por que você quer me matar?

– Por que você matou Voldemort. Quando eu era pequeno e não entendia certas coisas pedi ao chapéu que me pusesse em outra casa, e mesmo tendo parentesco com Salazar Slytherin, minhas habilidades eram mais aceitas para Ravenclaw. Eu era diferente dos outros Harry e como você eu também odiava Tom Riddle, mas depois de um tempo eu consegui entende-lo e admirá-lo. Dai vem você e acaba com o maior bruxo das trevas e depois ainda fica com Hermione. Acho que você já teve mais do que mereceu em sua vida Harry Potter, já está na hora disto acabar.

– Você tem inveja? – perguntou Harry.

– Inveja? Isso é justiça Harry Potter.

– Justiça? Você quer justiça para um homem que morreu? Justiça para um homem ruim, que matou centenas de pessoas? Que justiça é essa Jake?

– A minha justiça o.k?

– Você está louco!

Na mesma hora apareceram centenas de dementadores. Eles haviam ido buscar Jake novamente, mas também afetavam Harry a mais que os outros bruxos, então Harry não teve escolha.

Expecto Patronum! – dessa vez seu pensamento feliz fora Hermione.

Os dementadores saíram.

– Obrigado Potter! Me deixou livre agora.

– Não deixei ninguém livre Summer.

Jake sacou a varinha.

Avada Kedavra! – disse Jake, só que Harry fora mais rápido e desviou antes mesmo de ele falar. – Você não morre Potter? – brincou Jake.

– E você só sabe esse feitiço Summer? Alarte Ascendare!

Jake voou e foi rebolado no chão com toda a força.

– Você quer outro? – Jake já estava furioso – Então vamos lá...

Sectumsempra! – gritou Hermione, interrompendo-o.

Harry a olhou e sorriu.

– Essa é a minha garota.

– Nunca tinha feito isso antes. Foi bem legal – brincou Hermione, os dois riram.

O ministro da magia chegou e curou Jake.

– Ora! Ora! Vemos que tivemos mais problemas com este rapaz. – disse o ministro se aproximando.

– Bom, agora ele é todo seu. Mas desta vez, o segure de verdade – retrucou Harry.

– Acho que vamos ter que dar um fim nisso – disse o ministro.

– O que você irá fazer? – perguntou Harry.

– Bom, se Azkaban não resolveu nada... – O ministro apenas piscou o olho e Harry entendeu tudo. – Depois precisamos ter uma conversa rapaz.

Harry e Hermione voltaram para casa dos Weasley.

– Você está machucado? – perguntou Hermione.

– Não, não estou. Escute Mione, ninguém vai mais tirar você de mim, certo?

Hermione baixou a cabeça se sentindo culpada.

– Ei, a culpa não foi sua. Não foi só por sua causa.

– Como assim? Do que você está falando Harry?

– Ele é um Gaunt, Mione.

Hermione ficou boquiaberta – O... o quê? Ele era... como nunca havíamos o notado antes?

– Ele só começou ser quem realmente era depois que Voldemort foi destruído.

– Ainda não estou conseguindo acreditar, e como ele foi parar na Corvinal?

Harry lhe explicou a história toda.

– Preciso ir falar com o ministro agora.

– O que ele quer com você? – perguntou Hermione.

– Eu ainda não sei. Onde está James?

– Com Molly, ela entendeu que eu precisava ir ver como as coisas estavam.

Os dois subiram, Molly estava ninando James.

– Eu tenho que ir agora. – disse Harry.

– Certo, quando sair de lá, vá para casa, daqui a pouco eu e James estamos indo, não quero deixar Molly com mais trabalhos, acho que ela está cansada.

– Tudo bem amor.

Harry deu um beijo na cabeça do filho e saiu. Horas depois Harry volta.

– Oi amor – disse ele dando um beijo na testa dela. Já era noite, James estava no berço dormindo.

– Oi amor, como foi lá? – perguntou Mione.

Harry deu um sorriso.

– Que sorriso é esse? – Hermione estava curiosa.

– Sou o novo chefe do departamento dos Aurores.

– O quê? Sério? – ela pulou em cima dele e o abraçou.

– Sim, sério. Agora preciso de um descanso. E você mais ainda, fez muito esforço hoje, e ainda está em recuperação.

Os dois deitaram no sofá. Harry com poucos minutos pegou no sono, Hermione estava deslizando os dedos no cabelo dele, ela o observava e agradeceu em sua mente por ter ele, deu um selinho nele e depois adormeceu também.

Anos depois

Herminone trabalhava no Departamento de Execução das Leis da Magia. Rony virou um Auror, Luna teve um filho Hugo Weasley, ele tinha a idade de Albus, o filho do meio de Harry e Hermione, então seria seu primeiro ano em Hogwarts também.

Eles estavam na estação, o expresso Hogwarts já estava pronto para sair. Harry e Hermione abraçaram os filhos. James fora selecionado para Grifinória no ano anterior, e Scorpius não, ele fora o primeiro descendente da família Weasley a ir para Sonserina e não Grifinória, Arthur ficara aborrecido no começo, mas com poucos minutos acabou aceitando. Esse ano seria o primeiro de Albus, então Harry e Hermione teriam que esperar um pouco para saber em que casa o filho ficou.

– Se você não for para Grifinória eu lhe deserdo – disse Rony para Hugo, que olhou para Luna assustado.

– Não ligue para o que ele diz filho, ele não vai deserdar ninguém. E você vai para onde o chapéu lhe colocar.

Rony olhou para ela com raiva.

– Luna, toda a geração da minha família, menos o Scorpius foi para Grifinória.

– Certo, então ele não vai ser o primeiro a não ir Rony. E ainda nem sabemos.

Gina estava com Scorpius e Draco, eles estavam apenas rindo de Luna e Rony. Scorpius adorava Lily então fora falar com ela.

– Oi Lily – disse Scorpius, contente.

– Oi – ela deu um abraço nele.

– Como você está? – perguntou ele.

– Bem e você? Eu estou tão ansiosa para ir logo a Hogwarts.

– Eu também estou ansioso que você vá.

Hermione deu um beijo de despedia em Albus.

– Te vejo no Natal.

– Até mais, Al. – sussurrou Harry enquanto seu filho o abraçava – Não se esqueça que o Hagrid convidou você para tomar chá na sexta. Não se meta com o Pirraça. Não duele com ninguém até você ter aprendido como, e não deixe o James te incomodar.

– Mas se eu for para a Sonserina? – Sussurrou somente para o pai, que percebeu que só o momento da partida revelou o verdadeiro e sincero medo que Albus estava sentindo.

Harry agachou-se, seu rosto um pouco abaixo ao rosto de Alvo. O único entre os seus três filhos que herdou os olhos da avó. Já que os outros haviam herdado os olhos castanhos de Hermione.

– Albus Severus. – disse Harry tão baixo que somente eles e Hermione puderam ouvir, embora ela fingisse, discretamente, que acenava para James, que já havia embarcado. – Você tem o nome de dois diretores de Hogwarts. Um deles era da Sonserina e provavelmente o homem mais corajoso que já conheci.

– Mas e se...

– A Casa de Sonserina ganhará um excelente aluno, não é? Isso não é importante para nós, Al. Mas se é importante para você, você pode escolher a Grifinória ao invés da Sonserina. O Chapéu Seletor considera a sua escolha.

– Sério?

– Ele considerou a minha. – disse Harry.

Então Albus partiu. Agora só restara a pequena Lily, ela iria daqui a dois anos. Eles acenaram para os filhos e o trem partiu.

Harry ficou meio desajeitado.

– Ele vai ficar bem – disse Hermione entrelaçando sua mão na dele.

– Eu sei.

– Eu queria tanto ir – falou Lily tristonha – Ainda faltam dois anos.

– Vai passar rapidinho querida, você vai ver – disse Hermione carinhosamente.

– Mamãe, você gostou de estudar lá? – perguntou à pequena Lily.

– Claro filha, e você irá adorar também. – respondeu Hermione.

– Espero que eles tenham anos tranquilos em Hogwarts, coisa que não tivemos – disse Harry.

– Eu também espero.

Harry tocou em sua cicatriz, lembrando-se dos anos anteriores.

– Está tudo bem? – perguntou Hermione.

– Sim, amor. Está tudo bem.

Já era noite. Lily fora dormir deixando os pais sozinhos na cozinha. Pouco tempo depois os pais da menina também foram se deitar.

Hermione se deitou e Harry a abraçou, aquele com certeza era o abraço que ela mais amava no mundo, o que ela mais se sentia segura. E nunca, jamais ninguém iria tirá-la de Harry novamente.

– Eu te amo – disse ela, levantando um pouco a cabeça para olhá-lo nos olhos, com a certeza de que o amaria para sempre.

– Eu também te amo – respondeu ele lhe dando um beijo.

Notas finais
Ps: Albus foi para Grifinória e dois anos depois Lily para Sonserina, o que a tornou mais amiga de Scorpius, por causa da convivência.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!