Harry Potter e a Família Dursley
2 Capítulo 2 - " MÃÃÃEE!!!"
Notas iniciais
Mas, antes que Harry pudesse fugir, Válter tirou o seu cinto, que ironicamente fez com que suas calçar da largura suficiente para que coubessem 4 Harry's lá dento, foram ao chão. Válter ficou cor de vinho, e olhou para Petúnia , sua esposa, que tentava se conter para não rir. Duda gargalhou de Harry, que olhou sério para o mesmo e Válter deu-lhe um tapa nas costas. O 'bruxinho' , como era chamado começou a conter o choro, e novamente Válter esbofetou o pobre.
Petúnia segurou Válter para que ele parasse, ele subiu suas calças e voltou para o quarto. Duda, que vinha passando , disse duas palavras que o encheram de fúria. "Cho-ra ma-is". Harry se conteve e saiu correndo para o quarto,onde o garoto pegou roupas para banhar-se e relexar por um dos únicos momentos de paz que tinha. Ao entrar no banheiro , despiu-se e entrou no chuveiro. Abriu calmamente, para que a água ficasse quente e a mesma não ficava. O garoto desesperou-se pois se chamasse Válter, no mínimo seria ridículo,pois acharia que seria sua culpa.
Colocou as roupas íntimas e uma camiseta, saiu para o quarto e pegou sua varinha. Ao entrar no banheiro garoto exclamou apontando para o chuveiro: " Celsius Calorius" e a água magicamente esquentou. Despiu-se novamente e ficou por uns 10 minutos apenas lembrando de tudo que ocorrera até lá. Banhou-se e saiu. Se secou com sua toalha, que estava sob um feitiço que podia somente ser usada por ele e saiu, colocando seu óculos preto. Ao sair encontrou a família Dursley o encarando novamente.
– " O ministério da magia adverte:" — Começou Válter teatralmente lendo — " ... que se algum bruxo ou bruxa usar magia fora do mundo dos bruxos, ou de Hogwarts , este deve ser punido com algo, porém, esta é a segunda advertência, e na terceira teremos que puni-lo"
– Que merda você fez agora,Potter? — Perguntou Duda com um sorriso de canto de boca.
– E-eu só... — O menino magricela estava já com os olhos cheios de lágrimas quando foi interrompido por um "toc toc" na porta.
– SE FOR O MINISTÉRIO DA MAGIA EU TE MATO! — Disse Válter , que abriu a porta.
– Arthur Weasley, ministro da magia , boa tarde — Disse sorrindo o pai de Ron Weasley.
Petúnia não hesitou em levar Harry à um quarto e trancá-lo lá por instinto mesmo que soubesse que o assunto a ser tratado era obviamente com ele.
– ... E onde está o pequeno Potter? — Disse Arthur sorrindo. Esta pergunta fez Válter dizer que o menino ainda estava no banho.
– Ah... Esses meninos são assim mesmo. Eu tenho 6! Cada hora é um. — Arthur dizia pensando besteira. — Mas, sabe Válter , vi o garoto agora mesmo atrás de você. Esta senhora, suponho sua esposa , levou — o para algum ambiente,sim?
– Ora! Você não acha que quer saber de mais? Se disse que ele não está é por que não está! — Disse Válter, começando a perder a paciência.
E , ao mesmo tempo, Harry pulou pela janela do quarto se enfiando por entre as grades colocadas pelo tio. Caiu na grama e saiu correndo para o carro azul dos Weasley.
– Então, obrigado! Até mais! — Arthur exclamou e fechou a porta. Deu meia volta e saiu para seu carro.
– Boa tarde senhor! — Disse Harry para causar impacto — Rony me disse sobre o Feletone e não tenho número. Pode chamar ele para a praça entre a Rua dos Alfeneiros e a Rua dos Flamboyants?
Arthur realmente ficou impactado com a saída que o pequeno arranjou , e disse sem pensar muito:
– Beleza, mas e seus tios?
Harry nem tinha pensado nisso e tentou esconder seus hematomas.
– O que é isso aí? — Perguntou Weasley
Harry sentiu um arrepio lhe correr pela espinha.
– É uma varinha? — completou Wealey, fazendo o pequeno Potter aliviar-se.
– É-é sim... — Respondeu gaguejando. Pegou a varinha e perguntou o que o homem queria.
– Eu não quero lhe advertir, apenas lhe perguntar sobre outro assunto. Ronald havia lhe convidado para dar uma volta na cidade e conhecer a Toca correto? Pensei o porque não vocês irem a um clube de campo ou algo do tipo. Suas férias não serão nada felizes aqui. Mas outrora conversamos. Volte a seu quarto..
Então Harry melhor descer do carro e dar um jeito de subir sua janela. Escalava com dificuldade e conseguiu entrar, mas quando viu Duda apenas de bermuda , mais parecido como um porco como nunca , deitado em sua cama jogado um video-game portátil, sentiu um arrepio e tropeçou na janela.
– MÃÃÃEE!!! ELE TÁ AQUÍÍÍIÍÍ!!!!!
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