Harry Potter e a Destruição das Horcrux

3 Capítulo Três: A ESTAÇÃO DE KING'S CROSS:


Notas iniciais
N.A: Olá pessoal! O que acharam do segundo capítulo? Escrevi com muito amor esse capítulo! Boa leitura!

Era primeiro de setembro. Naquela manhã a casa dos Black estava mais agitada do que nunca. A Sra Weasley estava na cozinha, preparando o café. No andar de cima, Rony e Harry terminavam de arrumar os livros em seus respectivos malões.

– Será que a Mione vai aparecer? -Perguntou Rony, quebrando o silêncio.

–Tomara que sim, Respondeu Harry, fechando o malão.

Os dois garotos saíram do quarto. Entraram na cozinha para tomar café, viram a Sra Weasley colocando a mesa para eles.

Torradas, ovos mexidos com Bacom, suco de abóbora entre outras delícias. Rony foi o primeiro a se servir. Harry se sentou e apanhou uma torrada.

–Ginny! -Gritou a matriarca, se dirigindo até o quarto da filha.

Dez minutos depois, Ginny entrava na cozinha. Atacou o café e em vinte minutos todos já estavam a espera do Sr Weasley, que, mais uma vez havia acionado os carros do ministério para a segurança de todos.

Já na plataforma, os meninos aguardavam o Sr Wueasley voltar com os típicos carrinhos. Já de volta, o patriarca acomodou as corujas e os malões.

–São 10h55min. -Disse Harry, olhando para a estação.

–Será que ela virá Harry? -Foi a pergunta desesperada de Rony.

–Tomara, Rony. Hogwartes não seria o mesmo sem a Mione! -Respondeu Harry, passando um olhar perscrutador na estação.

–Então, vamos? -Perguntou o Sr Weasley. -Sua mãe já está com Ginny dentro do expresso. Rony e Harry suspiraram quase ao mesmo tempo. Começaram a empurrar os carrinhos rumo a parede sólida. Quando estavam quase a atravessá-la ouviram um chamado conhecido. Eles se viraram sem acreditar. Saíram correndo rumo a melhor amiga.

Sim, Hermione iria à Hogwartes.

O Sr Weasley, que observava tudo de longe, sorriu brandamente para os meninos.

–Mione! -Gritaram Rony e Harry, se aproximando da amiga.

–Harry! -Exclamou a menina, abraçando o amigo calorosamente.

A garota se desvencilhou do amigo e olhou para Rony. Seus olhares se encontraram quase ao mesmo tempo. Hermione lia naquele mar azul, que ela tanto gostava, uma alegria incontida. Ela tinha um carinho especial pelo amigo que, ela mesma não queria admitir, era amor. Amor puro e verdadeiro. Já Rony, olhava aqueles profundos olhos castanhos admirado e feliz por voltar a ver a pessoa que ele mais queria que estivesse perto. Se Hermione o amava, seu sentimento por ela era recíproco. Ele à amava. E como à amava! Seria capaz de tudo para protegê-la. Seria capaz de brigar por seu bem-estar.

–Desculpem, -Era a voz do Sr Granger, que havia acabado de chegar.

–Harry Potter e Ronald Weasley, posso falar com vocês um segundinho? -Pediu o homem.

–Os meninos o seguiram para um lugar mais afastado, onde ninguém pudesse ouví-los.

–Primeiramente, quero que saibam, que eu deixei minha filha voltar para aquele colégio, porque não suportava mais vê-la triste. Desde o momento que eu e minha esposa lhe demos a notícia que ela não iria mais frequentar a escola de Hogwartes, durante um mês desconheci totalmente minha Hermione. A menina meiga, doce e calma havia se fechado em quatro paredes.

Rony abriu a boca para perguntar algo quando o Sr Granger fez sinal para ele se calar.

–Porém, no dia em que vocês foram à minha casa, e seus pais conversaram comigo, eu tive conciência do que eu e minha mulher tínhamos feito. Esperei ela chegar em casa e falei primeiro com ela. No começo ela foi contra, mas depois que eu enumerei os argumentos dos quais ela precisava voltar minha mulher cedera. Assim que demos à notícia que ela iria poder voltar para sua querida escola, minha filha voltou a ser o que era.

Os dois garotos sorriram, e o Sr Granger começou a falar novamente.

–Mas aqui e agora, quero que me prometam, -Ia dizendo o homem, sério. -Que cuidarão de minha filha. Eu confio em vocês. Sei que são os melhores amigos dela.

Rony olhou no fundo dos olhos do Sr Granger e respondeu:

–Nós cuidaremos, Sr Granger. Harry e eu. Cuidaremos com nossa própria vida se for preciso.

–Foi dentre vários motivos que deixei minha filha voltar. Um deles é que ela tem amigos maravilhosos, que não se encontram em qualquer esquina por aí.

–Ai, meu Deus! O trem já vai sair!

Os dois saíram correndo rumo ao mundo bruxo. Atravessaram a barreira que separava mundo trouxa com o mundo bruxo.

Notas finais
N.A: Gente, o que será que vai acontecer na viagem de ida para Hogwartes? Descubram isso e muito mais no próximo capítulo!