Notas iniciais
N.A: Olá, Pessoal! O que acharam do primeiro capítulo? Este está menor que o primeiro. Espero que gostem. Boa Leitura!

Ao baterem os pés no chão da casa da família Granger, eles se viram totalmente em um mundo diferente. A primeira coisa que Harry conseguiu avistar, foi a televisão sobre um raque pequeno e logo embaixo um aparelho de DVD. Do lado esquerdo, havia vários Porta-Retratos da própria Hermione. Eram fotos da menina pequena, recém nascida e já adolescente. Todos saíram da lareira e adentraram mais a casa. Viram alguém sair da cozinha e deduziram ser o Sr Granger ou a Sra Granger. Se aproximaram mais e viram o Sr Granger assustado por vê-los ali.

– Boa tarde, Sr Granger. — Começou o Sr Weasley.

–Boa tarde, Artur. -Respondeu o homem, sorrindo brandamente.

–Podemos conversar? -Perguntou o Sr Weasley, amigavelmente.

– Claro. -Respondeu o outro, dando passagem para os outros adentrarem mais o ambiente.

Acomodaram-se no sofá. O Sr Weasley abriu a boca para começar a conversa, quando foi interrompido pela campainha. O Sr Granger pediu desculpas e foi atender. Eles se entreolharam, até que ouviram a voz do recém chegado.

–Tio! Como vai? -Perguntava o sobrinho mais velho dos Granger.

–Ah, John! Que saudades! -Exclamou o sr Granger com alegria.

–Tudo bem com o senhor, tio? -Perguntou o jovem, fechando a porta.

O Sr Granger assentiu e foi conduzindo o sobrinho para a sala.

–Oh, o senhor está com... Visitas? -Perguntou, fitando todos os presentes detidamente.

–Na verdade, eles vieram visitar a sua prima.

–Ah! Eu também vim no mesmo intuito! Que saudades da Mi!

Rony instintivamente olhou para Harry, que arqueou uma das sombrancelhas.

–John, será que você poderia mostrar a casa para os jovens? -Pediu o tio.

–Claro! -Disse o menino, se dirigindo aos garotos.

–Venham comigo. — Convidou o menino, se dirigindo a área aberta da casa.

Rony e Ginny ficaram maravilhados com o pequeno jardim que havia ali. Gardênias, Gérberas, Glicínias, Hibiscos dentre outras maravilhas da natureza. Ginny anotou mentalmente de perguntar à amiga o nome daquelas flores. No meio do jardim, havia um enorme banco, onde todos se acomodaram. Depois de longos minutos de um silêncio constrangedor, foi John quem tratou de quebrá-lo.

–São vocês os amigos do acampamento que Mi comenta, não são?

Rony já estava chegando em seu limite. Ele não estava gostando da maneira que John se referia à amiga. E que história era aquela que a menina enventara de acampamento?

–Qual acamp... — Porém o ruivo não conseguiu terminar a frase. Sentiu um leve cutucão nas costelas, dado por Ginny, que percebera de imediato o que a amiga quis dizer com "ACAMPAMENTO".

Só os pais da menina saberem que ela era uma bruxa e precisava frequentar uma escola onde tivesse o devido ensino, já estava de bom tamanho. Os pais dariam um jeito para ocultar os meses que a filha estivesse fora. E esse foi o mais cabível.

Ignorando o cutucão da irmã, Rony respirou fundo e fez questão de responder ao menino e salientar o nome completo da amiga.

–Sim, nós somos os amigos de Hermione sim!

O garoto olhou para os outros, fazendo um sorrisinho debochado.

–Mas ainda bem que ela não vai mais nesse acampamento maluco. Meus tios finalmente caíram na real e vão tirar ela daquele inferno!

Rony, Harry e Ginny se olharam assustados. Hermione? Fora de Hogwartes? Aquilo era o fim!

–E porque ela sairia do acampamento? -Perguntou Ginny, tentando manter a voz calma.

–Porque aquele acampamento é um terror segundo os meus tios!

–Você já parou para pensar que nós somos amigos dela e que estávamos preocupados por ela não ter dado nenhuma notícia? -Agora foi a vez de Rony inquirir.

–Mas foi por isso mesmo que meus tios resolveram cortar contato com vocês. Quanto menos estarem se falando, menos minha prima vai lembrar que vocês existem. -Disse o menino sem emoção.

Rony se levantou com brusquidão. Ele agora havia chego em seu limite. Estava tão vermelho quanto os cabelos. Se os Sr Weasley não tivessem adentrado o jardim naquele exato momento, Rony tinha partido para agressão.

–Vamos, garotos. -Disse o Sr Weasley se dirigindo aos filhos.

Ao chegarem à sala, o Sr Granger estava pensando em como tirar o sobrinho dali.

–John, por favor, será que você poderia apanhar uns papéis no meu escritório?

O menino subiu às escadas e os sr Wueasley aproveitaram a oportunidade para saírem dali.

–Bem, então nos vemos, -Disse o Sr Granger ao Sr Weasley.

Todos juntos adentraram a lareira e gritaram: "LARGO GRIMALD!".

Ao chegarem à sala dos Black, os senhores Weasley juntamente com Tonks foram até a cozinha, e os outros três subiram para o quarto que Harry dividia com Rony.

Se sentaram na cama de Harry, quando Rony quebrou o silêncio:

–Vocês... Vocês viram a cara de tonto que tinha o primo da mione?

–Ah, Ronald, pelo amor de Merlim, até que ele não era de se jogar fora.

–Ah, Ginevra, faça-me o favor! Ele é um riquinho metido a idiota! -Bradou Rony, começando a ganhar o tom púrpura nas orelhas. — E desde quando chama a Mione de Mi?

– E desde quando nós à chamamos de Mione? -Devolveu a Ruivinha, desarmando o irmão.

Naquele momento a Sra Weasley havia adentrado o quarto e pedia a atenção dos três:

–Tenho notícias sobre Hermione. — Anunciou a matriarca.

–O que aconteceu, mãe? -Perguntou Rony, passando a mão nos cabelos nervosamente.

–Os pais dela não querem deixar a menina voltar para Hogwartes, por conta do enfrentamento que vocês tiveram com quem não se deve nomear ano passado. -Começou a mulher. -Eles querem proteger a filha ao máximo, e foi essa a maneira que encontraram de fazê-lo.

–Então ela não vai voltar? -Perguntou Ginny, com a voz embargada.

–Seu pai e eu, tivemos uma conversa muito séria com o Sr Granger. Apontamos os motivos mais importantes para Hermione continuar no colégio.

–Quais, por exemplo? — Foi a vez de Harry perguntar.

–Que Hermione era uma aluna de ótimo porte, que todos os professores à respeitavam, que ela era uma ótima monitora, -A mulher ia contando as qualidades da menina. -E, o mais importante, que vocês iriam sentir uma imensa saudade.

–E o que foi que ele disse, Mãe? -Perguntou Rony, interessado.

–Que iria pensar, meu filho. -Foi a única resposta da Sra Weasley. Ela saiu dali rapidamente, puxando Ginny junto com ela.

–E agora, Harry? O que faremos? -Perguntou Rony, se atirando na cama e passando a mão nos cabelos ruivos.

–O jeito é esperar, Rony. -Foi a resposta do amigo.

Notas finais
N.A: Gente, será que a conversa que os Weasley tiveram com o pai de Hermione vai surtir efeito? Descubram no próximo Capítulo!