Harry Potter e Caroline Ridlle Princesa das trevas
14 Sentimentos profundos e avaliação e entrevista 1
Notas iniciais
P.O.V Caroline
Estava a ser difícil de adormecer imensas questões passavam pela minha mente. Como:
–Porquê que o Potter não me odeia?
–Porquê que eu não odeio o Potter?
–Porquê que quero a minha vingança?
–Porquê que gostei quando ele segurou a minha mão?
Porque era suposto ele odiar-me e eu odia-lo o meu pai matou os pais dele e ele "matou" o meu pai.
É não vou conseguir adormecer e não, saí muito sorrateiramente e dirijo-me á torre de astronomia, comecei a observar algumas constelações e a sorrir é eu adoro as estrelas fico que nem boba sei lá quando era criança a muitas pessoas que amava morreram, todos diziam que elas estavam lá em cima a olhar por nós então pensava que quando as pessoas morriam se tornavam estrelas (uma bobice eu sei).
Só então reparei que lágrimas caiam dos meus olhos e recordações me vinham á mente , eramos todos peões no seu jogo, no jogo do meu pai.
Se antes não conseguia dormir agora ficou pior muito pior. A minha mãe está enlouquecida com sede de vingança, o meu pai igual , amigos todos em risco, a minha vida depende de um fio quando o meu plano estiver cumprido o meu fim vai ser igual ao de todos os inocentes: rápido e doloroso. Afinal para que sirvo eu? No final da história toda sou só mais uma arma, uma "coisa" usada para os outros atingirem os seus objetivos.
A mais pura das verdades era esta. Melhor acalmar-me e ir para o dormitório. Um pequeno problema: Onde é que eu estou?
Ouço passos, se for o Filch que seja fico no lugar onde estou. Mas não era o Filch nem nenhum dos professores era o Potter. O Potter Oh boa este rapaz só pode andar a perseguir-me.
–Caroline...estás...a chorar.
–Não...eu...
–Bem acho melhor ir-mos para um lugar mais seguro aqui o Filch pode apanhar-nos.
–Mas...Potter...
Ele arrasta-me até á sala precisa.
–Okay o que se passa e porque estavas tu tão perto da minha sala comunal?
–Eu fui para a torre de astronomia e perdi-me.
–Isso não responde a uma das perguntas.
–É uma coisa pessoal POTTER.
–Tudo bem calma raio de sol.
–RAIO DE SOL?
–É.
–Porquê?
–Porque te irritas facilmente , ficas vermelha muito depressa e o apelido que as tuas amigas te dão é Sunshine
–Idiota -digo a sorrir e a dar-lhe um abraço.
–Bipolar.
–Palerma.
–Fim de argumentos.
Sorrio vitoriosa.
–Obrigada Potter.
–Porquê?
–Por me fazeres sorrir seu lerdo. Agora melhor ir-mos andando.
Ele segue os mesmo caminho que eu.
–O que estás a fazer?
–A levar-te á tua sala comunal.
–Odeio-te Potter.
–Também te adoro.
–Porquê que tens de ser tão irritante?
É adormeci bem mas de manhã não me apetecia encarar o Potter as coisas que fazemos quando estamos com insónias (Autora: ou quando estamos apaixonadas Caroline: Cale-se), ao pequeno almoço não o encaro.
Valentina dirige-se a mim.
–Caroline o Malfoy e os amigos andaram a bater no primeiro ano e só não me bateram porque o Malfoy disse que me conhecias.
–Eu trato disso Tina fica descansada.
Confronto o Draco.
–Malfoy tu bateste nos do primeiro ano?
–Bati mas vê bem são só crianças.
–Recuso-me a responder a isso.
Rumo para a mesa da Grifónia e sento-me com Pamela e Flávia.
–Que tornado?! Que se passa?
–Nada só idiotas arrogantes a menosprezar os mais novos.
Sim sentei-me mesmo á beira do Potter, mas era isso ou sentar-me com o Crabbe Nojento e o Goyle Idiota e sim também tenho consciência que toda a gente está a olhar para mim com cara de otário surpreso.
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