Harry Potter e Caroline Ridlle Princesa das trevas
24 Preciso de paz.
Notas iniciais
P.O.V Caroline
Sim o Cedric beijou-me e sim o meu instinto foi correr, a minha vida é tão complicada e sabem que mais sim também vi o Harry e mais uma vez sim sinto-me mal pelo Cedric por talvez estar a iludi-lo e ... sim pelo Harry, eu vi a cara dele.
Preciso de falar com alguém a culpa é demasiado estranguladora. talvez as meninas e o Draco, mas deixar as meninas a Pamela e o Draco só numa sala vai dar zaragata.
Nem foi preciso chamar nenhum deles. As meninas porque são minhas amigas e o Draco que o meu pai contratou como guarda-costas. Reparei que a Flávia estava um pouco carrancuda.
–Carol nós vimos tudo- as meninas
–Eu vi tudo- disse o Draco
–E, que é Draco vais mandar um reportório ao meu pai?
–Talvez...
–Não percebes que isso me ia pôr em sarilhos. Já praticamente nado em problemas.
–Tu és os problemas.
–CALA-TE.
A Flávia começa a falar:
–Draco sai um minuto. Isto é uma conversa de raparigas.
O Draco sai.
–Caroline que foi aquilo?
–Nada.
–Nada não.
De repente um choro descontrolado:
–Eu só causo problemas, aos meus pais, a vocês , ao Draco , ao Cedric.
–Mas olha nem foi tão grave- diz Lúcia tentando remediar a situação
–Não, tu não sabes, nada da minha vida.
–Deita cá para fora.
–Não, eu só causo problemas. Não vos posso ver outra vez afastem-se.
Mais uma vez correr é a minha solução. Sim a floresta é o cantinho perfeito.
Preciso tanto de descanso, na minha cabeça há sempre uma batalha interior entre a lógica ou seja os meu planos a minha "família" e o meu instinto ou seja viver o momento. Se pensar de mais esqueço-me de viver mas e se seguir o meu instinto a minha ruina chega na mesma.
Alguém se senta ao meu lado alguém com aquele cheiro a pinheiros á relva cortada do campo de quidditch e chocolate: O Harry
–Harry mas que raio?! — Levanto-me bruscamente.
–Olha eu vi o que aconteceu e não sou nada para ti, mas sei que precisas de paz. E que tal se viesses a Hogsmeade comigo hoje.
–Mas hoje não é dia de sairmos.
–Eu sei mas tenho as minhas cartas na manga.
–Eu vou aceitar.
–Encontramos-nos aqui daqui a uma hora.
–Tudo bem.
–Vou ter saudades.
–Eu não.
–Oh tão querida.
–Vai lamber sabão.
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