Harry Potter e Caroline Ridlle Princesa das trevas
26 Duas corujas e cartas muito suspeitas
Notas iniciais
P.O.V Caroline
Acordei, parecia uma manhã calma: os pássaros a cantar, o som dos passos dos muitos estudantes de Hogwarts a bater nas escadarias, o cheiro de flores. Sim, tudo parecia perfeito!
Devagar vesti-me e arranjei-me mas só depois de ouvir praticamente todas as raparigas já a pé,a gritar que hoje era o baile que me apercebi que era esta noite. Desci e tomei o pequeno almoço, estava calmamente a mastigar quando duas enormes corujas (a da minha mãe e uma desconhecida) pousam em cada um dos meus ombros. Logo vi que era estranho mas não suspeitei pois muitas raparigas tinham recebido mais cartas e encomendas sendo estas os vestidos.
Logo que abri a carta que a coruja desconhecida me entregou um nó formou-se na minha garganta aquele subscrito tinha um ar bastante formal e tinha um sinal que parecia ser o do ministério da magia.
Abri e fiquei chocada:
A carta dizia que a minha mãe sim, Esmeralda Summers ou Riddle tinha sido presa por usar duas das maldições imperdoáveis em mim e em outras pessoas como Jack e Wendy.
Aparentemente quando me “zanguei” com o Harry no dia Da Tarefa não tinha sido eu tinha sido a minha mãe a usar Imperio, não acredito que ela esteve em Hogwarts sem eu saber e descobri que afinal August e a sua família só me deixavam viver em sua casa por causa das ameaças da minha mãe. Todos as minhas amizades lá não passavam de uma simples e reles mentira.
Eu tenho de falar com o Harry simplesmente tenho de pedir desculpa e hoje é o baile por isso temos de combinar as coisas e queria falar com ele sobre a minha situação porque agora quero lá saber se sou a filha de Tom Riddle quero lá saber do que pensam a minha vida não passa de calunias e petas.
Pensei se devia abrir a outra carta que era da minha mãe: Abri, parece que os meus planos de voltar para casa no natal e nas férias foi furado e agora nem casa tenho August disse que o ministério anda a revistar o terreno e que não havia problema de eu voltar para casa no VERÃO que aquela seria sempre a minha casa e que eu não tinha culpa de nada nem dos atos dos meu pais.
Agora não há nada a fazer pensei , vou falar com o Harry e vou-me divertir, chega de ter medo.
Procurei-o por toda a Hogwarts e encontrei-o num dos corredores .
–Harry!Hey, posso falar contigo?!- pude ver na cara dele a intriga se calhar ele pensa que vou cancelar tudo- não te preocupes anda lá!
Seguimos para o salão principal, mas não pudemos entrar a coisas estavam a ser preparadas portanto decidi que podíamos conversar nos jardins.
–Caroline aconteceu alguma coisa? Pareces pálida.
–Posso confiar em ti?
–Sempre- respondeu ele (Referencia ;)
–A coisa é –comecei tímida- hoje de manhã recebi duas cartas e soube que a minha mãe foi presa por usar as maldições imperdoáveis e usou especialmente em mim Imperio, além disso esteve aqui em Hogwarts sem ninguém saber para me enfeitiçar, por tanto de cada vez que eu exagerei um bocadinho contigo talvez tenha sido ela- disse eu muito rápido e sem quase respirar
–Então não me odeias mesmo?
–Primeiro ponto: se te odia-se não te contava isto, Segundo: és tão palerma e Terceiro: nem um bocadinho.
–Então e a minha proposta de mais um encontro?
–Temos o baile de hoje e nunca mais, amigos lembras-te?
–Sabes eu consigo o que quero e mais uma vez vais receber notícias minhas.
–Eu vou-me arranjar, até logo encontramo-nos nas escadas do corredor que vão dar ao salão principal.
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