Harry Potter- Change The Future
2 Capítulo 2- A casa dos pais, lupin e a dragoazinha
(POV Autor)
Cada dia que passava, harry estava ficando mais forte, mas escondia isto nas aulas e de seus “amigos”. Estava chegando o dia da fuga de harry da escola, após o episódio da pedra filosofal, harry tinha arrumado sua bagagem e esperava a hora para fugir. Olhou para o relógio da enfermaria e viu que se aproximava da meia noite. Quando o relógio bateu a meia noite, harry aparatou sem deixar nada para trás que pudessem usar para encontrá-lo. Ele desaparatou no meio de uma floresta.
—Legal, desaparatei sei lá onde-disse harry.
Harry continuou andando puxando sua mala, quando se deparou om uma casa, na verdade estava mais para uma mansão. Ele abriu a porta desta dita mansão e começou a vasculhar a sala, encontrou um quadro com fotografia, onde as pessoas que estavam na foto não lhe eram estranhas. Olhou mais atentamente e arregalou os olhos.
—São meus pais. Essa deve ser uma das casas da família-disse harry.
Harry procurou o botão para ligar as luzes, achou o botão e ligou, fazendo a casa toda se iluminar, mas ele sentiu algo a mais acontecer, as proteções foram ativadas instantemente. Harry subiu as escadas e olhava tudo com os olhos brilhando, acabou chegando a uma porta dupla, abriu a porta e entrou no lugar ligando a luz, viu que era um quarto grande casal. Achou uma foto de seus pais com ele quando era bebê.
—O quarto dos meus pais. Vou ficar com este-disse harry.
Harry desfez as malas e colocou no guarda roupa tudo.
—Preciso agora comprar comida, mas vamos deixar para amanhã-disse harry.
Harry tomou um banho e colocou um pijama. Harry deitou na cama dois pais e apagou. Acordou cedo no dia seguinte, tirou o pijama e colocou uma roupa trouxa. Tinha conseguido dinheiro trouxa com seus tios e vinha guardando. Aparatou da casa, para surgir em um beco de londres e começou a andar pela cidade. Harry olhava em volta para ver se não encontrava ninguém conhecido que podia reconhecê-lo. Acabou chegando a um supermercado, pegou um carrinho e começou a fazer as compras. Todos olhavam para harry e cochichavam “O que um garoto de 12 anos faz sozinho em um supermercado¿” ou “Cadê os pais do garoto¿”. Harry não ligava e continuou fazer as compras. Oque ele estranhava era todas garotas que deviam ser uns 2 anos mais velhas e outras bem mais velhas que ele o olhava e coravam.
—Certo, queria saber o que eu tenho que elas não param de olhara para mim e corar-disse harry para si mesmo.
Ele terminou de fazer as compras e pagou a moça do caixa, olhou-me volta se ninguém reparava, tirou sua varinha do bolso e disse.
—Redducio—disse harry.
As compras diminuíram de tamanho e harry enfiou na mochila mágica dele. O fato é que harry achou na casa dos pais em um dos livros de magia, um feitiço permanente que impede que o ministério o encontre por usar magia com menos de 17 anos. Ele continuou seu caminho e percebeu que estava morrendo de fome, pois saiu sem comer nada. Achou uma cafeteria e entrou no lugar. Foi até o balcão e pediu um café preto forte e um salgado. Enquanto comia na mesa, harry olhou pelo vidro e viu alguém conhecido. Era um dos amigos de seu pai, um maroto também, harry tentou lembrar o apelido e se lembrou, era aluado, ou seja, Remus Lupin. Ele teve uma ideia brilhante, isso adiantaria seus planos. Pegou um dos porta guardanapos , tirou a varinha, olhou se ninguém via nada e apontou para o objeto dizendo baixinho.
—Draconifors—disse harry.
O porta guardanapo se transformou em um pequeno dragão cinza. Harry pegou o dragãozinho na mão e disse para o mesmo.
—Siga remus lupin e veja aonde ele vai. Quando vir o local volte e me avise-disse harry.
Harry soltou o dragãozinho que voou e saiu pela porta atrás de lupin. Ele voltou a tomar seu café. Quando terminou, pagou a moça e saiu para as ruas. Andava distraído, quando sentiu algo em seu ombro, olhou e viu o dragãozinho em seu ombro. Este contou a harry onde lupin estava.
—Hora de te encontrar professor-disse harry.
Harry desfez o feitiço, fazendo o dragão virar o porta guardanapo e deixou este no chão. Ele chegou ao local onde o dragãozinho disse que lupin entrou. Era uma casa simples londrina, abriu a porta e entrou. Foi quando sentiu uma varinha no seu pescoço.
—Quem é você e o que faz aqui¿-perguntou lupin.
—Calma. Meu nome é Harry Potter, prazer em te conhecer aluado-disse harry.
Lupin ficou surpreso por quem estava a sua frente. Tirou a varinha do pescoço de harry e o abraçou, depois que se soltou do garoto disse.
—Harry meu rapaz, o que faz por aqui¿-perguntou lupin.
—Bom, melhor nos sentarmos, pois esta história é longa-disse harry.
Os dois se sentaram no sofá da sala e harry contou tudo a lupin. Quando terminou lupin estava intrigado.
—Entendo. Onde está morando agora¿-perguntou lupin.
—Em uma das casas dos meus pais em uma floresta aqui perto-disse harry.
—Então encontrou uma das casas de seus pais, bom. Você disse que não pretende voltar a hogwarts, mas sinto em dizer que o ministério vorá atrás de você-disse lupin.
Harry deu uma risada e sorriu marotamente. Lupin conhecia aquele sorriso, era igual ao de Thiago.
—Achei um feitiço me um dos livros de magias de meus pais, que permite o bruxo menor de idade usar magia sem que o ministério o encontre, e ele é permanente-disse harry.
—Um plano digno de sue pai e bem inteligente, lilian e Thiago iriam ficar orgulhosos-disse lupin.
-Então professor, gostaria saber se o senhor poderia me ajudar depois de tudo que te contei-disse harry.
Harry estava esperando ansiosamente a decisão de lupin.
—Tudo bem irei lhe ajudar. Irei entrar em contato com alguns amigos-disse lupin.
Harry sorriu feliz, seu plano estava dando certo.
—Bem professor, preciso ir agora e tenho coisas a fazer-disse harry.
—Ok. Foi bom vê-lo harry-disse lupin.
Harry se despediu de lupin, saiu da casa e aparatou. Ele pareceu em sua casa e colocou a compra no balcão da cozinha, fez voltar ao tamanho normal e as guardou. Harry depois de um tempo decidiu andar pela floresta. Enquanto andava, acabou tropeçando em algo. Levantou e olhou em volta e viu que estava dentro de um ninho de dragão. Escutou um rugido de dor e foi correndo ver o que era. Encontrou um dragão fêmea bem ferida. Harry chegou perto com cuidado e viu que era uma dragão negro das ilhas hébridas. Aparência:
Este outro dragão nativo da Grã-Bretanha é mais agressivo do que o seu correspondente galés. Exige um território de cento e sessenta quilômetros quadrados por dragão. O negro das ilhas Hébridas alcança nove metros de comprimento, tem escamas ásperas, brilhantes olhos de púrpura e uma carreira de cristas curtas, mas afiadíssimas, ao longo do dorso. Tem asas semelhantes às do morcego, e seu rabo termina em um espigão em forma de flecha. O negro das ilhas Hébridas se alimenta principalmente de veados, embora se saiba que roube cães de grande porte e até reses. O clã de bruxos MacFusty, que há séculos habita as ilhas Hébridas, tradicionalmente tem se encarregado da administração dos dragões dessas ilhas.
Harry viu que a dragão o encarou, mas não tinha forças para se levantar. Harry chegou até a mesma e posou a mão na cabeça do dragão.
—Quem fez isso com você¿-perguntou harry.
—Caçadores-disse a dragão.
Harry olhou assustado, quem havia dito aquilo.
—Você falou¿-perguntou harry surpreso.
—Sim-disse a dragão.
—Você disse que foram caçadores¿-perguntou harry.
O dragão mexeu a cabeça em afirmativo.
—Parece que ainda há aqueles que fazem essa prática. Isso algo desumano demais, afinal, vocês são criaturas vivas e fazem de tudo para viver bem e cuidar dos filhotes. Eu juro se encontrar quem te fez isso, as torturas de Azkaban serão fichinha perto do que vou fazer com eles-disse harry nervoso.
A dragão ficou feliz com as palavras de harry.
—Como se chama¿-perguntou a dragão.
—Harry Potter-disse harry.
—Harry, eu sinto minha vida esvaindo. Me prometa uma coisa-disse a dragão.
—Sim¿-perguntou harry.
—Prometa que irá cuidar do meu filhote. O mantenha protegido desses monstros me prometa por favor-suplicou a dragão.
—Eu prometo. Mas como consigo entender o que os dragões falam¿ Só consigo falar com cobras-perguntou harry.
—Como as cobras, nós dragões somos répteis, isto quer dizer que possa entender outros répteis, por isso pode entender oque falamos-disse a dragão.
—Entendi-disse harry.
—Minha hora chegou. Foi um prazer te conhecer antes de morrer. Cuide bem do meu filhote, adeus harry-disse a dragão.
A dragão de um ultimo suspiro e morreu. Harry deixou lágrimas escaparem. Os dragões são seres tão incompreendidos.
—Descanse minha amiga, irei cuidar do seu filhote-disse harry.
Harry usou um feitiço para levitar pedras grandes e cobrir a dragão. Ele voltou ao ninho e viu o ovo rachado, quando escutou o choro de um filhote olhou em volta e encontrou o filhote da dragão, na verdade era uma filhote. Harry pegou a filhotinha e aninhou a pequena em seu corpo.
—Sinto muito por sua mãe pequena, irei cuidar de você a partir de agora-disse harry a dragoazinha.
Harry voltou para sua casa e achou alguns pedaços de carne, dando para a dragoazinha comer.
—Vamos lhe dar um nome. O que acha de ruby¿-perguntou harry.
A dragoazinha pulou de alegria.
—Isso pode ser considerado um sim-disse harry.
Harry continuou a cuidar da dragoazinha pelo resto do dia.
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