Notas iniciais
Será que Al vai perdoar o Jay?...Pela milésima vez HAHA...vcs vão descobrir...Eu gostaria muito de reviews se alguém ai esta acompanhando essa fic né, pq senão eu desanimo :( ... mas enfim, a historia esta no comecinho ainda, então pelo menos até o capitulo da seleção das casas eu juro que vou postar, depois só se eu tiver certeza de que estão acompanhando... mas enfim, aproveitem o capitulo que vai ser pelo ponto de vista do James.

JAMES SIRIUS POTTER POV

James entrou no escritório do pai para espera-lo, então sorriu ao se lembrar de todas as travessuras que fez quando menor (e ainda fazia) e que sempre terminavam ali, com seu pai falando seriamente, poucas foram as vezes que se lembrara de ouvir o pai gritar ou perder a calma, isso era coisa de sua mãe, lembrou também que sua primeira vassoura com apenas uma semana já havia parado no grande armário do escritório e dele não saíra mais (na verdade porque James ganhara outra de sua avó Molly que conseguia mimar todos os seus netos igualmente, o que para qualquer outra mulher deveria ser bem dificil ja que eram muitos, e com muitos já se podia imaginar o que significava), olhando então para um grande quadro do grande clã "Weasley/Potter e amigos" que tinha copias, na sala, e no quarto dos pais, notou então um álbum grosso de capa dura vermelha sobre a mesa, achou que não teria problema em dar uma olhada, e logo estava revirando uma pagina atrás da outra, e não pode deixar de notar sua semelhança com seu avô James Potter ao chegar em uma foto em que apareciam seus avos, James Sirius achou que a unica diferença entre eles era as poucas sardas próximas ao nariz, e que seu cabelos que conseguiam ser mais desarrumados que os do avô, que ainda era jovem na foto.

O pai de James demorava um pouco para subir, e obviamente "pela milésima" vez como seus pais sempre repetiam, ele iria tentar abrir alguma das gavetas da escrivaninha do pai, pegou sua varinha, que usou para preparar a "surpresinha" para o irmão, apontou para a primeira gaveta e disse: — Alohomora. — Mas a gaveta apenas reluziu com o toque do feitiço, revelando a barreira anti-arrombamento, a gaveta não se abriu, o garoto continuou tentando abrir uma a uma, quando percebeu que a ultima do lado direito estava entreaberta, o que surpreendeu James, já que sabia que seu pai sempre era extremamente cauteloso quando se tratava da escrivaninha, do escritorio inteiro para ser mais exato, abriu a gaveta e se deparou com um pergaminho redobrado em varias partes, objeto curioso, então james pegou, colocou o pergaminho na mesa e apontou a varinha para ele, era obvio para James, que para aquele pedaço de papel ter chegado a posição de "pertence à ultima gaveta", era algo bem interessante, pegou o papel e o colocou sobre a mesa, apontou sua varinha para o objeto que no mesmo momento manifestou um pequeno texto:

"Os senhores aluado, rabicho, almofadinhas e pontas solicitam que o garoto enxerido vá fuçar em outra esquina"

James pôs a mão na boca para evitar uma gargalhada, achou aquilo fantástico e hilario, e se perguntou o porquê de seu pai nunca lhes havia contado sobre aquilo, afinal, lembrava que pontas era o apelido do avô, e que o pai gostava de uma boa piada, e tinham inúmeras dentro daquele escritório que ele e seus irmãos simplesmente não resistiam em fazer no minimo uma visita por dia. Jay escutou os passos do pai, dobrou o papel o mais rápido que pode e colocou de volta na gaveta, deixando-a entreaberta, como já estava antes, e com sorte seu pai não notaria que ele tinha mexido ali.

Harry Potter entrou no escritório com uma expressão serena no rosto, a porta se fechou sozinha atrás dele que caminhou até a cadeira, largou-se pesadamente nela, o que indicou que estava extremamente exausto, apontou sua varinha dizendo — CADEIRA APARECIUM. — conjurando uma cadeira logo atrás de James, que se sentou e a mesma foi levemente arrastada para frente até alcançar a escrivaninha.

– Então Jaimes, tem algo que gostaria de me dizer? — Perguntou o pai com um tom de voz que faria qualquer um contar qualquer coisa, e pareceu a James uma frase decorada, já que esta era sempre a mesma pergunta para o incio das conversas.

– Não pai...ah pai, você sabe que o Al é muito exagerado né...- Respondeu James.

– Eu não acho que tenha sido necessário o que fez, normalmente eu convenço seu irmão a tolerar as brincadeiras, mas esta foi longe demais filho...- Continuou o pai

– Pai eu gosto muito do Al, não faço por mal, eu só...você entende...- Respondeu James novamente

– É claro que eu sei que você gosta de seu irmão...- Então foi interrompido pelo filho: — ... Mas ele não sabe disso não é?-

–filho, Estas brigas entre vocês, por mais fundamentais que possam ser, ao que minha experiencia me mostrou, que irmãos as vezes se aproximam mais devido a elas, mas precisam ser moderadas, seu irmão vai para Hogwarts em setembro, ele vai precisar de alguém para apoia-lo e para mostrar-lhe como as coisas funcionam, você não se sentiu um pouco perdido? — Perguntou o pai.

– HAHA eu acho que não, eu me viro muito bem! — Gabou-se James arrancando alguns risos do pai que em questão de segundos voltou a expressão serena que estivera mantendo, então continuou: — Você não é fácil, parece uma mistura inexplicável de muitas pessoas, meu pai, meu padrinho, seu tio Ron, e George e Fre....- O pai de James hesitou em dizer o nome de um tio já morto, Fred o irmão gêmeo do tio George e co-criador das Gemialidades Weasley, que tinha falecido durante a segunda guerra bruxa, James viu seu pai sacudir a cabeça, como que para expulsar a lembrança e para terminar com a conversa disse: — Gostaria que se desculpasse com seu irmão Jay...-

– Fica tranquilo pai, eu falo com ele. — O pai afagou os cabelos do garoto que deu uma risada, James esperou um pouco na esperança de que ele fosse sair, para que ele pudesse dar mais uma olhada no pergaminho, mas notou que ele iria ficar ali mesmo, e antes que se virasse, o pai disse:

– Eu ainda estou pensando se não vou mandar aquela carta para a McGonagall...- Disse Harry com um sorriso de canto, James saiu antes que seu pai decidisse mandar de vez a maldita carta e saiu do escritório, dando de cara com seu irmão no meio do corredor, como se estivesse vindo do quarto de Lily.

– Ei Al...- James chamou o irmão, que se virou com uma expressão preocupada e as mãos para traz. — Me desculpa cara...-

–...Pela mi...- Então James completou

–...lésima vez.- Piscou para o irmão com o sorrisinho torto no rosto, vendo Al revirar os olhos e voltar para o quarto.

– VENHAM COMER PESSOAL!!!- Gritou sua mãe do andar de baixo, então James desceu as escadas e deu uma espiada na sala para ver se alguém já havia arrumado tudo, e deparou com o velho elfo domestico de que Jay não simpatizava muito mas que seu irmão Al gostava bastante e sempre o ajudava quando podia, o nome era Monstro. — O menino Sirius Potter poderia não perturbar mais o irmão dele, o gentil menino Albus.- Resmungava o elfo domestico enquanto estalava o dedo em pequenos intervalos, desfazendo os encantos que estavam nas faixas e desaparecendo com elas.

– São só brincadeiras seu elfo velho e...- Dizia James quando a mãe apareceu na sala.

– ...Pare de implicar com Monstro Jay, deixe-o trabalhar em paz. — E saiu da sala,

Monstro era o antigo elfo domestico da família do padrinho de seu pai, Sirius Black que parecia que não gostava dele tanto quanto Jay não gostava agora. A muito tempo atrás seu pai que herdara-o de Sirius Black quando o mesmo morrera, ordenou que o elfo fosse para Hogwarts trabalhar nas cozinhas, mas depois da lendária batalha que ocorreu no castelo o elfo resolveu recusar a trabalhar lá e que só morreria em paz servindo seu "mestre" e que seria uma desonra abandonar seu oficio, mesmo quando a tia dos meninos e madrinha de James, Hermione lutara tão arduamente para criar leis que melhoravam as condições dos elfos domésticos (relutante quanto a isso ja que o verdadeiro desejo era liberta-los, mas os mesmos se opunham a esta liberdade), tais leis davam inúmeros direitos aos elfos permitindo-lhes ir contra ordens abusivas de seus mestres, convencendo-lhes de que acima dos bruxos, está o ministério, e está a justiça, mestres abusivos eram punidos, e os elfos deveriam obrigatoriamente ter ferias (apesar de eles ignorarem isto), poucas famílias ainda tinham elfos, mas as que possuem são obrigadas por lei, ou simplesmente por boa vontade, a os tratarem bem. Al desceu as escadas e correu até a sala, para ajudar Monstro que protestou:

– Não precisa jovem mestre, bondoso menino Albus. -

– Pode deixar que eu termino Monstro. — Disse Albus

– O jovem mestre é sempre tão gentil, tão parecido com o menino Regulus...- E continuou falando sozinho até desaparecer e provavelmente ir para o quarto no sótão da casa.

– Eu te desculpo Jay, como eu disse, pela milésima vez. — Então Al sorriu. — Mas a culpa ainda é sua...-

– Você que é um chato Al...- Respondeu James com um sorrisinho torto.

– Mas você que provoca Jay...- Retrucou Al, quando Lily entrou na sala e com uma vozinha triste disse:

– vocês vão brigar de novo? -

– Não estamos brigando não maninha. — James acariciou a cabeça da irmã que sorriu. — Não ainda HAHAHA- Terminou James seguido por risinhos da irmã, e James pegou um papel, amassou e jogou no irmão, que começou a rir pegou o papel e jogou de volta, e todos gargalhavam, enquanto os meninos corriam um atrás do outro.

– AI, vocês ainda vão me deixar de cabelo em pé, acabei de receber uma carta da sua avó, vamos comer la, saímos em uma hora. — Disse a mãe deles antes de se dirigir de volta para a cozinha, seguida por todos.

– Vamos usar a "porta trouxa" hoje? — Perguntou James.

– Me pergunto o quanto a sua burrice pode me surpreender Jay...- Comentou Al — ...porque teoricamente o que você chama de porta trouxa é uma porta magica, e a outra é uma porta normal. — Completou Albus.

– Teoricamente eu não perguntei nada. — Disse James, e ambos levaram olhares perigosos de sua mãe. A casa tinha duas portas, uma no hall de entrada dos fundos e no hall da frente juntamente com a escada, a porta do hall de frente levava para um bairro trouxa em Londres, enquanto a porta dos fundos perto da cozinha levava para a rua em Godric's Hollow, James sempre chamara de porta trouxa, já que levava a um lugar trouxa e todas as vezes era corrigido pelo irmão, a lógica disso sempre confundiu muito os três irmãos que achavam que a casa deles existia em uma espécie de dimensão paralela, até que o pai deles lhes explicou que a casa está de fato em Godric's Hollow, em uma rua isolada aonde só bruxos moravam, enquanto a chamada "porta trouxa" funcionava como uma chave de portal, para uma casa idêntica em Londres, em uma rua em que todas as casas eram irritantemente iguais, quem sai de dentro da casa para fora vai para ela, mas para entrar é necessário girar a maçaneta enquanto diz uma senha, que é modificada todos os dias (caso um trouxa tentasse entrar, encontraria um interior completamente sujo e destruído da casa que naquele lugar era abandonada, e então o trouxa se esquecia do que iria fazer a ali e voltava para sua casa, o que era bem chato quando Jay arrumava amigos trouxas e os convidava, mas eles nunca chegavam). Jay se lembrou que quando menor causava diversos desastres pelo bairro trouxa, quando saia despercebido e voava com a vassoura de brinquedo para a loucura de muitos trouxas, até o dia que perdeu o controle e entrou por uma casa a dentro destruindo-a e acabando com os dias felizes da vizinha (que já sofria o suficiente com ele), isto deu um trabalho muito grande ao ministério, seus pais, e os pobres vizinhos e lhe custou um castigo severíssimo.

– É um portal trancavel James, já lhe expliquei isso, e não, não precisamos usa-la hoje, nós não vamos de carro! — Afirmou sua mãe.

Seu pai ja estava arrumado e descia as escadas com uma mala na mão.

– Vou preparar a lareira querida. — Avisou Harry Potter.

– Papai, quando você vai expulsar o bicho no meu armário? Eu mal consegui dormir esta noite. — Resmungou a pequena Lily.

– Não se preocupe maninha, vou azarar a criatura até ela se lembrar que entrou na casa de bruxos errada. — Gabou-se Jay.

– Sinto que não poderá fazer muita coisa Jay, a "criatura" se trata de um bicho papão, e você ainda não aprendeu a expulsar um é claro. — Disse o pai rindo.

– Vamos pessoal, eles já devem estar nos esperando, já preparei a Lareira. — Harry entrou na lareira e disse:

– A TOCA. — E sumiu por entre as chamas esverdeadas.

Notas finais
Capitulo curtinho, mas gostaram? O Jay é um personagem bem divertido de escrever, e tenho planos bem legais para o futuro dele na historia, e vcs perceberam que o Harry teve uns sonhos estranhos sobre serpentes de pedra e tals? pois é, vem coisa por ai HUAHAHA....please gente, peço de novo, a quem acompanha, faz uma reviewzinha aiii...haha... O próximo cap vai ser pelo ponto de vista de um personagem um pouquinho,...diferente, eu demorei a decidir quem seria, pensei na Gina, na Lily, mas no fim das contas não vai ser uma pessoa da família, não diretamente pelo menos, afinal ele esta sempre presente na vida do Harry e vai estar na Toca....
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.