Harry Potter.
48 Capítulo 14
– O que é Mione? — exclamei enquanto Mione nos puxava correndo.
Ela parou em frente a um quadro de frutas.
– Que lindo Mione. — zombou Harry
Mione riu e fez cócegas na pêra. É…cócegas na pera. Uma portinha se abriu e entramos. Vi a coisa mais fofa que existe, quer dizer, a segunda coisa mais fofa que existe. A primeira estava parada do meu lado, segurando-me pela cintura. Pra quem é lerdo, o HARRY!
– Dobby? — disse Harry
– Senhor Potter! — exclamou um elfo com enormes olhos verdes. Ele usava uma meia diferente em cada pé e um paletó.
Harry abraçou Dobby e sorriu.
– Dobby essa é Alice, minha…garota. — sorriu ele — E essa é Hermione, minha amiga.
– Dobby já conheceu a Srta. Granger. Ela foi muito gentil com Dobby, foi sim. Mas prazer em conhecê-la Srta…?
–Felton — sorri — Muito prazer Dobby.
– O Sr. Potter me falou muito bem de você, ele dizia que você era…
– Você está trabalhando aqui a quanto tempo Dobby? — interrompeu Harry sorrindo
– Desde o começo do Ano senhor. — disse Dobby — Dobby queria ter te falado, mas Dobby não pode sair pelos corredores. A noite, Dobby tem ido no Salão Comunal da Grifinória pra limpar senhor, mas o Sr. Potter e a Srta. Alice estão sempre dormindo.
– Eles não tem mais cama Dobby, só aquele sofá. — bufou Hermione
Revirei os olhos e vi uma elfazinha sentada chorando.
– Por que ela está chorando Dobby? — perguntei
– Winky sente falta de seu dono. Dobby diz a Winky que ser livre é melhor, mas Winky não escuta. Winky prefere ficar triste.
– Que pena. — eu disse me aproximando dela — Winky, por que você está tão triste?
– Não fale com Winky, sangue ruim. — ela disse
– Não fala assim com ela, tá legal? — disse Harry
Cheguei perto de Harry.
– Tá tudo bem — sussurrei em seu ouvido — Ela tá machucada, vai ofender qualquer um.
– Mas eu não deixo ninguém falar assim com você, pô.– ele sussurrou
Ri e dei um selinho nele.
– Então Hermione — disse Harry — A gente tem que fazer uma coisa bem importante, você vai ficar ai?
– Vou né. — ela revirou os olhos — Dobby, me conte sobre seu salário.
– Tchau gente — dissemos
Harry segurou minha mão e saímos da cozinha.
– O que a gente vai fazer de importante? — perguntei
– Nada — riu ele.
Ele me encostou na parede e me beijou.
– Tomara que a McGonagall não passe aqui. — sussurrei
– Alice, nosso beijo do baile está em uma revista que explica as três fases. Acho que a McGonagall passar aqui não é nosso maior problema. — disse ele e em seguida mordeu meus lábios.
– A gente tem que ir pra aula. — eu disse
– Quem se importa? — riu ele
– Eu — ri
– Só mais um pouquinho vem.
Ri e beijei ele. Durou um pouco mais que o planejado.
– Agora é sério Harry, vamos.
– Você sempre acaba com a diversão. — brincou ele
– Eu sou a diversão querido. — ri
Ele riu e me puxou para outro beijo quando eu vi um vulto conhecido passando no corredor.
– Tenho que ir — disse a Harry — CEDRICO VOLTA AQUI AGORA!
Cedrico estava quase correndo na minha frente.
– ALICE, DESCULPA! NÃO ME MATE.
– VOLTA AQUI AGORA SEU MERDA. CEDRICO EU VOU TORCER SEUS OSSOS E FAZER FAROFA. VEM AQUI!
– AH — gritou ele — SOCORRO.
Ele começou a correr e eu corri atrás. Quase esbarrei em primeiranistas fofos. Foi quando o bonito parou de correr.
– Droga Cedrico — ri dando uma bofetada nele.
– Valeu a pena, você tinha que ver sua cara na hora que leu meu depoimento pro casal. — zombou ele
– Cedrico, pare de ser assim! — eu disse
– Assim encantador? — disse ele
– Assim terrível. — ri
– Mas você disse que eu sou encantador. — disse ele
– Eu menti — ri
– MINHA VIDA É UMA MENTIRA. ALICE, ADEUS. Ó MUNDO CRUEL.
– Que exagero Cedrico. — zombei
– Qual é? Eu sou um ator, e dos bons.
– Aham. — eu disse
– Cala a boca. — riu ele — Fala pro Potter que eu preciso falar com ele.
– Sobre o que?
– Não é da sua conta Felton. — ele revidou
– Quando você perder minha amizade e ficar sozinho nesse mundo nao reclama. Tenho aula, to indo. — eu disse
– Ta indo pra aula sim. Só se for a aula dos lábios do Harry.
– Cala a boca Diggory!
– Vem calar!
Dei um chute (levinho) nas partes baixas dele e saí correndo.
Cheguei na aula e caí niquela monotonia. Aprender, aprender, aprender…Fui pra próxima, aprender, aprender e aprender…
ARGH, PROOFESSORES! ME DEIXEM EM PAZ!!
Cheguei no Salão Comunal depois do jantar exausta.
–Quer dar uma volta? — disse a única pessoa que me animaria
– Eles nunca vão nos deixar ficar perambulando no castelo Harry. — eu ri — Principalmente nós dois.
– É. — ele disse tristonho — Mas, felizmente pra você, você não está com um cara qualquer. Você está com Harry Potter, o cara que tem uma capa da invisibilidade.
Ri e me virei pra ele.
– Daqui a 10 minutos? — sorri
– Claro.
Subi pro meu dormitório e Parvati estava lá sozinha.
– Parvati, quando a Hermione chegar você pode falar…
– Não. — disse ela
– Por que?
– Porque eu não to afim.
– Argh, ta bom Parvati. Credo.
Saí toda brava e uma mão invisível me segurou.
– Ta brava porque? — riu Harry
Entrei de baixo da capa e saímos do Salão Comunal.
– A Parvati é muito ridícula Harry! — exclamei quando sentamos em um corredor deserto.
– Porque?
– Ela me odeia só porque eu e você estamos, hm, juntos.
– Hm juntos — riu ele — Que expressão legal.
Ri e dei um selinho nele.
– Hm. — ri — Ced disse que queria falar com você.
– Sobre o que? — perguntou ele
– Ele não me falou. Você vai me contar né? — sorri
– Provavelmente você vai conseguir arrancar de mim. — riu ele
Ri e puxei ele para um beijo. Ficamos nos beijando porque não tínhamos hora pra voltar, tecnicamente.
Harry parou o beijo para tomar fôlego e checou o mapa do maroto aberto no seu colo.
– Droga — sussurrou ele
– O que? — sussurrei
– Moody vem vindo. — disse ele
– O olho dele vê capas…- comecei
– Sim. — disse ele
– Merda. Quais são nossas opções?
– Fazer cara de cachorrinho? — arriscou Harry — Ou matar ele.
E foi exatamente o que fizemos.
Não matar ele, fazer cara de cachorrinhos e pedir para que ele não nos dedurasse.
Quando nos viu, ele riu.
– Talvez os pombinhos devessem ir dormir.
Na mesma hora levantamos e fomos pro Salão Comunal, dormir no sofá.
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