.:Harry No Ai:.
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Dia de 3 de julho
Seu primeiro dia de Aula
semana se passou e é o primeiro dia de meninos de escola, novas surpresas que esperam por eles, que os conflitos aguardam ... muito em breve
Galo: cocoricóóoooo !!
Harry: -despertando- oh ... é dia ...
Soa como um Alarme-
Albus: mano, saia da cama, pelamordeus!.
Harry: bom dia ... Mano..
Harry’s pov
Albus é meu irmão mais velho, ele tem apenas 17 anos, e eu tenho 14 anos..
Tenho dois pais maravilhosos, somos uma família feliz, e também meus pais são bruxos, eles já estudou em hogwarts .
Albus: Bom dia irmão!
James: E Vem em todo animado, e com o trabalho- mesmo bom dia meninos !!
Harry: Pai!!, você está fazendo ??
James: : Oh nada, só eu definir-me para ir ao meu trabalho e vocês vão maior escola já existem:
escola de magia e bruxaria de hogwarts!!!!
Albus e Harry : HOGWARTS!! ?? ....
James: sim.. qual problemas meus filhos?
Albus: -risa- a esperança aqui
Harry: todos são talvez pronto ??
Albus: sim * sorriso
Quando o Harry estava comendo seu café da manhã, ouviu a sua mãe chamar:
Lily: Harry! Vamos depressa! Vamos perder o trem!!!!!!!!!
Harry correu mais rápido que era, e se foi.
Uma locomotiva vermelha a vapor estava parada à plataforma apinhada de gente. Um letreiro no alto informava “Expresso de Hogwarts 11 horas”.
Harry e Albus olharam para trás e viu um arco de ferro forjado no lugar onde estivera o coletor de
bilhetes com os dizeres “Plataforma 9 e ½”. Conseguira.
A fumaça da locomotiva se dispersava sobre as cabeças das pessoas que conversavam, enquanto gatos de todas as cores trançavam por entre as pernas delas. Corujas piavam umas para as outras, descontentes, sobrepondo-se à
balbúrdia e ao barulho das malas pesadas que eram arrastadas.
Os primeiros vagões já estavam cheios de estudantes, uns debruçados às janelas conversando com as famílias, outros brigando por causa dos lugares.
Harry e Albus empurraram o carrinho pela plataforma procurando um lugar vago. Passou por um garoto de rosto redondo que estava dizendo:
Garoto: Mãe! Eu perdi um sapo de novo!
A mulher olhou pro menino, e disse:
Mulher: Ah, Neville
ele ouviu a mulher suspirar.
*************
Mas a Professora Minerva levou os alunos da primeira série a uma sala vazia ao lado do saguão. Eles se agruparam lá dentro, um pouco mais
apertados do que o normal, olhando, nervosos, para os lados.
Professora Minerva: Bem-vindos a Hogwarts , O banquete de abertura do ano letivo vai começar daqui a pouco, mas antes de se sentarem às mesas, vocês serão selecionados por casas. A seleção é uma cerimônia muito importante porque, enquanto estiverem aqui sua casa será uma espécie de família em Hogwarts. Vocês assistirão a aulas com o restante dos alunos de sua casa, dormirão no dormitório da casa e passarão o tempo livre na sala comunal. As
quatro casas chamam-se Grifinória, Lufa-Lufa, Cornival e Sonserina. Cada casa tem sua história honrosa e cada uma produziu bruxas e bruxos extraordinários. Enquanto estiverem em Hogwarts os seus acertos renderão pontos para sua casa, enquanto os erros a farão perder. No fim do ano, a casa com o maior numero do pontos receberá a Taça da Casa, uma grande honra. Espero que cada um de vocês seja motivo de orgulho para a casa a qual vier a pertencer. A Cerimônia de Seleção vai se realizar dentro de alguns minutos na presença de toda a escola.sugiro que vocês se arrumem o melhor que puderem enquanto esperam.
Professora Minerva: Voltarei quando estivermos prontos para receber vocês, Por favor, aguardem em silêncio.
E se retirou da sala. Harry E Albus engoliram em seco.
Harry: Mas como é que eles selecionam a gente para as casas?
Harry perguntou o seu irmão
Albus: Devem fazer uma espécie de teste, acho. Papai diz que dói à cabeça,
mas acho que estava brincando.
O coração de Harry deu um pulo terrível. Um teste? Na frente da escola
toda? Mas ele ainda nem conhecia mágica nenhuma, que diabo teria que fazer? Não previra nada do gênero assim logo na chegada. Olhou à volta, ansioso, e viu
que os outros também pareciam apavorados. Ninguém falava muito a não ser.
uma garota de cabelos pretos, que cochichava muito depressa todos os feitiços que aprendera, sem saber o que precisaria mostrar.
Harry fez força para não escutar o que ela dizia. Nunca se sentira tão nervoso, nunca, nem mesmo quando tivera que levar um boletim escolar para os seus pais dizendo que, não sabiam como...
Então aconteceu uma coisa que o fez pular bem uns trinta centímetros no ar, várias pessoas atrás dele gritaram.
Ele ofegou. E as pessoas à sua volta também. Uns vinte fantasmas passaram pela parede dos fundos. Brancos-pérola e ligeiramente transparentes, eles deslizaram pela sala conversando e entre si, mal vendo os alunos do primeiro ano. Pareciam estar discutindo. O que lembrava um fradinho gorducho ia dizendo:
Frei: Alunos novos!
sorrindo para eles.
Frei: Estão esperando para ser selecionados, imagino?
Alguns garotos confirmaram com a cabeça, mudos.
Frei: Espero ver vocês na Lufa-Lufa!
Professora Minerva : Vamos andando agora, A Cerimônia de Seleção vai começar.
A Professora Minerva voltara e um a um os fantasmas saíram voando pela
parede oposta.
— Agora façam fila e me sigam.
Sentindo-se pouco à vontade como se suas pernas tivessem virado chumbo, Harry entrou na fila atrás de um garoto de cabelos cor de palha e na
frente de seu irmão mais velho, , e todos saíram da sala, tornaram a atravessar o saguão e as portas duplas que levavam ao Grande Salão.
Harry jamais imaginara um lugar tão diferente e esplêndido era iluminado por milhares de velas que flutuavam no ar sobre quatro mesas compridas, onde os
demais estudantes já se encontravam sentados
. As mesas estavam postas com pratos e taças douradas. No outro extremo do salão havia mais uma mesa comprida em que se sentavam os professores. A Professora Minerva levou
os alunos de primeiro ano até ali, de modo que eles pararam enfileirados diante dos outros, tendo os professores às suas costas.
As centenas de rostos que os contemplavam pareciam lanternas fracas à luz trêmula das velas. Misturados aqui e ali aos estudantes, os fantasmas brilhavam como prata envolta em névoa.
Principalmente para evitar os olhares fixos neles, Harry olhou para cima e viu um teto aveludado e negro salpicado de estrelas. Ouviu Hermione cochichar:
Garota: É enfeitiçado para parecer o céu lá fora li em Hogwarts, uma história.
Era difícil acreditar que havia um teto ali e que o Salão Principal
simplesmente não se abria para o infinito.
Harry baixou depressa os olhos quando a Professora Minerva silenciosamente colocou um banquinho de quatro pernas diante dos alunos do
primeiro ano.
Em cima do banquinho ela pôs um chapéu pontudo de bruxo. O chapéu era remendado esfiapado e sujíssimo. Tia Petúnia não teria permitido que um objeto nessas condições entrasse em casa.
Talvez tivessem que tentar tirar um coelho de dentro dele, Harry pensou delirando, parecia apropriado, reparando que todos no salão agora olhavam para o chapéu, ele olhou também. Por alguns segundos fez-se um silêncio total. Então o chapéu se mexeu. Um rasgo junto à aba se abriu como uma boca e o chapéu começou a cantar:
Ah, você podem me achar pouco atraente,
Mas não me julguem só pela aparência
Engulo a mim mesmo se puderem encontrar
Um chapéu mais inteligente do que o papai aqui.
Podem guardar seus chapéus-coco bem pretos,
Suas cartolas altas de cetim brilhoso
Porque sou o Chapéu Seletor de Hogwarts.
E dou de dez a zero em qualquer outro chapéu.
Não há nada escondido em sua cabeça
Que o Chapéu Seletor não consiga ver,
Por isso é só me porem na cabeça que vou dizer
Em que casa de Hogwarts deverão ficar
Quem sabe sua morada é a Grifinória,
Casa onde habitam os corações indômitos.
Ousadia e sangue-frio e nobreza
Destacam os alunos da Grifinória dos demais,
Quem sabe é na Lufa-Lufa que você vai morar,
Onde seus moradores são justos e leais
Pacientes, sinceros, sem medo da dor,
Ou será a velha e sábia Corvinal
A casa dos que têm a mente sempre alerta,
Onde os homens de grande espírito e saber
Sempre encontrarão companheiros seus iguais,
Ou quem sabe a Sonserina será a sua casa
E ali estejam seus verdadeiros amigos,
Homens de astúcia que usam quaisquer meios
Para atingir os fins que antes colimaram.
Vamos, me experimentem! Não devem temer!
Nem se atrapalhar! Estarão em boas mãos!
(Mesmo que os chapéus não tenham pés nem mãos)
Porque sou único, sou um Chapéu Pensador!
O salão inteiro prorrompeu em aplausos quando o chapéu acabou de
cantar. Ele fez uma reverência para cada uma das quatro mesas e em seguida
ficou muito quieto outra vez.
Albus: Então só precisamos experimentar o chapéu!
Harry deu um sorriso sem graça.
É, experimentar um chapéu era bem melhor do que precisar fazer um feitiço, mas desejou que pudessem ter
experimentado o chapéu sem toda aquela gente olhando. O chapéu parecia estar pedindo muito, Harry não se sentia corajoso nem inteligente nem qualquer outra.
Professora Minerva : Albus Potter!
Albus saiu quase correndo até o banquinho e enfiou o chapéu, ansioso.
Chapéu Seletor: GRIFINÓRIA!
anunciou o chapéu.
Moon..., Nott..., Parkinson..., depois duas gêmeas, Patil e Patil..., depois
Perks, Sara... E então, finalmente...
Professora Minerva : Harry Potter!
Quando Harry se adiantou, correu um burburinho por todo o salão como um fogo de rastilho.
Garoto: Potter, foi o que ela disse?
Garota: O Harry Potter?
A última coisa que Harry viu antes de o chapéu lhe cair sobre os olhos foi um salão cheio de gente se espichando para lhe dar uma boa olhada. Em seguida só viu a escuridão dentro do chapéu.
Chapéu Seletor: Difícil. Muito difícil. Bastante coragem vejo. Uma mente nada má.
Há talento, há, minha nossa, uma sede razoável de se provar. Ora isso é
interessante... Então onde vou colocá-lo? Bem.. é melhor você está... SONSERINA!
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