Notas iniciais
Oii, gente, esse é apenas bônus OK? ainda não avancei muito na historia e não me sinto confiante postando tão perto de onde estou escrevendo, então para não deixar vocÊ muito tempo esperando, aqui vai um bônus!

Kayla 11 anos:

Nossa, por quantas escolas já passei? Essa aqui é a... Décima? Não, espera, ainda não, recém é a oitava... É divertido esse jogo, me meto em brigas, discuto com professores, já queimei minha prova na cara de um professor e explodi alguns laboratórios também, mas gosto mesmo é de brigas, consigo lembrancinhas! Neste momento estou no portão da escola me comunicando com um garoto membro de uma gangue sobre tatuagens, ele diz que um primo dele é manipulador de tintas, ou seja, pode me tatuar em fase de crescimento, adorei essa ideia!
–-Como faço para chegar lá? pergunto animada.
Ele e o grupo dão risadas:
–-Então está animada para ter uma tatuagem?
–-Se não estivesse não estaria conversando sobre o assunto!
–-E não é que a baixinha tem atitude? comenta ele rindo.
Antes de ele explicar a localização aparece a professora de geografia, a pior que se pode imaginar:
–-O que a senhorita pensa que está fazendo falando com estranhos? É proibido e perigoso, se afaste daí! grita ela.
Quem esse zumbi ambulante pensa que é para me impedir de falar com quem eu quero? Ela é extremamente magra e velha, acho que existe desde que o mundo é mundo, seus cabelos cinza estão num coque rigoroso e seus olhos cor de pus estão revirados, como sempre que ela tem raiva, então... Sempre.
–-Por que eu deveria me afastar? pergunto.
–-Porque eu estou mandando, sai daí menina!
–-Não quero.
–-Ora sua... ela retira uma régua de madeira antiga e brande em minha direção:
–-Com licença! digo pegando pela grade a arma do garoto com quem me comunicava e disparo em seu ombro, devolvo a arma agradecendo e me despedindo, provavelmente estaria em outro lugar pela manhã, vou até a professora que me olhava com raiva e espantada: --Você não manda em mim, converso com quem eu quero quando eu quero, não tente me atingir com essa régua, não estamos nos anos 50! digo isso e saio sem olhar para trás passando por cima de seu corpo seco.

Notas finais
O que acharam? Ainda aceito sugestões de cena! Comentem a vontade!