Hakanaidesu

2 Capítulo 2


Notas iniciais
Eae pessoal… trago capítulo novo para vocês. Boa leitura…

Em Konohagakure no Sato...

Branco... foi a primeira imagem que Deidara viu quando abriu seus olhos, e por momentos decidiu fechá-los por puro instinto. Assim, que os abriu novamente começou a estudar meticulosamente o local a sua volta.

Logo que, sua análise teve início percebeu que estava preso em uma mesa de operações fria que nem gelo e que estava completamente nu, facto que o fez arrepiar dos pés a cabeça, se perguntando se ele foi cobaia de um experimento ninja, ou objecto sexual de um ninja pervertido. Enfim, foram vários os cenários sinistros deduzidos pelo loiro.

Ele virou várias vezes a sua cabeça da esquerda para a direita, de cima para baixo a fim de ver se estava sozinho na sala ou com mais alguém.

Ao perceber que era o único na sala, lutou desesperadamente para se soltar das fitas, que o prendiam naquela patética mesa de operações.

Quando conseguiu se libertar, olhou para as paredes da sala cuja aparência se assemelhava há algum local que ele já havia estado antes mas, sua consciência estava confusa demais para tentar a começar a ter lembranças de cada sítio que ele alguma vez estivera.

Tal como ele pensava, o cheiro presente naquela sala era a de vários produtos químicos, a luz florescente existente dentro da sala piscava várias vezes, seguindo o padrão do ponteiro do relógio que dita cada segundo passado.

Ele olhou para as paredes da sala que se encontravam completamente esverdeadas de tanta sujidade, e o facto que mais o arrepiou eram os desenhos das partes do seu corpo e do seu Kinjutsu juntamente com vários apontamentos que ele mal percebia do que se tratavam.

Assustado, procurou rapidamente por sua roupa nas vastas gavetas que componham os armários na sala.

Quando encontrou suas roupas, estranhou ao ver que havia argilas explosivas em sua bolsa ninja. Já equipado sorriu sarcasticamente por uns momentos, e começou assim a sua fuga ninja no local desconhecido em que se encontrava.

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Deidara abriu lentamente a porta da sala em apenas uns centímetros, e viu que estavam dois ninjas mascarados por trás dela guardando-a.

Procurou por mais algumas saídas, pois na melhor das hipóteses ele tencionava sair dali o mais silencioso possível. E no final de tudo, acabou por achar uma conduta de ar, que não fazia a mínima ideia até onde o levaria.

Entre as duas saídas, muitos talvez optariam pela conduta de ar mas...ele se considerava um ninja de alto nível que, não e nunca se deve rebaixar tanto por dois meros ninjas mascarados, que pouco entendem sobre arte, então optou por sair pela porta, porque o seu orgulho falava mais alto que sua inteligência.

Enquanto, amassava argila percebeu que algo estava estranho com as duas bocas que se encontravam nas palmas das suas mãos, mas de momento decidiu ignorar esse problema e se concentrar no desafio que tinha pela frente.

Ficou completamente espantado com o tamanho da formiga de argila que ele havia feito, afinal de contas normalmente o seu tamanho era igual à de uma lata de refrigerante e agora era do mesmo tamanho que uma formiga real... o que sem sombras de dúvidas era mais que perfeito.

Lançou elas por baixo da porta, e via impacientemente enquanto elas caminhavam sobre o chão, e por fim nas vestes dos ninjas mascarados.

Colocou sua mão sobre sua boca para conter o seu sorriso, enquanto via os dois ninjas colocando seus dedos dentro das orelhas, tentando se livrar da tremenda irritação causada pelas formigas.

— Fácil demais, Katsu. – Falou Deidara baixinho consigo mesmo, quando estoirou a cabeça dos dois ninjas mascarados.

Tal como ele esperava, a maior parte do som da explosão foi abafada, já que as formigas se encontravam dentro das cabeças dos ninjas, mas infelizmente achou que não havia abafado o suficiente, afinal tanto nos andares abaixo como acima se ouvia passos apressados de pessoas... talvez ninjas que depois cessaram sem mais nem menos.

Ele vagueou durante uns trinta minutos...talvez até uma hora por vários corredores, e ficou completamente frustrado porque não conseguia encontrar mais alguém naquele edifício, segundo o seu grande poder de dedução. Algumas portas daquele edifício estavam completamente enferrujadas, o que dificultava mais a sua investigação.

As janelas estavam bloqueadas por várias madeiras.

Depois de tanto tempo ele caminhar naquela pocilga começou até a ouvir vozes, passos e ruídos que o fizeram duvidar da sua pobre sanidade.

Ficar mais tempo naquele edifício com certeza o levaria a loucura total, por isso repentinamente decidiu ir contra uma das janelas.

Rolou rapidamente ao chegar ao gramado, e quando já estava recomposto olhou para o edifício e viu uma inscrição – Hospital de Konoha—, de acordo com estado das instalações do seu interior concluiu que era um hospital abandonado. Ele não conseguia entender se era de que cor, devido a fraca iluminação reflectida não só pela lua cheia mas também pelas estrelas.

Olhou a volta, e tudo que conseguia ver era floresta atrás de floresta, que cercava o hospital abandonado.

Engoliu em seco, ao ver vários olhos que brilhavam na escuridão da floresta. Eram realmente vários, que até tentou contá-los mas preferiu não o fazer para não se afligir.

Em fracções de segundo todos aqueles olhos que brilhavam sumiram, e de repente surgiram ninjas... ninjas que trajavam roupas pretas e usavam máscaras.

Um desses ninjas chamou sua total atenção como era o único que não trajava vestes idênticas aos outros, o que indubitavelmente indicava ser o seu líder, como também era ele quem estava em frente de todo o seu pelotão.

O líder vestia uma roupa esquisita de cor preta que ocultava um dos seus braços, ele se apoiava em uma bengala e usava bandagem... uma bandagem que cobria sua testa e o seu olho direito.

Todos eles olhavam para Deidara, não pronunciaram nem faziam barulho algum. Tentando disfarçar sua ansiedade o loiro os encarou friamente.

— Quem são vocês? –

O líder deu um passo à frente – Não importa quem somos, o que importa é quem você é. –

— Do que é que você está falando? –

— Enquanto você estava inconsciente procuramos entender, quem você é? quais são suas habilidades? e do que você é capaz? e até agora não conseguimos encontrar uma resposta para essas questões. Tudo o que conseguimos fazer foi alterar, e adicionar certos traços genéticos em seu… sei lá o quê. Foi por causa do sucesso desses testes, que decidi esperar até ao momento em que você acordaria para te fazer uma única pergunta. –

Deidara grudou seus braços, tentando ignorar o facto de que brincaram aos médicos com o seu corpo.

— O que é que você quer saber? –

— Quem é você? –

Deidara sorriu, parecia ser o momento ideal para a sua devida apresentação.

— Eu sou o ninja que há algum tempo atrás semeou o medo na mente de várias pessoas, sou o ninja que cujos poderes são desconhecidos, sou o ninja que acabou por ser temido e conhecido pelas cinco grandes nações. Eu sou Deidara, eu sou... –

— Okay... já percebi quem você é. – Falou o líder interrompendo a fala do loiro.

Deidara trincou seus dentes irritado, por ser interrompido logo no momento em que se preparava para citar a alcunha dada pelos ninjas que sobreviveram perante a sua gloriosa arte.

O líder apertou forte sua bengala.

— Deidara é seu nome certo?... – Pausou e continuou ao ver Deidara confirmar sua identidade. – Eu não sei quem você é verdadeiramente, mas eu gostaria que você se juntasse a nós. Dava-me jeito ter alguém com o seu talento inato em minha organização. –

Para Deidara seria bom ter uma ajuda extra para começar sua vingança contra a sua vila, mas não... Eles não pareciam ser o tipo de ninjas que apreciariam sua majestosa arte.

— Não, obrigado. –

— O que eu queria dizer é... ou você se junta a nós ou você morre? –

Mal Deidara negou a sua proposta novamente, todos os ninjas a sua atrás sacaram simultaneamente suas espadas.

Como ele já passou por situações piores não se assustou. O líder ordenou que dois deles fossem o atacar, para apenas testarem suas capacidades.

O loiro ficou no impasse de que usaria já a sua arte ou não, porque ele achava que seus dois oponentes não eram dignos o suficiente de morrerem pela sua arte, mas… pouco importava porque talvez esse seja seu último combate.

Deidara colocou suas mãos na bolsa ninja, e assistiu vagarosamente enquanto os dois ninjas vinham velozmente ziguezagueando em sua direcção.

Combinando suas habilidades de luta corpo a corpo, com suas habilidades de espadachins eles desferiram vários golpes contra o loiro. Deidara pode ser um ninja experiente em lutas de longa distância, mas o seu Taijutsu era forte que nem ferro.

Ele chutou forte o rosto de um dos seus adversários, depois de achar uma abertura em vários ataques falhados do mesmo. O outro aproveitou o momento em que ele estava desequilibrado para tentar desferir um corte em sua retaguarda, o forçando assim a lançar argila explosiva entre os dois que ao explodir os separou.

Deidara rolou várias vezes no solo, e quando recuperou trincou seus dentes porque estava completamente cercado. Todos os ninjas que antes estavam a retaguarda do líder, estavam ao seu redor esperando por um movimento seu para atacarem em conjunto.

Subitamente, se fez um silêncio que foi interrompido pelo som da movimentação descoordenadamente do gramado ao sofrer a acção do vento, a lua em sintonia com as estrelas apenas tornavam a noite daquele dia mais fria do que o normal.

Para Deidara pareceu boa ideia fazer a sua criação favorita que é um pássaro, mas devido o número elevado de adversário não pareceu ser boa ideia.

Colocou rapidamente as suas mãos na bolsa ninja e as tirou o mais rápido possível, lançado a sua volta argilas explosivas. Os seus atacantes que vinham na sua direcção não se deixaram intimidar por essa sua repentina acção, apenas enviaram uma chuvas de shuriken ao loiro vindo de todas as direcções.

Repentinamente as argilas a sua volta tomaram a forma de uma barreira de argila que o protegeu das shurikens.

Lentamente, as barreiras a sua volta começaram a tomar forma de marionetas feitas de argilas, que estavam ligadas por vários fios de argila que saiam das bocas da palma de suas mãos.

Os ninjas confusos com a repentina forma das argilas pararam, apenas olhavam tentando compreender o tipo de jutsu que o seu adversário usava.

Deidara mandou elas os atacarem, e suas marionetas estavam sendo completamente massacradas pelos cortes desferidos pelas espadas dos ninjas. Mas tudo isso fazia parte do plano do loiro, já que cada parte cortada das marionetas se erguia novamente.

Os ninjas começaram a recuar devido ao número elevado de marionetas, Deidara contente com o rumo que o combate seguia, ordenou que suas marionetas se colassem no corpo dos ninjas.

E com um simples gesto com seus dedos os sons que se seguiram foram bum... bum... bum...

Metade dos seus adversários haviam sumido, ele tentava se conter para não festejar antes do tempo, quando viu a cara de espanto do líder.

Agora, todos os outros ninjas lutavam desesperadamente para não serem apanhados e levados ao esquecimento, mas foi o esforço em vão, o número de marionetas era mais elevados, e foi que Deidara começou a sorrir enquanto acabava com suas vidas. — Desaparecem vermes diante da verdadeira arte... a explosiva. –

Ele não conseguiu se conter mais, apenas soltava gargalhadas alto o suficiente para deixar o líder irritado.

Agora, o líder estava furioso depois de ver todos os seus subordinados serem eliminados um atrás do outro, sem ao menos darem muita luta.

No princípio do seu bate papo passado, ele parecia ser um tipo de líder que não se deixa levar pelas emoções, mesmo que perdesse seus subalternos, mas agora ele estava furioso que nem touro.

O local a volta deles antes estava repleto de relva, mas depois do grande espectáculo de explosão tudo fora extinto, com exceção do cheiro de pele e relvado queimado que se tornava menos forte a cada minuto que passava.

Deidara já recomposto o encarava, enquanto ele retirava as bandagens que cobriam seu olho direito. Deidara ficou irritado, surpreso e excitado ao mesmo tempo, ao ver a cor do olho direito do líder. Era aquele olho... vermelho que nem sangue... era aquele olho que certa vez ridicularizou sua arte... era aquele olho que sempre despertava a loucura em sua pessoa.

O seu olho direito era um sharigan, com exceção de Uchiha Itachi só existe mais um ninja famoso que possui esse olho, que é o Hatake Kakashi conhecido como — Copy ninja—.

Mas segundo suas vítimas, o seu olho esquerdo é que tem sharigan e não o direito, mas para Deidara pouco importava se ele possuía sharigan no olho direito ou esquerdo porque ele simplesmente seria eliminado face a sua arte.

— É uma honra enfrentar um ninja com a sua reputação. –

O líder olhou para Deidara confuso, enquanto retirava ferros em seu braço direito.

— Quem você julga que sou? –

— Hatake Kakashi, o Copy ninja. –

Ele ergueu se braço direito alto o suficiente para a visão de Deidara.

— Eu estou em um nível mais elevado que esse verme que você acabou de mencionar. –

Deidara ficou surpreso com o que via, todo o seu braço direito estava repleto de sharigans o que o fez enlouquecer ainda mais.

— Chega de papo furado, quero ver do que é feito a sua arte. – Falou o líder, que sem perder tempo fez rapidamente uma sequência de selos e quando terminou começou a sugar todo ar a sua volta.

Deidara apenas amassava argila, esperando pelo pior e torcendo pelo melhor.

Ele soprou forte uma rajada de vento na direcção do loiro, que tudo o que conseguiu fazer foi se desviar dela no último instante. Mas infelizmente essa sua acção não era suficiente porque, seu ataque o perseguia enquanto ele saltava para trás outra, outra e outra vez para não varrido como as árvores ao seu lado.

Em meio de um salto lançou quatro pássaros em direcção ao seu adversário como resposta. Quando os pássaros estavam a uns três metros do seu adversário fê-los explodir.

Mas… seu oponente foi mais inteligente, que até repeliu o ataque com seu jutsu do vento.

Agora, entre os dois surgiu uma enorme cortina de fumaça, que os impedia de visualizar os movimentos um do outro.

Quanto ao seu adversário Deidara não sabia o que ele estava tramando, mas ele aproveitou a ocasião para fazer um enorme dragão de argila e levantou voou nele.

Depois da fumaça se dissipar, o seu oponente estava com duas Shurikens, envolvidas com o seu jutsu de vento o que chegou a chamar de shuriken de vento.

Ele olhava a volta procurando por Deidara, como o seu oponente ainda não sabia da sua localização o loiro fez com que uma das camadas da cauda do seu dragão se encolhesse, dando origem a um pequeno dragão que partiu velozmente na direcção do seu adversário.

Mal o líder visualizou a criação de argila do Deidara, lançou as suas Shurikens para a destruir, mas o pequeno dragão era mais rápido que até se desviou delas sem problema. Mesmo estando um pouco distante, Deidara viu o olhar de desespero que se formou na cara do seu oponente, quando explodiu a sua criação junto dele.

Deidara estranhou por uns instantes, até ao momento em que ficou meio desiludido, porque pensou que seu adversário o forçaria a dar o seu melhor nesse combate, mas não foi isso que acabou de acontecer.

Olhou a volta e tudo estava um caos, o hospital e metade da floresta havia desaparecido durante o confronto. Deidara teve a impressão de que algo vinha em sua direcção, quando tentou se mover para verificar a sua retaguarda, sentiu algo trespassar o seu peito.

— Idiota, foi muita ignorância da tua parte pensar que me venceste tão facilmente. – Falou o líder, segurando uma kunai envolvida pela sua técnica de vento que trespassou o peito do seu oponente.

— Eu… Deidara ser morto dessa maneira seria um insulto perante a minha arte, por isso momentos antes de ser atacado, pus em prática um contra-ataque.- Pensou Deidara.

Ele apenas sorriu quando saiu borda fora do dragão de argila, e viu a cara de confuso do seu adversário ao ver que havia perfurado um clone de argila, e tentava desesperadamente se soltar dele.

— Morra seu verme, está é a verdadeira arte a explosiva... Katsu. – Pronunciou Deidara, detonando o seu dragão de argila.

Deidara bateu forte e feio no chão ao ser empurrado pelo enorme impacto da explosão. Sorriu consigo mesmo, enquanto via a bonita imagem da explosão que fez todo o seu corpo se arrepiar.

Aquela visão era simplesmente divina que nem fogo-de-artifício, se fosse possível passar a sua vida inteira observando isso ele o faria de bom grado, infelizmente não é possível a não ser que é claro, que ele tenha sempre rivais que o forcem a usar o melhor de sua arte.

O cansaço já começava a tomar conta do seu corpo, se ele pudesse ter um corpo incansável ele com certeza seria o deus desse maldito mundo ninja... mas fazer o quê? Tem certas coisas nesse mundo que não podem ser alteradas.

Esteve pensativo por uns momentos, ficou espantado ao ver o seu adversário aparecendo bem diante de si repentinamente.

Se pudesse o seu oponente poderia elimina-lo a qualquer momento, no entanto ele simplesmente se manteve estático o encarando com aquele seu perfeito olho direito- o sharigan.

Deidara se perguntava quantas vezes mais é que teria que explodi-lo para o derrotar. Enquanto pensava nisso, algo chamou sua atenção.

Viu que dois dos sharigans no braço do seu oponente estavam fechados. Pouco sabia sobre os poderes oculares dos Uchiha mas, concluiu que esse cara até agora só tem sobrevivido a todos os seus ataques mortais bem-sucedidos, por causa desses olhos malditos, que só faz da sua arte ridícula.

Ele olhou mais além e viu vários vermes ninjas da vila da folha que vinham na direcção deles, devido ao enorme barulho da explosão que os havia chamado a razão.

O líder olhou para Deidara.

— Só não te matarei agora por razões pessoais... espero que você consiga escapar, mas algo te prometo... no nosso próximo encontro não terei misericórdia. –

Deidara viu ele fazendo selos de mão e em seguida começou a desaparecer.

— Já agora como um bónus por me teres entretido, é bom que você saiba que é impossível escapares pelo ar dessa vila, porque a uma barreira que impedi que você o faça... mas há várias saídas secretas na vila, te desafio a encontrá-las… Deidara. –

Por fim seu oponente havia desaparecido. Ele levantou um pouco cansado e viu ninjas que vinham velozmente em sua direcção.

Se recompôs e apertou forte os seus punhos.

— Muito bem, parece que irei recomeçar tudo outra vez... –

Notas finais
Tal como eu, espero que tenham gostado e não se esqueçam de comentar. Até a próxima…
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.