Notas iniciais
Tive problemas com meu modem e por isso me atrasei, mas postarei hoje o cap de semana passada e quinta o desta normalmente! Boa leitura e mil perdoes Y.Y


– Eu já morri um dia? – repete Fubuki, sem acreditar no que acabara de ouvir.

– Sim. – confirma Stinger.

Sisshin, Rouge, Ketsui e Envy permanecem inconscientes. Yume permanece imóvel sobre a poça do seu sangue. E Fubuki continua cara a cara com Stinger.

– Não entrarei em detalhes agora, mas eu preciso tirar a sua vida mais uma vez. – garante o Takayama, direcionando seu indicador direito para o garoto.

Fubuki sente seu corpo sendo completamente paralisado. Stinger, por sua vez, se vira para Rabu, que fora invocado por Yume há pouco, quem continua com uma espada atravessada em seu corpo – caído ao lado de sua invocadora. Com alguns passos, Stinger se aproxima da criatura, retira sua espada com a mão direita e se volta para Fubuki outra vez.

– Acaba aqui todo o seu sofrimento. Mas não sem antes concluir a minha passagem sobre o cadáver dessa garotinha. Afinal de contas, promessas são promessas.

Dando meia volta, o irmão de Sisshin executa alguns passos, prestes a pisar sobre o corpo de Yume. Contudo, quando vai fazê-lo, a voz dela ecoa:

– Não pense que passará por cima de mim tão facilmente.

– O quê!? – ele se surpreende, assim como Fubuki.

– Yume, você está viva!? – questiona o dono de Star.

O ferimento que fora causado em Rabu pela espada de Stinger, misteriosamente, cicatriza enquanto é envolto por uma luz. Essa mesma luz envolve Yume que, em segundos, vai tendo todo o seu corpo restaurado.

– Rabu é a minha fera sagrada mais poderosa. – afirma ela, movimentando suas mãos e erguendo seu corpo para se levantar do chão. Com um olhar penetrante, dirige sua face para o inimigo. – Não subestime o poder do amor!

– Além de resistir em silêncio a tudo que lhe fiz, ainda consegue se levantar depois de ter todos os seus ossos arrebentados!?

– O amor cura e reconstrói. Foi o que Rabu fez comigo. – afirma ela, finalmente se levantando, mas se mantendo de costas para Stinger: e toda suja de sangue, do seu sangue. – Porém, sobre a dor que não senti, foi simples. – e ela se vira para Fubuki, sorrindo. – Eu não sinto nenhuma dor quando estou lutando por quem amo.

Fubuki fica ainda mais surpreso. E, de repente, Ketsui ressurge, saltando para a cabeça de Yume. Sisshin, Envy e Rouge também acordam: ambos foram curados pelo poder restaurador da fera sagrada mais poderosa de Yume. Em seguida, a felina salta contra Stinger, tentando acertá-lo com todas as garras de suas duas patas dianteiras.

– Tolice! – exclama o Takayama, bloqueando as investidas de Ketsui com sua espada. – Eu posso, agora, acabar com a vida do Fubuki!

Ao ouvir isso, Yume permite o fluxo da sua energia espiritual se elevar ainda mais. E de tal forma que até mesmo os outros além de Ketsui passam a conseguir senti-la.

– Que poder é esse!? – Stinger fica pasmo, encarando o rosto irado de Yume enquanto enfrenta as garras de Ketsui com sua espada. – O amor que ela tem por esse garoto pode lhe dar tanta força assim!?

De repente, Yume sente uma pontada em seu coração. Levando sua palma direita para seu seio esquerdo, abaixa sua face e começa a respirar com dificuldade. Ninguém percebe, mas a garota não está muito bem.

– Logo agora!? – se pergunta mentalmente, sentindo seu coração bem apertado. – Eu não posso parar agora!

Stinger dá um salto para trás, deixando de lado Ketsui. Ao parar bem longe de Fubuki e dos outros, declara:

– Irei embora. Porém, tomara que entendam o que significa manter a Destiny Break no coração de Fubuki. Não sou o único assassino que virá em busca do artefato. Outros virão e, com certeza, cedo ou tarde, alguém conseguirá esse objeto. E em mãos erradas, ele trará fim ao mundo. – dando as costas para todos, o sujeito guarda sua espada. Vai se afastando e prosseguindo com suas palavras. – Espero que tenham ideia do que os espera...

Stinger vai embora. Desse modo, Rabu se envolve por uma luz e desaparece. Yume, ofegante, cai de joelhos ao chão.

– Yume! – declama Fubuki, correndo e se agachando bem diante dela. – Você está bem?

– Eu não acredito que ela conseguiu espantar o Stinger. – pensa Sisshin, perplexo. – Talvez ser uma invocadora contra alguém como ele é uma vantagem crucial. Ou quem sabe, ela esteve ainda mais forte do que o normal por ter de proteger o...

– Se Yume não invocasse Rabu, estaríamos todos mortos. – afirma Rouge. – Temos que agradecer a ela.

– Não é necessário agradecimentos ou preocupações. – fala Yume, se levantando.

A respiração dela vai voltando ao normal, mas sua mão continua sobre seu seio esquerdo. Com um suspiro, ela fecha seus olhos por alguns instantes, mas os reabre ao sorrir para Fubuki. E fala:

– Apenas preciso descansar um pouco.

– Certo. – fala ele, que sem nem pensar, já vai pegando a garota, passando a carregá-la em seus braços.

Yume fica corada. E Ketsui, no chão, olha para ele, revoltada. E questiona:

– O que pensa que está fazendo, pivetinho atrevido!? Se acha que vai se aproveitar de Yume-hime quando ela está vulnerável... – a gata mostra as afiadas garras da sua pata direita, no mesmo instante em que seus olhos brilham com as chamas de sua irritabilidade felina. – Posso arrancar fora o que garante sua classificação no gênero masculino!

– Apenas vou ir levando ela enquanto se recupera. Afinal de contas, de todos, foi quem mais se desgastou aqui. – afirma Fubuki, sério, fitando a felina. – O Star pode vir andando com a gente.

O cão, no chão, late como quem aceita a ideia. Envy, por sua vez, se vira para a frente. Sente, no fundo, um pouco de ciúmes, mas tenta não transpassar isso.

– Então vamos. – sugere ela. – Não temos muito mais tempo a perder não!

O grupo volta a caminhar. Pensativo, Sisshin mentaliza:

– Espero que o Stinger não venha mais atrás de nós...

Yume, sendo carregada por Fubuki, se lembra de quando o viu pela primeira vez, dirigindo seu olhar para a face firme e determinada dele. Em muito pouco ele se parece com aquele garoto ligeiramente fraco e desmotivado das ruas. Em algum momento, Fubuki se tornara um novo alguém. Alguém que roubara seu coração.

Atendo-se a ele, a garota recosta seu rosto no peito esquerdo de Fubuki, ouvindo as batidas do coração do escolhido para guiar a Guerra Celestial. E, mais que depressa, diz:


– Obrigada...


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No palácio de Misuro Asachi...

– Espada-Relâmpago!! – declama Ando, manuseando uma espada dourada para atirar inúmeros feixes elétricos contra os humanoides sombrios em seu caminho.

Yuzuru derrota tantos outros no corpo-a-corpo enquanto Sesshou utiliza a sua espada para fatiá-los. Todos os três mostram agilidade em seus movimentos.

– Eles são mesmo fortes. – pensa Mai, assistindo a tudo de longe.

– Não fazem parte do quarteto guarda oficial da rainha do Palácio Estelar. – afirma Cortam.

– Um quarteto? – pergunta Pietro, surpreso.

– Se são quatro os guardas oficiais de Moon, onde está o outro? Quem ele é? – Muey Muong, por sua vez.

Após serem atacados pelo tornado envenenado, eles se afastaram um pouco do confronto direto e deixaram as criaturas sombrias de Pietro na linha de frente. Apesar da violência da investida da Lança-Tempestade de Ando ter sido incontestável, eles conseguem se manter de pé, mesmo com danos. Quanto ao veneno, nada sofreram já que possuem resistência bem alta a substâncias venenosas e similares.

– Não há informações sobre em meu banco de dados. – lamenta Cortam. – Tudo o que sei é que são quatro, mas conheço somente esses três.

Eles ainda não sabem, mas o quarto escudeiro oficial de Moon é Hyro Ospichius.

– Essas coisas são chatas. – fala Sesshou, enquanto destrói várias e várias criaturas escuras.

Passos passam a ser ouvidos. Todos param para prestar atenção e, com isso, Yuzuru abre seu caderno de anotações. Retirando do mesmo uma caneta, aqui registra algo: o tempo que Moon levara para ir e retornar.

– Anotado! – exclama ele, fechando o seu caderno logo em seguida.

Moon, acompanhada por Hyro e Lucy, vem se aproximando.

– O que você está fazendo ao lado dessa mulher!? – Mai, surpresa, tenta entender ao notar Hyro junto dela.

– Sempre fui eu o quarto escudeiro de Moon-sama. – afirma o irmão de Dante, sério. – Estivesse esse tempo todo aqui me passando por aliado quando, na verdade, estava passando informações úteis para o Palácio Estelar.

– Não posso acreditar nisso! – exclama Pietro, surpreso. – Fomos enganados desse jeito descarado!?

Moon levanta seu braço direito à sua direita. Revelando o ápice da lâmina da adaga que utiliza com ela, a mulher fala:

– Se planejam nos impedir de prosseguir, que seja rápido. Não temos nenhum tempo para perder aqui.

A mulher se move com uma velocidade aterradora. E, com isso, corta e mata todas as criaturas da escuridão que foram criadas por Pierre. Yuzuru, por sua vez, vai anotando tudo.

– 94. – diz para si mesmo, dando meia volta.

Após executar movimentos quase impossíveis de serem acompanhados a olhos humanos, Moon paira em determinado ponto: exatamente o mesmo em que estava agora há pouco. Guardando sua adaga, volta a caminhar com serenidade e calma, sendo acompanhada por Hyro e Lucy.

– Essa mulher não existe. – fala Pietro, perplexo depois de ver tudo o que Moon fizera.

– Nos encontraremos muito em breve, provavelmente. – fala Moon, se afastando.

Se preparando, Yuzuru, Sesshou e Ando vão seguindo a mulher. Apesar disso, ela continua falando:

– Caso não se deem conta até lá de que estão no caminho errado, não terei piedade. E quando nos reencontrarmos, se ainda vilões, peço que se preparem para dar seus suspiros finais.

Desse modo, os invasores, levando Lucy, se retiram. Sem saber o que fazer, Muey Muong e os outros apenas observam. Com um pesado suspiro, Mai somente lamenta:

– Agora é esperar pela punição de Misuro-sama...

– Com certeza. – concorda Pietro.

– Vamos nos preparar para irmos para um novo refúgio. – declama Muey, dando meia volta. – Este lugar não é mais útil para nós.

Desse modo, o mascarado vai caminhando para o fundo do local, até desaparecer do campo de visão dos seus aliados. Mai e Pietro fazem o mesmo, deixando somente Cortam por aqui. Com um olhar frio, ele ergue sua face, passando a observar o teto. E o faz como quem reflete sobre sua postura e índole e, quem sabe, sobre as próximas decisões a serem tomadas... Durante o caminho chamado vida.

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Bem longe dali...

Andam juntos Mika’il, Sakura, Eli e Yuni. O grupo se encaminha para Garuda, a cidade que os espera para que executem a tarefa dada por Gon para eles.

– Andar tanto é um pouco chato. – admite Eli.

– Pois para mim não há nada melhor! – exclama Sakura, sorrindo.

A garota passara tanto tempo sem andar livremente que, agora que pode, sente como se fosse voar pelos céus. É uma sensação de felicidade tão grande que faz seu sorriso ser inevitável.

– Vocês poderiam falar menos. – sugere Mika’il.

– E você poderia falar mais. – fala Yuni, caminhando assim como todos.

Yuni suspira. E, ao fazê-lo, se lembra de Lucy. Por mais que saiba que Moon fora salvá-la, sente um aperto em seu coração quando pensa nos apuros que ela possa estar passando. Sempre foram grandes amigas e nem mesmo consegue mais imaginar a sua vida sem ela ao seu lado.

– De repente, me bateu uma vontade de comer chocolate. – fala Eli, suspirando.

Ao encontro do grupo, vem vindo dois homens, aparentando ter cerca de 40 anos ambos: um loiro e outro ruivo. Parecem ser viajantes, assim como Mika’il e suas companheiras. Conversando um com o outro, eles vão seguindo seu rumo, se aproximando deles.

– Você ouviu falar na bagunça que está a Vila do Sol? – o ruivo questiona o loiro. – Pelo visto, os Takayama e os Tsurugi estão em conflito de novo.

– Eles sempre estão! – exclama o amigo dele. – Aquelas duas famílias são um bando de doidos! Ouvi boatos de que eles têm até habilidades especiais!

– Habilidades especiais? Para mim, sempre foram espadachins comuns. – o outro deixa claro.

– Para alguns, parece que eles não são não.

Com isso, os dois passam pelo grupo de Hakanais. Eli, Sakura e Yuni prestam bastante atenção na dupla, mas Mika'il sequer se importa.

– Eles pareciam estar falando de Hakanais... – opina Yuni.

– Talvez. – diz Mika’il. – Porém, isso não é importante para nós. Vamos seguindo.

– Nossa, que cara chato... – pensa Yuni, um pouco entediada.

Desse modo, eles vão seguindo o rumo que precisam trilhar. Contudo, atrás de uma árvore, alguém os observa: o mesmo alguém que aparecera no jardim Agamenon para Zang, Gon e Martina. E sem falar uma palavra sequer, a figura feminina desaparece como folha seca em primavera. Afinal, até mesmo ela tem um caminho para seguir...

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No escritório da mansão Agamenon...

Zang, Gon e Martina acabaram de se apresentar para o pai de Yume. E já introduziram o assunto: as palavras da mulher desconhecida que se apresentara somente como a última Virtude.

– Foi isso mesmo o que ela disse? – Apporion tenta confirmar.

– Infelizmente. – confirma Martina. – Se ela disse mesmo a verdade, precisamos considerar as palavras daquela mulher.

– Teremos que repensar nossas ações. – fala o pai de Yume. – O fato do Destiny Break estar no coração de Fubuki-kun e estar garantindo a vida dele muda radicalmente o quadro das coisas.

– De fato. – concorda Zang. – Por isso...

Repentinamente, duas pessoas surgem atrás de Apporion, surpreendendo a todos os presentes. É Ando, aliado de Moon, acompanhado por Lucy, que fora resgatada do palácio de Misuro Asachi.

– Lucy!? – Martina fica surpresa ao identificá-la.

– Olá. – fala a garota, sorrindo alegre.

Apporion olha para trás. E, vendo Ando segurando em sua mão direita um tridente prateado, fala:

– O Tri-Flash?

– Exatamente. – o aliado de Moon confirma. – O utilizei para trazer essa garota para cá atendendo à ordem de Moon-sama. A missão de resgate foi um sucesso e ocorreu tudo como o esperado.

– Se feriram? – questiona Gon.

– Não, mas fico grato com a preocupação. – ele corresponde.

– Ando-kun, há algo que gostaríamos de compartilhar com você e Moon-sama. – fala Apporion, se levantando do seu lugar e se voltando para o citado. – Mas antes, Lucy-kun, pode ir descansar. Suponho que tudo o que passara deve ter sido uma grande e péssima experiência.

– Sim, mas já está tudo bem, obrigada. – fala ela, sorridente.

– A levarei para um quarto, Apporion-sama. – afirma Gon, ao olhar para a garota em questão, estendendo sua mão direita para ela.

Lucy se volta para Ando. E agradece:

– Muito obrigada, Ando-san. Vocês me salvaram!

Com isso, a garota toma seus passos e se aproxima de Gon. Juntos, os dois vão até a porta.

– Com licença. – fala ele, abrindo a porta para Lucy passar.

A garota passa e, depois, Gon também, fechando-a. Em seguida, toda a atenção se volta para Ando. Desse modo, Apporion declara:

– A sétima Virtude se apresentou para nós e, pelo que disse, parece que a Destiny Break está no coração do escolhido mantendo a vida do mesmo.

– Destiny Break!? No coração do escolhido!? – repete o aliado da rainha do Palácio Estelar, extremamente surpreso.

– Exatamente. – confirma o pai de Yume. – Ainda não temos certeza da veracidade dos dizeres da mulher em questão, pois ela nem mesmo mostrou seu rosto. Porém, diante dessas circunstâncias, tudo muda.

– Sim, tudo muda. – afirma ele. – Se não me engano, o escolhido foi enviado para a Vila do Sol, correto?

– Correto. – afirma Apporion. – Eu coloquei um rastreador na minha filha para que eu ficasse a par do paradeiro do grupo, mas por alguma razão, ele não está funcionando mais. Suspeito de que algo possa ter acontecido com eles e ficaria grato se pudesse ir em busca desses jovens.

– Falarei disso tudo para Moon-sama. – garante. – Se possível, irei junto de Sesshou atrás deles.
Sesshou, assim como Stinger, é irmão de Sisshin. Eles são os três Takayamas herdeiros do trono do clã. Porém, como o filho do meio foi banido da Vila do Sol e Sisshin a abandonou, tudo indica que será Sesshou, o irmão mais velho, quem assumirá o lugar do seu pai, aquele que atualmente lidera a família.

– Fico grato por isso, aliás, por tudo. – afirma Apporion. – É ótimo contar com as forças do Palácio Estelar.

– Estamos do mesmo lado. Portanto, contem sempre conosco. – estipula Ando, sorrindo. – Há mais alguma coisa que gostariam de falar?

– Poderia trazer mais informações sobre o passado de Fubuki? – pede Martina. – Tudo indica que ele já morreu e gostaríamos de saber como, sendo que nem o próprio se lembra disso. Além do mais, gostaríamos também de tentar entender como o Destiny Break foi parar com ele e quem foi o responsável por isso.

– Não garanto nada, mas é bem provável que Moon-sama mova uma equipe de investigação para a resolução de todos esses mistérios quando ficar ciente de tudo. – afirma Ando. – Não se preocupem, faremos o que for preciso pela nossa vitória na Guerra Celestial e pelo bem de toda a humanidade.

– Ficamos, mesmo, extremamente gratos. – agradece Apporion.

– Então até breve. – se despede. – Tri-Flash!

Uma luz prateada é emanada do tridente e, logo depois, envolve Ando, que desaparece. Com isso, Zang respira profundamente. Cruzando seus braços, ele fala:

– Pelo visto, tudo está mesmo sendo conduzido para o inevitável início da guerra.

– Concordo. – Martina se manifesta novamente.

Apporion se volta para eles e se assenta em sua cadeira. Tomando um gole da xícara de cá que está sobre sua mesa, une suas mãos abaixo do seu queixo. E comenta:

– Então vamos seguir adiante, pois ainda há muito no que se pensar...