Hakanai (Interativa)

43 O Castelo de Batalha


Segunda prova do segundo dia do Grande Torneio da Dawn Hunters: Shark Raindrop contra Keiko Kozakura contra Mika’il.

– Investida-Diamante! – ordena Keiko, olhando para sua criatura que ainda está levitando no céu, apesar de ferida.

As escamas brilhantes de Bhogavati se tornam ainda mais belas, como diamante, ao serem envolvidas pela energia espiritual da própria criatura. Em seguida, com extrema velocidade, ela literalmente voa, tendo o Hércules de Mika’il como seu alvo.

– Asas da Celestialidade!! – exclama Shark, declarando qual ataque deseja que sua unicórnio fêmea execute.

Wings relincha e abre suas asas. Saltando para o alto, ela rebate tais asas contra Hércules, que é atingido por um potente furacão criado e manipulado pelos frenéticos movimentos das asas do unicórnio. O herói, inclusive, é retirado do chão e enviado para o núcleo do furacão, a sete metros do solo.

Na sequência, ágil, Bhogavati ataca o herói grego com sua cauda “diamantizada”. Entretanto, para a surpresa de Keiko, ela também é pega pelo furacão de Wings.

– Olhando assim, até parece que a Viper e a Ketsui sequer se comparam com a Wings. – comenta Fubuki, no camarim.

– Eu também tenho essa impressão. – Sisshin acrescenta, tão impressionado quanto seu companheiro de equipe.

– Perpetuação de Espécie! – ordena Keiko.

Como antes, a criatura dela dispara uma rajada de luz ao alto. Tal rajada toma a forma de uma nova Bhogavati enquanto a anterior continua sendo vítima do furacão assim como Hércules. A nova Bhogavati, assumindo agora um corpo “diamantizado”, avança contra Wings na declaração de sua mestra:

– Investida-Diamante!!

Com um golpe certeiro de sua feroz cauda, ela acerta Wings, interrompendo o ataque da mesma e lançando-a para bem longe. Entretanto, como antes, o unicórnio utiliza suas asas para retomar o controle do seu próprio corpo. O furacão no qual Hércules está preso vai enfraquecendo até desaparecer por completo, sendo que, quando tal coisa acontece, ele para com o joelho direito dobrado e fixo ao chão: está ferido, mas o W-warrior ainda é capaz de lutar por Mika’il.

– Colisão de Guerra! – ordena Mika’il.

Saltando de onde está, o W-warrior acerta um poderoso soco com seu punho esquerdo no rosto feminino da Bhogavati. A projeção do grande corpo da criatura faz com que a mesma se choque com Wings após alguns metros. As duas voam por mais outros metros antes de caírem ao chão, bem distante de Hércules.

– O tempo está se esgotando... – imagina Keiko, olhando para o telão e notando que pouco mais de oito minutos do tempo original para a prova já se passaram. – Se eu não conseguir vencer, ao menos arrancarei um empate!

Movimentando sua cauda, Bhogavati ergue seu dorso feminino do chão e tenta atacar Wings com a extremidade do seu corpo. Contudo, saltando para trás após levantar-se rapidamente, ela escapa com facilidade. Na sequência, Shark declara para sua criatura:

– Disparo do Unicórnio!

O chifre de Wings brilha novamente. E, ao disparar um ataque de vento e luz, o unicórnio se depara com a ágil esquiva de Bhogavati – que está mais próxima do que a primeira vez em que Wings usou essa técnica na luta tripla, mas por outro lado, está mais apta para enfrentá-la. Por outro lado, onde está, Hércules tem seu abdome atravessado pelo feixe fulminante da Fera Sagrada. Mika’il fica espantado.

– Droga! – pensa o Hakanai da Cards Summon, revoltado.

– Bhogavati, afaste-se de Wings e aproveite para dar o golpe de misericórdia no Hércules! – pede Keiko.

A criatura metade mulher, metade serpente, obedece. Afastando seu grande corpo do unicórnio, volta-se contra Hércules e lança-se contra ele. O herói grego, apesar de bastante ferido – sangue e sangue escorre do ferimento que Wings lhe causou –, se coloca em posição defensiva, preparado para proteger-se da investida dela – que ainda está com o corpo revestido por escamas diamantizadas.

É quando Shark, tendo agora sua Fera Sagrada ao seu lado direito, monta sobre a mesma. Suspirando, observa o aproximar da Bhogavati para com Hércules. E clama:

– Cavalgada do Unicórnio!!

– É o fim. – determina Yume, impressionando Fubuki, Sisshin e Rouge com a certeza que seu tom de voz apresenta.

Misteriosamente, Wings começa a cavalgar pelo ar, como se estivesse subindo uma longa escadaria invisível. Porém, onde passa, é formado uma espécie de ponte de sete cores, assim como um arco-íris. Mika’il e Keiko percebem isso, mas já é tarde demais. Neste exato momento, quando Bhogavati está próxima o suficiente de Hércules para atacá-lo, Wings passa por eles com uma cavalgada feroz – é assim que uma grande explosão de ventos tempestuosos e rajadas furiosas de luz atacam ambas as criaturas. O unicórnio começou subindo, mas terminou descendo, formando um verdadeiro arco-íris no campo de batalha.

– Mas... – pensa Mika’il, perplexo.

No telão, o tempo de 10 minutos chega ao seu último segundo. No camarim, Yume comenta para seus amigos, ainda de olho na arena:

– Shark estava guardando esse ataque para o momento final. Sabia que os dois invocados adversários seriam derrotados por um golpe assim, mas a Cavalgada do Unicórnio não é algo que pode ser usado sem medida. É por isso que, para assegurar a vitória sem correr o risco de ter que enfrentar outros W-warrior ou outras Fera Cósmica poderosos, Shark a usou quando sabia que a vitória estaria certa.

– Impressionante mesmo. – admite Fubuki, pasmo.

– Shark é o vencedor da prova, levando 10 pontos para o seu Time Vermelho! – exclama Apporion, enquanto tanto Hércules quanto Bhogavati desaparecem em meio ao processo do ataque de Wings.

A arena se acalma e o arco-íris desaparece, mas a plateia vai à loucura. Sorrindo, Shark cessa o cavalgar de sua criatura, parando-a ainda montado nela. E observa os espectadores, sorridente. Está satisfeito, bem satisfeito, com essa vitória...

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Enquanto isso, na enfermaria do estádio...

– Tem algo estranho com ela... – comenta Sakura, falando sobre um certo alguém.

Sakura está deitada sobre uma cama, sendo que Eli está em outra: ambas cobertas. No momento, estão recuperando-se da primeira prova deste dia. Acordaram, inclusive, há alguns minutos atrás.

– Ela quem? – indaga Eli, voltando sua face para a amiga.

– Chary-san... – determina Sakura, fitando a companheira de equipe deste evento. – No começo, eu estava achando que era impressão minha, mas a minha Lyric Sense está identificando sentimentos cada vez mais pesados nela e isso vem acontecendo há um bom tempo nesses últimos meses. Não é de agora.

– Como assim? – Eli tenta entender as palavras de sua amiga.

Sakura suspira, parecendo estar mesmo preocupada com Chary. Desse modo, articula:

– Quando ela luta, parece não se importar com seu adversário e nem parece saber diferenciar uma batalha de vida ou morte de um duelo amistoso, sabe? O que ela fez conosco, por exemplo...

– Tem certeza que não é coisa da sua cabeça? – questiona Eli.

– Eu até cheguei a pensar que era mesmo. – admite Sakura, desviando seu olhar dela e retornando sua face para frente. – Mas...

– Eu imaginei que você detectaria algo assim. – comenta Zang, entrando no local e surpreendendo as duas.

– Zang-taichou? – Eli, surpreendida.

O pai de Mei Sasaki, com os braços cruzados, se aproxima das duas. Ao colocar-se bem próximo das camas das garotas, entre ambas, ele alterna sua atenção entre Sakura e Eli. Suspirando, diz:

– Talvez eu não devesse falar sobre isso, mas Moon me pediu para que eu ficasse de olho na amiga de vocês.

– A Chary-san? – pergunta Sakura, boquiaberta.

– Exato. – ele confirma. – Algo está errado com aquela menina.

– O que, afinal de contas, está de errado com ela, posso entender? – pede Eli.

– Quem precisa descobrir isso é você, Sakura Makami. – pontua, redirecionando sua atenção por completo para a citada.

A garota em questão engole seco, com sua face um pouco corada. Sem se incomodar com isso, Zang continua:

– Você vem desenvolvendo a sua Hakanai muito bem e isso é louvável. É por isso que, seja lá o que for que esteja acontecendo com Chary, você será capaz de descobrir.

É quando Eli se lembra do seguinte fato: as sete Virtudes – Yume, a Generosidade; Rouge, a Castidade; Mei, a Temperança; Anya, a Paciência; Chary, a Caridade; Sakura, a Humildade; Kagume, a Diligência. Seguindo esse raciocínio, para Eli, tudo deveria estar muito bem com Chary, já que muitos consideram a caridade a mais nobre das virtudes do homem.

– Lembre-se que você e Chary são Virtudes. Junto de Fubuki, o jovem escolhido para guiar a Guerra Celestial dessa geração, vocês são os pilares do nosso exército. – Zang explica. – É perceptível isso quando vemos durante as provas desse evento que todas as seis que estão participando estão crescendo assustadoramente, assim como o próprio Fubuki.

– E Tsurugi-hime, pelo que eu soube, é uma guerreira tão forte quanto os escudeiros de Moon-sama. – articula Sakura.

– Isso mesmo. – diz ele. – Quando vocês oito estiverem devidamente preparados, tenho certeza que o palco da nossa vitória estará armado. Entretanto, algo parece estar acontecendo justamente com Chary para arruinar tudo isso. Peço que cuide disso, Sakura.

– Eu farei o que estiver ao meu alcance, Zang-taichou. – a garotinha garante, sorrindo docemente.

– Fico feliz por isso. – garante ele, ainda sério. – Obrigado. Agora sairei para que se recuperem devidamente.

Desse modo, dando meia volta e as costas para as duas, Zang começa a se retirar daqui. Em seguida, as duas amigas, preocupadas, se entreolham. Suspirando profundamente, Sakura percebe que o pai de Mei sai daqui neste exato instante. É quando fecha seus olhos, parecendo estar tentando se preparar para o seu mais novo dever: desvendar o misterioso véu negativo que está envolvendo Chary cada vez mais...

– Éramos amigas... – pensa Sakura, em lamentos. – Por que não compartilha seus temores mais comigo... Chary-san?

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Já na arena das provas...

– Que a terceira prova do dia tenha início! – declara Apporion, preparando todos para a prova seguinte.

O Agamenon se volta para a banca de jurados. Encarando Hyro, questiona:

– Quem serão os participantes desta prova?

– Como serão um de cada equipe, seguindo as regras... – inicia Hyro, sorrindo.

– Lá vem bomba... – fala Sisshin, preocupado.

– Fubuki do Time Azul, Gon do Time Verde, Anya do Time Roxo, Yuni do Time Rosa, Mei do Time Laranja, Stinger do Time Amarelo e Athem do Time Vermelho. – determina Hyro.

Os convocados, retirando-se do interior do camarim, vêm vindo para a arena. Ao posicionarem como se deve, o nome da prova em questão surge no telão: Castelo de Batalha.

– Castelo de Batalha?! – indaga Rouge, onde está, surpresa com o nome em questão.

Uma intensa luminosidade, vinda da arena, cega todos temporariamente. Por alguns segundos, ninguém nada vê, mas quando a luz cessa, perante os sete participantes da prova, surge um grandioso castelo branco com detalhes em prata e ouro. Todos, e não somente os sete, ficam perplexos.

– Existem um total de 108 criaturas neste castelo, divididas entre 60 Feras de Bronze, 30 Feras de Prata e 18 Feras de Ouro. – Apporion começa a explicar. – Isso tudo, no caso, é somente uma nomeação, pois não passam de criaturas geneticamente modificadas que estarão sendo usadas para esta prova. As Feras de Ouro são as mais fortes e cada uma vale 10 pontos para quem derrotá-las. As de Prata são medianas e valem 5, enquanto as de Bronze são as mais fracas e valem somente 2. É permitido, também, derrotar os concorrentes das equipes adversárias, mas isso arrecadará somente 1 ponto. Ao fim da prova, que terá o máximo de duração por 30 minutos, toda a totalização acarretada pelos participantes será acrescentada para seu respectivo time.

– Além de Hakanai e Conjurador, meu pai também é um renomado cientista. – fala Yume, atraindo a atenção de Sisshin e Rouge, que estão com ela no camarim. – Mas é difícil de acreditar que a equipe dele tenha modificado geneticamente tantas criaturas somente para uma prova como essa...

– E uma regra especial: todos os participantes, agora, poderão convocar outro integrante da equipe para auxiliá-los na prova. – conta o pai de Yume. – Caso não escolham, ganharão 5 pontos extras desde já.

Os sete concorrentes desta prova, entreolham-se, sendo que Stinger é o único que permanece observando somente Apporion. Logo depois, todos voltam suas atenções para o condutor das provas, que pergunta:

– Fubuki. Você escolhe um parceiro para esta prova ou 5 pontos extras para sua equipe?

– Um parceiro. – define ele. – Yume Agamenon.

No camarim, Yume fica surpresa, mas logo sorri. Sisshin e Rouge olham para ela. E o Takayama fala, sorridente:

– Vai lá e arrebenta junto dele!

– Mas é claro! – garante ela, fitando-o por alguns segundos antes de sair do camarim e ir para a arena das provas.

– Gon, você escolhe um parceiro ou pontos extras? – pergunta Apporion.

– Um parceiro: Mika’il. – determina ele.

Mika’il, no camarim, começa a caminhar em direção à arena. Na sequência, Apporion faz a mesma pergunta para Anya, Yuni, Mei, Stinger e Athem, respectivamente. Stinger é o único que prefere ficar sozinho, enquanto Anya escolhe Keiko, Yuni escolhe Lucy, Mei escolhe seu pai e Athem escolhe Percy.

– O que meu irmão está pensando? – imagina Sesshou. – Ele pode sim ser extremamente poderoso, mas a Hakanai dele não funciona com o que não é humano. As criaturas deste Castelo de Batalha estão longe de saberem o que é “humanidade”...

Todos os parceiros dos participantes principais se posicionam junto deles. E, com isso, Apporion os observa sorrindo. Ele fala:

– Cada time aqui representado, por favor, escolha uma das sete portas disponíveis.

Os concorrentes olham para as portas das quais Apporion falou. Há, de fato, sete grande portas que permitem a entrada ao castelo.

– Câmeras internas no castelo estarão mostrando tudo o que estiver ocorrendo lá nas telas do estádio. – articula o pai de Yume, enquanto os espectadores olham para todas as telas espalhadas pelo estádio. – É assim que os pontos serão assegurados para os participantes.

Apporion pausa suas palavras, mas em segundos depois, as retoma, determinando:

– Escolham suas portas e entrem no castelo.

Stinger é o primeiro a se movimentar, se aproximando da primeira porta com passos largos. Ao se aproximar o suficiente, usa sua mão direita para girar a maçaneta e entrar para o mesmo.

– A prova do Castelo de Batalha começa agora!! – exclama Apporion.

Gon e Mika’il escolhem a segunda porta, Anya e Keiko vão para a terceira porta, Fubuki e Yume vão para a quarta porta, Yuni e Lucy vão para a quinta porta, Mei e Zang para a sexta porta e Athem e Percy para a sétima. Com isso, todos os participantes desta prova entram no castelo.

– O placar de todas as equipes poderá mudar drasticamente com essa prova. – fala Moon, na bancada de comentaristas e jurados. – Espero que minhas expectativas não se frustrem...

– Digo o mesmo, Moon-sama. – Sesshou, por sua vez.

Cada dupla – incluindo Stinger, mesmo estando ele só – está sendo mostrada em uma diferente tela do estádio. O avanço dos participantes pelo castelo vai sendo monitorado desta forma.

– Vamos ver qual será o resultado desta prova. – pensa Apporion, sorridente.

No interior do castelo, no corredor escolhido por Yume e Fubuki, eles andam lado a lado. É quando, olhando para ela, o garoto fala:

– Eu suponho que os outros vão se separar e agirem individualmente. Considerando isso e a ameaça que o Stinger-kun, Zang-taichou e Gon-sensei representam...

– Temos que ficar juntos. – completa Yume, sorrindo.

– Isso mesmo! – exclama Fubuki, enquanto se entreolham.

Todas as outras duplas – Gon e Mika’il; Anya e Keiko; Yuni e Lucy; Mei e Zang; Athem e Percy; – se dividem, mas Fubuki e Yume decidem ficar juntos. É quando eles terminam o corredor e chegam a um grande salão do castelo que se deparam com quatro grandes monstros: todos eles se assemelham a leões, mas possuem grandes asas de águia em suas costas. Estão sobrevoando o local, seis metros acima do chão.

– Nossos primeiros inimigos. – fala Yume, parando de caminhar assim como Fubuki.

– Bem... – diz o garoto, suspirando e colocando suas mãos na cintura. – Acho que já está na hora de usar aquilo...

Yume olha um pouco surpresa para ele. E pergunta:

– É o que estou pensando?

– Sim. – confirma ele, sorrindo.

Ele se posiciona devidamente para utilizar uma técnica. E declara, direcionando suas mãos para frente ao retirarem de sua cintura:

– Exército de Bonecos de Neve!

Vários homenzinhos de neve vão sendo criados por Fubuki, cada um com um metro de altura. Ao todo, surgem 108 deles. Os espectadores, vendo tudo pelas telas, ficam impressionados.

– Se são 108 monstros para vencer, basta criar um exército de 108 de guerreiros para derrotá-los. – determina o jovem, sorrindo confiante.

Quatro dos Bonecos de Neve ficam aqui para enfrentarem os quatro monstros que estão diante de Fubuki e Yume. Enquanto isso, os demais se espalham pelo local e vão seguindo pelo castelo com o intuito de destruírem todos os monstros.

– Juntos, Fubuki Fuyutsu e Yume Agamenon se completam. – determina Moon, sorrindo, satisfeita com o desempenho inicial dos seus aprendizes. – O senso de estratégia e perícia em técnicas de Fubuki com a grande quantidade de energia e louvável ligação com as Feras Sagradas de Yume fazem dos dois excelentes companheiros.

– Por outro lado, essa prova pode se mostrar difícil demais até mesmo para uma dupla como esses dois... – imagina Apporion.

Com vários socos e chutes, os quatro Bonecos de Neve de Fubuki que aqui estão fazem os quatro monstros caírem derrotados. Porém, em seguida, eles voltam a ser somente neve, pois não resistem muito após atacarem.

– Fubuki acaba de derrotar quatro Feras de Bronze! O Time Azul adquire 8 pontos! – exclama o pai de Yume.

E os espectadores deliram, extremamente empolgados. A prova continua, criando cada vez mais expectativas... Para quem está a assistir...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.