Notas iniciais
Perdão pela demora, viu pessoal? Nesse capítulo, estamos começando o arco 2! Espero que gostem pq eu caprichei *-*. Abraços! E não se esqueçam de comentar :D para fazer um autor feliz!!

Arco 2 – Vila do Sol

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Moon, Yuzuru, Sesshou e Ando: o grupo diante do grande castelo negro onde se refugiam Misuro e seus aliados.

– Vamos entrar. – ordena a mulher, tomando os primeiros passos.

– Moon-sama, existe uma barreira aqui. – afirma Yuzuru, segurando seu caderno contra o corpo, com sua mão direita, e acertando seus óculos com a esquerda.

– Eu havia percebido. – afirma ela.

Da longa manga esquerda de Moon, é possível ver o ápice de uma adaga. Ao caminhar com tranquilidade e calma, ela executa movimentos extremamente rápidos e precisos, dilacerando a barreira invisível – que ao se desfragmentar, se torna visível em um negro sinistro até sumir por completo.

– Ela é mesmo impressionante. – pensa Sesshou. – Foi capaz de identificar e dilacerar uma barreira com tamanha facilidade... Suponho que não era um obstáculo qualquer, considerando o nível dos nossos inimigos. Ainda assim, ela resolveu isso sem problema algum.

– Vai vir ou ficar aí? – pergunta Yuzuru, andando junto de Moon e Ando, ao olhar para trás e notar que Sesshou não está caminhando como eles.

– N-não! – nega ele, se apressando para se juntar a eles.

Com isso, Sesshou, atencioso, presta bastante atenção ao dorso de Moon. E, tomando coragem, decide perguntar:

– Moon-sama, qual é a sua Hakanai?

– Creio que não precisarei te responder. – afirma ela. – Nossos inimigos já vieram nos receber.

O grupo para, após se colocar a poucos centímetros do grande portão do castelo. Esse se abre, revelando o interior da fortaleza: e nele Muey Muong, Mai Ushiromiya, Dante Osphichius, Pietro Fountelle e Cortam.

– Olá Moon... – Muey Muong, com suas mangas unidas diante do seu corpo, cumprimenta a mulher. – Vejo que conseguiu chegar até nós sem nenhum problema. Fez jus à sua fama.

Parada, a mulher alterna seu olhar entre cada um dos inimigos. É quando Cortam, observando-a, declara:

– Tomem cuidado. Ela está usando um tipo de habilidade para conhecer nossas almas.

– Como é? – Mai, voltando sua face para Cortam, sem entender.

– É natural. – afirma Muey, nada surpreso. – Afinal, essa é uma das habilidades da Hakanai desta mulher: Olhos de Anjo.

– Olhos de Anjo!? – repete Sesshou, em pensamento. – Que tipo de coisa é isso?

Moon, apesar de tudo, permanece em silêncio. Após fazer sua rápida análise sobre cada um dos seus oponentes, ela diz para seus companheiros:

– Cuidem deles.

A mulher começa a andar em direção aos inimigos. É aí que Mai, observando o olhar tranquilo dela, exclama:

– Não pense que irá nos vencer facilmente! Não nos subestime!

– Darkness Ark. – pensa Moon, fitando Mai e se aproximando com passos suaves dela. – A capacidade de dobrar, produzir e manipular a escuridão...

Mai começa a concentrar suas forças, formando uma cortina de energia negra ao seu redor. Em poucos instantes, cria incontáveis serpentes, que se lançam contra Moon.

– Snakes of Darkness!! – declama Mai.

As serpentes vão se aproximando de Moon em uma velocidade assustadora. E quando estão bem perto, quase atacando-a, algo acontece: todas as serpentes são dilaceradas.

– O quê!? – Mai se espanta, percebendo que a atitude não foi obra da mulher adversária e sim de um dos aliados da mesma.

Yuzuru. Com rapidez, ele se movera e se colocara na frente de Moon, destruindo todas as víboras negras de Mai com ataques que, de tão ágeis, foram quase impossíveis de serem acompanhados. Desse modo, o assistente fiel da rainha do Palácio Estelar apenas se move um pouco para a direita, permitindo que sua ama continue o trajeto que começou.

– Moon-sama disse que cuidaríamos de vocês. É o que faremos.

– Maldito... – pensa Mai, irritada.

– Sozinhos, podemos não ser capazes de vencê-la. – admite Dante, ao lado direito de Mai. – Contudo, se atacarmos em conjunto, poderemos...

Ele se cala, pois Moon simplesmente desaparece do seu campo de visão. É quando a voz da mulher ecoa bem atrás dele:

– Como é?

Assim como Dante, todos os demais Hakanais Sombrios – além de Sesshou, que jamais vira Moon em ação – ficam pasmos. A velocidade dela ao se movimentar foi tamanha que quase chega a se parecer com habilidade de teletransporte. E agora a rainha do Palácio Estelar se encontra costa a costa do irmão de Hyro, um dos seus discípulos.

– Se planejam me enfrentar, devo dizer que não tenho a menor intenção em lutar com vocês. – afirma ela, sem olhar para trás, mantendo seu rosto para o que está à sua frente. – Uma vida inocente me espera. Não posso perder tempo aqui.

Dessa forma, Moon volta a caminhar e adentrar cada vez mais o castelo de Misuro Asachi. Os Hakanais Sombrios voltam seus olhares para ela, mas a voz de Yuzuru interrompe o silêncio proposto por tal fato:

– Não se esqueçam que somos nós os seus adversários.

– Aquela mulher... – pensa Dante, olhando para Moon cada vez mais distante. – O que ela é, afinal de contas?

– Concentre-se em nossos inimigos, Dante. – recomenda Mai, já prestando atenção a Yuzuru, Sesshou e Ando, assim como os demais servos de Misuro aqui presentes.

Muey Muong, Mai, Pietro e Cortam se colocam em posição de batalha, decidindo mesmo enfrentar o trio. Dante, por sua vez, dá meia volta e declama:

– Irei atrás dela!

E, com isso, o irmão de Hyro começa a seguir Moon mantendo certa distância. Percebendo isso, Sesshou olha para Yuzuru e fala:

– Não deveríamos detê-lo? Ele está indo atrás da Moon-sama!

– Não é necessário. – afirma Yuzuru, ajustando seus óculos com seu dedo indicador esquerdo enquanto observa o grupo de inimigos presentes. – Não importa qual adversário enfrente, Moon-sama não pode ser derrotada.

O clima pesa. Uma batalha entre os aliados de Misuro e os companheiros de Moon parece ser, agora, inevitável. E todos aqui se preparam para o conflito que não pode ser mais adiado. Ciente disso, Muey eleva sua energia, encarando o trio e declamando:

– Se preparem. Pois vivos daqui não irão sair...

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Longe dali, em determinado ponto do jardim da mansão Agamenon...

Presentes estão Fubuki, Star, Yume, Ketsui, Zang, Rouge, Envy e Sisshin. E, no momento, uma pequena batalha: Envy contra Sisshin. Há alguns minutos, os dois estão se enfrentando no corpo a corpo, mas cansada disso, a garota se afastou com alguns passos para trás e decidiu utilizar seu Hakanai.

– Espada de Fogo!! – exclama Envy, concentrando sua energia em seu braço direito, criando uma grande e , de certo modo, exagerada espada de chamas.

– Está querendo me matar com isso? – questiona Sisshin, fazendo bico e cruzando seus braços, a alguns metros de distância dela.

– Eles são mesmo impressionantes. – comenta Fubuki, com Star em seu colo, junto de Yume e a gata da mesma, Rouge e Zang. – Perto do que eles fazem, me sinto um completo inútil.

No momento, os outros grupos estão treinando em pontos diferentes do jardim que, de tão grande, chega a superar as proporções do estádio onde o torneio de WWW foi organizado. Apesar disso, Yume sequer está no clima de treinamento, pois o que faz agora é se atentar à degustação do seu pudim.

– Não diga isso, Fubuki-chan. – pede Yume, após comer uma porção do seu pudim, voltando sua face para o garoto ao seu lado direito. – Você ainda não teve tempo para desenvolver suas habilidades.

– Olha só quem diz. – comenta Rouge. – Logo quem se recusa a treinar para comer pudim.

– Eu não preciso me matar de tanto treinar. – fala Yume, voltando seu rosto para Rouge, quem está do seu outro lado. – Sou uma Invocadora e minha força depende da conexão que tenho com aqueles que invoco.

O duelo entre Envy e Sisshin continua. Correndo contra ele, a garota usa suas duas mãos para manipular sua espada de chamas. E, com sagacidade, executa vários ataques contra ele ao se aproximar o suficiente, mas tudo o que Sisshin faz é desviar.

– Ele não está lutando a sério. – afirma Zang, chamando para si a atenção de Fubuki, Yume, Ketsui e Rouge. – Desde o início, está testando os limites de Envy.

– Como pode ter tanta certeza? – indaga Yume, levando em seguida mais uma colherada de pudim para sua boca.

– Eu também percebi isso. – a gata falante se manifesta. – Do grupo de vocês, ele é o com capacidades mais refinadas. Creio que seja o mais poderoso dos grupos.

– E como pode saber disso se ainda não vimos ele usar a Hakanai dele? – insiste Yume, desta vez, observando a face de sua felina.

– Justamente por ele estar usando um estilo aberto de combate.

Envy continua avançando contra Sisshin, atacando-o diversas vezes com sua espada de fogo. Porém, o garoto esquiva de cada uma das investidas normalmente, o que induz Fubuki a indagar Ketsui:

– Estilo aberto de combate seria o quê?

– É quando você luta sem utilizar suas habilidades especiais, ou seja, usando apenas o que lhe é humanamente normal. Isso, é claro, pode parecer algo tolo de se fazer, pois habilidades humanas comuns não podem superar nem mesmo a mais inofensiva das Hakanais.

– Por outro lado, quando alguém o faz sem problemas, prova que consegue se manter de igual para igual com um Hakanai apenas com suas capacidades comuns. – completa Zang. – Em outras palavras, Sisshin está mostrando que é forte justamente por fazer o que poucos Hakanais conseguem fazer.

– Entendi. – afirmam, juntos, Fubuki e Yume.

– Por que ele não me ataca? – pensa Envy, tentando acertar seu adversário com sua espada. – Por que não usa a Hakanai dele?

– Já chega. – fala Zang, em alto e bom som, interrompendo a batalha.

Envy dá um salto para trás, rodopiando no ar, enquanto Sisshin apenas para em um ponto. A espada da garota se desfaz em chamas e desaparece, sendo que logo depois, ela retorna para o solo. Ambos se viram para o pai de Mei Sasaki.

– Por hoje, basta. – declara ele.

Ao longe, alguém os observa: Yuni. Por trás de um grande pilar do jardim, ela olha para o grupo, mais especificamente para Sisshin. Sequer saberia dizer por que, de repente, esse interesse tão forte nele despertou em seu interior. Por outro lado, para a amiga de Lucy, de certo modo, é agradável estar com ele – ou pelo menos, observá-lo de longe.

– O que será que está acontecendo comigo? – pensa ela, olhando para Sisshin ao longe.

Enquanto isso, Envy e Sisshin andam em direção a Fubuki, Star, Yume, Ketsui, Rouge e Zang. O responsável pelo grupo, por sua vez, declara no instante em que a dupla se aproxima o suficiente:

– Creio que, agora, todos vocês estão em um bom nível. Já podem cuidar de uma tarefa que tenho para lhes dar.

– Como assim!? – questiona Fubuki, boquiaberto. – Minha Hakanai ainda não se manifestou!

– Ela terá de se manifestar ou perderá sua vida. – afirma Zang, encarando-o com um olhar frio e assustador.

O dono de Star, se abraçando ao seu cachorro, engole seco por se sentir amedrontado com as palavras do mais velho. Percebendo isso, ao terminar de comer seu pudim, Yume vira sua face para o garoto. E declara:

– Não se preocupe, Fubuki-chan. Eu irei protegê-lo.

– Não se dê preocupe, Yume-san, Fubuki-kun. – Envy se manifesta, se posicionando do outro lado de Fubuki, sorrindo para ele. – Eu também estou aqui.

– Será que posso explicar a tarefa de vocês? – questiona ele, se irritando um pouco.

– C-claro! – exclamam, juntos, Envy, Fubuki e Yume, um pouco assustados com o tom ameaçador do tutor da equipe.

– A tarefa de vocês é ir até um vilarejo chamado Asteca, também conhecido como Vila do Sol. Lá terão de solucionar um grande problema que está assolando o local: uma rixa nada saudável entre dois clãs rivais. – esclarece.

– Vilarejo Asteca? – indaga Fubuki.

– Clãs rivais? – pergunta Envy.

– Lá tem pudim? – Yume, por sua vez.

– É um vilarejo de Hakanais, liderado pelo clã Tsurugi e pelo clã Takayama. – afirma Zang.

– Takayama!? – repetem, juntos, Fubuki, Yume, Ketsui e Envy: ambos voltam suas faces para Sisshin.

– Sim, sim, é a minha família. – admite ele, levando sua mão direita para trás da nuca, suspirando desanimado.

– Sua família está envolvida em um conflito de clãs de um vilarejo Hakanai? – indaga Fubuki, bem surpreso. – Nossa, que foda...

– Não é nada “foda”, moleque. – rebate Zang, encarando-o com um olhar firme e penetrante. – Essa rixa vem se arrastando por 40 anos e já deu o que tinha que dar. É para isso que vão até lá. Creio que Sisshin não assumirá o lado dos Takayama, já que saiu da sua aldeia justamente por desaprovar as brigas sem coerência entre as duas famílias.

– Exatamente. – confirma o garoto, cruzando seus braços. – Jamais pensei que me envolveria com isso outra vez.

– Bem, é a missão que vocês têm. A tarefa deve ser concluída para que possam provar que são capazes de estarem nesta guerra. Os outros grupos também estarão executando tarefas para isso. – garante. – A prática ensina muito mais do que a teoria.

– Qual o verdadeiro objetivo nisso? – indaga Rouge. – Lutar contra os clãs ou apaziguar a situação?

– Faz parte da tarefa descobrir o caminho certo que devem tomar. – articula o mais velho. – Em uma guerra, além de força, são necessárias habilidades de estratégia, suporte, análise e até mesmo a sabedoria para identificar o momento de prosseguir ou de recuar. Vocês precisam mostrar que possuem tudo isso para que eu os veja como qualificados e preparados para a Guerra Celestial.

– Seja como for, quando iremos partir? – pergunta Envy.

– Agora mesmo. – afirma ele. – Vão até a mansão e arrumem suas coisas. E você Sisshin... – leva seu olhar para o citado. – Será quem guiará o grupo, afinal, ninguém por aqui conhece a Vila do Sol melhor do que você.

– Certo... – aceita ele, ainda desanimado.

– Nossa, Sisshin-kun, parece tão abatido. – opina Yume, fitando-o. – Será falta de pudim?

– Eu não gosto de pudim, obrigado. – agradece ele, sorrindo.

A garota fica perplexa, com uma expressão de espanto sem igual. Atordoada, ela coloca uma mão em cada lado de sua face, se balançando de um lado para o outro. Com isso, Ketsui, que estava em seu colo, cai de bunda ao chão.

– Não pode ser, não pode ser, não pode seeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeer!!!

– Mas o que foi que disse de errado!? – questiona Sisshin, sem entender, dando de ombros.

– Senhor dos céus, quando ela surta, ninguém segura! – exclama Ketsui, se afastando da sua dona com alguns passos.

– Yume, você está bem? – pergunta Fubuki, colocando sua mão direita no ombro esquerdo dela.

Repentinamente, a garota ergue sua face, direcionando-a para Sisshin mais uma vez. Com seus olhos brilhando, ela lhe pergunta:

– O que você tem contra pudins?

– São guloseimas engordativas que nem tanta graça têm. – diz ele, fechando seus olhos por alguns segundos. – Alguns dizem que é como a doçura dos anjos, mas para mim me dá o mesmo prazer que comer angu.

Yume começa a gritar, furiosa. Zang e Rouge, por sua vez, se afastam dela com alguns passos para trás.

– Acalme-se. – exige o tutor do grupo.

– Nuncaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! – grita ela, de fato, fora de controle.

Yume fecha seus olhos e estende sua mão direita. Nela, arde uma luz amarela que, em segundos, materializa uma pedra preciosa.

– Que a permissão divina acolha o meu pedido! – exclama ela, reabrindo suas pálpebras. – Invocação Topázio: Ureshi, a felicidade!!

A joia desaparece, através da mesma luz, sendo substituída por uma espécie de palhaço amarelo com um chapéu verde e cabelos vermelhos, azuis e brancos.

– Aqui estou, Yume-samaaaaaaaaaaaaaaa. – declara o palhaço, se colocando perante ela.

– Que coisa é essa!? – se pergunta Rouge, não acreditando no que está vendo.

Yume usa seu indicador direito para apontar para Sisshin, o que faz Ureshi dar meia volta. Ainda furiosa, coloca sua outra mão na cintura, exigindo:

– Ureshi, use os seus maravilhosos e felizes poderes para envolvê-lo com a graça dos pudins!

– Como desejar, Yume-samaaaaaaaaaa. – o palhaço aceita a ordem.

– Mas o que está acontecendo!? – indaga Sisshin. – Eu gost... – ele é interrompido, levando um pudim na cara.

– Garoto, conheça agora o valor de um pudim! – declama Ureshi, saltando contra ele.

Misteriosamente, surge em pudim em cada mão do palhaço. Assim que ele cai sobre Sisshin, envia ambos na boca do garoto, obrigando-o a comê-los.

– Magnífico!! – exclama Yume, com seus olhos brilhando e suas mãos unidas perante seu corpo. – Não há nada mais magnífico neste mundo do que o sagrado sabor de um pudim!

– Yume, você vai matar o Sisshin-san assim. – fala Fubuki, cutucando-a.

– Não fale besteiras! – discorda ela, cruzando os braços. – Ninguém morre com pudins. E caso eu esteja errada, ele morrerá feliz!

O palhaço salta para trás, saindo de cima do garoto. Sisshin, por sua vez, permanece de costas no chão, com a cara toda lambuçada e um sorriso de ponta a ponta da sua face.

– Vejam isso! – exclama Yume, indicando o rosto de Sisshin. – Essa é a inestimável e verdadeira felicidade!!

– O que está acontecendo ali? – Mika’il, ao longe, se aproximando de Yuni e perguntando tal coisa.

– E-eu não sei. – responde ela, com sua face corada.

Sakura, Eli, Anya e Keiko, se aproximando, se juntam a Mika’il e Yuni: foram atraídas pelo alvoroço criado pelo ataque histérico de Yume. Pelo menos, essa é a definição que Keiko está dando para tudo isso. E por falar nela, entrefechando seus olhos, a melhor amiga de Anya suspira. E diz:

– Aquela garota... É doida!!