HTTYD 3 - Hiccstrid fanfic

13 Capítulo 13 - Impaciência


Notas iniciais
VOLTEEEIIIIII!!!!!! Aleluia! Por favor não me matem! Mil desculpas pela demora! Mas aqui está o capítulo 13. Espero que gostem!

Ela se foi...

É culpa minha. Tudo isso não aconteceria se eu não tivesse brigado com ela, ela não teria fugido e não teria sido capturada. Eu não pude deixar de chorar. Eu nunca mais iria ver seus olhos azuis olhando para mim, nem o seu sorriso, nem ouvir a sua voz ou sentir o seu abraço. Chorei mais com esses pensamentos. Senti uma mão no meu ombro, olhei para cima e vi a minha mãe também chorando e preocupada. Não consegui ficar olhando para ela, tive que abaixar a cabeça, nisso eu olhei para a minha mão entrelaçada na da Astrid, sua mão estava pálida e não se mexia. As lágrimas voltaram a jorrar, fechei os olhos e chorei mais.

De repente senti a minha mão esquentar, não liguei com certeza a minha estava esquentando então senti um pequeno movimento nela. Levantei minha cabeça rápido olhei para as nossas mãos e nada. Eu devo estar vendo coisas, mas senti de novo. Olhei para o curador que se aproximava de nós, olhava atentamente para Astrid a espera de algo. Escutei um gemido fraco, voltei o meu olhar para Astrid, e todos fizeram o mesmo.

Ela estava respirando. Ela, ela está viva! Deuses obrigado! Eu queria abraçar ela e nunca mais soltar. Mas eu não queria machuca-la e também eu não podia, o curandeiro nos empurrou para fora de sua casa e eu tentei entrar de novo:

–Espera. – BAM! Ele bateu a porta na minha cara, eu bati na porta com um pouco de raiva. Como ele pode nos deixar aqui fora preocupados? Rosnei baixinho, me sentei em um dos bancos que havia ao lado da porta.

POV de ninguém

Todos do lado de fora da casa do curandeiro estavam preocupados mas principalmente Soluço que não parava quieto no lugar. Ou andava de um lado pro outro, ou batia o pé ou mexia com as mãos.

Um viking que passava por perto viu eles, e se assustou pois pensava que Soluço tinha morrido, logo outros vikings foram parando até que decidiram perguntar o que aconteceu. Soluço foi cercado de pessoas enquanto faziam milhares de perguntas, mas ele ignorou, ou pelo menos tentou. Era muita falação e ela não parava, não dava para ignorar. A cabeça de Soluço estava girando, pelo Drago que iria voltar, o risco de perder a Astrid. E as perguntas continuavam e pareciam aumentar o volume, a esse ponto ele não aguentou mais:

–CHEGA!- Ele gritou, e imediatamente todos se calaram, Soluço se jogou no banco e apoiou a cabeça nas mãos bufando. Todos o olhavam espantados, nunca Soluço havia agido desta maneira. Bocão resolveu ajudar:

–Por favor, se acalmem. Eu vou explicar tudo a vocês.- Os vikings assentiram.- Bem, quando Drago jogou a Astrid no penhasco, como ele nos contou, Soluço pulou atrás mas o Banguela também e acabou salvando os dois, porém eles caíram em uma ilha e a cauda do dragão quebrou assim eles ficaram presos. Graças ao dragão de Astrid que não desistiu de encontra-los os salvou. Mas... durante a batalha que tivemos Drago feriu Astrid, e para piorar as coisas... havia um veneno, chamado Tigalos, que algumas pessoas usam em suas armas, e Drago usava na dele. Soluço voltou o mais rápido possível para buscar ajuda e Astrid está dentro com o curador.

Os vikings ouviram atentamente cada palavra de Bocão e no final ficaram com os rostos tristes. Soluço não ouviu a explicação pois estava perdido em seus pensamentos. De repente o curador abriu a porta e Soluço virou a cabeça rapidamente para ele que fez um gesto para ele entrar. Ele não esperou mais nada e correu para dentro onde encontrou Astrid ainda deitada. Ele se sentou ao seu lado e segurou a sua mão. Bocão e Valka entraram logo atrás dele e por último o curador que começou a escrever no chão com o seu cajado e Bocão os traduziu:

–Ele disse que ela vai ficar dormindo por um tempo, e que não corre mais risco de morte. E se você quiser saber, ele usou um tipo de remédio que você injeta na pessoa através de uma agulha.- Soluço se virou para o curador e deu m pequeno sorriso:

–Obrigado...- O curador fez um gesto de reverencia e Soluço se voltou para Astrid.- Podemos levar ela para casa?- Perguntou ele, o curador assentiu. Então Soluço se levantou e delicadamente pegou Astrid em seu colo, Valka abriu a porta para ele que saiu. As pessoas os ainda o esperavam na frente da casa e pareciam aliviados quando os viram e abriram passagem para eles. Soluço caminhou até a sua casa ainda com Valka.

Entrando na casa ele se direcionou para o seu quarto onde deitou Astrid em sua cama. Ele a encarou e tirou a franja de seu rosto e beijou a testa dela e voltou a olha-la. Valka apenas o observava da porta. Soluço puxou uma cadeira e se sentou ao lado de Astrid, como Valka se aproximou:

–Você não quer descansar? Ficaram presos na ilha e devem não ter dormido direito.- Disse ela com um pouco de preocupação em sua voz.

–Não mãe, eu estou bem.- Respondeu sem parar de olhar para Astrid. Valka colocou a mão no ombro dele:

–Qualquer coisa estarei lá em baixo.- Soluço assentiu:

–Está bem. Obrigado.- Vakla deu um pequeno sorriso e saiu do quarto. Soluço voltou sua atenção para Astrid que parecia tão calma fazendo ele sorrir. Mas os pensamentos de o que havia ocorrido a pouco tempo fizeram aquele sorriso desaparecer. Soluço permaneceu ao lado dela o dia inteiro um pouco impaciente para a Astrid acordar, até que adormeceu ajoelhado ao lado da cama com os braços e a cabeça apoiando nela.

Notas finais
Então? Gostaram? Ela está viva! Me desculpe se alguém sofreu pelo capítulo anterior, mas sempre tudo acaba bem. Certo? Obrigada por lerem e acompanharem essa história. E muito obrigada pelas recomendações! Até a próxima!