HL: The Other
1 Prólogo
Notas iniciais
Dez anos atrás...
Uma menina de sete anos brincava na varanda de casa, quando seus pais correram até a varanda desesperados e o pai dela a pegou no colo.
— Temos que ir! — O pai falou para a mãe.
— Para onde? — A mãe perguntou.
— Para longe, qualquer lugar — logo após o pai responder, vários agentes armados da Nêmesis invadiram a casa e apontaram as armas para eles.
***
Dias atuais...
Los Angeles — Califórnia — EUA
Já era bem tarde da noite, os seguranças vigiavam o banco que estava fechado. Tudo estava correndo aparentemente tranquilo, até que um barulho estranho chamou a atenção deles. Ele parecia ter vindo de dentro do banco, o que era estranho, porque eles estavam vigiando há horas e ninguém havia entrado.
Com isso, eles resolveram entrar e quando o fizeram, eles encontraram um monte de dinheiro espalhado pelo chão, como aquilo teria acontecido, ninguém havia entrado.
— Olá — uma garota disse atrás deles. Os seguranças se viraram e apontaram as armas para ela, mas a garota simplesmente desapareceu. — É falta de educação apontar uma arma para alguém. — A garota debochou aparecendo em um outro canto diferente, um dos seguranças tentou atirar contra ela, que lançou um feixe de energia contra o segurança, que caiu desacordado.
— Você é uma deles! — O outro segurança acusou e a garota também atirou um feixe de energia contra ele.
***
Base da Nêmesis em Los Angeles
Os agentes assistiam as filmagens da garota assaltando o banco. Ela aparecia do nada dentro do banco, roubava o dinheiro, derrubava os seguranças com feixes de energia e fugia. Nas filmagens não dava para ver o rosto da garota, apenas ela agindo e que ela tinha os cabelos vermelhos.
— Já é a quarta vez esse mês — um agente comentou. — Temos que acha-la.
— O que sabemos sobre ela? — O outro agente perguntou.
— Além desse e de mais alguns outros vídeos, só que ela se tele transporta, que pode soltar rajadas de energia e que é imprevisível — o agente respondeu.
— Alguma suspeita de quem ela pode ser? — O outro agente perguntou.
— Sim, mas nenhuma muito concreta — respondeu.
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