Notas iniciais
Queria agradecer ao Litthie e a Line por terem comentado, vocês são muito ♥

Três anos depois...

Um assalto acontecia em um mercadinho, três bandidos mantinham as pessoas lá dentro como reféns, enquanto a polícia cercava o local. Os policiais estavam praticamente de mãos atadas, já que se entrassem, poderiam acabar causando a morte de inocentes, e por isso, eles tentavam negociar com os bandidos, porém, não haviam tido nenhum sucesso até o momento.

— Chefe, as negociações não estão funcionando — um policial avisou.

— Acha que eu não percebi? — O chefe respondeu. — Temos que continuar tentando, há muitos inocentes lá, uma troca de tiros acabaria em massacre.

Enquanto isso, do lado de dentro do mercadinho, os bandidos continuavam mantendo todos ali como reféns. E os reféns estavam bastante assustados. Não parecia haver nenhuma maneira de sair dali. Tudo parecia perdido.

— Cara, não é melhor nos rendermos? — Um dos bandidos perguntou. — Uma hora eles vão acabar entrando e a gente vai se ferrar.

— Tem muito refém aqui, é claro que eles não vão entrar — O líder dos bandidos respondeu.

— Deveria escutar seu amigo, ele parece saber o que diz — Nyx apareceu diante deles.

— Você é a tal Nyx, a que tá sempre na TV? — O líder perguntou. — Parece apenas uma pirralha.

— Já faz três anos que eu escuto isso então precisa ser mais original — Nyx rebateu.

— Vá embora pirralha, ou vamos te machucar bastante — o líder ameaçou.

— Olha, eu não quero brigar com vocês — Nyx disse. — Só quero que tudo acabe bem para todo mundo que está aqui.

— Tire os policiais de lá de fora e nós deixamos todo mundo em paz — Um dos bandidos respondeu.

— Desculpa, não posso fazer isso — Nyx disse. — Mas olha, não há como fugirem, se fizerem qualquer coisa com os reféns, os policiais vão entrar e não terão pena, então vocês estão ferrados e a única maneira de saírem dessa sem que haja feridos é se vocês se renderem.

— Isso não vai acontecer, pirralha — o líder dos bandidos respondeu.

— Chefe, talvez isso fosse melhor — um dos bandidos disse.

— Cale a boca! — O líder deles mandou. — Sabe o que eles irão fazer se sairmos? Eles vão nos matar! Não há outra maneira!

— Então prefere arriscar a vida de todos esses reféns? — Nyx questionou.

— Não é como se eles fossem me ajudar em outra situação — O líder dos bandidos respondeu. — Ninguém nunca me ajudou antes, ninguém nunca vai ajudar, então pouco me importo com o que acontece com eles!

— E os seus parceiros, você se importa com o que vai acontecer com eles? — Nyx questionou.

— Atirem logo nela! — O líder mandou, mas os outros dois bandidos permaneceram parados. — O que estão fazendo?

— Ela está certa, isso não vai dar certo — um dos bandidos disse.

— Ah, cale a boca! — O líder gritou. — Sério que você vai no papo dessa pirralha?

— Nós estamos ferrados de qualquer maneira — Um dos bandidos disse. — Se nos rendermos, ao menos sairemos vivos.

— Está bem, se vocês não acabam essa pirralha, eu acabo — O líder tentou atirar em Nyx, mas ela usou sua super-força, o chutou, conseguiu joga-lo longe e ele caiu desacordado.

— Vocês sabem o que fazer — Nyx disse.

Do lado de fora, os policiais continuavam mirando suas armas para o mercadinho, quando se surpreenderam com dois dos três bandidos saindo de lá. Os policiais entraram no mercadinho e encontraram o líder dos bandidos desacordado.

***

Caitlyn chegou em casa e logo encontrou Zack a esperando na sala. Caitlyn sabia que precisava disfarçar bem, ou ele descobriria tudo e a proibiria de agir como a Nyx novamente.

— Onde esteve? — Zack questionou.

— Fui comprar um salgado para mim — Cat mostrou uma embalagem de salgadinhos ainda cheia.

— Eu não te vi saindo — Zack disse. — Por que não me avisou?

— Eu não ia demorar muito — Cat abriu a embalagem e começou a comer os salgadinhos. — Por quê? Aconteceu alguma coisa?

— Fiquei preocupado, sabe que qualquer coisa e a Nexus pode te achar — Zack alertou.

— Eu sei disso há três anos — Cat respondeu. — Eu não fiz nada demais, não se preocupe. — Cat subiu para o quarto e quando chegou lá, ela ligou o computador e viu mais notícias sobre a Pocket Girl. Ela se perguntava se algum dia chegaria a conhecer a garota por trás da Pocket Girl.

***

Mais tarde, Cat desceu para jantar e novamente, o jantar era alguns pedaços de pizza, como geralmente acontecia. Cat pegou alguns pedaços de pizza, os colocou no prato e voltou para o quarto.

No quarto, ela comia os pedaços de pizza enquanto assistia a mais vídeos da Pocket Girl. Até que em dado momento, ela resolveu olhar o twitter com uma conta fake que tinha feito e percebeu que estavam todos falando de um neo-humano que estava aterrorizando um restaurante. Haviam alguns vídeos gravados que mostravam o neo-humano usando sua super-força para jogar mesas e assustar todos os que estavam ali. Cat percebeu que Nyx teria que agir.

***

No restaurante, um neo-humano assustava a todos ali, ele tinha uma tatuagem de um dragão no braço. Ele jogava as mesas contra a parede e ameaçava matar todos ali. A cada minuto que se passava, mais todos ali ficavam assustados.

— Por que não para de ser um babaca e vai embora? — Nyx apareceu atrás do homem.

— Olha só, se não é a pirralha Nyx — o homem debochou.

— Nossa, isso é tão original — Nyx também debochou.

O homem jogou uma mesa para cima dela, mas Nyx conseguiu se defender.

— Por que não cai fora, pirralha? — O homem perguntou e jogou outra mesa na direção de Nyx que conseguiu se defender. Ele jogou novamente uma outra mesa contra a Nyx que em um impulso conseguiu pular tão alto que se sentiu voando por um momento. — Então a pirralha tem um truque na manga. — Nyx pegou uma mesa e jogou contra o homem que conseguiu se desviar. O homem tentou avançar contra ela, Nyx bateu uma mesa nele e finalmente conseguiu atingi-lo e o homem desmaiou.

***

Cat entrou escondida pela janela do quarto e tentou não fazer barulho para que Zack não desconfiasse. Após entrar, ela se deitou na cama e fingiu que nada aconteceu. Em seguida, Zack bateu na porta do quarto dela e ela abriu.

— Está tudo bem? — Zack perguntou.

— Sim — Cat respondeu. — Por quê? Aconteceu alguma coisa?

— Não, só vim verificar se está tudo certo.