Notas iniciais
- Qualquer Um Pode Ser Morto (Arya)

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Halo tinha apenas mais alguns dias que Bran. Herdara as faces rosadas, o cabelo cor de caramelo e os olhos cor de mel da sua mãe, que tinha morrido para a poder colocar neste mundo. Agora que o seu pai tinha morrido às brutas e impiedosas mãos de Theon Greyjoy procurava alcançar a muralha e algum conforto junto do seu irmão Dominic. Ela não tinha a certeza se ele sabia o que se passara. Todos os corvos haviam sido mortos...

Era uma gelada manhã... ela havia constatado com tisteza que à medida que se apróximavam da muralha, esse tipo de manhãs estava mais presente. Saiu do interior das suas peles e observou que ainda era noite cerrda e que todos ainda dormiam... todos à excepção de Osha que todas as noites ficava com um olho aberto e outro fechado com receio de um inimigo... um inimigo que do ponto de vista de Halo não iria aparecer.

Seguida por Faona, a sua gata lilás, que nunca a perdia de vista, apróximou — se de Osha.

–Devias dormir um pouco... — disse a menina num tom doce.

– O perigo pode estar em qualquer lado. — a selvagem respondeu rapidamente. — Devemos estar alerta!

Convencida de que era impossivel demovê — la ela deu meia volta e aninhou — se perto de uma enorme rocha, tentando em vão esconder — se do gélido vento que soprava. O céu iria em breve começar a clarear e teriam de iniciar novamente a marcha diária em direcção à montanha. Havia que aproveitar as poucas horas em que o astro rei lhes proporcionava alguma luz. Eram cada vez menos.

Bran acordou e esfregou os olhos. Era agradável sentir o calor de Verão, bem próximo dele.

– Nunca... nunca... — ela murmurou como uma oração...

–Não digas nunca. O pequeno Lord trouxe — te consigo. Ele vem algo em ti que nem tu mesma és capaz de observar...

– E o que seria?

– LIBERDADE...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.