Gunslinger

10 Alessio Galli.


Notas iniciais
Puta merdaaaaaaaaaa, meu aniversário é hoje e eu resolvi me dar esse presente (que é terminar esse capítulo) acho que ficou grande, talvez do agrado de poucos e tal. A mesma ladainha de sempre, Malu. Mas enfimmmmm, desculpe-me pela porra da demora, mas é a vida. E, André, peço-lhe desculpas novamente porque eu sou uma escritora desmiolada é totalmente sem atenção. Massssssss espero que todos gostem. Boa leituraaaa 📖 Bjinhosssss ❤️❤️

Capitulo 10:

— Como assim Emilly? — perguntou-a Travis, pasmo. — Enlouqueceu?

— Como assim, enlouquecer? — ela perguntou.

— Não iremos — disse ele extremamente decidido.

Travis deu de ombros e se virou em direção à porta, e se direcionou às escadas.

— Você se recusa mesmo a viajar e descobrir o que ou quem realmente matou seu melhor amigo, isso tudo por pura regalia? — Ela ainda deu ênfase na parte "seu melhor amigo".

Isso fez Travis parar no meio da escada, e repensar em tudo. Ele recuou por alguns segundos, e se deteve somente a pensar no que havia sido dito.

Ele realmente não queria sair. Talvez, por pura regalia. Ou por medo.

Isso estava errado. Então ele começou a se sentir uma merda e ainda mais culpado.

— Me desculpa — ele murmurou baixo o suficiente para Emilly não conseguir ouvir.

Ele se virou na direção dela.

— Você tem razão — ele concordou com a voz um pouco estremecida, porém branda — E o Ethan?

— Nós o levaremos junto.

— Mas é perigoso para ele.

Emilly ponderou um pouco.

— Tá, dessa vez você tem razão. Mas não temos com quem deixar.

Logo, rapidamente, Travis discou o número de sua mãe.

— Alô — Emma respondeu, logo assim que atendeu.

— Oi mãe, como você está?

— Estou bem, e você?

— Está tudo bem também. — Ele fez uma pausa. — Posso passar na sua casa?

— Claro que sim!

— Ok, já estou passando aí.

Assim que ele desligou, virou-se para Emilly e disse:

— Problema resolvido.

— Mas... — Assim que Emilly começou a falar, Ethan começou a chorar. — Já volto. Vou aproveitar para arrumar as coisas dele.

***

Travis já estava com tudo pronto no carro. Ele sabia que sua mãe não iria recusar.

Emilly o olhou e soltou uma breve gargalhada.

— Está bem, você venceu, sua mãe realmente é um doce por aceitar seus pedidos. — Travis a encarou e soltou-lhe um belo sorriso níveo.

— Sabemos. — E só então ele arrancou com o carro. Dando graças a Deus por o carro não ter parado.

***

Chegando à casa de sua mãe, ele desligou o carro e desceu para pegar Ethan no banco de trás.

Ao pôr o garoto em seu colo, ele caminhou até o portão de madeira e o destrancou. Emilly estava logo atrás, acompanhando todos os seus passos até que chegassem em frente da porta principal e tocarem a campainha .

Emma deu de cara com Travis segurando uma criança, o que lhe causou espanto momentâneo.

— Oh... Para que os bons ventos te trazem, meu filho? — ela perguntou.

— Ah, mãe, é uma longa história.

— Longuíssima — Emilly completou de forma quase inaudível.

— Ah, prazer... hm... Você deve ser a Emilly, certo? — disse Emma, um tanto arisca em questão a sua presença, mas tentando não parecer grosseira.

Emilly saiu de trás de Travis e estendeu sua mão.

— Prazer.

Elas ficaram se encarando; Emilly com um meio sorriso ralo e Emma a olhando de um jeito observador e, ainda, arisco.

Spencer, de repente, apareceu por trás de Emma.

— Ei, Travis! Estou com saudades!

Ele riu e abriu seus braços para lhe dar um abraço. Spencer passou, praticamente, por cima de todos e pulou em Travis.

Emilly se virou para ver a cena, e ficou maravilhada ao ver aquele amor mútuo.

Ela nunca teve irmãos. O que era muito duro, ser filha única e enfrentar tudo sozinha.

Spencer se virou e deu de cara com Emilly.

— Ah, oi. — Emilly estava tímida, e sem graça.

— Ah, Emilly, essa é a Spencer. — Ele fez uma breve pausa antes de continuar. — E, Spencer, essa é a Emilly.

Spencer ficou apreensiva de início, porém, logo depois, ela soltou um sorriso.

— Oi! — respondeu, entusiasmadamente.

— Prazer. — Emilly esticou sua mão e apertou a de Spencer.

Spencer se afastou de Travis e voltou para trás de sua mãe. Ao passar ao lado de Emma, Spencer a disse:

— Gostei dela.

— Então! Vamos entrar? — Emma indagou.

— Vamos — disse Travis, andando um pouco mais à frente de Emilly.

Emilly diminuiu os passos e começou a olhar ao seu redor.

Logo Travis também diminuiu seus passos para parar justamente ao lado dela, em um murmuro a disse:

— Não ligue para qualquer comentário que minha mãe fizer, ela está com um pouco de ciúmes.

— Ahñ... está bem — disse Emilly ainda observando o seu redor, totalmente distraída.

Um pouco depois, ao chegarem na sala, sentaram-se no sofá verde musgo. Emma ao lado de Spencer, e no outro logo à frente, Emilly e Travis com Ethan no colo.

— Esse é seu filho, Emilly? — Emma perguntou, com hostilidade explícita em sua voz.

— Sim, meu. Ele se chama Ethan — respondeu-a Emilly.

Ela olhou para seu filho e viu aquele sorrisinho banguela dele. E foi inevitável ela não sorrir também.

— Ah sim. — Emma fez uma pausa. — Mas então meu filho, o que te traz aqui?

— Eu tenho um favor muito importante para te pedir. Mas dessa vez, pense, somente, que você fará por mim, e por mais ninguém. — Sua mãe ficou sem reação de inicio, o que o assustou um pouco.

— Tudo bem, pode pedir.

— Você poderia ficar com o Ethan por alguns dias?

Emma engoliu em seco a proposta, e começou a sua justificativa:

— Mas...

— Mãe! Seria super legal cuidarmos do Ethan, eu sempre quis ter um sobrinho.

— Mas ele não é seu sobrinho, minha filha.

— Tá bom, ele é de consideração.

Travis observou toda a polêmica e soltou uma risada quase que silenciosa e olhou para Emilly; ela estava sorrindo.

— Spencer — começou Travis —, ele não é o seu sobrinho.

— Mas... — ela começou a retrucar.

— Não, não estamos namorando.

Emma respirou fundo, concentrando toda a atenção de volta para a proposta feita.

— Está bom, tudo bem. Quanto tempo?

— Não sabemos ainda quanto tempo, esperamos que seja rápido.

Emma olhou para Travis desconfiada.

— Ahãm, mas e as coisas dele?

— Estão todas no carro. Vou pegá-las agora — Travis disse, entregando Ethan à Emilly.

— Quer ajuda, Travis? — Spencer logo se ofereceu, piscando para ele.

Travis balançou positivamente a cabeça e caminhou até fora de casa junto de Spencer.

Quando chegaram no carro, ela virou para ele e disse-o:

— Vocês formariam um belo casal.

Travis balançou a cabeça de forma negativa, rindo, envergonhado.

— Para de besteira. Estou cuidando dela, somente — disse enquanto tirava a primeira bolsa de dentro do carro.

— Sei... — Spencer disse, debochada, tirando a última bolsinha de dentro do carro. — Só acho que ela seria um bom partido para você. — Spencer saiu em direção a casa acompanhada de duas bolsas.

— Eu também concordo — Travis murmurou e logo foi atrás dela.

Ao voltarem, a sala estava em silêncio.

Travis lançou rapidamente seu olhar à sua mãe, e enrugou levemente a sua testa.

Ele pigarreou e olhou para as duas, enquanto Spencer entulhava as bolsas em um canto qualquer da sala.

Emma se levantou e ajeitou seu vestido azul marinho.

Emilly estava observando o nada, olhando para o além.

— Emilly! Vamos? — Travis a convocou.

— Ah, oi, oi. Desculpe-me — disse Emilly se levantando.

— Já está indo, meu filho? — perguntou Emma, ao ver Emilly se juntar a Travis.

— Sim, mãe. Temos que comprar as passagens, e até embarcarmos... vai demorar muito.

— Ahãm, entendo. — Emma foi até Travis e deu-lhe um abraço apertado, sussurrando: — Não demore muito para voltar e tome cuidado.

— Tudo bem, não vou demorar.

Eles se soltaram e ele foi dar um abraço em Spencer, que estava entristecida com a partida de Travis. Enquanto isso, Emilly se despedia de Emma de forma sutil, pois a sensação que ela estava tendo era de que Emma não tinha gostado dela.

— Prazer em te conhecer, Emma — ela deu um sorriso superficial.

— Eu só peço uma coisa a você: cuide muito bem do meu filho — Emma a disse, com os olhos estreitos.

Emilly assentiu e olhou, de canto de olho, para Travis.

— Entendeu? — Emma reforçou a pergunta anterior, ainda fitando Emilly e segurando sua mão.

— Entendi! — Emilly se soltou dela e correu até Travis.

Ela segurou o braço dele como se fosse uma criança de cinco anos pedindo ajuda.

— Vamos embora — Emilly disse em tom de ordem —, agora!

Travis olhou para trás e olhou novamente para Emilly.

— Aconteceu alguma coisa? — ele perguntou, cismado.

— Não. Claro que não. Mas temos muitas coisas para resolver ainda, não acha?

— Ah, certo.

Spencer deu mais um abraço em Travis, e sussurrou em seu ouvido:

— Ela gosta de você.

— Tá bom, Spencer — ele retrucou,

Emilly entregou Ethan, que estava extremamente ocupado brincando com os cabelos dela, para Spencer.

— Muito obrigada, lindinha, cuide bem dele, por favor — Emilly soltou um sorriso sincero para ela.

— Claro que irei cuidar bem, ele é meu sobrinho!

Emilly olhou para Travis e riu, logo disse:

— Claro, querida!

Após se despedirem, finalmente entraram no carro. E Emilly se sentiu livre em comentar:

— Acho que sua mãe não gostou muito de mim.

— Então por isso você estava aérea?

— Sim. Mas, eu amei sua irmã.

— Ela, de fato, é um doce. — Um silêncio surgiu no carro. — Minha mãe muitas vezes é rude. Porém, depois que você a conhece, melhora.

— Ela pediu para que eu cuidasse de você.

Nesse momento, Travis parou no sinal vermelho e a encarou.

— Sério que ela te disse isso?

Ela riu e confirmou:

— Sim.

Ele enrugou a testa e seguiu o caminho até em casa.

De longe ele observou que havia algo de estranho na casa. Ao estacionar viu a porta da frente aberta.

— Emilly, você deixou a porta da sala aberta? — ele a perguntou.

Ela olhou na mesma direção de Travis.

— Tenho certeza de que fechei.

Travis pegou sua arma no banco de trás do carro e engatilhou-a.

— Espere eu sair e você vem atrás de mim.

Ele desceu do carro, e como dito, Emilly foi logo atrás.

Travis observou a porta de perto e concluiu:

— Essa porta com certeza foi aberta por algum profissional.

Ele encontrou a casa em estado normal. Inicialmente só a porta do porão entreaberta.

— Por que "por um profissional"? — Emilly indagou.

— Mantenha-se atrás de mim! Em silêncio— ordenou Travis, nervoso.

— Mas não tem... — Emilly começou, porém foi interrompida.

— Não sabemos ainda.

Travis se aproximou da porta do porão e empurrou-a devagar, ainda com a arma em punho.

Ele olhou para trás e viu Emilly o seguindo do jeito que ele havia ordenado.

— Emilly, esconda-se no lavabo e tranque a porta. Só abra quando eu te chamar.

Ela assentiu e caminhou em direção da mesma.

Travis desceu as escadas do porão bem devagar. Ao chegar na parte de baixo ele apontou a arma para todos os lados, porém não tinha ninguém.

Ele retornou ao andar de cima. Subiu as escadas do segundo andar e andou cautelosamente até o quarto de Emilly, que era o primeiro do andar da esquerda à direita.

Olhou o cômodo todo, nada.

Foi ao próximo quarto e nada.

Olhou em seu quarto, olhou no quarto do Ethan e nos banheiros também, mas não havia nada demais.

Mas uma coisa tinha de diferente; e era no escritório.

Uma pequena caixa, que nem mesmo ele havia percebido a existência dela.

Ela estava aberta, dentro dela caberia somente um pen drive, tinha a forma certa de um. E estava tudo revirado dentro do escritório.

Ele desceu e foi até o lavabo para chamar Emilly.

— Emilly — ele murmurou próximo da porta.

Logo ela destrancou a porta e perguntou:

— Achou alguma coisa?

— Não.

— Por favor, vamos sair daqui o mais rápido possível — ela o disse.

Travis se espantou de início.

— Mas por quê?

— Porque eu sinto que aqui é perigoso.

***

Emilly estava observando o Mustang totalmente coberto por uma capa bege antiga.

Travis avançou um pouco mais dela e retirou de vez a capa bege do Mustang, revelando um lindo carro vermelho.

— Onde fica a chave dessa garagem? — ele perguntou.

— Eu vou pegar...

— Faz o seguinte, arruma suas coisas e depois você pega a chave. Vou terminar de arrumar as minhas coisas e vou trazer tudo para cá, para só sairmos depois de tudo pronto.

— Está bem. — Ela tomou rumo escada a cima.

Travis estava com a chave do carro já na mão, ele abriu o carro e sentou no banco do motorista e começou a sussurrar para si:

— Quanto tempo... — Ele começou a alisar o volante totalmente preto, sem nenhum arranhão. — Vamos lá Harry, eu sei que você tem alguma surpresinha para mim...

Nisso ele pulou para a parte traseira do Mustang e procurou algum objeto de baixo dos bancos.

Não encontrou nada.

Decidiu, por fim, procurar na mala. Sendo assim, desceu do carro e abriu o porta malas.

Finalmente encontrou uma mochila. Ao abri-la encontrou somente roupas. Sujas.

— Mas que merda viu, Harry.

Travis continuou a retirar essas roupas, e finalmente encontrou uma 9mm.

— Ah, isso sim pode.

De baixo da arma havia uma "outra bolsa" cheia de munição.

Ele verificou se estava carregada.

— Ótimo. — Dito isso ele colocou a arma na cintura e foi para o andar de cima.


***

— DROGA! — Emilly ouviu Travis gritando e correu até o quarto dele.

— O que aconteceu? — ela o perguntou.

— O meu certificado de porte de arma foi pro caralho! — disse ele fechando a última gaveta da cômoda.

— Ou seja, sem esse certificado não poderemos viajar de avião, não é?

— Por aí... — disse batendo em seu próprio rosto. — Apanharam isso também.

— Quem quer que seja, com certeza não quer que você esteja armado. — Emilly fez uma pausa e suspirou. — E está querendo deixar bem claro isso.

O quarto ficou completamente em silêncio.

— Então, o que vamos fazer agora? — Emilly perguntou.

Travis colocou a mochila nas costas e disse:

— New Orleans de carro.

— O QUÊ? — ela gritou. — Agora, eu te pergunto: enlouqueceu?!

Ele torceu o nariz e retrucou:

— Nem preciso lhe dizer a mesma coisa que você me disse hoje de manhã.

Ela revirou os olhos.

***

Depois de carregar o Mustang, ele o ligou e ouviu aquele ronco do motor.

Emilly abriu a porta da garagem e Travis deu a ré no Mustang. Em seguida ele colocou a cabeça para fora do carro e gritou para Emilly:

— Vamos, porque Luisiana não é ali na esquina!

***

Após 12 horas de viagem, o relógio já marcava 05:48 da manhã.

Travis estava exausto e já não tinha onde mais retirar forças. Ainda faltavam 24 horas de estrada.

Ele olhou em direção a Emilly, e ela observava a paisagem enquanto sentia a brisa costeira balançar seus cabelos.

— Emilly — ele a convocou por meio de um sussurro.

— Oi, Travis.

— Você se importaria em parar um pouco, estou muito cansado.

— Não, claro que não me importo.

Logo ele avistou um posto.

Ao parar, ele abasteceu e foi até o posto de conveniência e pagou pela a gasolina.

Enquanto Travis resolvia a questão do quarto, Emilly estava apoiada no capô do Mustang.

O sol já estava quase totalmente a amostra.

Emilly estava contemplando a beleza do sol, até Travis a acordar e balançar as chaves em sua direção.

— Desculpe-me, mas só tinha cama de casal.

Emilly sorriu e disse:

— Sem problema.

Eles caminharam juntos até o quarto.

Eles estavam quietos, como sempre.

— Bom, vou tomar um banho — Emilly comunicou e caminhou até o banheiro.

— Tudo bem, depois de você eu vou.

Cerca de 10 minutos depois Emilly retornou e deitou-se.

Travis se encaminhou para o banho.


Quando ele voltou do banho e deitou-se ao lado de Emilly o brilho do sol já invadia o quarto.

Apesar do cansaço, Travis não conseguia dormir.

Emilly igualmente.

— Travis — ela murmurou o chamando —, você está dormindo?

Ele demorou para responder, mas logo se manifestou:

— Ainda não.

Ele estava olhando para a janela, logo ele se virou para ela.

O silêncio perdurou por mais alguns minutos, até Emilly se aproximar e eles começarem a se olhar com desejo.

— Eu acho que estou com vontade de... — ela falou pausadamente.

— Eu acho que... Também.

Eles começaram a se beijar ardentemente. De uma forma bem mais diferente da primeira.

Naquele momento existia, muito, mas muito, desejo entre os dois.

Travis avançou até o pescoço de Emilly, mordiscando e beijando ao mesmo tempo.

Porém, ele parou por cinco segundos para pensar e recuou.

— Desculpe-me. Não quero que os outros vejam isso como um "aproveitamento" — disse ele, afastando-se.

— Aproveitamento? Como assim?

— Eu não vou conseguir, Emilly, não agora. Me desculpa.

Ela se sentiu inconformada, como se o problema fosse ela. Mas não era.

Ele tinha razão.

Travis se retirou do quarto e ficou sentado em um banquinho do lado de fora do quarto.

Subitamente seu celular começou a tocar, o primeiro toque ecoou a seco em seu ouvido. Mas logo depois ele atendeu:

— Alô.

— Travis Phillips? — Uma voz masculina fez a pergunta.

— Quem gostaria?

— Major Galli falando.

Major Alessio Galli, ele pensou.

Travis pigarreou e logo respondeu:

— Ah sim! O que devo a honra de sua ligação, Major?

— Desculpe-me por estar ligando tão cedo. — Travis olhou o relógio que estava em seu pulso e marcava 6:42 da manhã.

— Tudo bem, eu estava acordado. Pode falar.

— Eu soube o que ocorreu com Harry há um tempo... Meus sinceros pêsames. Só me informaram hoje de madrugada, e eu gostaria de chamá-lo para conversamos. Preciso te esclarecer algumas coisas, de muita importância.

Travis ouviu a tudo aquilo bem atento.

— Sim, claro que poderíamos, Major. Só que não me encontro em Chicago no momento, que dia poderia ser?

— Que tal no domingo?

— Domingo? Ahñ... — Travis parou para calcular quantos dias ele precisaria em Luisiana. — Tudo bem, pode ser.

— Então até domingo, Travis.

Notas finais
Ficou grande pa caralha né glr, espero que não tenha fixado enjoado. E peço para vocês uma coisa: caso não tenham gostado, ou tenham alguma opinião e blá blá blá, por favor, diga ou se cale para sempre. Espero que eu receba reviews, por mais que eu seja uma menina má... mereço alguma coisa. (MENTIRA!!! VOCÊ MERECE SER JOGADA NUM CALABOUÇO E FICAR SEM COMIDA!) enfim, espero que tenham gostado e deixem seus Reviews. Beijossss, até às reviews, amores ❤️❤️❤️