Gunslinger

29 Prólogo - Season 2.


Notas iniciais
Hey hey galera, cá estou eu pra denunciar que a fic ainda não acabou. ♥ claro, eu prometi postar antes, mas achei que como começei com um prólogo, eu deveria terminar com um epílogo. Tenho boas noticias: Me indicaram um site pra postarmos gunslinger sem ter que alterar a fanfic pra originais. Eu não faria isso, claro. Até porque se começou como amy/matthew vai até o fim. Quando eu atualizar a fanfic no outro site até o capítulo em que paramos aqui, eu mando o link pra voces minhas lindas. Certo? Aqui vamos nós pra mais uma temporada *-*

Prólogo

“Quando estiver no limite de suas forças, de um nó e aguente."

A medalha sobre o peito representava mais uma de suas conquistas no decorrer de seus longos anos servindo o exército. Havia perdido tanto para chegar até ali que não tinha certeza se deveria sentir – se orgulhoso por ser chamado de Capitão.

Havia finalmente se tornado alguém conhecido, alguém que era chamado de líder e que era lembrado no meio de seus superiores. Mas não parecia justo alguém perder para chegar a sua atual posição, alguém quem gostava muito havia perdido.

De início, não quis aceitar o cargo. Já era difícil sendo apenas soldado e não queria comandar uma ação que poderia não dar certo, mas lhe convenceram que era o homem mais bem preparado que haviam e Matthew mesmo que contrariado devido aos últimos acontecimentos, aceitou de bom grado.

Aprendeu a canalizar a própria dor, escondendo – se de si próprio. Preferia enfrentar o Oriente Médio a seus próprios sentimentos, havia se tornado um homem frio que acreditava que a guerra ocupava todo seu espaço e lhe fazia completo.

Mas o que era estar completo quando sentia que havia perdido tudo o que um dia possuiu?

Já não tinha uma perfeita forma física. Seu corpo carregava cicatrizes causadas pela guerra, marcas físicas de balas que haviam lhe atingido de maneira fria. Havia perdido a conta das vezes que se colocara frente aos seus amigos, com medo de perder mais alguém. Seu corpo não era mais tão veloz, aos trinta anos... Tudo havia mudado.

Deixou a flor frente a lápide intacta, extremamente conservada mesmo com o tempo em que já se encontrava ali. Com o tempo também, havia perdido a capacidade de se expressar e algo como falar com Jimmy sempre que visitava o cemitério havia se tornado extremamente difícil. O silêncio havia virado preferência, mas de alguma forma sabia que o amigo entendia o que se passava consigo, Jimmy nunca havia o abandonado.

Era tudo em relação ao tempo, tempo... Sempre lhe diziam que o mesmo curava tudo. O decorrer dos anos havia influenciado e muito Matthew, a necessidade de esquecer tudo o que havia acontecido cinco anos atrás era quase palpável, se tornava vícios e costumes que faziam Matthew se afundar cada vez mais dentro da própria tristeza. Lutava todos os dias contra as boas lembranças, pois eram elas que machucavam e essa batalha pessoal e atormentadora, desgastavam Matthew.

Sentia – se curioso em saber como o tempo havia passado para Amy. Mas gostava de guardar esse segredo a sete chaves dentro de si, não querendo aprofundar a ferida que nem mesmo havia cicatrizado e se chamava passado. Sabia ele que desabaria caso algum dia encontrasse a morena novamente, pois sentia que nada havia realmente acabado... Era uma história sem um final.

Havia procurado Amy e não iria mentir. Um ano após tudo acontecer e Matthew voltar do Oriente, mas Amy já não se encontrava no mesmo endereço, e Cristina havia terminado com seu primo quando fora morar novamente na Itália.

Amy havia ido embora, levado junto a última esperança que Matthew havia em tentar novamente. Havia perdido a motivação de continuar a lutar por sua vida no Oriente Médio e sempre contava com a própria sorte para ficar vivo. Não gostava de alimentar esperanças em rever a morena, pois tudo seria tão diferente.

Haviam se passado cinco anos.

E sempre recebia conselhos para seguir em frente e encontrar outra pessoa para si, mas sabia ele que não seria capaz de encontrar alguém que lhe aceitasse com todas as escolhas que havia feito para si, teria que aceitar o fato que morreria sozinho.

Uma parte de si sentia – se magoado com Amy, depois de tudo que havia acontecido entre ambos, de tudo o que havia acreditado e das falsas palavras vindas de Amy. Ela nunca realmente havia lhe aceitado como realmente era. Tudo não bastou de uma doce mentira.

Mas outra parte de si ainda a desejava incondicionalmente.

Notas finais
Reviews? Me façam feliz ><.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.