Aika Hayashi dá um itekimasu quase inaudível para a sua madrasta, isso já se tornou rotina, e ela não liga por que ela sabe se ela escutar é de se duvidar que ela retornaria essa saudação tão amigável com um ''tenha uma bom dia''. Ela calça os seus pequenos sapatos tamanho 36 e sai. Poderia ir de carro ou tomar um metrô, mas prefere ir andando. Acha divertido ver as pessoas correndo atrasadas para lá e para cá. O vento do lado de fora é forte e balança seus cabelos castanhos quase loiros, embaraçando-os. A expressão das pessoas deixa transparente tudo o que elas pensam. Ela sorri ao tentar adivinhar o que se passa pela cabeça das pessoas. Pessoas que provavelmente não tomaram seu café da manhã entram e saem da conveniência. — Hm.. cheiro de bolo de feijão .- ela retruca em um tom baixo. Não que ela tomasse um maravilhoso café em família (uma coisa que ela não tinha), mas ela achava que tomar café enquanto caminhava para o lugar desejado sozinho, era muito solitário e vazio. Ela olha para uma velha casa,por onde sempre passa, e como sempre procura alguma parte faltando, talvez que tenha sido derrubada pelo vento ou pelos ratos. ''Continua bonita'', ela pensa e reafirma sua promessa de que um dia iria comprá-la e reformar sem mexer em nenhum detalhe. Aika caminha lentamente até olhar para o relógio da pracinha e ver que já está quase atrasada, por isso apressa o passo. Ao chegar perto da escola faz o que já se tornou quase um ritual, olha para um lado e para o outro da rua, uma precaução que sua mãe lhe ensinou. Atravessa a rua e ao chegar perto do portão da escola suspira e sorri, o que faz seus olhos azuis brilharem. A escola a deixa feliz, talvez por que lá as pessoas a tratam bem, talvez por que é o único lugar onde ela se sinta bem depois da morte da sua mãe, talvez por que seus amigos a façam sentir como em uma família, ou talvez tudo isso junto. Ela escuta alguns comentários como ''ela está impecável hoje'' ou ''ela parece mesmo com uma boneca'', mas ela não liga, não liga também para o fato de que a chamam de princesa da Acess High School, ela só quer se dar bem com todos, o que consegue fazer sem esforço algum. Seus cabelos voam, e sua pele cora com o brilho do sol o que a faz andar olhando para baixo. Isso até ela topar com Chiyoko Saito, um colega de classe. — S-Saito-kun, desculpa. Eu me distraí.- ela fala isso enquanto passa a mão no lugar onde foi atingido, que está vermelho. Saito cora ao ver que a pessoa que havia topado nele foi Aika Hayashi. Ele fica sem reação e o vento faz seus cabelos escuros voarem em seu rosto. — S-em p-problema Hayashi-chan. – ele diz isso dando o sorriso mais sem graça possível. -Que bom né? –Ela diz isso, contradizendo o sorriso sem graça e revidando com um lindo sorriso. Saito com certeza vê flores nascer em sua volta(risos). Aika caminha pelas escadas até a sua sala e abre a porta, seus amigos não estão lá por isso dá um suspiro de frustração. Senta na sua cadeira com seu número favorito –nove – perto da janela e apoia a cabeça com a mão e com a outra faz pequenos desenhos na janela. Se distrai com pequenas coisas e dá pequenos sorrisos ao ver meninas se assustando com as folhas caindo em seus ombros, nada tão engraçado mas em uma hora dessas parecia ser a única coisa a fazer. A porta da sala se abre abruptamente, revelando três pessoas que fazem Aika sorrir, uma garota de cabelos curtos, um garoto baixinho e uma menina com olhos grandes e amigáveis. São seus amigos. Aika-chaan! – diz a garota de olhos grandes, chama-se Kaede Yamaguchi. — Kaede, eu já disse para não ser tão escandalosa.- diz o garoto baixinho, chamado Kazuhiko Matsumoto. — É que ela está tão bonita hoje, eu não pude evitar- Kaede diz isso enquanto aprecia os macios cabelos de Aika. -Bom dia Kaede-chan, Kazuhiko-kun e Kazumi-chan? Você não está com uma cara boa hoje..-ela diz isso dirigindo-se para a garota de cabelos curtos. Kaede mal espera Kazumi falar seus motivos e começa a esbravejar. — Não se preocupe Aika-pon! Somos a equipe KKK né? Vamos fazer você sorrir Kazumi-chin!- ela diz isso enquanto puxa as bochechas de Kazumi, tentando formar um sorriso. — Aika-pon? KKK?- Aika diz isso tentando descobrir os motivos por tanta animação. — Ela passou a noite assistindo animes shoujos, e veio o caminho todo dizendo que poderíamos formar uma equipe já que todos os nossos nomes começam com K..- Kazuhiko responde. Kazumi empurra Kaede e retira um jornal de dentro da sua bolsa. — Eu fiquei preocupada com...isso.- ela entrega o jornal nas mãos de Aika. Ela lê a manchete do dia: ‘’Garota desaparecida é encontrada morta pelo Serial Killer MK, e ninguém descobriu pistas do criminoso’’. — Poxa, essa já é a quarta garota que ele mata? Eu realmente fico indignada com a situação atual da polícia. — Aika, olhe mais embaixo, é isso que me preocupa. Aika lê atentamente e seus olhos exibem a preocupação de Kazumi. -Todas as garotas tem os mesmos padrões, e você está dentro de todos eles. ika Hayashi dá um itekimasu quase inaudível para a sua madrasta, isso já se tornou rotina, e ela não liga por que ela sabe se ela escutar é de se duvidar que ela retornaria essa saudação tão amigável com um ''tenha uma bom dia''. Ela calça os seus pequenos sapatos tamanho 36 e sai. Poderia ir de carro ou tomar um metrô, mas prefere ir andando. Acha divertido ver as pessoas correndo atrasadas para lá e para cá. O vento do lado de fora é forte e balança seus cabelos castanhos quase loiros, embaraçando-os. A expressão das pessoas deixa transparente tudo o que elas pensam. Ela sorri ao tentar adivinhar o que se passa pela cabeça das pessoas. Pessoas que provavelmente não tomaram seu café da manhã entram e saem da conveniência. — Hm.. cheiro de bolo de feijão .- ela retruca em um tom baixo. Não que ela tomasse um maravilhoso café em família (uma coisa que ela não tinha), mas ela achava que tomar café enquanto caminhava para o lugar desejado sozinho, era muito solitário e vazio. Ela olha para uma velha casa,por onde sempre passa, e como sempre procura alguma parte faltando, talvez que tenha sido derrubada pelo vento ou pelos ratos. ''Continua bonita'', ela pensa e reafirma sua promessa de que um dia iria comprá-la e reformar sem mexer em nenhum detalhe. Aika caminha lentamente até olhar para o relógio da pracinha e ver que já está quase atrasada, por isso apressa o passo. Ao chegar perto da escola faz o que já se tornou quase um ritual, olha para um lado e para o outro da rua, uma precaução que sua mãe lhe ensinou. Atravessa a rua e ao chegar perto do portão da escola suspira e sorri, o que faz seus olhos azuis brilharem. A escola a deixa feliz, talvez por que lá as pessoas a tratam bem, talvez por que é o único lugar onde ela se sinta bem depois da morte da sua mãe, talvez por que seus amigos a façam sentir como em uma família, ou talvez tudo isso junto. Ela escuta alguns comentários como ''ela está impecável hoje'' ou ''ela parece mesmo com uma boneca'', mas ela não liga, não liga também para o fato de que a chamam de princesa da Acess High School, ela só quer se dar bem com todos, o que consegue fazer sem esforço algum. Seus cabelos voam, e sua pele cora com o brilho do sol o que a faz andar olhando para baixo. Isso até ela topar com Chiyoko Saito, um colega de classe. — S-Saito-kun, desculpa. Eu me distraí.- ela fala isso enquanto passa a mão no lugar onde foi atingido, que está vermelho. Saito cora ao ver que a pessoa que havia topado nele foi Aika Hayashi. Ele fica sem reação e o vento faz seus cabelos escuros voarem em seu rosto. — S-em p-problema Hayashi-chan. – ele diz isso dando o sorriso mais sem graça possível. -Que bom né? –Ela diz isso, contradizendo o sorriso sem graça e revidando com um lindo sorriso. Saito com certeza vê flores nascer em sua volta(risos). Aika caminha pelas escadas até a sua sala e abre a porta, seus amigos não estão lá por isso dá um suspiro de frustração. Senta na sua cadeira com seu número favorito –nove – perto da janela e apoia a cabeça com a mão e com a outra faz pequenos desenhos na janela. Se distrai com pequenas coisas e dá pequenos sorrisos ao ver meninas se assustando com as folhas caindo em seus ombros, nada tão engraçado mas em uma hora dessas parecia ser a única coisa a fazer. A porta da sala se abre abruptamente, revelando três pessoas que fazem Aika sorrir, uma garota de cabelos curtos, um garoto baixinho e uma menina com olhos grandes e amigáveis. São seus amigos. Aika-chaan! – diz a garota de olhos grandes, chama-se Kaede Yamaguchi. — Kaede, eu já disse para não ser tão escandalosa.- diz o garoto baixinho, chamado Kazuhiko Matsumoto. — É que ela está tão bonita hoje, eu não pude evitar- Kaede diz isso enquanto aprecia os macios cabelos de Aika. -Bom dia Kaede-chan, Kazuhiko-kun e Kazumi-chan? Você não está com uma cara boa hoje..-ela diz isso dirigindo-se para a garota de cabelos curtos. Kaede mal espera Kazumi falar seus motivos e começa a esbravejar. — Não se preocupe Aika-pon! Somos a equipe KKK né? Vamos fazer você sorrir Kazumi-chin!- ela diz isso enquanto puxa as bochechas de Kazumi, tentando formar um sorriso. — Aika-pon? KKK?- Aika diz isso tentando descobrir os motivos por tanta animação. — Ela passou a noite assistindo animes shoujos, e veio o caminho todo dizendo que poderíamos formar uma equipe já que todos os nossos nomes começam com K..- Kazuhiko responde. Kazumi empurra Kaede e retira um jornal de dentro da sua bolsa. — Eu fiquei preocupada com...isso.- ela entrega o jornal nas mãos de Aika. Ela lê a manchete do dia: ‘’Garota desaparecida é encontrada morta pelo Serial Killer MK, e ninguém descobriu pistas do criminoso’’. — Poxa, essa já é a quarta garota que ele mata? Eu realmente fico indignada com a situação atual da polícia. — Aika, olhe mais embaixo, é isso que me preocupa. Aika lê atentamente e seus olhos exibem a preocupação de Kazumi. -Todas as garotas tem os mesmos padrões, e você está dentro de todos eles.

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