Guerreiros do selo

2 Encomenda para silionter: o selo do porco parte 1


Notas iniciais
Eu tentei deixar o protagonista não muito forte para não estragar a historia, e a parte 2 desse capitulo não vai ser a proxima ok boa leitura =)

Seis anos depois

Estava indo para o reino de Silionter entregar uma encomenda, no meio do caminho pararia em uma cidadezinha para reabastecer e depois tudo ocorreria perfeitamente bem. Pelo menos eu achava que isso iria acontecer.
Eu tenho pele branca, olhos negros e cabelo castanho escuro, usava uma blusa de tecido fino branca com uma jaqueta de um azul muito escuro por cima, usava uma calça do mesmo azul e tênis preto. Já minha espada, era reta e longa, com a lâmina de mais ou menos setenta centímetros e o cabo era de cor roxa.
Estava andando quando um demônio apareceu na minha frente. Ele era grande mais ou menos três metros, no lugar de sua cabeça tinha uma de porco. Ele tinha garras enormes e um bico de pássaro.
Ele me atacou com uma das garras, eu me joguei para o lado e cortei a garra. O demônio rugiu e lançou a outra garra em mim, desta vez utilizei a espada para parar a garra, ele então usou sua pata para me jogar em uma árvore. Ele fugiu, e pouco tempo depois sete flechas mergulhadas em veneno vieram na minha direção. Eu pulei mas mesmo assim uma das flechas me acertou e eu caí inconsciente.
...
Acordei deitado em uma mesa, estava só com uma toalha enrolada na cintura. À minha direita tinha uma janela muito grande e a minha esquerda uma garota da minha idade estava preparando algum tipo de bebida.
— Você! Onde estou?— disse com certa arrogância.
— Te encontrei caido sem nada na floresta, e quando digo nada, quero dizer nada mesmo.— quando ela disse aquilo eu olhei para meu tornozelo, onde a flecha bateu e surpreendentemente já estava cicatrizada.
— O que você estava preparando, e por que minha ferida já esta cicatrizada?
— Tudo a seu tempo, agora me diga o que te atacou? — quando ela falou isso eu fiquei receoso, mentia e falava que foram ladrões ou dizia a verdade..
— Foram ladrões que me atacaram.— eu era péssimo mentiroso, ela percebeu na hora.
— Foi o selo do porco, não foi?— após dizer isso ela mudou sua expressão para séria.— Ele tem assombrado nossa cidade todas as noites, nós achamos um morto sempre que acordamos!
—Mas eu fui atacado de dia, e não foi um selo. Um selo é um demônio que foi aprisionado em algo, esse demônio já foi um selo à muito tempo... E sim eu fui nocauteado por ladrões pois o demônio fugiu...
— não!— seu tom de voz mudou para medo— Ele vai voltar, ele nunca deixa um serviço incompleto. Fique na minha casa e vá embora de manhã!
Após isso nós ficamos conversando, ela era muito simpática o que me deixou com um pouco de culpa por ter sido arrogante no inicio.
...
Era de noite e eu estava quase pegando no sono quando ouço um grito vindo do quarto dela. Subi correndo. A parede do corredor estava com marcas de garra e a porta estava escancarada. Corri para dentro e me deparei com um "homem" com cara de porco e um bico, só tinha uma das garras.
— Você de novo! Coloque ela no chão agora!!— Ele rugiu e a colocou na barriga, a mesma afundou como se fosse feita de geleia— vou aceitar isso como um não!
Eu peguei minha... Mão que estava no final do meu braço e dei um soco em seu peito, mas antes de chegar lá o porco usou a mão que não tinha mais a garra para me golpear para baixo forte o suficiente para quebrar o chão e me levar à cozinha. Ele pulou para baixo e tentou pisar em cima de mim, mas bem a tempo eu virei e chutei a parte de trás de sua canela. O demônio caiu, usei a oportunidade para pegar duas facas. Coloquei elas de modo invertido na minha mão e voei nas costas do demônio e perfurei sua pele. Ele rugiu, virou, e me lançou contra a parede. Eu ouvi a voz daquela garota de seis anos atrás na minha cabeça, me chamando de covarde e nesse momento o selo rachou.
— É hora da correção!!!
...
—Damarion, que belo nome— ela disse— Quando você vai voltar?
— Não tão cedo,Adeus— Após dizer isso eu parti.
Já no meio da floresta, estava de dia e o céu sem nuvem nenhuma. Particularmente preferia não pensar no que aconteceu ontem à noite.
Estava andando quando a voz daquela menina irritante veio à minha cabeça... Não, não era na cabeça.
— Olá Dam, quanto tempo!
— O que você faz aqui?
— Por dois motivos, 1) o selo se rachou ontem então decidi te levar ao velho e b)...— eu a interrompi
— Não seria 2)?
— Mas ai ficaria a) e depois 2), você é muito sem sentido.
— Fala logo o segundo motivo.
— O demônio de ontem também era um selo rachado.— nesse momento eu corri de volta para a cidade, não poderia deixar a prisão viva.
— Onde você vai?
— Resolver uma coisa...
Continua...

Notas finais
Obrigado por ler, até o próximo capítulo :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.