Guerreiros de laboratório
28 Capítulo 26: Diana
Notas iniciais
POV do Chase
–Chase... meu lindo garoto... meu anjinho... - Não sei o que estava acontecendo nem mesmo onde eu estava; a única coisa que escutei foi isso. O estranho é que... eu lembro desses apelidos, mas não sei de onde veio toda essa intimidade...
–Quem é você?
–Eu sou a pessoa do seu pesadelo, Chase...
–Do m–meu... pesadelo? Como assim?
–Percebo que está sonhando demais comigo, e que sempre tem dúvidas, em relação ao por que disso, ou quem eu sou, e que isso lhe atormenta; então, resolvi te deixar em paz, mas antes, vim para me despedir.
–Mas eu nem sei quem é você! Por que não se revela?
–Porque, no fundo, você já sabe quem sou eu, querido... depois, se eu me revelasse, você jamais iria... esqueça...
–NÃO! Esquecer o quê? O que você ia falar? Você está aqui nos meus sonhos, e também nos outros! Você não tem NENHUM direito de fugir de mim! Qual é o seu nome?
–Me chame de Diana. Eu não posso deixar muitas informações explícitas, se quer saber. Não estou nos seus pesadelos por vontade própria.
–ENTÃO, POR QUÊ?! -Gritei, literalmente.
–Porque você quer. -O quê?
Infelizmente, eu acordei. Isso mesmo. Não consegui mais nada, a não ser dúvidas. Tudo o que eu sei até agora, é que eu não conheço essa pessoa, muito menos o seu rosto; que realmente, ela é a linda e brilhante mulher dos meus pesadelos (e sonhos) e que o laboratório está completamente bagunçado. Eu tô TÃO ferrado!
–Chase! Ah, finalmente você acordou! O que aconteceu? Por que você estava tão agitado daquele jeito? Foi outro pesadelo? -Perguntou o Leo, enlouquecidamente.
–Sim. Bem... não. Eu não sei.
–Você sonhou com aquela mulher, de novo? -Perguntou o sr. Davenport.
–Sim. Pelo menos ela me disse o seu nome. Diana... nunca ouvi falar nele. Ela também me disse que sou eu que quero sonhar com ela.
–Então não era ela...
–Ela quem, sr. Davenport? -Perguntei para o magnata.
–Sua mãe. Eu estava conversando com a Tasha, ontem à noite, me perguntando se poderia ser a Breanna, nos seus pesadelos, mas agora, posso comprovar que não é...
–Olha, sr. Davenport, eu sei que sente saudades da mamãe. Eu também, mas infelizmente, ela se foi. E estará sempre em nossos corações. Ela está em um lugar bem melhor, sabe? Não deveríamos ficar tristes pela sua perda, e sim, felizes, para que ela possa ficar sorrindo, assim como nós.
–É verdade, Chase. Obrigado.
–Não há de quê... -Respondi.
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–Diana, você falou com o garoto?
–Sim, Pietro. Eu falei. Por quê?
–Talvez ele seja o solução dos seus problemas. Você sabe muito bem disso.
–É, eu sei. Mas não é por isso que eu estava falando com ele.
–Sabemos disso, Diana. Mas ele pode te ajudar. Eu sei que você será feliz. Muito feliz.
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