Guerreiros Escolhidos

4 Um novo inimigo aparece.


Após algumas horas de viagem, os três rapazes chegam ao seu destino.

— Chegamos mocinhas. – diz Scott divertido para seus irmãos.

— Finalmente posso me espreguiçar. – Bruno sai do carro e se espreguiça lentamente do lado de fora sentindo todos os ossos do seu corpo estralar. Enquanto Victor continuava a dormir profundamente.

— Victor acorda, caramba você dormi demais!

— Não enche Scott, por incrível que pareça, preciso do meu sono de beleza.

— Vamos comer alguma coisa? Meu corpo grita por comida. – diz Bruno alisando sua barriga.

— Concordo estou morrendo de fome. – diz Victor fazendo seu drama habitual.

— Certo vamos comer alguma coisa. – diz Scott revirando os olhos

Os três andam em passos lentos, analisando todas as lojas até avistar uma lanchonete com um enorme Neon que piscava de cinco em cinco segundos a palavra Aberto24Hrs.

— Olha Scott, ali tem uma lanchonete. – Diz Bruno apontando para o enorme letreiro que dizia "Coma aqui!"

— Até que fim, estava quase morrendo de inanição. – Diz Victor, para os irmãos se sentando no assento de veludo vermelho-sangue da lanchonete.

Scott revira os olhos e diz:

— Tem alguém para nos atender? – Scott diz em um tom, consideravelmente alto acreditando que alguém do recinto talvez ouvisse.

Rapidamente surge uma mulher linda de olhos da cor verde, pele branca como neve, e cabelos ruivos cor de sangue.

— Desculpe-me senhores, eu e minha distração. – Disse ela batendo na sua cabeça, com a mão livre e em seguida dando um enorme sorriso.

— Olá linda, como é seu nome?

— Meu nome é Alice, desculpe novamente a demora.

— Não tem nada meu amor, só você ter falado seu nome já esta perdoada. – Diz Victor e pisca para a linda moça.

Ela abre um imenso sorriso outra vez.

— Fico feliz em saber.

— Você pode me trazer um cachorro quente? – Pergunta Bruno, fazendo com que ela relembre qual é o papel dela ali.

— Posso sim.

— Vou querer o mesmo.

— Como são mesmo essas panquecas de chocolate? – Pergunta Victor olhando diretamente para os olhos da moça.

— A massa é preparada com avelã, chocolate derretido e amêndoas, ela vem acompanha com cobertura de chocolate e bananas gratinadas.

— Não têm nenhum prato, que tenha... Você?

— Já chega, Victor ele vai querer isso mesmo pode levar os pedidos! – Diz Scott em um tom grosseiro.

Ela sai para levar os pedidos:

— Porque fez isso?– Ele pergunta fazendo uma cara de "Você têm problemas?"

— Respeite, ela esta trabalhando, não esta em um parque observando as árvores. – Diz Scott olhando para o irmão e balançando a cabeça em negativo.

— Ok, mas ela é gata. – Diz Victor ignorando a cara de reprovação de seu irmão mais velho.

— Você não pode ver mulher. – Diz Bruno rindo levemente.

— Depois vamos pega as armas.

A moça retorna a mesa com uma bandeja em mãos, Põe os pratos sobre a mesa e na hora de colocar o prato de Victor, ela o olha maliciosamente e põe se abaixando mais para que ele pudesse ver seu decote com mais clareza, ele troca um olhar cúmplice com a moça que se levanta e volta para seu devido lugar.

— Uau! Vocês viram isso? – Pergunta Victor para os irmãos

— Apenas coma! – Diz Scott secamente

Todos comem, ao terminarem chamam novamente a garçonete:

— A conta, por favor! – Diz Scott alisando sua barriga, se sentia a ponto de explodir com apenas um cachorro-quente, ele não se lembra de ter o estômago tão pequeno.

A garçonete retorna com a conta Scott paga, e os irmãos Volkes vão para o carro.

— Ei! – A moça grita e corre em direção a Victor.

— Que foi?

Alice entrega um papel com alguns números a Victor.

— Me liga depois gatinho.

— Pode deixa amorzinho. – Ele pisca para ela e da um rápido beijo em sua bochecha.

Ele se apressa para se juntar a seus irmãos que o olham com cara de "Serio isso produção?". Os irmãos entram no carro e seguem viagem.

— Temos que toma cuidado. – Diz Bruno olhando distraído para o teto do carro.

— Verdade irmão.

— Scott você tem alguma arma? –Pergunta Bruno.

— Olha nessa mala que esta do seu lado. –Scott responde olhando para estrada.

Ele olha para o lado e se depara com uma mala preta com detalhes prateados, e abre e olha por alguns segundos para o interior dela e diz:

— Scott só três armas? Uma pra cada um de nós?

— Temos que ter pernas, porque se dependemos de armas pra nos livrar de morrer, estamos lascados. –Diz Victor com uma cara "Estamos mortos."

— Desculpa mais é tudo que eu tenho.

Alguns minutos se passaram, e eles continuaram quietos, sem dar uma palavra se quer, até que finalmente eles chegaram a casa.

— É nessa casa que estão às armas? – Pergunta Victor olhando para a casa de madeira envernizada, com enormes degraus e uma porta com o tom de madeira, mas claro um pouco que a casa.

— É sim. – Diz Scott subindo os lindos degraus envernizados.

— Esta muito escura aqui.

— Idiota fala baixo... – Scott sussurra para o irmão

— Não tem ninguém aqui idiota, aonde será que estão as armas...? – devolve Victor sussurrando também.

— Eu acho que lá em cima. – Scott aponta para escadaria linda que nenhum deles tinha reparado a não ser ele mesmo. Eles sobem as escadas Scott se pronúncia quando chega ao topo antes dos irmãos:

— Tem uma porta aqui. – Scott de frente pra porta muito ansioso.

— Vocês dois entrem, eu vou fica aqui na porta, aviso se algo estranho acontecer. — Diz Scott com expressão calma.

— Ok! – Diz Bruno puxando o irmão para dentro.

— Cadê vocês arminhas.

Enquanto Victor estava sendo idiota mais uma vez no mesmo dia, Bruno avistou uma caixa preta e grande:

— Acho que estão aqui. – Bruno avisa seu irmão.

— Que caixa esquisita é essa?– Diz Victor chegando perto do irmão.

Bruno abre a caixa e se depara com várias armas.

— Nossa, mas é tão estranha...

— Achamos finalmente. – Diz Bruno

Eles chegam até Scott, Bruno diz:

— Scott as armas estão aqui nessa caixa.

— Então vamos sair logo daqui.

Os irmãos descem as escadas correndo

— Agora estamos preparados. Vamos à porta esta logo ali.

Eles correm para a porta

— Aqui tem muitas armas? Porque está pesada essa porra. – Victor fala com uma expressão de reclamação por carrega uma caixa tão pesada.

Na porta de saída apareceu do nada em um pisca de olhos um ser semelhante ao que matou Jouer e Olívia bloqueando a porta, formando uma sombra gigantesca que impedia que os raios solares entrassem pela porta entre aberta.

— Aonde vocês acham que vão.

Um sorriso brotou em sua face.