Notas iniciais
Já que apenas eu costumo falar (Lassie), então aqui está o primeiro capitulo! Espero que gostem. Aproveitem o show ;)

O homem poderia parecer um mago qualquer para qualquer pessoa, menos para a albina que observava o que ele fazia. Nas mãos do mago estava uma pedra negra, a jovem estava incerta, mas tinha que permanecer a observar. Afinal, aquela havia sido uma ordem direta do Deus Criador.

O mago usa uma túnica vermelha e um chapéu de mago também vermelho, seu rosto encoberto pelas sombras, tanto do capuz, quanto do chapéu. Ele segurou a pedra com força e começou a falar em uma língua desconhecida para a albina. Um livro ao lado da jovem se aproximou dela e palavras começaram a aparecer, anotando o que ela estava vendo.

A pedra perdeu controle e libertou várias almas, a albina deu um pulo para trás e viu as almas passarem perto de si, ela arregalou os olhos, reconhecendo as almas que entraram no corpo do mago. Ela olhou surpresa para o mago que começou a rir de forma sombria, assim que reconheceu o riso, ela começou a desaparecer em pétalas brancas.

Aquele não era mais o mago.

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Os três deuses olharam para a albina como se ela fosse louca, ela contou para eles o que viu e ainda mostrou a escrita do que ele falou. Da mesma forma, eles não a ouviram e a ignoraram, ela suspirou irritada.

– Quando desistirem, eu juro que vocês serão mortos! – Ela exclamou, seus olhos azuis claros passaram para um azul escuro, selando sua ameaça.

– Não adianta ameaçar a nós Crescente, nós somos os Deuses do Novo Mundo. – Um dos deuses falou, ele apontou para ela. – Agora desapareça mortal, ou a mataremos!

– Vocês não podem e nem conseguem me matar. – Ela falou dando as costas para ele, quando chegou à porta, ela se voltou para o Deus. – E não podem sequer me tocar. – Ela apontou uma pistola para o Deus. – Adeus. – Ela puxou o gatilho e atravessou a porta, deixando o Deus que a ameaçou caído no chão inerte.

Ela olhou para o céu e a luz da lua bateu direto em seu rosto, seus olhos voltaram a ser um azul mais límpido. Ela fechou seus olhos e o vento soprou de leve em seu rosto, ela levantou sua mão esquerda e olhou para o anel em sua mão, uma fina aliança com uma pedra azul. Ela olhou para o céu novamente.

– Até as estrelas estão com medo. – Ela falou ao ver o céu escuro e sem brilho.

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A sala toda negra mostrou um pequeno brilho, a luz começou a desenhar linhas retas e depois um círculo ao redor das linhas, formando um Pentagrama. Em cada divisão da estrela havia um desenho. Em cima do desenho da flor havia uma bela dama de longos cabelos loiros e olhos azuis platinados. Sua pele é pálida e seu corpo bem desenvolvido. Um pouco acima de seus seios há o mesmo pentagrama, mas sem os desenhos.

Em cima do desenho da lua, a jovem albina olhava para o centro, seus cabelos brancos são longos e seus olhos são azul cetim, sua pele é branca como a lua e seu corpo é desenvolvido, mas não de forma exagerada. O pentagrama se encontra no mesmo lugar.

Em cima da segunda estrela no pentagrama, uma jovem de cabelos negros e olhos azuis. Sua pele também é pálida, mas com mais cor do que das duas primeiras. Seu corpo também é bem evoluído, e seu pentagrama se encontra no mesmo lugar.

No desenho da nota musical, não há uma, mas duas garotas, uma delas tem cabelos negros e olhos azuis platinados, e a outra tem cabelos castanhos claros e olhos azuis sem brilho. Ambas tem uma estatura fraca, e a pele delas é clara. Ambas tem o mesmo pentagrama acima dos seios.

O último desenho é uma bolinha colorida com asas, em cima dele uma jovem de cabelos castanhos e olhos azuis celestes. Sua pele é pálida de forma saudável e seu corpo é de uma estatura mediana. Assim como todas, há um pentagrama acima da região dos seios.

As seis jovens ficaram em silêncio, todas olharam para a albina, a albina olhou para todas e suspirou. Ela passou a contar para as outras jovens sobre o acontecimento, todas assentiram umas para as outras assim que a albina terminou de contar.

– Então, você matou um dos Deuses por que eles vão condenar todas as dimensões? – A jovem de cabelos castanhos perguntou.

– Falando assim... Hiana, eu não fiz por mal, ou eu matava ele, ou veríamos tudo cair. – A albina respondeu para a dama de cabelos castanhos, Hiana.

– Lassie, você sabe que ainda seria julgada culpada... – A loira do grupo comentou, ela suspirou ao ver o olhar penoso da albina. – Se puder matar os outros dois Deuses, eu me encarrego de distrair o Deus criador. – Ela sorriu.

– Life, às vezes você é assustadora, mas farei isso. – Lassie afirmou com um sorriso, a loira, Life, apenas assentiu de leve.

– Então está decidido. – A morena de olhos platinados falou. – Eu, Angel, símbolo da morte, digo que matar os Deuses é a coisa certa a fazer. – Angel falou.

– Eu, Life, símbolo da vida, digo que matar os Deuses é a coisa certa a fazer. – Life afirmou.

– Nós, Whiteness e Bloody, símbolo da música, dizemos que matar os Deuses é o certo a fazer. – As duas garotas afirmaram, a morena, Bloody, e a de cabelos castanhos claros, White.

– Eu, Hiana, símbolo dos elementos, digo que matar os Deuses é a coisa certa a se fazer. – Hiana afirmou.

– Eu, Crescente, símbolo dos sentimentos, cumprirei nosso desejo. – Lassie sorriu de canto. – Os dois Deuses serão mortos. – Toda a luz da sala se apagou.

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A albina permaneceu em cima da igreja, ela ouviu o pássaro lhe contar o que estava acontecendo, o coração da albina apertou quando descobriu que quase todos os humanos daquela dimensão haviam sido mortos. Ela esperou até escurecer e tudo parecer irreal o suficiente. Assim que o tempo ficou perfeito, ela pulou do telhado.

Assim que desceu, ela olhou ao redor, os olhos sem brilho. Assim que verificou se estava sozinha, ela apenas fez um leve movimento com a mão e seu corpo desapareceu por completo. Ela atravessou a porta e olhou os dois Deuses.

– Guardiãs inúteis, deixaram os humanos morrerem! – Um deles reclamou, Lassie rangeu os dentes com raiva.

– E provavelmente estão dizendo agora que não podem fazer nada por que a gente não desiste! – O outro falou, deixando ela com ainda mais raiva.

Ela parou de tocar o chão, flutuou para perto deles e duas pistolas apareceram em suas mãos. Ela apontou cada pistola para cada cabeça e fez uma expressão de dor. Com um suspiro e de olhos fechados, ela puxou o gatilho.

Está feito, os Deuses estavam mortos.

– Eu sinto muito, mas preciso proteger eles. – Ela falou baixo. – Não importa o quanto falem mal de nós, não podemos permitir que as dimensões sejam destruídas.

Ela olhou para os dois e fechou os olhos, começou a cantar uma suave canção, conforme eles desapareciam completamente. Ela continuou cantando até o sol finalmente nascer e o dia finalmente acordar a todos.

– Esse é o começo do fim. – Lassie falou, sumindo entre as árvores.

Notas finais
Gostaram? Espero que sim, passei um tempão falando com o Cloud fazendo esse cap. Mereço reviews? =3 Ja nee!