Guardiões Elementais (Interativa)
11 Capítulo 11
Notas iniciais
Pov. Chrissy
- Mattew – Se apresentou – Mattew Mckee
— Você toca muito bem!
— Obrigado… — Disse meio tímido.
Decidi sentar-me numa das cadeiras do auditório, afinal, não tinha nada para fazer. Matt ficou a olhar para mim embaraçado, mas logo voltou a sua atenção para o piano. Reconheci a música imediatamente, o som das teclas soava perfeito, nunca tinha ouvido ninguém tocar daquele jeito, com tanta paixão.
- — I've been trying to do it right
I've been living a lonely life
I've been sleepin here instead
I've been sleepin in my bed
Sleepin in my bed – Começei a cantar, o que o fez olhar espantado para mim. -
- So show me family
All the blood that I will bleed
I don't know where I belong
I don't know where I went wrong
But I can write a song
I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
I belong with you, you belong with me
You're my sweet
I don't think you're right for him
Think of what it might have been if we
Took a bus to chinatown
I'd be standin on canal and bowery
And she'd be standin next to me
I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
Love we need it now
Let's hope for some
Cause oh, we're bleedin out
I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
I belong with you, you belong with me
You're my sweet
I belong with you, you belong with me
You're my sweet – Acabei de cantar e voltou seus olhos para mim.
- Sua voz é linda! – Elogiou-me envergonhado.
— Obrigada!
— Olha, desculpa, mas tenho de ir, tenho uma aula agora. – Avisou já se levantando do banco e dirigindo-se para a porta.
— Gostei de conhecer você! – Falei um pouco mas alto.
— Eu…eu também – Disse embasbacado, fechando logo a porta atrás de si.
Suspirei e decidi ir embora também.
Pov. Leslie
Minha barriga doía de tanto rir, o meu riso já se devia ouvir num raio de 5 km, Dylan não gargalhava tanto como eu, creio que se estava a rir de mim. Limpei as lágrimas que me saiam dos olhos e recompus-me. Não durou muito, a piada veio me à cabeça e recomecei a rir exageradamente. Recompus-me novamente, felizmente não recomecei a rir.
- Então… Vamos comer um gelado? – Perguntou.
— Vamos sim!
Parámos numa cabine ali próxima, eu pedi um gelado de manga, enquanto Dylan comeu uma mistela estranha.
- Você gosta disso? – Indaguei.
— Yap… Você quer provar? – Perguntou estendendo o gelado para mim.
— Não…Obrigado!
Sentamo-nos num banco, à sobra de uma árvore, e aproveitámos nossos gelados, enquanto conversávamos.
- Qual o seu poder? – Perguntei curiosa.
— Fogo, e seu? – Meu sorriso desvaneceu, sempre odiei esse elemento.
— Água.
-Uuuuh, eu devia odiar você, somos opostos… — Disse na brincadeira.
— Mas não odeia! – Respondi – Impossível me odiar! – Disse irónica.
— Olha, Les, tenho de ir! – Disse olhando o relógio de pulso.
— Tudo bem! Vai, que já não te posso aturar!
— Você gostava era de me aturar mais, mas… — Os dois rimos e ele despediu-se de mim com o beijo na face, acho que corei, mas não tenho a certeza. Abanei a cabeça e fui para a sala de convívio, já devia estar lá alguém, afinal a aula de teatro já tinha acabado há algum tempo.
Abri e vi Cece lendo um livro, ela olhou para mim e abaixou o livro.
- Oi Cece!
— Oi Les!
— Onde esteve este tempo todo? Seu irmão estava preocupado, mas pediu para avisar que ia indo para casa.
— Está bem, obrigada!
— Mas agora, onde esteve? – Bolas, ela podia ter esquecido essa pergunta.
— Promete que não conta a ninguém?
— Tem a minha palavra.
— Eu estive com o Dylan. – Admiti
— Quem? O cara das Olimpíadas?
— Sim.
— Les, esse cara não é de confiança!
— Eu sei! Não se preocupe, tenho tudo sob controlo – Talvez não.
— Espero bem que sim.
— E você? Por onde esteve?
— Aaah senta aqui! – Disse-me indicando uma poltrona ao seu lado, só ai e que reparei que ainda estava de pé.
Sentei -me ao lado dela e contou tudo o que se tinha passado essa tarde, acho que estava interessada no cara do piano.
- Vai com calma Cece, o rapaz, pelo que tu me contas-te parecia-me tímido, ou seja, o contrário de ti.
— Está bem, então, o que sugeres?
— Não sei, tenta falar com ele mas calmamente, comer um gelado.
— Bem, desculpa, mas tenho de ir para casa ou o meu irmão põe a guarda atrás de mim! – Disse, o papo estava muito bom, mas era melhor não preocupar um irmão.
— Hahahaah, está bem, também vou indo então.
— Tchau Les!
— Tchau Cece!
Pov. Chrissy
- Mattew – Se apresentou – Mattew Mckee
— Você toca muito bem!
— Obrigado… — Disse meio tímido.
Decidi sentar-me numa das cadeiras do auditório, afinal, não tinha nada para fazer. Matt ficou a olhar para mim embaraçado, mas logo voltou a sua atenção para o piano. Reconheci a música imediatamente, o som das teclas soava perfeito, nunca tinha ouvido ninguém tocar daquele jeito, com tanta paixão.
- — I've been trying to do it right
I've been living a lonely life
I've been sleepin here instead
I've been sleepin in my bed
Sleepin in my bed – Começei a cantar, o que o fez olhar espantado para mim. -
- So show me family
All the blood that I will bleed
I don't know where I belong
I don't know where I went wrong
But I can write a song
I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
I belong with you, you belong with me
You're my sweet
I don't think you're right for him
Think of what it might have been if we
Took a bus to chinatown
I'd be standin on canal and bowery
And she'd be standin next to me
I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
Love we need it now
Let's hope for some
Cause oh, we're bleedin out
I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
I belong with you, you belong with me
You're my sweet
I belong with you, you belong with me
You're my sweet – Acabei de cantar e voltou seus olhos para mim.
- Sua voz é linda! – Elogiou-me envergonhado.
— Obrigada!
— Olha, desculpa, mas tenho de ir, tenho uma aula agora. – Avisou já se levantando do banco e dirigindo-se para a porta.
— Gostei de conhecer você! – Falei um pouco mas alto.
— Eu…eu também – Disse embasbacado, fechando logo a porta atrás de si.
Suspirei e decidi ir embora também.
Pov. Leslie
Minha barriga doía de tanto rir, o meu riso já se devia ouvir num raio de 5 km, Dylan não gargalhava tanto como eu, creio que se estava a rir de mim. Limpei as lágrimas que me saiam dos olhos e recompus-me. Não durou muito, a piada veio me à cabeça e recomecei a rir exageradamente. Recompus-me novamente, felizmente não recomecei a rir.
- Então… Vamos comer um gelado? – Perguntou.
— Vamos sim!
Parámos numa cabine ali próxima, eu pedi um gelado de manga, enquanto Dylan comeu uma mistela estranha.
- Você gosta disso? – Indaguei.
— Yap… Você quer provar? – Perguntou estendendo o gelado para mim.
— Não…Obrigado!
Sentamo-nos num banco, à sobra de uma árvore, e aproveitámos nossos gelados, enquanto conversávamos.
- Qual o seu poder? – Perguntei curiosa.
— Fogo, e seu? – Meu sorriso desvaneceu, sempre odiei esse elemento.
— Água.
-Uuuuh, eu devia odiar você, somos opostos… — Disse na brincadeira.
— Mas não odeia! – Respondi – Impossível me odiar! – Disse irónica.
— Olha, Les, tenho de ir! – Disse olhando o relógio de pulso.
— Tudo bem! Vai, que já não te posso aturar!
— Você gostava era de me aturar mais, mas… — Os dois rimos e ele despediu-se de mim com o beijo na face, acho que corei, mas não tenho a certeza. Abanei a cabeça e fui para a sala de convívio, já devia estar lá alguém, afinal a aula de teatro já tinha acabado há algum tempo.
Abri e vi Cece lendo um livro, ela olhou para mim e abaixou o livro.
- Oi Cece!
— Oi Les!
— Onde esteve este tempo todo? Seu irmão estava preocupado, mas pediu para avisar que ia indo para casa.
— Está bem, obrigada!
— Mas agora, onde esteve? – Bolas, ela podia ter esquecido essa pergunta.
— Promete que não conta a ninguém?
— Tem a minha palavra.
— Eu estive com o Dylan. – Admiti
— Quem? O cara das Olimpíadas?
— Sim.
— Les, esse cara não é de confiança!
— Eu sei! Não se preocupe, tenho tudo sob controlo – Talvez não.
— Espero bem que sim.
— E você? Por onde esteve?
— Aaah senta aqui! – Disse-me indicando uma poltrona ao seu lado, só ai e que reparei que ainda estava de pé.
Sentei -me ao lado dela e contou tudo o que se tinha passado essa tarde, acho que estava interessada no cara do piano.
- Vai com calma Cece, o rapaz, pelo que tu me contas-te parecia-me tímido, ou seja, o contrário de ti.
— Está bem, então, o que sugeres?
— Não sei, tenta falar com ele mas calmamente, comer um gelado.
— Bem, desculpa, mas tenho de ir para casa ou o meu irmão põe a guarda atrás de mim! – Disse, o papo estava muito bom, mas era melhor não preocupar um irmão.
— Hahahaah, está bem, também vou indo então.
— Tchau Les!
— Tchau Cece!
Fale com o autor