Notas iniciais
Ai está o 23. Peço que deem uma olhada novamente no 15, porque eu fiz alguns ajustes dele... Se não quiserem ler tudo, procurem por "Espera, Malina" e leiam a partir dali...
Gente, eu terminei de escrever a Fic, ela está prontinha no Word, e vai até o 25. Vou logo avisando, o final tá muito suspense (eu odeio finais assim) mas vai ter de ser, se não o capitulo vai ficar do tamanho de Hogwarts asuaauhsaui'
Enfim, boa leitura, não se esqueçam do Review basics, e se quiserem, pá, recomendações, assim, eu ficaria super feliz... ~le indireta~ haisha' Zooa. Anyway, nos vemos lá em baixo!

Já era noite, novamente. Dylan e Sabrina estavam lá, sentados, dormindo, em um sofá para três pessoas, provavelmente para visitas. Ela estava com a cabeça apoiada no obro de Dylan, que tinha o braço envolto em Sabrina. Greggory conferiu o relógio, que marcava 22h:35min. Teve uma ideia. Acordou seus amigos silenciosamente. Sua perna estava quase completamente recuperada. Nice estava no banheiro.

- Greg, vai dormir. – disse Sabrina, tornando a fechar os olhos.

- A Sra. Evans e Malina foram sequestradas. Temos de salvá-las, Thomas vai matá-las, não tem nada a perder! – a menção do nome “Evans” fez as duas cabeças cansadas levantarem, se entreolharem por um breve segundo e mandarem informações para seus corpos exaustos que era hora de se levantar. Dylan perguntou, ainda sonolento:

- Qual o plano, Greggorovitch? – Greggory imediatamente se lembrou de Tiffany e Kimberly. Elas o chamaram assim uma vez. Resolveu deixar isso para lá, elas eram cúmplices de seu inimigo, e duas fujonas medrosas. Não se pode esquecer de falsas.

- Temos de tirá-las de lá. O plano é se infiltrar no Exercito da A.A.H. e depois... – ia dizendo Greg, mas Sabrina logo o cortou.

- Como vamos saber se elas já não estão livres? – perguntou a garota. Ele sabia que ia haver um pouco de resistência da parte dela, porque sabia que ela ainda poderia ter guardado magoa sobre sua prima.

Greggory pôs o ouvido na porta, seguido por Dylan e Sabrina, e os três escutaram uma conversa:

- E Malina, notícias? – perguntou uma voz grossa e firme.

- Nada, tudo na mesma. Ainda presa com aquele doido... Ela e uma tal de Sra. Evans, que ficava aqui na frente da A.A.H, ela foi hipnotizada por esse tal Mister T...

- Pronto. Elas ainda estão lá. Todos ouviram? – perguntou Greg, garantindo que todos tivessem certeza do que estariam fazendo. Eles assentiram.

- Recapitulando. Se infiltrar como soldados da A.A.H. – retornou Greggory, mais uma vez interrompido por Sabrina.

- Como vamos nos infiltrar? Somos pirralhos e nem temos o básico: Uniformes.

- Devem ter alguns na A.A.H... – disse Dylan.

- Você está do lado dele? Apoia essa ideia maluca? – ela rebateu, olhando para o amigo, indignada.

- Não... Não estou do lado de ninguém. – ele respondeu. – tudo que sei é que agora que sabemos que elas foram sequestradas, é que eu não vou ficar sentando assistindo a morte delas. Faria o mesmo por você. Principalmente por você. – Dylan respondeu, abrindo um sorriso. Sabrina corou furiosamente. Esse seria o único método de convencê-la. Mas era verdade. Dylan se arriscaria por ela.

- O que está acontecendo aqui? – Greg perguntou. – perdi alguma coisa?

- Longa história.

A porta do banheiro começou a destrancar. Dylan levou a mão a sua têmpora. Ouviu-se um forte barulho de água e um grito.

- A porta está aberta, mas a bica está violada. Só para ganharmos tempo. Sabrina, você vem ou não? – perguntou, apressado, estendendo a mão. Ela assentiu e pegou a mão dele. – vamos! – e os três correram. Procuraram um armário, um armazém, qualquer lugar onde pudessem ter posto os uniformes.

- Já sei! – gritou Dylan, dando um susto nos três. Bastante gente que frenquenta a A.A.H provavelmente está acompanhando o sequestro de perto, e logo, Greggory constatou que as aulas foram suspensas, devido a grande falta de pessoas na Associação. – Fui à sala do Sr. Payne umas cinco vezes, ele tem um armário lá. Ele me disse que lá fica a fonte de macacões da A.A.H. – Ninguém duvidou, afinal, Roger é o mentor de Dylan.

Entraram em vários corredores, tomaram vários caminhos e atalhos, lutando contra o tempo. Finalmente chegaram. Ofegante, Dylan desativou o sistema a laser que estava habilitado apenas para sua voz e para a de Sr. Payne. Quando adentraram, era uma sala bonita, diferente de todas da A.A.H. Não era branca, que quase cega você, mas era um bege simpático, bonito e simples. A sala de simples só tem a cor. Um lustre sofisticado, com cristais grandes e de impacto fica acima do tapete felpudo de pele de urso (que segundo Dylan o próprio Sr. Payne caçou); Um pouco mais a frente, está o lound de visitantes, que fica de fronte para o gabinete de Roger, uma grande mesa de madeira, mil vezes mais organizada que a do Romero, mas não menos vazia, só dava impressão. Uma cadeira grande e confortável que Sr. Payne ocupa, com uma enorme janela de costas para sua cadeira. Grandes estantes de livro, dos lados esquerdos e direitos do tapete também se situam lá. Perto da estante esquerda, há uma pequena porta, que Dylan diz ser o tal armário. Os três abrem-na facilmente, porque Sabrina conjura a chave depois de um tempo estudando a porta.

Dentro do armário apertado estão as mais variadas peças: Roupas para alunos (Heróis); Faxineiros; Treinadores; Supervisores; e finalmente, as de soldados e atiradores. Existem dois tipos destas: Algumas de cor branca e outras pretas. Dylan disse que as pretas são para soldados mais evoluídos, com isso, os três pegaram roupas pretas. Sabrina vai para o banheiro do escritório enquanto Greg e Dylan trocam-se em silêncio lá mesmo.

Em alguns minutos Sabrina está de volta, vestida com a calça e a blusa preta dos soldados, na versão feminina.

- Vamos? – Dylan perguntou. As botas que calçaram eram meio desconfortáveis, mas os fazia parecer mais altos, e era exatamente essa a ideia.

Saíram da A.A.H calmamente, até que xeretando o bolso da calça, Greggory encontrou óculos escuros. Avisou onde tinha os achado, e os três colocaram os óculos no rosto. Ia ficar mais difícil o reconhecimento assim.

- A rua está abarrotada, não dá para passar! – berrou Sabrina, em meio ao grande murmúrio.

- Sugiro que usemos nossa autoridade então. – disse Greg, levantando o distintivo que estava no bolso da camisa. Os dois fizeram o mesmo. Todos saíram da frente, mas alguns permaneceram, então, Dylan começou a gritar palavras que incentivassem as pessoas a sair, tais como:

- Sai da frente, oficial passando, abram caminho, precisamos de espaço aqui, vamos participar da negociação! – gritava.

Quando avistaram a casa, a esperança de Greggory em entrar na casa e tirar as duas de lá, com vida, sem criar confrontos se esvai em pouco tempo quando alcançam a grade de entrada. A casa está por uma faixa amarela, e depois, uma camada salpicada de soldados em todos os lugares.

- Como vamos entrar? – perguntou Sabrina. – sugere ai, Sr. Sabichão. – pediu a garota.

- Aaah, Sr. Smith e Sra. Smith, e Soldado Cryon! Estávamos pensando que você e sua mulher tivessem tirado férias, e você, Cryon, estivesse se recuperando de uma crise de asma no hospital! – disse o Xerife bigode-de-guaxinim. Ele parecia dirigindo a palavra aos três. Greg olhou o seu distintivo, e estava escrito: Kayle Smith. Em seguida olhou o de Sabrina, que por sua vez possuía os dizeres: Sophia Smith. Eles eram marido e mulher. O de Dylan era Trevor Cryon.

- Queremos entrar. Para negociar. Ele já jantou? Deram comida para os três lá? – perguntou Dylan, fingindo uma voz rouca, e em seguida uma tosse falsa, como quem tivesse um ataque de asma.

- Não... Creio que Mason cuidara disso. – ele respondeu. – Nem pensar. Vocês não... Na verdade, eu nem sabia que se conheciam... – O Xerife complementou, com um olhar desconfiado.

- Nos conhecemos agora, conversando.... Eu estou desesperada, preciso de toda a ajuda possível! Por favor, Xerife, eu lhe imploro... Malina é minha sobrinha! – Sabrina disse, numa atuação bem convincente. – Malina Sharma Smith. Deixe-nos entrar para salvar Mali, por favor!

O Xerife estava considerando as palavras de Sabrina por um instante, quando ele começou a cuspir um monte de perguntas, tais como: “Quando vocês voltaram de viagem?” “Porque não comunicaram a Associação?” “Como e quando Trevor saiu do hospital?”... Sabrina tem uma mente muito fértil, tirando o fato de que Dylan deu uma desculpa bem fajuta de que melhorou milagrosamente, mas que ainda está se recuperando, e em seguida deu uma tossida super previsível. Estranhamente, o cara engoliu essa, mas deixou apenas Greggory e Sabrina entrarem, por serem “Marido e mulher”. Dylan ficou de fora, esperando-os retornar, com sorte, vivos. Foi ai que Greg lembrou-se: Uma das vitimas de hipnose de Thomas fora o Xerife Wood... Então porque Thomas permitiu que Greg entrasse se todos que ele hipnotiza têm ligação direta com ele? Isto é estranho. A menos que ele queira que Greggory entre.

Notas finais
Ahahaha, to ficando boa nesse lance de suspense, né não?
Vejo vocês nos Reviews (se eu receber um ou dois hoje ou amanha, eu posto o próximo): Capitulo 24: Tragédia ~igual ao titulo. Ér.~ Gente, o próximo tá muito triste, sério. :C
Até o/