Green & Yellow
6 Batalha
Não me pergunte como fui parar nessa situação. Eu estava na mesa e do nada tudo começou a acontecer. Agora eu e Bickslow estamos lutando contra dois caras chamados Youmei e Tōmei. Eu estava cansado de ter meus ataques bloqueados. Era irritante. Bickslow também, mas ele continuava tentado. Isso até Tōmei falar “Invisible Strike” o que me atingiu, fazendo-me cair e os “bebês” de Bickslow serem jogados contra a parede, e acabarem quebrando um pouco. Ele chorou um pouquinho, depois fez garrafas de bebidas tomaram as almas dos bonecos. Estava irritado com os dois, mas eles não pararam. Youmei falou algo como “Metal Blow” e se concentrou um pouquinho, e logo as cinco garrafas explodiram. Alguns cacos cortaram Bickslow de leve. Como ele estava sem seus bonecos, pedi para que ele chamasse Evergreen para lutar contra os dois. Ele desceu na passagem debaixo da mesa onde estávamos e eu fiquei lá, tentando atacar aqueles dois.
Bickslow desceu as escadas e viu Feo e Evergreen lutando. O cheiro de álcool dentro da taverna no subsolo era horrível, e Bickslow tossiu algumas vezes. Então chamou a atenção de Evergreen:
— Evergreen! Precisamos da sua ajuda, nós não conseguimos derrotar aqueles dois! Eu cuido desse ai! Vamos!
— Certo. Adeus, garçom. E aliás, seus serviços são péssimos. Até eu me sairia melhor. – Feo se irritou.
Evergreen subiu as escadas enquanto Bickslow ia em direção ao garçom, retirando sua mascara. Quando Evergreen subiu, viu Freed atacando Tōmei. Ela então voou em direção á Youmei, que se defendeu com uma barreira. Evergreen tirou seus óculos e sua magia atravessou a barreira de Youmei, o petrificando. Tōmei se assustou ao ver seu irmão ser petrificado, e em um momento de distração, levou u corte no braço. Ele se afastou.
— Freed, deixe que eu cuido desse ai! Eu vou levá-lo para a taverna no subsolo, para que eu possa ajudar Bickslow. Vá atrás de Laxus no corredor em direção reta ao balcão!
— Certo. Tome cuidado, pois ele fica invisível.
Freed chutou a mesa, tombando-a e expondo a passagem dali. Desceu e disse para Bickslow que ia atrás de Laxus. Assim o fez, indo para o corredor na parede oposta ao do balcão. Feo tentou impedi-lo, mas por causa disso, acabou tendo sua alma aprisionada por Bickslow, que começou a controlar seu corpo. A barreira de álcool se desfez, e Freed seguiu em frente. Evergreen desceu as escadas e foi para o lado de Bickslow. Tōmei desceu as escadas, e logo depois Youmei. Evergreen se surpreendeu.
— Como pode? Eu o petrifiquei!
— Eu usei a Invisble Magic nele. É uma magia que pode anular vários outros tipos de magia. – Tōmei riu.
— Vocês não podem nos vencer. – Youmei ficou do lado de Tōmei, na frente de Evergreen, Bickslow e Feo, agora controlado por Bickslow.
Freed corria apressado pelos esgotos procurando por Laxus. Gritava seu nome, mas não obtinha resposta. Estava desesperado.
Laxus agora acordara na sala onde fora acorrentado. Lá era sujo e escuro. A lâmpada falhava muito, e isso dificultava a visão. Agora sentia a dor na coxa que foi furada por um pedaço de madeira. Ele ouvia passos apressados. Olhou para a porta a sua frente, e se assustou com o que viu. Giriki não abriu a porta. Atravessou ela, como se fosse um fantasma. Não deu tempo para Laxus se impressionar. Mostrou um chicote grande com espinhos na ponta numa mão, e um facão na outra. Laxus arregalou os olhos.
Giriki sorriu maliciosamente. Pegou o facão, e se aproximou de Laxus, se agachando em sua frente.
— Chegou a hora de sofrer, vadia.
— Quem é você? Por que estou aqui? O que você quer?
— Ah, sim. As apresentações. Eu me chamo Giriki, e sou o braço direito de Juupatso, o mestre da Sewer Rats, nossa guilda. Você está nela atualmente. E você, quem é?
— Laxus. Grave esse nome, desgraçado.
— Isso não importa. Você foi desaforado com um dos nossos, e agora pagará por isso. Irá sofrer, fadinha de merda. – Giriki cuspiu na cara de Laxus.
— Filho da puta.
— Anulação de Magia. – As mãos de Giriki começaram a exalar uma fumaça branca, e ele tocou nas quatro paredes da pequena sala. Depois no chão e na porta. Após isso tocou Laxus, que sentiu uma leve dormência no corpo.
— O que você fez?
— Anulei o uso de magia no seu corpo e nessa sala. É uma das minhas magias. Agora estou seguro de que você não irá fugir. – Riu alto, se agachando na frente de Laxus novamente.
Laxus estava sentado no chão de concreto, com as pernas esticadas e os braços pendurados. Giriki estava entre suas pernas, e largou o chicote, ficando apenas com o facão. Levou-os até a coxa esquerda de Laxus, e deslizou o facão lentamente sobre a extensão de sua perna, cortando sua calça. Fez o mesmo na perna direita. Laxus estava sem seu casaco habitual, o que facilitou o trabalho de Giriki. Largou o facão no chão e rasgou a camisa de Laxus com as próprias mãos. Laxus perguntava o tempo inteiro o que ele iria fazer e Giriki sorria mais quando ele fazia isso.
Finalmente pegou o chicote e chicoteou o corpo de Laxus. Ele gritava de dor, e Giriki se divertia com isso. Suas pernas sangravam muito, e seu peito ainda estava intacto. Depois que as pernas de Laxus estavam completamente cortadas, Giriki largou o chicote e pegou a faca. Se ajoelhou na frente de Laxus, e começou a fazer cortes leves em seu peito. Laxus gemia e sangrava muito. Estava quase perdendo a consciência. O outro usou o facão para escrever “Giriki” em seu peito depois de completamente cortado. Não havia feito nenhum corte profundo, tanto nas pernas quanto no peito de Laxus.
Largou a faca no chão, e ficou de pé. Agarrou a nuca de Laxus com a mão direita, e com a mão esquerda começou a puxar o zíper de sua calça lentamente. Laxus arregalou os olhos, se debatendo.
— Chegou a hora de se mostrar mulher de verdade, vadia.
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