Grand Chase Heroes

48 [Temp5]Intro - Uma Tarefa Além do Novo Continente.


Notas iniciais
E este capítulo fecha a "corrida" de adição de capítulos de hoje. A próxima temporada já está sendo trabalhada e alguns dos novos capítulos serão adicionados no dia 15/11.

– Parece que desta vez as termas não vão ser aquela loucura. – Elesis falou, descansando com as amigas enquanto Mari ainda não chegou.

– Espero que Xênia se mova logo para cima de Arquimídia, já pensou ficarmos mais tempo em Xênia? – Arme indagou.

– Ei, Xênia é onde nasci. Tem algo contra? – Amy estava furiosa.

Lire ria das briguinhas das amigas. Para falar a verdade, todas conseguiam descansar agora. As frustrações da vinda passada às termas já foram esquecidas.

“Sieghart nos dividiu em grupos necessários para desculparmos uns aos outros”, Arme notou. “Ele é realmente esperto”.

Mari chegava ao local que tomaria banho.

– Ei, Mari, o que você fez? Nas termas, não se pode usar roupa! Você realmente tirou algo? – Lire indagou, lembrando que Mari havia dito que demoraria para entrar porque deveria tirar um monte de roupas que usava.

– Ela realmente tirou algo. – Elesis notou, não acreditando na atitude da nova companheira, já oficial, da Grand Chase. – Ela tirou os trambolhos de metal que usava. O W.D.W., e também o metal que a propulsionava para “meio que voar”.

As garotas ficaram estranhando a atitude de Mari. Ela estava completamente vestida, e já entrou na água!

– Isso me lembra... É proibido roupas em termas! – Elesis falou, lembrando de quando as garotas a perseguiram da outra vez. – “Let's go, girls”.

E lá se foi o relaxamento do grupo.

***

– Finalmente chegamos a Arquimídia. Primeiro, Mari, consegue mapear o continente?

– Eu vou tentar. – falou, seca.

– Nós vamos à caça, então. – Jin falou, acompanhado de Lire.

– Todo o resto espere aqui. Não se separem. – Sieghart falou, em especial à Elesis que costumava ser precipitada em diversas situações. – Mari vai... bem, não importa. Me acompanhe, Mari.

***

– Não há nenhuma explicação razoável para a imortalidade em seu corpo. A divindade que o concedeu... Realmente deveria ser incrível. Nem mesmo eu consigo coletar diferenças para o corpo de um humano mortal.

– Entendo, Mari. – Sieghart voltou a colocar suas roupas. – Sabe, você é minha companheira. Devia demonstrar algum sentimento de vez em quando, como os outros demonstram por você.

A provocação de Sieghart não surtiu efeito em Mari. Ela era realmente indiferente.

– Suas palavras são um vazio para meu sistema de dados. Eu filtro toda a razão, e nenhuma emoção tem sentido na razão. Por isso não sou capaz de filtrá-la.

– Agora, “não entendo” – jogou com a situação de mais cedo, quando falou que a entendia. – Bem... Haja o que houver, eu vou tentar mudá-la. – e antes que Mari abrisse a boca, Sieghart já avisou: – não que eu queira que você seja “outra Mari”. Apenas quero... tentar ajudá-la, sem desmerecer a “atual Mari”. Afinal, você é uma parte importante da equipe... Assim como os outros oito.

– Nove. – Mari corrigiu.

– Não, eu não me inclui. – Sieghart falou. Seu pensamento parecia triste, mas Mari não foi capaz de decifrá-lo.

– Vamos. Precisamos voltar para nos reunirmos aos outros.

***

– O que aconteceu? – Sieghart indagou, vendo que Lass, Jin e Amy estavam jogados no chão de olhos fechados.

– Parece que há algo aqui, além dos perigos de Astaroth. – Elesis começou. Falaria que apenas ela, Lire, Arme, Ryan e Ronan conseguiram sobreviver a um caso misterioso, mas Sieghart e Mari já estavam caídos também.

Elesis se separou de Lire, Ryan e Arme, e o cenário mudou. Somente Ronan estava com ela. O que era aquilo?