Grand Chase Heroes

94 Capítulo 90 - Mari, estou aqui


Notas iniciais
*Extase na área* Tentando trazer os capítulos de hoje na pressa. Desculpe qualquer coisa... mas há alguns dias quando terminei a fic, a correria estava difícil... e agora está ainda pior. Os dois capítulos finais, então, vão ser ainda mais difíceis de trazer. Espero que lá pelas 19:00~21:00 de 15/01 eu traga-os.

– Para conseguir minha soberania, algo que ninguém jamais derrotaria, tive que colecionar tantos objetos. Bíblia da revelação... Essências dos Deuses, necessárias à Pedra das Almas. E agora, também, o martelo de Ernas... Graças a você. – Bardinar falava para Daliah, que roubara o martelo da Holy. Ninguém imaginava que este era o tal “martelo de Ernas”. – Parece que sua força retornou, desde a última vez que foi inutilizada.

– De qualquer forma, é melhor nos precavermos. Essa guerra já tomou proporções muito drásticas e agora a Grand Chase intervém. Não devíamos nos preparar para o pior?

– Tenho mais subordinados do que preciso. A imortalidade do Deus da Penumbra fluindo pelo meu corpo. Agora, só falta o poder máximo, aquele que irá definitivamente aceitar minha imortalidade, e modificá-la para somar-se com invencibilidade. Um poder sobrenatural que, mesmo se todos os habitantes de Ernas me atacarem de uma só vez, não acontecerá nada. A imortalidade me permite sobreviver a hoje, e o resto... Virá de bandeja.

– Eu acho que o senhor está muito precipitado. – Daliah tornou a interrompê-lo, agora olhando para a garota que estava dentro da gaiola de Bardinar.

– Cale a boca. – Bardinar deu um golpe sem misericórdia acabando com Daliah. Ela não era mais necessária, mesmo. Afinal, tudo que queria era a coroa de Karuel. E como soberano do novo mundo que estava prestes a se formar, ele não gostaria de dividir privilégios com ninguém, mesmo que num território muito pequeno como aquele.

– Destruindo seus próprios subordinados. Estaria facilitando para mim? – Sieghart provocou, olhando para a gaiola que achou ser uma caixa coberta, mais cedo. Fixando o olhar na garota lá de dentro, tentou acalmá-la: – Mari, estou aqui.

A antes inexpressiva garota, agora chorava. Sem falar nada, seus olhos expressaram esperança. Confiava em Sieghart.