Gran Slayer
6 Minha decisão
Notas iniciais
Pov Levi
Acordei em um silencio que parecia torturante olhei para o relógio e marcavam seis e cinco da manhã acordar essa hora é no minimo mais cedo que o de costume para um sábado, não conseguia dormir, aquela escolha não saia da minha cabeça: minha família ou poder, sério eu jamais achei que essa situação podia ocorrer, quem acharia?
Quer saber vou sair, um passeio agora pode ajudar.
Fui tomar banho e la fiquei por um bom tempo tentando assimilar as coisas, desliguei o chuveiro me sequei sai do banheiro coloquei uma camisa de manga comprida uma calça e um tênis qualquer e saí, mas sabe quando parece que tudo tem que ser no mesmo clima? Então estava nublado com um clima depressivo.
Não podia melhorar, mas não vai ser um clima ruim que vai me impedir de esvaziar a cabeça.
Comecei a andar e a primeira coisa que vi foi a casa da Ani, assim que pus os olhos nela eu lembrei da luta com o Shiro, naquela hora eu me sentia tão bem com se nada mais importasse apenas lutar, a sensação foi umas das melhores até hoje. Continuei a minha caminhada sem rumo, andei pela cidade e pensando no que poderia ocorrer se eu escolhesse cada um dos lado, podia ficar com meus irmãos e abrir mão da melhor chance de mudar meu futuro para algo fantástico. Parei de andar quando eu vi um parquinho
Esse parque, eu lembro foi aqui que começou tudo
Lembranças------------------------------------------------------------------------------------------
Na época eu tinha 7 anos eu, Ivo e Sama estávamos neste parquinho com os pais do Ivo eu tinha acabado de entrar para a família então não falava muito com o Ivo nem com a Sama. O Ivo e a Sama estavam brincando no escorregador e eu no banco meio afastado olhando quando o Ivo pede para seus pais sorvete
–Mãe, pai vamos posso comprar um sorvete?- todo sorridente ele pergunta
–Claro filho, e seu te levamos para compra um- a tia olha para mim — vai querer um Levi?
Eu nego com a cabeça, na época eu me sentia ainda um estranho na família por isso falava pouco
–E a Sama?- o tio olha para ela
–Ela vai querer de morango!
–Nossa, como ela sabia que íamos comprar sorvete?- o tio fala e o Ivo começa a coçar a cabeça e ficar vermelho- bom, vamos logo porque eu também quero um
–Ebá!- o Ivo pega nas mãos de seus pais e começa a puxar eles
–Ei Levi tome conta da Sama, nós ja voltamos- faço um sim para a tia e eles se vão
Assim que meus tios saíram eu voltei a observar a Sama, ela subia no escorregador e escorregava, subia de novo e escorregava e varias e varias vezes a mesma coisa aquilo começou a ficar chato então comecei a olhar tudo em volta carros, lojas, pessoas, animais e varias outras coisas fico um tempo assim até que quando eu volto a olhar para o escorregador Sama esta chorando com um garoto perto dela
–Ei!- tento chamar a atenção deles mas não funciona, então corro até la- o que aconteceu Sama?
–Hahahaha! Que menina mais boba, esta chorando só porque caiu no chão- caçoou o garoto que estava perto dela
–Sama, você ta bem?-eu me agachei do seu lado e tentava falar com ela, mas ela não parava de chorar- Sama olha para mim- e nada- onde machucou?- ela dobra seu joelho e mostra o arranhão
–Hahahahahahahahaha! Chorando só com esse arranhãozinho, é uma boba mesmo
–Ei!- nessa eu perdi a calma, me levantei e encarei ele- se você tivesse com esse mesmo arranhãozinho também estaria chorando- me virei para Sama e estendi a mão- vamos Sama eu te ajudo andar-
–T-ta- ela pegou minha mão ainda chorando, só que menos
Assim que começamos a andar aquele mesmo menino falou algo que não devia
–É vão mesmo vocês sãos dois bobões mesmo- por mim eu continuava porem senti que a Sama apertou minha mão, então ela não tava gostando- a bobona que só sabe chorar e-
Não deixei ele terminar dei um tapa na cara dele, ele ficou me olhando assustado depois seus olhos começara a ficar molhados
–Vai chorar também?- perguntei ele não fez nada
–V-v-vo-voc-você m-me bat-ba- e começou a chorar
–Vamos Sama
Peguei seu braço e coloquei pelo meu ombro e comecei a ajudar ela a andar até o banco onde eu estava sentado
–Bri-brigada- ela agradeceu depois que eu coloquei ela no banco
–De nada
Sentei do lado dela e ficamos esperando o tio e a tia voltar com os sorvetes. Depois desse dia mudou tudo eu comecei a fazer parte da família de verdade
–------------------------------------------------------------------------------------------
Despertei das minhas lembranças e continuei andando
Porém se eu aceitar eu vou perder tudo que eu tenho, poder não vale esse preço
Parei novamente enfrente a biblioteca, a biblioteca que praticamente me salvou de repetir de ano varias e varias vezes
Lembranças-----------------------------------------------------------------------------
Eu tinha quatorze anos e estava na oitava-série no final do ano
–O que!!!???- ela gritou comigo
–Eu não acredito nisso- ele abaixou a cabeça e balançou em negação
–Por favor!!- supliquei mais uma vez- eu tenho que passar de ano e só vocês podem me ajudar
–Levi por que todo ano você pede a mesma coisa?- o Ivo perguntou limpando seu óculos
–Coincidência talvez?- respondi coçando a cabeça
–E qual a nota minima dessa vez?-ele colocou os óculos e me olhou
–Ér...hm...talvez... nove- respondi um pouco baixo de mais eu acho
o Ivo colocou a mão na testa e a Sama puxou ar, é la vem um grito
–Nove!!!!!!???? Como você conseguiu isso?
–É então eu meio que gosto de dormir e os professores gostam de não me acordar, dai ja viu né?
–Quanta irresponsabilidade- ele negou com a cabeça de novo
–O que estamos fazendo aqui ainda? Vamos para a biblioteca- ela me puxou e ele veio atras de nós
Bom essa conversa foi na sexta e a prova era segunda o que me rendeu um fim de semana inteiro na biblioteca e que não foi muito agradável e muito tedioso
Na semana seguinte
–Meu Deus vão colocar as notas no mural hoje- eu estava totalmente eufórico- sera que eu passei? Ou sera que todo o esforço não foi para nada?
–Ei cara calma ai, o máximo que pode acontecer é você repetir de ano- é esse foi o Ivo me consolando
–A sim, como se isso não fosse nada. E cade a Sama ela disse que ja tava na escola, mas ja estamos no portão e nada dela
Foi eu terminar de falar e ela veio pulando no meu pescoço quase me derrubando no chão junto com ela
–Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!!- ela ficou repetindo isso varias e varias vezes até eu finalmente me tocar do porque dos parabéns
–Então... eu passei?
Ela soltou do meu pescoço e me olhou com um sorriso de orelha a orelha
–Sim!! você passou- na hora eu ajoelhei e levantei os braços
–Obrigado meu senhor!!!! Eu passei!!!! Eu nem acredito que passe!!!
Depois de alguns meses o Ivo me disse que nesse dia ele cogitou a ideia de fingir que não me conhecia em público
–------------------------------------------------------------------------------------
Não pude conter sorriso que se formou, continuei rumo a algum lugar qualquer
Eles sempre me apoiaram não importando o que era, sempre se sacrificarem por mim não seria certo eu abandona-los... eu acho
andei mais um pouco e parei em frente a um restaurante onde eu tinha uma memoria muito importante, meu primeiro encontro com a Sama
Lembranças----------------------------------------------------------------------------------
Aconteceu a dois anos atras eu tinha acabado de começar a namorar com a Sama então estava levando ela para nosso primeiro encontro
–Ei Levi me fala onde estamos indo- ela fazia bico enquanto andávamos juntos
–É uma surpresa e eu não vou estragar agora- e beijei o bico dela que fica vermelha na hora- ja disse que você é muito fofa?
–P-para seu bobo
Eu ri e continuei a levar ela para o lugar especial, um restaurante que inaugurou naquele mesmo mês não era aquele restaurante cinco estrelas, mas era agradável e muito bom
–É chegamos- a pontei para o restaurante
–Um restaurante! Brigada Levi- ela pula no meu pescoço- você é o melhor
–Faço de tudo para te deixar feliz- e mordo seu pescoço e ela se afasta
–N-não faz isso assim- e coloca a mão onde eu mordi ainda corada
–Sério você é a pessoa mais fofa do mundo- ela cora ainda mais e olha para baixo para disfarçar
Eu puxo a mão dela para continuarmos o caminho para o restaurante onde eu estava certo, era agradável e muito bom
–Ta gostando?- pergunto ja depois de termos comido?
–Sim muito- ela sorri
–Que bom, pois ainda não acabou- pego a mão dela para sairmos- tenho muito mais surpresas para esse dia
–Sério- seus olhos brilharam. Ela adora surpresas- Como eu te amo, amo muito mesmo
–Eu também te muito mesmo sempre você ta aqui para te proteger- passo os braços em volta de seus ombros e ela se agra em mim
E assim continuamos nosso encontro aquele dia foi bom mas tinha algo, algo que eu nunca ia contar para ela e isso foi o que rendeu umas das piores lembranças da minha vida
–-----------------------------------------------------------------------
voltei ao mundo real com um cheiro de comida muito bom aquele restaurante ainda era um dos melhores para mim, olho no relógio e vejo que ja são uma e quinze da tarde.
Nossa o tempo voa quando você não precisa e aproveitando que ja estou aqui na frente uma comida não vai fazer mal
Entrei, pedi o que eu mais gosto, comi, paguei e saí para minha jornada sem rumo. Continuei a andar imerso em meus pensamentos ainda essa escolha era algo que eu não conseguia pensar direito, pois se eu escolhesse um lado eu perderia algo precioso de mais para mim, porém se eu escolhesse o outro eu perderia a chance de acontecer algo novo que eu jamais teria novamente.
Mas minha vida esta boa assim, quer dizer eu não vou me lembrar de nada mesmo então vai ser como se nada tivesse acontecido.
Minha caminhada é interrompida mais uma vez por causa de um lugar e parece que mesmo sem querer eu era atraído para eles, dessa vez foi um banco do parque e foi neste banco que aconteceu o meu término de namoro
Lembranças-----------------------------------------------------------------------------------
Aconteceu seis meses depois de nosso primeiro encontro, Sama tinha me pedido para encontrar ela no parque pois tinha algo muito importante para me falar. Na hora eu nem fazia ieia de que ela ja tinha descoberto o que eu tentei esconder como se fosse a pior coisa que existisse e até hoje eu me impressiono como ela me leu como se eu fosse um livro aberto
cheguei no parque e ela estava la em um banco observando o lago ja era meio que e tarde então o Sol ja estava se pondo
–Sama- ela se virou para mim- o que você queria falar comigo?
–Levi- bateu a mão do seu lado em um sinal para me sentar e assim eu fiz-faz quanto tempo que nós estamos juntos?- e voltou a olhar o lago
–Seis meses, por que?
–Seis meses, foram bons né?
–Maravilhosos
–Levi- voltou a me olhar- sabe quanto tempo que te conheço?- fiquei em silêncio- oito anos, é bastante tempo né?
–Sim bastante, mas onde você quer chegar? eu ja estou confuso
–Sabe Levi nesses oito anos eu aprendi muito sobre você: do que você gosta, do que você não gosta, de como faz as coisas, de como reagi a coisas. E bem você é a melhor pessoa do mundo e...-ela parou de falar- eu sei que você não me ama como eu te amo
Nessa eu perdi o chão, como ela sabia eu lembro que eu nunca fiz nada para ela descobrir ou desconfiar
–É- suspirei- você descobriu. Como descobriu?
–Eu te conheço a oito anos com o tempo eu percebi que você estava se forçando
–Ah- olhei para baixo
–Mas porque você fez isso?
–Naquele dia em que você falou para mim que me amava eu sabia que se falasse que não sentia o mesmo você se magoaria então eu menti- olhei para ela- desculpa
Ela começou a chorar sempre fora muito sensível e eu tentei de todas as maneiras nunca deixa-la chorar, mas agora quem a fez chorar fui eu realmente sou o pior de todos
Abaixei a cabeça de novo, mas então ela me abraçou ainda soluçando, me abraçou forte como se me eu pudesse fugir a qualquer momento
–V-vo-você sempre faz isso- falava em meios a soluços- sempre coloca a felicidade dos outros na frente da sua- me apertou ainda mais forte e eu continuei ali imóvel- por que? Seu idiota, por que não percebe que você também é importante?
–D-desculpa- sussurrei
Assim ficamos por um tempo ela me abraçando enquanto chorava e eu lá tentando consola-la
–-------------------------------------------------------------------------------------------------------
Suspirei esse com certeza não foi um dia legal, mas me lembrar disso me ajudou a decidir o que fazer, minha família precisa de mim então não posso abandona-los
Me levantei e olhei para o céu depois para o relógio e mercavam quatro horas resolvi voltar onde depois falaria para Ani da minha decisão. Fui apressado para casa, mas no meio do caminho vejo a Sama que devia estar me procurando indo na direção dela eu percebo algo que definitivamente não devia estar la: três coisas voando com um manto que cobria o corpo inteiro parecendo olhar para a Sama, eu comecei a correr aquilo não podia ser coisa boa e como se eu fosse vidente não era a coisa do meio pareceu criar uma lança em sua mão e apontar para a Sama em seguida preparar para a atirar
–Sama!!!!!- ela não olhou quando chamei- Sama saí dai!!!- ela parecia ta de fones de ouvido- droga
acelerei o passo e quando ele atirou a lança nela eu me joguei e tirei ela de la a tempo de salva-la, mas não tempo o suficiente para não acertar minha perna de raspão
–L-Levi? por que-
–Sama corre pra casa- não deixei ela terminar de falar- agora
–O que?- saí de cima dela e puxei seu braço para ela levantar e encarei ela
–Sama me escuta, vai pra casa da Ani o mais rápido que você puder e fala que eu preciso falar com ela urgente
–Eu não to entendendo Levi
–Sama!!- gritei para ela parar de falar- corre para casa da Ani e chama ela que depois eu te explico
–Mas
–Agora!! Me obedece e vai!!- ela se assustou ainda mais mas correu como eu mandei
Aquelas três coisas que eu acho que são demônios não correram atras delas ficaram parados até que o de meio de novo criou um lança e preparou para me atacar, eu comecei a correr mesmo com a perna sangrando na direção oposta da sama e eles me seguiram
Vamos Levi você não pode lutar com eles no meio da cidade tem pessoas aqui tem que ser em um lugar vazio pensa Levi, pensa já sei
Desviei meu caminho e acelerei ainda mais em consequência minha perna começou a latejar, mas eu não podia parar e como se ja correr com a perna doendo não fosse o suficiente o demônio continuou a arremessar lança em minha direção, eu conseguia desviar delas até chegar no meu destino, uma área da cidade que esta abandonada faz um tempo por causa de um vazamento de gás que ja foi resolvido mas ainda não foi liberada, corro direto para um campo aberto que tem lá e me viro para os demônios
–Curioso, um humano que esta nos vendo, mas então cansou de tentar fugir?- o do meio se pronunciou
–Fugir? Não, estava apenas procurando um lugar para seu tumulo
Ok primeira parte do plano esta feita agora segunda acabar com eles, vamos la luvas apareçam por que eu preciso de vocês agora
–Veremos de que sera o tumulo então- criou outra lança e arremessou
Vai agora é a hora não me decepcionem eu preciso de vocês, apareçam
senti algo nas mãos levantei a minha direita na direção da lança criei uma esfera de ar e quando ela chegou perto eu explodi a esfera fazendo a lança ricochetear
–Um gran, sim faz sentido que bom, pois agora as coisa não serão tão entediantes
–Um gran! Um gran! Eu quero brincar com ele- o maior deles falou
–Sim, vamos brincar juntos
os dois tiraram o manto e em lugar de corpos normais apareceram bonecos o do meio esguio e sua face era de uma mascara chorando, ja o maio tinha o corpo cheio de muculos e sua face era de alguém rindo
–Sério? Todos os demônios são bonecos? O inferno virou o que, uma loja de brinquedos?
–Ora seu insolente, vou fazer morrer lentamente por esse insulto
–Pode vir veremos que morre primeiro
E vieram, o maior veio correndo para cima de mim e eu desviei com uma cambalhota e explodindo uma esfera perto dele quando ia explodir outra, uma lança arranha meu braço
–não se esqueça que a luta é contra dois
Corri na direção do choroso ja com uma esfera em cada mão e quando estou perto o suficiente para explodir nele o risonho me joga para longe dele, saio rolando pelo campo até conseguir me recuperar do choque
Merda se eu atacar o risonho o tristonho me acerta com a lança e seu atacar o tristonho o risonho me arremessa longe, oque eu faço eu preciso de uma estrategia e rápido
Logo o risonho vem correndo em minha direção mas dessa vez eu tinha uma minima ideia do que fazer, ele veio para cima de mim, eu pulei alto o suficiente para passar por cima dele e quando estava de frente com as costas dele criei uma esfera com as duas mãos do tamanho de uma bola de basquete depois a explodindo, o impacto fez cada um ir para um lado e eu direto para o tristonho que nem teve tempo de reação, agarrei sua cabeça, criei uma esfera, afundei minha mão no chão e explodi, mal tive tempo de fazer algo pois o risonho ja estava correndo atras de mim, então com minha mão livre fiz outra esfera grande e quando ele chegou perto estourei ela nos distanciando mais uma vez
–Bom golpe esse- o tristonho ja estava se levantando- mas não vai fazer ele duas vezes
–Você gosta muito de falar, não é? quando eu acabar com você acho que vai calar a boca
–Tirou as palavras da minha boca
Ele começou a voar e subir cada vez mais, porém o risonho continuou no chão me encarando por alguns segundos antes de vir novamente correndo eu fiz o mesmo que antes mas dessa vez a esfera foi ainda maior para alcançar o tristonho que estava no ar funcionou eu fui direto para ele só que ele desviou indo para o lado e eu passei direto, explodi outra esfera para conseguir ir na direção dele, no entanto ele reagiu dessa vez arremessando uma lança em minha direção tudo que pude fazer foi inclinar o corpo para o lado e quando olho de novo mais lanças vindo na minha direção, estouro uma esfera para voltar para o chão e uma para eu aterrissar
–Parece que seu plano não funcionou desa vez- e riu ele e o risonho
Droga como eu posso atacar ele se eu não consego chegar perto, mas e se eu tentar
nem pude concluir o meu pensamento o risonho ja estava quase em cima de mim, me joguei para o lado para desviar, mas as lanças vieram me levantei rápido e corri criei uma esfera e imaginei uma bola, então arremessei funcionou ela foi direto no tristonho que parecia tão surpreso quanto eu, assim que ela acertou ele, explodiu fazendo-o recuar, comecei a arremessar mais e mais esferas alumas explodiam antes mesmo de acertar ele outras ele desviava, parei quando o risonho chegou perto de mim e eu sai de perto dele
–Parece que você tinha algumas cartas na manga, mas agora chega! Irmão venha vamos acabar com ele juntos
O tristonho ficou em cima do risonho e então um som de madeira quebrando começou, fechei os olhos por causa da poeira que levantou e quando a poeira baixou e o som sessou abri os olhos e vi que os dois tinham se fundido virando um boneco só que tinha metade da mascara rindo e a outra metade chorando
–Agora você vai morrer gran
Ele criou uma lança gigante e arremessou em mim era tão rápido que eu mal tive tempo de reagir apenas tive o reflexo de me jogar para o lado, ele riu com certeza estava se divertindo muito, arremessou outra lança que eu parei criando uma parede de vento com as mão, porém ele começou a lançar mais e mais lanças conforme elas iam batendo eu ia para trás e aquilo não era bom, explodi a parede de vento fazendo poeira e lanças irem aos ares o que me deu tempo o suficiente para correr pelo campo e criar uma esfera muito grande, maior do que qualquer outra que eu ja fiz e lancei, o boneco não se mexeu apenas esmurrou a esfera quando chegou perto ele que explodiu, mas foi como se não tivesse acontecido nada ele riu mais uma vez
–Esse é todo seu poder? Digno de pena
Arremessou suas lanças de novo e eu criei a barreira eu tinha que ganhar tempo mas eu não sabia como
Saco, como posso atacar se nada do que eu faço parece fazer e feito e se eu fazer uma esfera ainda maior ou tentar acertar ele com suas lanças, pensa Levi pensa
Fui interrompido por uma lança não tão grande que acertou meu ombro, olho espantado para ela depois para cima e vejo uma chuva de lanças menores vindo em minha direção, imagino uma cúpula e expando minha barreira formando a cúpula que imaginei
Mas que merda assim eu não vou conseguir, como posso matar ele desse jeito? Droga Levi pensa em algo, pensa, pensa, pensa...já sei uma força maior em uma área menor como o professor de física disse
Explodi a cúpula levantando a poeira novamente olhei para minhas mãos e o simbolo das luvas estavam brilhando ainda mais, respirei fundo estiquei os braços e foi como se eu esterrasse minhas mãos na areia, lembrei da primeira vez com as luvas, se eu ja tinha feito uma vez posso fazer de novo quando a poeira baixou o demônio estava segurando uma lança ainda maior com as duas mãos
Ok se eu não conseguir eu morro, legal vamos nessa
Ele arremessou a lança e eu fiz um movimento vertical com um braço e um horizontal com o outro e imaginei uma espada contando o vento, e saiu uma rajada de vento em formato de "+" que quando chegou na lança a partiu em quatro partes, não foi totalmente certo a lança foi partida mas não parou agora tinha quatro lanças vindo para cima de mim, coloquei um braço na frente da cabeça e um na frente do peito para me proteger então esperei a dor que logo veio, uma dor em meu braço , peito e perna, abro os olhos e vejo que uma lança esta atravessada em minha perna e outra atravessou meu braço cravando sua ponta em meu peito, na hora não senti nada talvez por estar em choque ou então por estar exausto, movimentei meu braço de para a lançar sair do meu peito e olhei para frente e o demônio estava lá de pé me encarando, por um momento pensei que não tinha acertado ele, mas então ele tomba para frente e começa a se desintegrar junto com todas as lanças que ele criou. Depois que ele sumiu junto com as lanças do meu corpo eu cai de joelhos o que gerou uma dor em meu corpo inteiro,meu braço estava sangrando, junto com minha perna e meu ombro rasguei minhas mangas e fiz um nó para tentar estancar o sangramento no braço e na perna, meu ombro eu apertei para tentar para de sangrar levantei e comecei a mancar para fora do campo, mas acho que fiz isso muito rápido, porque minha visão tava a ficando turva e eu comecei a perder o equilíbrio, quase cai se mão fosse alguém me segurar
–Sabia que você é um idiota?- eu reconheceria esse cabelo ruivo em qualquer lugar
–É, acho que ja me disseram isso uma vez- tentei sorrir, mas naquelas condições estava dificil
–Dois demônios e você nem sequer esperou- ela me ajeitou sobre seu ombro e começamos a andar
–Na verdade era três, mas um sumiu
–Você não pensa antes de agir não?
–Eu tinha muito a perder se eu hesitasse
Ela não respondeu e ficamos em silêncio por um tempo até que eu mesmo resolvo quebra-lo
–Ei Ani
–Sim?
–Eu decidi o que vou fazer- ela parou e me encarou
–E o que decidiu?
–Eu vou com vocês
–Tem certeza?
–Sim, se eu ficar aqui demônios podem vir atras da Sama ou do Ivo e eu não poderia fazer nada se não olhar os dois morrerem na minha frente. Então eu resolvi que vou com vocês para acabar com todos os demônios- ela sorriu e continuou a andar
–Muito nobre da sua parte. Agora vamos para minha casa você tem que descansar
–Com isso tudo eu esqueci. Obigado por me segurar- ela me olhou surpresa
–Não precisa agradecer, agora somos companheiros de equipe temos sempre que ajudar uns aos outros
–Ja sei! Amanhã vamos ao shopping
–Olhe seu estado, como pode pensar em sair?
–Eu, você, Ivo, Sama, Drean e o shiro, vamos todos sair amanhã
–Você ta me ouvindo?
–Não
–Idiota
E assim fomos para casa da Ani ela me ajudando a andar e eu falando sobre algo não importante.
Fale com o autor