Gran Slayer
8 Agora somos seis, até quando?
Notas iniciais
Pov Narrador
Estavam na casa Ani, Levi, Ivo, Shiro e Dream os dois primos chegaram um pouco depois, pois precisaram de tempo para fazer curativos e trocar de roupa. Os cinco estão fazendo uma reunião na sala.
Levi- Nossa essa recuperação é muito estranha. — começa a olhar seus cortes já se fechando.
Ivo- Eu sei fazer cortes rasos. — se senta ao lado do primo.
Shiro- Então... O primo dele é igual a ele?- começa a discussão olhando Levi- e também não é o que estamos procurando.
Ani- Sim- responde com algumas folhas nas mãos. — isso esta acontecendo muitas vezes.
Ivo-E o que vocês estão procurando?
Levi-Verdade vocês não me disseram isso.
Dream-Você não perguntou.
Ani-Estamos aqui para achar um gran- coloca os papeis na mesa. — que é bastante importante.
Ivo- O que é um gran e como assim achar um? Vocês podem localizar eles?
Shiro-Basicamente um gran é uma pessoa com essas habilidades anormais e sim podemos localizar eles- aponta para os dois — mas vocês dois estão aqui e não podem ser localizados, a questão é, por quê?
Levi- Ou ou ou- Levanta as mãos- eu nem sabia que tinha isso até uns dias atrás, não vem me acusar não.
Ivo-E eu to sabendo dessa história aqui hoje.
Ani- Sim eu acredito em vocês, mas é muito raro de acontecer isso com alguém e acontecer com duas pessoas próximas ainda é muito estranho.
Ivo-E como vocês localizam essas pessoas? Digo se é uma coisa tão rara é de acontecer deve ser um método quase que perfeito.
Dream- Um equipamento chamado Dux pode se dizer que ele consegue achar certo tipo frequência que estão ligadas aos grans .
Levi- Então porque vocês ainda não acharam o gran que vocês queriam?
Dream- Dux... -os grans se entre olham e Dream prossegue- não é preciso o suficiente para nos dar essa informação.
Ivo- Então vocês podem ficar aqui por um tempo indeterminado?
Ani- Sim e não temos um tempo limite para achar esse gran, porém um numero de demônios estranhos exagerado esta aparecendo nesta área o que significa que temos que terminar essa obrigação para irmos embora.
Levi- Como assim “demônios estranhos”?
Dream- Levi- Dream olha para o garoto- lembra o demônio que te atacou naquela noite?- acena positivamente- naquela luta o demônio sangrou certo?
Levi- Eu acho que sim.
Dream- Estranho não? Um demônio sangrar, porém os demônios que você enfrentou mais recente não sangraram, certo?- assenti de novo- então se os dois tipos são iguais na aparência parecendo bonecos por que apenas aquele sangrou, o que o fazia mais humano dos outros demônios?
Ivo- Ele tinha vida.
Dream- Bingo- Dream aponta para ele- Os outros demônios não tinham vida eles eram vazios literalmente bonecos manipulados.
Levi- Então vocês têm de achar quem esta controlando esses bonecos.
Dream- Exato se não mais desses demônios serão criados mais e mais vezes.
Levi- O objetivo agora é achar esse cara?
Ani- Não o Nosso objetivo é achar esse gran e depois ou quando o tempo acabar caçar esse demônio. Os seus objetivos agora são manter suas habilidades escondida da Sama.
Dream- E- interrompe- treinar!
Levi- Como assim “treinar” e para que?
Dream- Um dos dois vai vir conosco certo?- os dois concordam- então antes agora do que depois, ou seja, aquele treino básico que eu dei na escola todos os dias.
Levi- O que!!!!- grita- mas nem fodendo!!!
Shiro- Já desistiu? Eu achei que você podia mais.
Levi- O que? Isso não é nada eu posso até três vezes mais do que isso.
Dream- Perfeito! Podemos começar já mais puxado para você.
Levi- Não pera.
Ani- Agora que já resolvemos isso amanhã vocês dois depois da aula venham aqui em casa.
Levi- Ei me escutem!!- gritava ainda, mas eles o ignoravam.
Ivo- Espere, não podemos vir os dois aqui na sua casa, pode chamar a atenção da Sama.
Levi- Tem razão. Que tal... Revezarmos sabe uma semana um vem outra ele vem.
Ivo- Não Levi isso só vai chamar mais atenção dela.
Levi- Então o que vamos fazer? Qual a ideia mais que genial da sua cabeça?
Ani- Depois resolvemos por enquanto Levi venha a minha casa depois da aula.
Dream- Hmmmmmmm vocês também querem privacidade?- brinca- por mim eu posso ficar um tempo na esco- foi interrompido por uma cadeira na sua cara arremessada pela Ani- v-você não tem senso de humor não?
Ani- Não, não tenho- se recompõe- agora que resolvemos esse problema não temos nada para resolver, Levi pode ir para casa nós falaremos com o seu primo para explicar o que são grans para ele.
Levi- Certo. — se levanta e sai para a sua casa.
Estava andando para sua casa com pensamentos no futuro não tinha certeza o que pensar, uma hora ou outra sua amiga se separaria dele e seu primo, seria difícil se separar dela, mas ele tinha algo para confiar, seu primo, porém agora ele também pode ir com ele. O que ele poderia fazer?
Sama- Ei Levi!!- Ela balança a mão na frente da cara dele- você ta ai?
Levi- Ah! Sama o que foi?- ele olha para a menor com uma sacola nas mãos.
Sama- Onde você tava? Achou o Ivo?
Levi- Sim eu e ele estávamos na casa da Ani conversando.
Sama-Ah! Na casa da Ani. — ela suspira e fita os pés
Levi- Ei! Que cara é essa pequena?- bagunça seu cabelo- não tem o porquê de ficarmos tristes agora temos mais três pessoas no nosso grupo, não é legal?
Sama- Sim- olha para ele- agora somos seis.
Levi- Isso ai, além de você ter alguém para conversar qualquer coisa.
Sama- Eu... Tenho?- ela curva a cabeça.
Levi- Sim a Ani duas meninas, sabe, podem falar do papo calcinha. — ela cora.
Sama- Para Idiota!!- ela da um murro em seu peito- não fala essas coisas assim do nada!
Levi- Certo certo. — bagunça o cabelo dela.
Passa um tempo e eles ficam assim até que subitamente Sama o abraça.
Sama-Levi eu... tava com saudades-começa a chorar e o maior retribui o abraço- eu... Fiquei com medo... Com muito medo. — ela o aperta.
Levi- Medo de que pequena?- ele sabia do que era, mas no fundo apenas não queria admitir.
Sama- Medo de você ir embora e deixar eu e o Ivo sozinhos. -dessa vez ele aperta ela.
Levi- Eu já não disse? Eu nunca vou te deixar sozinha- começa a acariciar seus cabelos- agora vamos, eu te levo em casa. — ela se separa olha para ele e sorri e ele em resposta tira uma lagrima solitária de sua bochecha com o polegar.
Sama- C-certo.
O caminho até a casa da menor foi silencioso a penas o barulho dos passos deles na rua deserta, um silencio relaxante e confortável que ficava entre os dois até fim do percurso.
Levi- Bom até mais. — e acena.
Sama- Tchau.
Quando ela abre a porta uma sombra grande aparece atrás dela assustando os dois, Levi lança um olhar de desespero para ela e em troca recebe um de suplica da mesma. O clima fica tenso uma gota de suor desce da testa do garoto era como se qualquer movimento uma bomba fosse explodir.
– O que você esta fazendo aqui?- o adulto se coloca na frente da garota.
Sama- P-pai tudo bem ele só me trouxe em casa. — o adulto olha para ela em seguida para o garoto em seu portão.
Pai- Você fez ela chorar?- Levi engoliu seco depois dessa o que poderia responder.
Ele abriu a boca e puxou ar para falar, mas não disse nada fechou os olhos e suspirou, com certeza ia se arrepender da próxima vez que o visse.
Levi- Até mais ex-sogrão a gente se vê por ai. — Uma veia saltou em sua testa, Sama arregalou os olhos e Levi correu.
Pai- Covarde!!!!!! Volte aqui- gritava para toda a vizinhança ouvir chama-lo de ex-sogro era a pior das ofensas que ele poderia receber.
O garoto correu até chegar em sua casa assim que chegou perto de sua casa pulou o pequeno muro abriu sua porta, entrou, trancou e ficou a poiado nela por um tempo, começou a rir como se tivessem contado a piada mais engraçada de sua vida em seguida foi tomar um banho para relaxar, um banho rápido só para relaxar um pouco, colocou roupas leves e seguiu para a cozinha precisava comer algo, pegou qualquer coisa e foi para a sala assistir um filme. Até que seu primo abre a porta e se senta ao seu lado fitando o chão.
Levi- Que foi?- fala sem muito interesse.
Ivo- Eu vou para o inferno.
Levi- Hm?- olha para ele.
Ivo- Cara eu nunca fui para igreja e já pequei muito pelo jeito e agora, eu sei que o inferno realmente existe.
Levi- É ateísmo também é pecado- volta sua atenção para a troca de canal. — acho que nós dois vamos.
Ivo- Como?- ele segura o primo pelos ombros- como você pode estar tão calmo!!?
Levi- Ei! Me lagar- se livra do primo- quer que eu faça o que? Vire padre? Se for para eu ir para o inferno que seja.
Ivo- E-eu preciso tomar um banho, c-com licença- e sobe para o banheiro.
Levi- Cara estranho, fica falando essas coisas. — e volta para a programação de filmes.
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Levi- Ei zumbi vamos logo o pessoal ta esperando a gente.
Ivo- Eu vou para o inferno, sou um pecador, eu não quero ir para o inferno. — sussurra para ele mesmo enquanto andava.
Eles saem e a Sama é a primeira a perguntar.
Sama- O que ele tem?- aponta para o Ivo que estava com olheiras e pálido.
Levi- Descobriu que vai para o inferno. — fala naturalmente atraindo olhares de todos para ele.
Sama- Como assim?- o garoto abre a boca para responder, mas antes leva um soco que faz ele ir para o outro lado da rua.
Ani- N-não é só que assistimos um filme ontem e ele ficou traumatizado ahaa ahaa aha aha aha!- tentava fazer uma risada normal.
Sama- Oh, Ivo eu te falei para parar de assistir esses filmes de terror. — dava uns tapinhas em sua cabeça.
Shiro-Você é muito burro. — sussurrava enquanto o ajudava a levantar- presta mais atenção.
Levi- Escapou, foi sem querer desculpa.
Shiro- Só não faça de novo.
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Professora- Levi o que você fez com seu primo?- aponta uma régua para ele.
Levi- Como assim “o que eu fiz”!!? Por que a culpa é minha!!?
Professora- Como um aluno tão inteligente fica depressivo de uma hora para outra? Com certeza tem dedo seu ai.
Levi- A culpa não é minha se ele descobriu que era um pecador condenado ao inferno!- ele parou para refletir o que disse, porém não demorou muito para levar um tapa na cabeça forte o suficiente para fazê-lo bater a cabeça na carteira.
Ani- O que ele quis dizer professora é que nós vimos um filme ontem e o Ivo traumatizou.
Professora- Menos mal Ani muito obrigada por explicar melhor.
Levi- Ei! Se tivesse sido eu que mostrei o filme você teria me dado uma advertência.
Ani- O Levi que deu a ideia do filme e arrastou contra-a-vontade o Ivo. — ela acrescentou.
Professora- Levi!! Para fora da sala agora!!!
Levi- O que!!? Por que!!?
Professora- Você deformou uma das mentes mais geniais dessa escola!!
Levi- Mas!!
Professora- Eu mandei agora!!!
E ele saiu de cabeça baixa e praguejando todos a sua volta enquanto toda a sala ria.
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Levi- Aquilo vai ter volta.
Ani- Estarei esperando ansiosamente.
Dream- Então, gostaram da ultima aula de educação física?
Aluno- É foi normal.
Dream- Então que tal mais uma igual?
Ani- Sim!!!!- e piscou para o Dream.
Dream- Ótimo- piscou e volta- Levi!!
Levi- Sim!-se levantou.
Dream- Começa a correr em volta da quadra até eu mandar parar.
Levi- O que!?
Dream- Agora!
Ele foi para o canto da quadra e assim que se preparou para correr olhou para Ani que sorriu e manou uma piscadela seguida e um beijo para ele.
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Sama- Eu acho que o professor gostou de você. — e sorri para o garoto.
Levi- Que... Bela... Maneira... De... Demonstrar... Seu... Afeto... — a cada palavra ele precisa de mais ar.
Sama- Bom é aqui que eu fico- ela fica de frente para ele e acena- até mais Levi.
Levi- Até. — começa a andar.
Sama- Vai logo antes que meu pai te veja não acho que você vai conseguir escapar dele nessas condições.
Levi- Pode... Deixar...
E voltou para a direção do seu destino que mesmo contragosto iria ter de superar a sua fadiga.
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Ani-Nossa demorou em. – estava sentada na grama esperando a chegada do garoto.
Levi-Você fala isso por que não foi você que correu todo tempo sem parar.
Ani- Desculpas e mais desculpas- revira os olhos- agora vamos, sente aqui –e assim ele fez- como hoje a parte física do seu treinamento esta feita, vamos para parte espiritual.
Levi- Espiritual?
Ani- Sim, primeiro chame suas luvas- ele fecha os olhos e se concentra logo as luvas aparecem- você não as invoca?
Levi- Invocar?
Ani- Sim, elas simplesmente aparecem?- ele assentiu e ela suspira- certo você luta arremessando esferas de ar, então crie uma.
E assim ele fez criou uma esfera na palma de sua mão
Ani- Interessante você só consegue cria esfera na mão?
Levi- Não sei nunca tentei.
Concentra-se mais uma vez e estica a mão em uma direção, passa alguns momentos mas nada acontece .
Ani- Ta bom, pode parar- ele obedece- qual é o tamanho do impacto da esfera? Exploda uma no chão.
E assim foi feito, ele criou uma esfera e a esmagou contra o solo formando uma pequena cratera do tamanho de uma bola de futebol.
Ani- Consegue manter a esfera antes de explodi-la?
Levi- Como assim?
Ani- Materializar a esfera por mais tempo antes dela explodir.
Ele fecha os olhos respira fundo e cria mais uma esfera, quando vai preociona-la contra o chão a mesma explode.
Ani- De novo.
Repete o mesmo movimento e o resultado é o mesmo.
Ani- De novo- o mesmo- De novo- e novamente- Repita isso até conseguir. — se levanta e vai para dentro de casa.
Dream- Então?- pega um copo com café.
Ani- Sem talento algum. — suspira.
Dream- Será que o Shiro teve alguma sorte?- se apoia na parede e observa o garoto treinando.
Ani- Pelo menos um dos primos tem que ter talento. — acompanha o maior no gesto.
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De novo repetia para si mesmo e mais uma vez a explosão.
Ani- Ei! Levi- ele se vira para ela- já chega.
Levi- Eu ainda posso continuar- cria a esfera e a espremi contra o chão- merda- quando ia repetir o mesmo movimento a ruiva segura sua mão.
Ani- Amanhã você treina mais, por enquanto apenas vá para casa. — solta a mão do garoto.
Levi- Tisc- desvia o olhar- certo. — se levanta quando ia sair é segurado pelo ombro.
Ani- Treinamento somente aqui, ouviu? Nada de usar isso em na sua casa. — ele suspira.
Levi- Tudo bem.
No caminho para sua casa ainda praguejava o por que dele não poder treinar em sua casa não fazia sentido algum.
Ivo-Levi?- o chama assim que fecha a porta.
Levi- Fala. — responde já subindo as escadas.
Ivo- O jantar daqui a pouco fica pronto.
Levi- Pode deixar só vou tomar um banho.
Mesmo em seu banho ainda praguejava o fato de não conseguir treinar em sua casa, qual seria o problema afinal era sua própria casa qual mal nisso?
Terminou seu banho se trocou e for jantar com seu primo.
Levi- Então, quando voltou ao normal?
Ivo- O Shiro veio aqui para nós treinarmos e ele conversou comigo.
Levi- Que bom.
O resto do jantar foi silencioso apenas o som dos talheres batendo contra o prato.
Levi- Terminei, vou dormir to cansando boa noite- coloca o prato na pia e sobe.
Ivo- Boa.
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Ani- Chegou rápido hoje. — fala sentada no mesmo lugar do dia anterior.
Levi- É- se senta- então vamos fazer o que agora?
Ani- O mesmo que da ultima vez.
O garoto não perdeu tempo, criou uma esfera e a pressionou contra o solo, alguns minutos depois a ruiva se levanta e o deixa ali treinando, o tempo passa até que finalmente.
Levi- Consegui!- O garoto se levanta e começa a comemorar, porém subitamente para- mais uma vez para ter certeza.
Cria uma esfera e a pressiona no chão a esfera começa a afundar no chão e quando afundou até um pouco acima do seu pulso estoura.
Levi- Finalmente- corre para dentro da casa a procura da Ani, mas só acha Dream assistindo um filme- cadê a Ani?
Dream- Saiu. — responde sem dar, muita atenção.
Levi- Eu consegui o que eu faço agora?
Dream- Não sei quem sabe coisas sobre o vento é ela.
Levi- Eu vou procura ela então. — e sai.
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A ruiva arfava tinha arranhões em toda a extensão do seu corpo olhava a figura a sua frente com seu livro em mãos, tinha de pensa numa estratégia para sair dali vitoriosa, fraquejar num momento como esse era uma blasfêmia teria que dar a volta por cima, seu orgulho estava em jogo.
–Para sua raça que se diz superior você até que é bem fraca- uma dupla voz falava calma e seu dono, um boneco que seu corpo ia somente até o peito, com braços longos e uma mascara neutra.
Ani- Calado escória.
Seu livro se abre e as paginas se folheavam sozinhas, ela aponta uma mão na direção do demônio e uma bola de fogo é disparada, porém quando acerta o demônio a garota é lançada para longe.
Demônio- Não importa quanto tente, todos os ataques voltarão para você sua única escolha é perecer.
Ani- Calado- se recompõe do choque. — sua voz me irrita.
Ela faz o mesmo movimento da ultima vez, porém dessa vez mirava no chão em frente ao demônio, esta ação fez subir muita poeira mais do que suficiente para sair dali e pensar num jeito de sair daquela situação. Não poderia sair da barreira levar a luta para perto das pessoas seria loucura.
Ela correu para um beco, iria usar algo que precisava de energia de mais precisava de tempo para conseguir sentou e se concentrou seu livro começou a flutuar em sua frente e um circulo dourado se formou sob a mesma.
Passados alguns momentos e o circulo dourado brilhava cada vez mais até que o demônio aparece em frente um beco com uma chama arroxeada em uma das mãos que logo lançou a ruiva não se mexeu, então uma explosão aconteceu.
Levi- Quando alguém ataca algo em você geralmente você corre- ele estava em pé na frente da garota com uma mão apontada na direção o demônio.
Demônio- Olhe só quem apareceu, o garoto que matou meus irmãos.
Levi- Seus irmãos? Então você é o terceiro demônio que fugiu, vai querer vingança?
Demônio- vingança? Não eles eram muito fracos você apenas tirou-os do meu encalço.
Levi- Então de nada- olha para a garota que já estava se levantando- Ani se prepara.
Ani- O q- não pode terminar a frase ele lançou uma esfera no demônio em seguida a pegou no colo e correu dali- Levi!! Me põe no chão agora!!!- ela se debatia para escapar.
Levi- Ei não se mexe tanto se não nos dois vamos- e ele caiu com a garota- viu eu disse para- foi interrompido por um tapa na cara.
Ani- Seu retardado o que você fez!!?
Levi- EI! Ainda tem um demônio querendo matar a gente.
Demônio- Sim eu ainda vou mata-los- e arremessa mais uma bola de fogo que é bloqueada pela barreira de vento.
Levi- HÁ! Só isso?- olha para garota- e você perdendo para ele eu esperava mais de você. – e parti para cima do demônio.
Ani- Não Levi espera!
Ele já tinha ido arremessou uma esfera que foi facilmente desviada em seguida foi acertar um murro que foi bloqueado e o demônio segurou seus braços.
Demônio- Acabou- um circulo roxo apareceu em baixo do garoto e desapareceu em seguida logo o garoto era arremessado de volta para perto da garota.
Levi- Seu desgraçado!
Ele cria uma esfera e vai para cima do demônio que nada faz e quando o garoto vai acertar o seu golpe um pequeno boneco aparece na frente do seu punho que quando é acertado o garoto é jogado para longe.
Levi- Mas que merda foi essa- fala enquanto se recompõe.
Ani- eu disse para esperar aquele boneco faz todos os golpes voltarem para você.
Levi- E como acerta ele?
Ani- Apenas ganhe tempo para mim. — o Circulo dourado se forma novamente.
Levi- Pode deixar.
Demônio- Como se eu permitisse.
Debaixo de seu manto varias correntes com pequenos ganchos na ponta vão em direção ao garoto que forma uma barreira bloqueando-os, porém mesmo bloqueados a sua força ara tão grande que fazia o garoto recuar. O demônio riu e lançou mais ganchos só que dessa vez na direção da garota que nem notou o ataque.
Ele tinha que fazer algo, mas não podia fazer nada se saísse dali os ganchos o pegavam, mas se não saísse eles pegavam a ruiva e numa decisão desesperada ele abaixa sua mão e protege seu corpo com o braço esquerdo fazendo os ganchos acertarem só um braço e com o impacto foi jogado para trás empurrando a garota assim ficando na rota dos ganchos fazendo mais ganchos acertarem seu braço esquerdo, ele gritou de dor até seus pulmões pedirem por clemencia.
Demônio- Grans tem uma regeneração muito boa, mas dessa vez não será útil garoto, na próxima vez que nos encontrar eu vou dar um fim as suas vidas- e desaparece.
Ani- Levi?- ela chega perto dele e o vê segurando seu braço e respirando com dificuldades- o que aconteceu?
Levi- Ta... Tudo bem- trinca os dentes e aperta ainda mais seu braço por causa da dor- Aquele desgraçado.
Ani- Me deixa ver seu braço- Assim que encosta no braço o garoto faz uma careta- d-desculpe- ela tenta de novo com mais cuidado e vê diversos cortes profundos nele- meu Deus temos que tratar isso.
Levi- Não, ta tudo bem- é interrompido pela dor em seu braço.
Ani- Vamos esta sangrando- ele suspira em forma de rendição- eu te ajudo a ir para minha casa.
Levi- Não precisa- se levanta- eu ainda posso andar. — e sorri.
O caminho até a casa De Ani foi quieto os dois imersos em seus próprios pensamentos em suas próprias formas de arrependimentos por não conseguir fazer nada.
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Ele estava lá em seu telhado um lugar estranho para se estar, mas fazer o que? Era lá que ele se sentia mais calmo, conseguir pensar era o que ele precisava naquele momento. Pensamentos que era direcionado ao seu fracasso na ultima luta até que a frase passa por sua mente.
“Medo de você ir embora e deixar eu e o Ivo sozinhos”
Toda sua convicção de ir realmente foi abalada, ele iria embora e a deixaria sozinha com seu primo, era incrível como se podia voltar à estaca zero de uma hora para outra.
Ani- Levi?- é interrompido com a chegada da ruiva que se senta ao seu lado.
Levi- Ah! Ani? Você me achou.
Ani- O que você ta fazendo aqui sozinho?
Levi- Eu venho aqui quando tenho que relaxar e pensar um pouco.
Ani- Ah entendo.
Um silencio se forma entre os dois.
Ani- E seu braço?
Levi- Ainda dói- olha para om braço- parou de sangrar, mas ainda não curou.
Mais uma vez o silêncio fica entre os dois.
Ani- Desculpe- ela abraça seus joelhos e ele a olha curioso.
Levi- Pelo que?
Ani- Seu braço, é culpa minha- ele ri e ela olha para ele.
Levi- Relaxa, foram só alguns arranhõezinhos.
Ani- Como consegue? Sabe ser tão descuidado com você? Você tem que cuidar do que realmente é importante para você não se arriscar por nada.
Levi- Sua idiota eu estava fazendo exatamente isso-ele começa a se aproximar dela- porque você é muito importante para mim- ele sussurra a centímetros da sua boca, já podiam sentir a respiração um do outro quando seus lábios estavam se tocando.
Ivo- EI Levi Vem cá!- uma explosão acontece e a ruiva salta do telhado- brigando de novo?- ele estava somente com a cabeça ara cima do telhado.
Levi- Ivo eu já disse que te odeio- dito isso ele vai para dentro do seu quanto pela janela.
Ivo- M-mas o que eu fiz?-pergunta para ele mesmo.
Já na casa ao lado no quarto da ruiva.
Ani- O que aconteceu agora?- se perguntava deita em sua cama- e por que meu coração não para de bater?
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