Gramary
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–Nossa, você parece que foi pisada e jogada fora. — Daphne disse, andando para a cama de hospital de Ginny, horas após ela ter voltado do Departamento de Mistérios. Os anéis dela fizeram barulhos suaves enquanto ela pulava na cama como se não fosse nada. — E aí, em que aventuras emocionantes você se enfiou?
Ginny revirou os olhos, se recostando contra a cabeceira da cama.
–Se eu te contasse, você não iria acreditar. — Ginny bufou, e Daphne sorriu na luz fraca da noite.
–Me tente.
Ginny contou sua história, e ao fim dela, Daphne parecia impressionada.
–Você tem razão no fato de que eu não acreditaria se viesse de outra pessoa, mas como vem de você, eu não ignoraria que todas suas decisões vem de sua coragem grifinória.
Ginny sorriu, e de maneira extremamente Grifinória, tocou um travesseiro no rosto dela. O que Ginny não esperava era que o travesseiro atingisse o rosto de Daphne, e quando ele deslizou para o chão, Ginny encontrou o rosto de Daphne em choque.
–Eu venho te visitar, e é assim que sou tratada? Pois bem. Espere retribuição, Weasley. — Daphne falou, fria como gelo, se levantando e indo embora antes que Ginny pudesse ao menos balbuciar uma resposta.
Ginny tremeu, já pensando nas maquinações que passavam pela cabeça Sonserina de Daphne.
–Vocês podem se pegar de uma vez? — Perguntou a voz sonolenta de Luna, e Ginny podia sentir o rosto ficar vermelho como o cabelo.
(dois dias depois, ela recebeu pelo correio o que Harry disse ser uma "bomba de glitter". Ela olhou para a mesa da Sonserina aonde Tracey Davies sussurrava algo para Daphne, que sorria, e ela teria feito um gesto rude se não soubesse que aquilo seria completamente inútil.)
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