Notas iniciais
Oiii!!! Amadinhux!
Antes de começarem a ler o cap, queria pedir desculpas por não responder os reviews, mas meu tempo tem estado uma correria danada, mas eu leio todos e amo demais cada palavra, opinião, sugestão, critica, enfim, simplesmente amo saber o que vocês sentem ao ler minhas loucuras... Obrigada de verdade a TODOS...
Segue o epílogo da fic...
Nos vemos lá embaixo...
Boa leitura...

Epílogo

Seis anos depois...

Hoje é quinta-feira, véspera de minha viagem para encontrar com minha filha e sua família em Churchill – Canadá.

Bella, Nessie e Edward, mudaram-se junto com o restante dos Cullen, após Nessie ter a aparência de uma menina de cinco anos, – pois minha neta estava crescendo assombrosamente – e isso poderia levantar suspeita sobre quem ou o que eles são na verdade, fato esse que ate mesmo eu desconheço por completo, e prefiro que continue assim.

Saber que minha filha e neta estão bem e felizes, é o suficiente para mim.

Mas devo confessar que nos primeiros meses que percebi o crescimento “anormal” de Nessie, eu fiquei chocado e não acreditava nem mesmo nos meus olhos, que presenciavam aquilo tudo.

Dr. Cullen, quer dizer Carlisle, tentou me explicar, mas ele falava muitos termos clínicos, e aquilo só me confundia mais.

Edward vinha em meu socorro naqueles momentos – coisa que eu nem sei como ele sabia quando eu precisava de um “tradutor”, ele ainda faz isso – e tentava traduzir os termos que o pai falava.

Às vezes dava certo, outras nem tanto, e cansado daquele passa ou repassa então, eu disse que já tinha entendido, mas na verdade eu ainda não havia compreendido era nada.

No entanto, eu também conversei muito com Billy e a Sue, ambos me explicaram – de forma que eu poderia compreender – como funcionava o organismo da minha netinha, então eu me tranqüilizei minimamente.

A principio, os Cullen mudaram para lugares próximos a Forks como: Seattle, Columbia, Ozette, Hoquiam, Walla Walla. Mas Nessie crescia rápido demais então logo eles se mudavam novamente.

E começaram a atravessar a fronteira com o Canadá indo para: Vancouver, Edmonton, Prince George, Dawson.

Chegando ate o Alasca: Juneau, Valdez, Anchoráge.

Mas agora retornaram ao Canadá e estabeleceram-se em Churchill...

Eu os visitei em todos os lugares que foram. Pois a saudade que me acometia era extrema.

Sempre pensei que ficaria tranqüilo quando minha filha fosse para a faculdade...

Bem, esse era o plano, mas como Bella não fora, pois tinha seus deveres como mãe de uma criança ainda pequena, eu fiquei ate que feliz com isso. Então aí pensei que desfrutaria da companhia de minhas garotas, mas isso também se tornou um equivoco.

Porque elas tiveram que se mudar de cidade várias e várias vezes, e a saudade só fazia aumentar mais e mais, pois não era só de minha filha que sentia falta, mas também de minha amada netinha.

Contudo, um fato interessante – para não dizer estranho ao extremo – me chamou a atenção.

Jacob não saia da aba da minha neta.

A princípio pensei que ele fazia aquilo para chamar a atenção de Bella, mas com o tempo eu vi que ele realmente gostava da companhia de Nessie. E ela dele.

E com todas aquelas mudanças eu via o sofrimento do garoto e da minha neta. Quando os Cullen se mudavam para cidades próximas, o Jake sempre dava um jeito de passar os fins de semana com a Nessie.

Mas quando eles começaram a ir para longe, o garoto se desmanchava em lagrimas. Juro que nunca vi uma pessoa chorar tanto como ele. E era notável o quanto aquilo o fazia sofrer...

No começo eu estranhei muito aquele comportamento do Jacob, e ate o interroguei sobre aquilo. Mas com o passar do tempo eu via o quanto ele amava minha neta, e era correspondido a altura.

Edward e Bella conversaram comigo sobre isso também, disseram que todo esse amor era devido o fato do Jacob se sentir como um tio, padrinho ou algo assim da Nessie. E o que me restou fora apenas aceitar aquilo...

*****

Um fato importante que aconteceu em minha vida, — em meio há esses seis anos — foi que finalmente eu me declarei à mulher mais incrível que eu conheço, e depois de alguns anos de namoro pedi a Sue em casamento, e ela disse sim!

Algo que realmente me deixou feliz. Principalmente depois das tantas mudanças de cidade de minha filha e minha netinha...

Ao contrario de Bella e Leah, filha de Sue, elas ficaram muito surpresas, – para dizer o mínimo – mas depois se conformaram, pois viram o quanto fazíamos bem um ao outro, e o que realmente importava para elas, era nossa felicidade.

E isso somos muito mesmo. Completamente felizes.

Quem compartilhou dessa nossa felicidade de imediato fora o Seth, o garoto ficou muito contente quando nós contamos a novidade.

Ele ficara muito mais alegre que Leah ou mesmo a Bells, o que me deixou um pouco mais aliviado, porque eu não queria que ele pensasse que estava tentando usurpar o lugar do seu falecido pai e meu amigo Harry...

Outro que ficara surpreso e um tanto zangado – por ter sido um dos últimos a saber do nosso envolvimento – foi o Billy.

A principio achei que ele tinha ficado era com ciúmes da Sue, pois eu pensei que ele também sentisse algo por ela, algo a mais que amizade.

Mas depois ele me explicara que estava apenas se sentindo traído por seus dois melhores amigos, — que haviam lhe escondido o namoro como se fossemos adolescentes, — mas que nos desejava muita felicidade.

Okay, sei que fizemos mesmo um certo suspense, mas tínhamos receio que não desse certo, e também poderia haver alguma cobrança dos nossos filhos, ou mesmo recriminação, e etc...

Então preferimos deixar “rolar”, como a juventude diz hoje em dia.

Já faziam dois anos e meio que havíamos casado, em uma cerimônia simples e restrita a amigos íntimos e familiares, na praia de First Beach em La Push.

Fora um dos momentos mais emocionantes da minha vida.

Pois finalmente havia encontrado um amor maduro, fácil, forte, profundo e verdadeiro, tudo isso na forma da mulher linda, corajosa, simples e encantadora que era Sue Swan, minha esposa...

Semanas depois...

Faziam três semanas que havia retornado de Churchill, onde Bella e sua família agora moravam.

Foram dias incríveis que passei ao lado de minha filha, – que estranhamente tinha a mesma aparência de seus 18 anos – mas como eu não queria saber sua real condição de ser “algo alem de humana”, eu apenas foquei em sua felicidade ao lado de sua nova família.

A minha netinha Nessie estava tão linda e tão crescida! Agora ela tinha aparência de uma adolescente de 16/17 anos no mínimo, mas seu comportamento era de uma adulta.

Tudo bem que a principio eu estranhava, e achava tudo muito anormal – em se tratando do crescimento acelerado da Renesmee – mas o tempo e a distancia, me ajudaram a assimilar melhor tudo aquilo.

E eu estava orgulhoso e feliz por ver como minha filha tinha formado sua própria família, e como estava se saindo bem com aquela empreitada.

Estava em casa, pois era fim de semana e não tinha muito trabalho na delegacia. Depois do casamento Sue e eu decidimos continuar morando em minha casa em Forks, e sua casa em La Push ficara para Seth e Leah.

Bebia tranquilamente minha cerveja enquanto assistia um jogo qualquer na TV, quando Sue entra apressada na sala.

- O que foi querida? – perguntei estranhando seu comportamento.

- Oh Charlie... Eu não sei nem como te contar algo assim... – ela tinha a voz chorosa, mas pude perceber que não era de tristeza, mas sim de emoção que não sabia nomear no momento.

Olhei-a mais atentamente, e comecei a pensar que poderia ter acontecido alguma coisa com nossos filhos, – sim eu já os sentia como se fossem meus também – ou mesmo com a minha neta a Nessie, ou com algum de nossos amigos.

Contudo, Sue sorriu um lindo sorriso em minha direção – acho que tentando me tranqüilizar – e colocou uma mão na altura de seu ventre, e disse:

- A família esta crescendo meu amor. – um silêncio pesado se seguiu por algum tempo.

Assim que realizei suas palavras em minha mente congelada pela incredulidade, – depois de longos minutos apenas olhando para minha esposa e onde suas mãos repousavam docemente – eu apenas sorri.

Um sorriso bobo que com certeza me deixava com cara de idiota, mas que esboçava minha felicidade extrema.

Levantei apressado da poltrona que estava, e a peguei em meus braços em um aperto seguro e carinhoso.

Beijando seu rosto e sussurrando palavras de agradecimento a ela e a Deus, por proporcionar-me mais uma alegria a minha vida.

Sim agora eu poderia dizer que era um homem completo e feliz, muito feliz na verdade.

Eu tinha uma filha linda e que havia me dado uma neta para mimar e amar muito. Também tinha enteados que aprendi a amar como se fossem meus filhos. Amigos que estavam sempre ao meu lado.

Uma profissão – que apesar de tudo – era o que gostava de fazer, e me sentia útil à sociedade.

Mas o mais importante, eu havia encontrado a mulher de minha vida. A mulher que ficou ao meu lado nos momentos que mais necessitei de apoio e carinho, cuidou de mim, me acalentou, me amou...

E agora estava me presenteando com algo acima de qualquer desejo que eu poderia ter...

Um filho... Um filho dela... Um filho nosso...

- Eu te amo tanto Sue. – solucei com o rosto enterrado em seus cabelos negros e cheirosos.

- Eu também Charlie, te amo muito...

- Um filho... Nosso... Ah céus eu acho que vou...

- CHARLIE! Charlie... Charlie... – a voz de Sue ecoava ao longe...

Não sei ao certo o que aconteceu, em um momento eu a abraçava, a beijava e agradecia por aquele presente, no outro, eu sentia minhas forças me abandonando, e depois só escuridão envolvendo-me.

- O que aconteceu? – perguntei quando abri meus olhos e vi a expressão incrédula de minha esposa a me fitar.

- Você desmaiou chefe Swan. Foi isso o que aconteceu. – Sue tinha a voz divertida ao me contar o papelão que havia protagonizado há minutos atrás.

- O que você queria que eu fizesse? Depois de ter me dito que estava... – resmunguei por sua atitude de se divertir as minhas custas.

- Grávida Charlie. Eu estou grávida. E achei que você ficaria feliz como eu estou. Mas vejo que não é bem assim... – Sue cortou minha fala, agora ela tinha a voz triste e os olhos marejados.

Droga! Ela entendeu errado minha reação. Parabéns Charlie seu ogro velho!

- Não Sue, me desculpe, eu estou feliz sim amor, muito mesmo. Mas é que fui pego de surpresa e... Bom, eu não soube o que dizer ou fazer, e ainda por cima desmaiei... – tagarelei me sentando no sofá e a puxando para sentar-se ao meu lado.

- Eu sei querido, mas eu estou sensível, e sabe como são os hormônios de grávidas né? – agora ela sorria para mim.

Tentei sorrir também, mas estava muito surpreso com aquelas mudanças de humor dela, então apenas a abracei forte e a beijei com todo amor que tenho por ela.

- Sim eu sei, e devo me reacostumar com isso não é? Visto que teremos longos meses pela frente... – ela me deu um tapa leve no braço e sorriu junto comigo, pela minha piada um tanto sem graça.

- Agora eu vejo a quem a Bella puxou com suas piadas sem nenhuma graça! – Sue resmungou se afastando e me lançando um olhar de desafio.

- Ah claro, e o Seth com certeza saiu a você não é? – retruquei entortando meu bigode com a careta que fiz em sua direção.

- Com certeza! – ela me respondeu já caminhando em direção da cozinha.

Recostei-me no sofá e me deixei levar por meus pensamentos...

Já começava a imaginar como seria se o bebê fosse um menino, eu fazia planos de pescaria em que ele estaria ao meu lado, passeios por La Push e suas praias lindas e também suas piscinas naturais, acampamentos pela floresta ao redor de Forks, viagens em família, reuniões em datas especiais, festas de aniversario e etc...

Então, um pensamento congelou todos os meus planos futuros...

Isabella e Leah!

Se contar a elas sobre meu namoro com Sue foi algo bem complicado, imagina sobre uma gravidez?

É... Eu sei que ambas querem nossa felicidade. Mas que contar a elas será uma tarefa que possivelmente precisaremos de reforços, isso será com certeza...

- Sue precisamos de um plano para contar para as garotas! – falei sentindo uma leve dor de cabeça já começar a me perturbar.

- Essa tarefa é sua, meu amor. – ela disse vindo em minha direção com um prato de peixe assado – da noite anterior – nas mãos e junto um pote de pasta de amendoim.

Fiz uma careta, tanto para o que ela disse, quanto para o que ela estava comendo.

- Você vai me deixar nessa sozinho? – perguntei a olhando fingindo zanga.

- Sim... – foi sua resposta simples.

Depois de comer aquela mistura grotesca, ela levantou-se para subir as escadas – disse que queria um tempo sozinha – sei... Tenho certeza que iria tirar uma soneca isso sim.

Mas ao chegar ao primeiro degrau, ela parou e olhou-me com um sorriso dançando em seus lábios:

- Boa sorte, Charlie!

Assim que disse aquilo, Sue subiu o restante das escadas gargalhando da minha cara de bobo – que com certeza eu tinha feito – quando ela falou daquele jeito comigo.

- Yep... Realmente vou precisar...

...Fim...

Notas finais
Gente esse é o fim da fic Good luck, Charlie!
Ahhhh, mais um projeto que chega ao fim (o primeiro que eu termino de postar).
Já havia dito antes, mas repito mesmo assim, essa era para ter sido apenas uma one-shot drabble, mas de acordo com seus reviews lindos e inspiradores, eu simplesmente não resisti e desenvolvi uma estória baseada nos pensamentos do nosso querido Charlie. Eu simplesmente amo o papi da Bella!
-
-
-
Agora quero agradecer imensamente aos reviews lindos que realmente me inspiraram muito a continuar com essa fic...
Muito obrigada a todas vocês que acompanharam lendo, comentando, dando suas opiniões, é muito importante e gratificante para os autores que os leitores interajam com as estórias, isso nos anima e nos impulsiona a continuar a escrever mais e mais...
-
E acompanhem meus outros projetos okay? Não só na categoria da saga Twilight, mas em outras também... Eu os aguardarei ansiosamente...
P.S.: Não vou finaliza-la ainda, pois eu quero uma recomendação viu? Por favor alguém aí, quem quiser, recomendar, eu ficarei muito grata... E a espera de recomendações... Pois quem gosta recomenda!
Beijinhux! E fiquem com Deus...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.