Going To Hell
1 Prólogo
Notas iniciais
Eu simplesmente adoro essa música! Então me veio a idéia pra uma songfic e eu resolvi escrever. Well...
"Padre, você sentiu minha falta?Fiquei presa por um tempo, fui pega pelo que fiz, mas peguei tudo com estilo." -Going To Hell, The Pretty Reckless.
Ela caminhava por aqueles corredores com muita determinação, eles eram tão familiares para ela... tinha jurado nunca mais pisar naquele piso de pedra escura, mas haviam convocado-a de novo. Bem, talvez não poderia ser chamado de um "convite" quando mandam um assistente atrás dela para buscá-la em seu novo trabalho, um justo e honesto desta vez. Sabia muito bem que não se recusa um "pedido" da Máfia. Não queria ir, mas não tinha escolha, não nesse caso. Se ela se recusasse a segui-los, iriam atrás dela de novo e dessa vez não seria de forma tão amigável.O garoto tinha pedido para segui-lo sem comentários ou perguntas. Como se ela já não soubesse... Ele a levou até uma luxuosa BMW preta até o lugar que chamavam de A Sede. E agora ela ia mais uma vez para sala de seu ex-chefe.Sentia remorso toda vez que lembrava que já tinha feito parte daquilo tudo de bom grado. Bateu duas vezes com as costas da mão e depois mais duas, o código de sempre. Escutou um baixo e rouco "Entre" e girou a maçaneta.Bom, pelo menos isso não tinha mudado. O lugar continuava o mesmo de sempre também. O mesmo sofá de couro puído, a mesa de madeira escura e a poltrona virada onde ele sempre costumava sentar para fazer uma chegada dramática como tanto parecia gostar.Ela pigarreou para dizer que já tinha chegado e fechou a porta.—Olá Beatrice, que bom te ver de novo!-falou com a voz alegre demais.-Admito que você está melhor desde a última vez que nos vimos. —O que quer, Eric?-ela perguntou, ríspida. Não tinha mais paciência para suas tentativas de agradá-la. Não suportava mais aquele cheiro de cigarro horrível.—Ora, Ora, isso é jeito de falar com seu chefe?-respondeu com o seu tom irônico que a enchia de raiva agora.—Você não é mais meu chefe, paguei por anos pelo que você obrigou a fazer.-respondeu com uma determinação que não sabia que tinha.-Não te devo nada. Não mais. —Eu não teria tanta certeza assim, querida.- disse virando-se na sua direção. O seu sorriso sarcástico continuava o mesmo.-Tenho um novo trabalho para você! Sente-se. Entregou-a uma pasta preta simples e indicou a cadeira a sua frente. Ela se sentou. O que quer que ele tenha para falar, tem ser rápido. E esperava que não fosse mais uma perda de tempo naquele lugar detestável.
Notas finais
Well. Que tal?
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