Goin Down
4 Passeio de Moto
Notas iniciais
Eu sei que dei uma sumida... peço desculpas... problemas familiares me impediram de ter tempo pra escrever.... e tem a escola também... mas eu não desisti da Fic... vou continuar postando até quando ainda ter um leitor! ;D
No café da manhã, decidimos não comentar com Heyley sobre a noite passada. Nate, como eu já esperava, continuara me olhando. Quando terminamos de comer, Heyley me entregou a mochila com os materiais escolares que havia comprado pra mim. Me deu um beijo na testa e depois fui para a garagem junto de Lily, Raíssa e Robert. Lindsay já nos esperava no carro.
Nate foi para a escola com sua moto. — Por que o Nate não para de me olhar? — perguntei no caminho. — Ele é assim. Estranho. — respondeu Robert. — Quase não fala com ninguém. Só vemos ele na escola e nas refeições. Dizem que ele perdeu os pais... — completou Lily. Lily parou de falar, na certa percebeu que o assunto ' Perda dos pais ' me feria um pouco. Lindsay estacionou o carro no estacionamento da escola. Raíssa e Robert foram os primeiros a descer. Lily foi logo depois, Lindsay e eu descemos em seguida. Quando me viram, os outros alunos no estacionamento começaram a comentar com seus grupos de amigos sobre mim. — Vai ser um dia complicado. — eu disse. — Está brincando? Depois da noite de ontem você será tipo... a nova rainha. — disse Raíssa. — Ninguém nunca antes tinha vencido da Firework no desafio. — Eu não quero ser a nova rainha. Basta aquela patricinha não se meter comigo. — Amiga... se prepare. A Daphine não vai engolir aquela derrota. — Falando nela... — disse Lindsay apontando para Daphine e as amigas que caminhavam em direção a mim. — Oi... Como é seu nome mesmo? — disse Daphine provocando. — Fico surpresa de não saber. — eu respondi. — Depois daquela derrota... Lindsay, Raíssa e Lily riram com minha resposta. — Eu costumo esquecer coisas inúteis... Olhei para o braço dela. Havia uma marca de carimbo. Carimbo que eu reconheci. — Tomar banho pra você é inútil? Deve ser porque você está com a mesma marca de carimbo que dão pra retirar bebidas na boate. Todos ao redor que escutavam a conversa começaram a rir. — E isso sai com água. Assim como 90% da sua beleza. Vamos gente? Lindsay, Raíssa, Robert e Lily me seguiram em direção a entrada da escola. — Eu odeio essa garota. — eu ouvi ela dizer. Isso me fez sorrir. A escola era enorme. Cheia de corredores e salas. — Pra onde eu tenho que ir? — perguntei confusa. — Você é da sala da Lily. — respondeu Robert. — Nesse primeiro horário você terá Inglês. No segundo você vai para minha sala, 305. Aula de História. — Venha amiga. — Lily me puxou. — O professor de Inglês é um gato! — Tá. Gente nos vemos na cantina. — Lily continuava me puxando. — Espera... Não precisa correr. Ainda mais pra estudar. — Você não entendeu. Sabe quem vai estar na nossa sala? Dean e Daphine. Então quero evitar um contato direto. — Não acho que aquela coisa rosa vá me perturbar de novo. Mas se acontecer eu estarei preparada. — Mas está preparada para ver o Dean? — ela me olhou com um sorriso idiota. — Por que não estaria? Ele é só mais um garoto. — " Dean é tão lindo... ele me completa. E aqueles olhos de garoto perdido? Sem dúvidas, com aquela música The Kill, ele roubou meu coração". Eu reconhecia aquele verso. Eu o escrevi. — Você leu meu diário? — Opa! Olha a hora temos que ir. — Lily saiu correndo e entrou em sua sala. — Volta aqui. Você é uma mulher morta! Quando eu estava pra entrar na sala, Dean veio correndo e se esbarrou em mim. Caí pra trás, ele caiu em cima de mim. Nossos rostos ficaram muito próximos. Era a primeira vez que podia sentir o cheiro dele. Aquele perfume tão doce, e um hálito gostoso de bala de menta. — Sai de cima de mim! — eu dei alguns tapas nos braços dele. — Calma. Já estou saindo. — ele se levantou, estendeu a mão para me ajudar a levantar, mas recusei e levantei sozinha. — Por que está sempre no meu caminho? — disse enquanto limpava minha roupa. — Destino? — Que cantada barata. Até mesmo pra você. — Precisa de um vestido tão curto? Suas pernas estão aparecendo. Daqui a pouco todos vão ver a lua. Não sei ainda o motivo, mas peguei a mão dele e a coloquei nas minha coxa. — Tá melhor agora? — eu o empurrei e entrei na sala. Lily havia guardado um lugar pra mim ao seu lado. O sinal tocou, e todos os alunos entraram e se sentaram. Daphine me lançou um olhar congelante. O professor entrou sorridente. Lily tinha razão. Ele era bem bonito. Alto, atlético, aparentava pouco mais de trinta. Barba por fazer, e olhos claros como a água. — Ele é um pão! — disse Lily. — Bom turma, recebi a informação de que temos uma aluna nova. Taylor... Seja bem vinda. Qualquer coisa pode contar comigo, meu nome é Erick. — Qualquer coisa mesmo? — eu perguntei sorrindo. Ele entendeu a indireta, e se virou para o quadro envergonhado. Depois olhou pra turma novamente. — Daphine, de novo não... — ele disse. — Jogue o copo de suco fora. A patricinha se levantou trazendo um copão de suco. Ela passou pelo meu corredor, fingiu esbarrar em uma mochila e o suco caiu sobre mim.
— Ai! — gritei. — Desculpa Taylor, nossa foi tão sem querer... — ela sorriu. Já havia passado dos limites. Me levantei jogando minha mesa no chão. Olhei nos olhos de Daphine. Dei um tapa nela. A garota gritou caindo pro lado. — Me desculpa. Minha mão escorregou. Peguei minha mochila e corri pra fora da sala. — Taylor! — Dean gritou, saindo da sala também. — Taylor, me espera. Corri pro estacionamento. Uma funcionária na receptação barrou a saída. — Não pode sair. — disse ela. — É você que vai me barrar? Precisa de mais gente franguinha. Dei um empurrão na mulher, saí para o estacionamento. Dean me seguiu. — Taylor, pare! — O que voque quer? Veio rir de mim? Acho bom não fazer isso se quiser ter filhos um dia. — Não. — ele me puxou. — Daphine foi errada. Eu sei que você ouviu coisas ruins ao meu respeito. Eu posso ser tudo que falaram, mas tenho sentimentos. — Disso eu nunca duvidei. Dean, você tem sentimentos, deve ter até um coração, só não sabe onde fica. — Olha, pare um pouco com esta briga. Me deixe te ajudar. Depois pode me bater, me chamar do que quiser. Eu não mordo, só se pedir. Eu sorri. — E como quer me ajudar? Tem uma roupa limpa aí? — Até teria, mas você não ficaria bem com as minhas roupas. Venha! Ele me puxou até sua moto. Subiu nela e ligou. — Eu não vou. Odeio motos. Meu ex já caiu comigo. Tenho medo de acontecer de novo. — Olha Taylor, confie em mim. Se segure na minha cintura. Eu jamais vou te machucar. — Tudo bem. — eu subi na moto e ele acelerou para fora do estacionamento. — Se segure forte... Vamos dar um passeio!
Notas finais
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E seu acharem que eu mereço ... Deixem recomendação! Beijo!
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