Goddess Is Calling
11 Capítulo 10 - Revelação e o Deserto de Besma
Notas iniciais
CAPÍTULO 10 – Revelação e o Deserto de Besma
Momentos depois de Ain sair do castelo… O Grupo de Busca El chega ao laboratório secreto em objetivo de encontrar Wally, porém, sem sucesso em sua busca. Mas, o grupo encontra várias informações sobre o plano de Wally (as mesmas em que Ain havia encontrado).
— Este computador está cheio de informações sobre o plano do Wally… – disse Aisha.
— Tantas que é impossível saber por onde começar. – disse Rena.
Elsword estava fascinado pela organização do laboratório, o que o desconcentrou de seu real objetivo de estar no local.
— Ei, boboca! – disse Aisha a Elsword. – Para de viajar e venha aqui!
O garoto disse:
— Eu estava admirando este lugar. – disse ele.
A elfa diz:
— Olhem o q eu achei. – disse Rena ao encontrar algo. – Tem dois arquivos aqui…
— Botreg.exe e codeEVE.sys? – indagou Aisha.
— O que tem nestes arquivos? – disse Elsword.
— Vamos descobrir agora mesmo. – disse Rena ao abrir os dois arquivos.
O trio ficou fascinado ao descobrir o que continha nos dois arquivos, principalmente, por eles possuírem uma relação com a explosão do El.
— Então isso realmente tem alguma relação com a explosão do El? – indagou Aisha.
— Não exatamente. – disse Rena. – Mas houve um nasod sobrevivente com a tragédia…
Rena continuava investigando.
— O nome desta nasod se chama Eve… – disse ela. – Ela está localizada no Núcleo de Altera.
— É o lugar pra onde nós pretendemos ir. – afirmou Elsword.
— Talvez essa garota possa nos ajudar a recuperar o fragmento de El. – disse Aisha.
— Bem, é o que esperamos… – disse Rena. – Temos que ir imediatamente para Altera. Vamos aproveitar para comparar o DNA desta lâmina com o possível DNA do Ain…
— Mas, como nós vamos chegar até lá? – indagou Elsword.
— Pelo que eu sei, há uma aeronave nas minas de Besma que mensalmente vai para Altera. – disse Rena. – Podemos falar com o responsável pela aeronave para que pudéssemos embarcar nela, para que cheguemos em Altera mais rápido.
— Vamos parar Wally também! – disse Aisha. – Ele deve ter ido para este lugar também, já que ele entregará o El a esse Rei Nasod.
Ao saírem de lá, Elsword se depara com uma espécie de brinco caído no chão do laboratório…
— Ei, olhem o que eu achei? – disse Elsword pegando o objeto.
— Um brinco? – disse Rena encarando Elsword com um olhar estranho.
— O que um brinco tem de importante? – disse Aisha.
— Eu lembro de ver o Ain utilizando estes brincos. – afirmou Rena. – Se for dele, então provavelmente ele passou por aqui.
— Você tem uma memória boa. – afirmou Aisha. – Prestou atenção até nos brincos que aquele cara usava.
O cajado de Aisha começou a detectar uma espécie de poder desconhecido.
— Meu cajado está detectando um tipo de energia desconhecida. – disse a garota. – Juntamente com a mesma energia que detectamos na caverna.
— Parece ser a energia de Ain… – disse Rena.
— Sim, mas está misturada com um outro tipo de poder. – disse a garota. – Magia da divindade com tecnologia Nasod.
— Então significa que Ain esteve aqui, junto com outra pessoa. – disse Elsword. – Vamos, temos que encontrá-lo… não só o Ain, mas também o Wally.
O trio sai do laboratório secreto…
Enquanto isso…
Ain estava quase chegando na pequena vila de Besma, quando percebeu que um dos seus brincos havia desaparecido.
— Nossa… – disse ele. – Parece que um dos meus brincos acabou caindo enquanto eu estava no laboratório secreto.
Add disse:
— Você se preocupa com coisas inúteis. – disse o jovem debochando de Ain. – Deveria me falar um pouco sobre você.
— Não gosto de revelar coisas sobre a minha pessoa. – afirmou o sacerdote. – Isso seria me expor demais aos humanos daqui.
— Quanta besteira! – disse Add. – Percebi que você é meio arrogante para o meu gosto.
— Não é ser arrogante, Sr. Ancião! – exclamou. – E sim, ser discreto. Provavelmente você já deve ter sido discreto uma vez na sua vida.
— Por que você me chama de Sr. Ancião? – indagou Add. – Meu nome é Edward, mas pode me chamar de Add também… tanto faz.
— Hmm… – murmurou Ain, ignorando totalmente a pergunta de Add. – Sr. Ancião, o que você fazia no laboratório secreto?
— Por acaso você tem alzheimer ou alguma doença crônica? – disse Add. – Eu já falei pra você o meu propósito naquele lugar.
— Perdão, eu tinha me esquecido. – disse Ain envergonhado.
Add decidiu se abrir mais ao sacerdote.
— Bem… não foi por acaso q eu estava lá. – disse o garoto.
Ain ficou atento a história que Add estava prestes a contar pra ele.
— Então? – indagou o sacerdote.
— Bem, eu não tive um passado tão… agradável. – disse o garoto revelando a sua história para Ain. – Minha vida sempre foi repleta de estudos e descobertas… caso eu errasse algo, eu era punido de forma grave e rígida.
— Continue… – disse Ain.
— Quando eu era criança, meus pais foram assassinados na guerra entre humanos e nasods. – disse o menino relembrando do dia em que seus pais foram mortos. – Quando descobriram do meu desolamento, eu acabei sendo feito de escravo por soldados que estavam naquela imensa guerra… Mas, pouco tempo depois eu escapei deles.
Ain ficou triste ao descobrir o que Add havia passado anos antes.
— Ele teve um passado triste, igual a mim… – pensou Ain. – Isso deixa as minhas emoções totalmente baixas.
Add continuara a contar a sua história.
— Eu estava fugindo daqueles miseráveis, eles estavam prestes a me capturar novamente… quando eu acabei desmaiando de exaustão, e acabei caindo em um profundo abismo Não sei como eu sobrevivi… — disse Add sobre o ocorrido. — Quando despertei, me vi em frente a uma ruína perdida no tempo… um santuário nasod, onde somente uma pessoa sabia onde ficava. Aquele local me fascinou de uma forma em que eu não consigo explicar.
Ain pensou:
— Santuário nasod… – pensou o sacerdote. – Acho que sei onde fica, mas não tenho total certeza.
Continuando…
— Foi lá onde eu aprendi tudo que eu sei hoje! – disse Add. – E também, foi lá onde conheci Wally… aquele filho da puta! Mal sabe o que eu preparei para ele.
Ain disse:
— Então você e aquele cara tinham uma relação? – indagou.
— Uma relação de parceria. – afirmou Add. – Eu o ajudava a criar seus nasods, e ele me ajudava a ganhar conhecimento sobre a tecnologia. Foi assim que criei os meus dínamos…
Seis dínamos se movimentaram em torno de Add.
— Interessante… – disse Ain.
Os dois jovens avistam várias construções em meio ao deserto quente e escaldante eles decidem ir até lá para ver o que tinha naquele lugar.
— Aquela é a vila de Besma. – afirmou Add.
— Nunca imaginei que seria tão distante de Elder. – afirmou Ain. – É melhor nós irmos até lá.
A dupla vai até a vila…
Uma conversa estava ocorrendo entre dois moradores do local… Ain decide ouvir aquela conversa para saber do que se tratava.
— Minhas minas, estão com o alto risco de desabar! – exclamou um homem, parecia ser o dono das minas.
— Fique calmo, iremos resolver este assunto o quanto antes. – disse uma garota, parecia ser a xerife da vila.
— Como eu vou ficar calmo, se aqueles malditos nasods estão destruindo tudo? – indagou o homem.
Ain pensou:
— Então há nasods neste local. – afirmou. – Hmm… parece que estamos mais próximos de Wally. Sinto uma energia nestes arredores… parece ser o El do Sol.
Uma voz feminina diz:
— Com licença… – disse a garota. – Posso ajudá-los?
Ain diz:
— Sim, sim… – disse ele. – Estamos procurando uma aeronave, vocês sabem onde podemos localizá-la?
Add diz:
— Na verdade, estamos procurando o responsável pela aeronave. – afirmou.
O dono das minas diz:
— Minha aeronave? – indagou. – Nem morto que vou deixar dois desconhecidos entrarem na minha aeronave, muito menos, nas minhas minas!
Ain pensou:
— Estes humanos além de irresponsáveis, são um bando de egoístas! – pensou ele decepcionado com os humanos. – Nosso último recurso para recuperar o El foi pro espaço.
Add diz:
— Nós precisamos da aeronave para capturar o Wally. – disse Add. – Ele está com o fragmento de El em mãos. Caso ele entregue para o Rei Nasod, o mundo estará em perigo.
A garota diz:
— Entendemos que esta situação seja de total risco. – afirmou ela. – Mas infelizmente, ninguém pode entrar nas minas… elas estão com um alto risco de desabar por conta da destruição que está sendo feita pelos operários nasod.
O homem diz:
— Se eu soubesse como parar aquilo, eu os deixaria entrar. – afirmou.
Ain sabendo que ele e Add seriam fortes o suficiente para derrotar os operários nasod, ele diz:
— Se quiser, nós dois podemos cuidar destas coisas. – disse o sacerdote.
— É… eu não sei você, mas eu sou um oponente muito perigoso! – exclamou Add com seus dínamos.
Ain disse:
— Acredito! – disse ele dando umas risadas.
— Se vocês dizem… – disse o homem. – Então tá, confiarem em vocês dois para que possam acabar com aqueles operários nasod.
Add diz:
Tá certo! – exclamou. – Vamos fazer esse favor a você, tiozão!
Ain não falou nada…
De repente, o sacerdote avista três pessoas chegando na vila… Ain percebe que era o Grupo de Busca El que estava chegando no local. Sem saber o que fazer, Ain diz:
— É melhor a gente ir logo nas minas… – disse Ain escondendo-se da visão de Elsword, Aisha e Rena.
Add diz:
— Tudo bem, mas aconteceu algo? – indagou ele. – Você ficou histérico de uma hora pra outra.
— Não, nada… é a ansiedade. – disse Ain tentando evitar ser visto pelo trio.
A dupla saiu da vila e foi direto em direção as minas.
O Grupo de Busca El chega a vila, porém, Elsword percebe que Ain estava lá ao avistar ele junto com Add.
— Ei, é o Ain! – disse Elsword ao avistar o jovem.
Rena diz:
— Ei, Ainchase! – gritou ela, porém Ain continuou os evitando. – Queremos falar com você.
Aisha diz:
— É impressão minha, ou esse cara tem algum problema com nós? – indagou ela.
— Eu queria saber também. – disse Rena.
A garota que estava conversando com Ain diz:
— Posso ajudá-los? – indagou ela.
O trio fala em coro:
— Queremos encontrar a Aeronave de Carga! – disse os três.
O homem diz:
— Coincidência… aqueles dois estão indo pra lá também. – afirmou.
— Muito obrigado! – disse Elsword seguindo os dois jovens.
— Você é muito gentil! – disse Rena atrás de Elsword.
A xerife diz:
— Ei, esperem aí! – exclamou, mas o trio não a ouviu. – Droga, eu queria perguntar o nome deles.
— Nossa, Stela… – disse o homem. – Desde quando você pergunta o nome dos visitantes?
— Ah, cala essa boca, Richie! – disse ela.
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